CASAL - FAMÍLIA - BACK-UP 4

01/08/2012 11:36

 

 
TODAS AS COISAS ME SÃO LÍCITAS, PORÉM NEM TODAS ME EDIFICAM OU AGRADAM A DEUS "
23/11/2011 08:17
 
Sexo oral e anal, mesmo durante o casamento,
têm aprovação de Deus?
 
“Vós, maridos, amai as vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, a fim de apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Afinal de contas, nunca ninguém odiou a sua própria carne, antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; pois somos membros do seu corpo”. Efésios 5:25-30.
 
 
A pergunta que dá título a nossa reflexão semanal é uma das mais intrigantes no meio do povo cristão, senão a que mais desperta controvérsias. Ela esteve publicada no nosso site durante meses para participação aberta de todos os internautas. E, confesso, que grande ainda é a dúvida com relação ao tema. Em termos percentuais, digamos que 50% afirmou ser contra e os outros 50% a favor. Mas esse equilíbrio de opiniões é reflexo da heterogeneidade presente nos ensinamentos que as igrejas evangélicas promovem hoje em dia com os membros. Algumas doutrinas e alguns líderes ensinam que, durante o casamento, tudo é válido em termos de comportamento sexual entre o casal. Outros líderes indo exatamente ao extremo oposto: abominam radicalmente a prática do sexo oral e anal no matrimônio. Ainda existem aqueles pastores que preferem uma postura mais... digamos... conciliadora: aprovando um dos tipos de sexo (o mais comum o oral) e condenando o outro (o anal, claro). E quando não, deixando completamente livre ao entendimento do casal na cama. É certo que a Bíblia não trata desse tema de forma direta e explícita, até porque, à época em que foi escrita, a prática do sexo oral e anal se dava apenas entre casais pagãos, como ocorrera aos habitantes de Sodoma. Mas isso não significa que a Palavra de DEUS seja omissa.
 
Veja o que escreveu o apóstolo Paulo: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas (os que praticam sexo anal)(...) não herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6:9-10). Podemos também ver através de correlações, inferências, legítimas interpretações saber o que é agradável e o que não é agradável a DEUS, até mesmo em temas que só apareceram na contemporaneidade.
 
O sexo é o principal alimento que o casal dispõe durante a vida de casados. Ele existe para suprir uma necessidade da carne, moderada, liberada e abençoada por DEUS, e com fins de promover a edificação da vida espiritual do marido e da mulher. No mundo espiritual, temos a oração como principal alimento da alma. No mundo carnal, o sexo: “Não vos defraudeis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes à oração. Depois ajuntai-vos outra vez, para que satanás não vos tente por causa da incontinência” (1 Coríntios 7:5). Porém o fato de, segundo a vontade de DEUS, o sexo ser praticado apenas depois de casados, não significa dizer que o direcionamento do ato esteja apenas ao critério do homem e sua esposa. Mesmo unidos sob o consentimento da igreja e do civil, eles mais do que nunca têm que continuar colocando DEUS na direção de tudo. Em síntese, a ação divina não se restringe apenas ao momento da celebração religiosa e civil. Ela prossegue em todas as atitudes na vida dos cônjugues.
 
A união sexual do homem e da mulher após o casamento é comparada à relação de Cristo com a sua noiva (a Igreja). A carne de CRISTO, embora muito desgastada pelas viagens missionárias e pela violência sofrida antes de Sua morte, sempre esteve incontaminável do pecado, desde o instante de sua concepção pelo poder do Espírito Santo na virgem Maria. Por isso, JESUS se ofereceu à sua Igreja (povo escolhido e separado) sem mácula, irrepreensível, nem rugas ou coisa semelhante. Salvos pelo sacrifício feito em cruz, passamos a receber o Espírito Santo em nosso corpo; vivemos transformados; passamos a ser chamados Luz do Mundo e Sal da terra, geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido, templo vivo onde mora e habita o Espírito de DEUS. Saímos do nosso corpo simples e mortal, entregue à prevaricação, ao pecado e nos juntamos ao corpo glorificado de JESUS. Passamos a ser integrantes do Seu corpo. Assim era o homem e a mulher antes do casamento. O sexo, sem a aprovação de DEUS, representa apenas uma satisfação meramente instintiva, carnal, diabólica. As duas carnes ainda não se fizeram uma. Quando José recebeu a notícia do anjo que a sua noiva, Maria (até então sem nenhuma experiência sexual), ficaria grávida pela ação pura e simples de DEUS, a primeira reação que ele teve foi de fugir, de abandoná-la. Quanto ao nosso corpo, cada membro tem sua função natural específica e determinada por DEUS.
 
Os olhos não podem fazer a função dos pés, nem os ouvidos a função dos joelhos. Se hoje é muito difícil aceitar e suportar a idéia de que o único caminho que DEUS deixou para que haja a relação sexual entre o homem e a mulher durante o casamento é pela via normal (penetração do pênis na vagina), foi porque satanás já se apossou da mente e da carne do casal, escravizando-as. Observe o que diz o livro de Romanos: “E como eles (homens e mulheres) não se importaram de ter conhecimento de Deus, Ele os entregou a um sentimento pervertido, para fazerem coisas inconvenientes. Estão cheios de toda iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade, inveja, homicídio, contenda, engano e malignidade. (...) Embora tenham conhecimento da justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam” (1:28, 29 e 32).
A boca, além de ingerir alimentos materiais que dão sustentação ao nosso corpo, tem por função especial a de louvar a DEUS e a de falar da Sua Santa Palavra.
E se a boca é o meio de ingestão de alimentos, o ânus de excreção de fezes. O marido que constrange a sua esposa para tal solicitação aberratória ou a esposa que insinua o marido para esse tipo de desejo sexual, um ao outro se deprava, e aos poucos vai colecionando maldição sobre a família e sobre o casamento. É imprescindível que o casal ore a DEUS antes de toda relação sexual, oferecendo-O os corpos para o Seu louvor e a Sua glória.
 
A prática do sexo oral e anal entre casais é completamente abominável a DEUS, constituindo numa aberração da natureza humana, e entrou no meio da igreja cristã quando ela decidiu aderir a tal da modernização, fugindo dos exageros que antes cometera. Esse tipo de adaptação à modernidade é maligna e trouxe sérios prejuízos à igreja de DEUS aqui na terra: não só distorceu o comportamento de casais quanto ao sexo, como também na forma dos cristãos cultuarem; no falar; no vestir, no cantar etc. Lembre-se, pois, da igreja de Sardes, cujo nome tem vida, mas está morta, porque suas obras não se encontram perfeitas diante de DEUS (Apocalipse 3). A igreja de antigamente, tirando os excessos (roupas, corte de cabelo etc), era bem menor em quantidade de fiéis, mas bem melhor em qualidade espiritual comparando-a com a igreja de hoje. Atualmente as igrejas cristãs se adaptaram a vários tipos de costumes mundanos (com a mera finalidade de agradar a diversos tipos de pessoas) que, se colocarmos juntas 100 pessoas (cristãs e mundanas), num mesmo ambiente, será difícil identificar as que são evangélicas.
 
Enfim, no dia em que essas igrejas voltarem a amar a CRISTO no primeiro Amor, muitos saltarão fora, porque servem a DEUS por comodidade dos seus costumes. Só prosseguirá na caminhada santa em busca da Canaã celestial quem realmente desejar ser santo, quem verdadeiramente se dispor a renunciar a si mesmo, inclusive a própria carne, tomar a sua cruz e a seguir o Filho de DEUS. Façamos, a partir de hoje, uma autoavaliação de como está o nosso testemunho cristão; e, se possível for, arrependemo-nos de todas as obras más. Não só na frente de homens, como quem só quisesse agradá-los, mas também entre quatro paredes, onde os olhos do homem natural não enxergam, mas o DEUS onipresente a tudo observa, “para que andeis de um modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e sua glória” (1 Tessalonicenses 2:12). Amém, Senhor JESUS!!!
 
 
 
 
 
" APRENDENDO A SER SÁBIO COM OS ERROS DAQUELE QUE APÓS ELES SE TORNOU SÁBIO " Parte 1
25/11/2011 14:51
 
CEIFANDO ONDE SALOMÃO SEMEOU  -  Parte 1
 
EcLESIASTES - 11.1-6
 
O livro de Eclesiastes foi escrito por Salomão depois de ter desviado do caminho que devia andar (I Rs. 11.1-6, “E o rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó: moabitas, amonitas, edomitas, sidónias e hetéias, das nações de que o SENHOR tinha falado aos filhos de Israel: Não chegareis a elas, e elas não chegarão a vós; de outra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses. A estas se uniu Salomão com amor. E tinha setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração. Porque sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era perfeito para com o SENHOR seu Deus, como o coração de Davi, seu pai, porque Salomão seguiu a Astarote, deusa dos sidónios, e Milcom, a abominação dos amonitas. Assim fez Salomão o que parecia mal aos olhos do SENHOR; e não perseverou em seguir ao SENHOR, como Davi,  seu pai.”
Porém alguns estudiosos acreditam no seu arrependimento, e por isso, este livro veio a ser escrito depois do desvio e, pela graça de Deus, depois da sua volta ao caminho que foi ensinado quando mais jovem. Ele exemplifica Pv. 22.6, “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.” O fato é que este livro pode nos dar o discernimento necessário para escolhermos entre o certo e o errado no decorrer da nossa peregrinação neste mundo.
 
Se desejar que o seu lar produza uma descendência para Deus:
 
1)  - “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.” Não seja tímido mas esforça-te em inculcar as Escrituras em seus filhos!
Educar almas significa semear, ou seja, ajudar a implantar princípios verdadeiros nos corações dos filhos. A responsabilidade dos pais é treinar e desenvolver estas verdades continuamente, até que estejam enraizadas no coração do filho, a ponto de que sejam visíveis no seu comportamento e raciocínio.
Demora ver os resultados deste ensino. É igual a lançar semente na terra. Até que o processo todo da semente se transformar em fruto tempo suficiente tem que passar. Assim quando se  lança o pão as águas. A corrente leva embora, longe de vista. Quando voltar o que foi lançado pode ser só depois muito tempo. Assim, o resultado do ensino mostrará fruto anos depois.
Existe uma tendência entre os pais de desculpar as atitudes inaceitáveis dos filhos com os dizeres “é coisa de criança” ou “é coisa de jovem”. Essa atitude é nada menos do que uma fuga da responsabilidade de corrigir as ações dos filhos. Esse ditado também reflete uma descrença na própria Bíblia que diz: até uma criança se dá a conhecer pelas suas ações (Pv. 22.15). Conclui-se, portanto, que ações tolas vêm de uma criança tola. E nesse caso, é necessário correção, não uma desculpa. A tolice deve ser cortada em crianças de qualquer idade. As atitudes da criança evidenciam o que ela traz em seu coração. Mas a educação adequada traz para tal coração prudência, autocontrole e sabedoria (Pv. 29.15). Vale a repetição: é necessária a educação, não uma desculpa.
Quando os pais requerem dos filhos que lhes obedeçam e quando os filhos obedecem aos pais, Deus abençoa a todos grandemente. No mundo há muitas influências contrárias à boa formação dos filhos. Por causa do pecado existe uma destruição geral no mundo. Quando há obediência da parte dos filhos e, além disso, da parte dos filhos para com os pais, cria-se uma proteção sobre tais filhos. Ela funciona como um guarda-chuva que resguarda os que estão embaixo dele dos diversos elementos da natureza.
Deus protege os filhos que obedecem a seus pais dando-lhes favor especial (Jr. 35.14-19), glória particular (Jo. 17.4; Fl. 2.8-11), bênçãos reservadas (Pv. 3.13-18) e oportunidades exclusivas (Êx. 20.12; Ef 6.1-3).
Os dias longos podem se referir ao fato de que esses filhos, em geral, não seriam atingidos por desastres naturais a fim de que morressem cedo. Refere-se também às oportunidades de enriquecimento, pois quanto mais se vive, maior é o número de oportunidades para se obter êxito nos negócios. Se os pais forem obedientes a Deus, os filhos saberão em que caminho  devem andar (Dt. 6.6-9) e, estando no caminho certo, terão grandes recompensas.
Pode ser que os filhos passem por fases de rebelião, mas os que foram instruídos no caminho que devem andar voltarão a não se desviar dele em tempo propício. A esperança que a nossa dedicação de educar desde cedo os nossos filhos não será em vão  mas terá o seu efeito piedoso até quando envelhecer (Pv. 22.6)
 
Segue os quatro passos bíblicos (II Tm. 3.16) neste tempo de formar virtudes nos seus filhos:
Ensinar – O filho tem que saber o que é esperado dele. Antes de qualquer correção é necessário que saiba o que é correto. Simples e diretamente comunique o que é certo e é errado. Exemplo: o que vem primeiro na responsabilidade dos pais para com os filhos em Pv. 22.6, “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.”? Educar vem primeiro.
Redargüir – Chamar a atenção. Quando os filhos não fazem conforme o ensinado, é hora de chamar a atenção deles para o ocorrido. Não é tempo de correção, nem de gritaria. Trazer ao conhecimento deles que as ações deles estão ferindo princípios estabelecidos de antemão.
Corrigir – Quando o filho insiste em ser negligente naquilo que não é aceito e ensinado é necessária a correção. A correção é aquilo que traz a mudança desejada no comportamento do filho. Se não transforma o erro em obediência não é correção aceitável.
Instruir em justiça – Depois da correção e a volta de um espírito manso de submissão no filho, é hora de repetir o que é correto e o que é errado.
Fases de rebelião, influências más e outros desafios virão e farão o resultado desejado demorar vir. Mas não deixe isso lhe impedir de lançar o teu pão sobre as águas, ou seja, de ensinar, ensinar e de ensinar os seus filhos!
 
Se desejar que o seu lar produza uma descendência para Deus:
 
2) - “Reparte com sete, e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra.” Pv. 23.13-14. Seja generoso no tempo edificante gasto com os filhos e os esforços estruturando o seu lar. Estudem juntos com os filhos quais são as responsabilidades de cada membro do lar. Seja positivo! Não deixe para depois o que deve fazer já. Invista tempo e atenção no desenvolvimento dos filhos. Se Deus lhe der mais um filho para treinar para Ele, reparte com ele aquilo que tem ensinado aos outros também. Tanto mais, melhor!
Ninguém sabe quando a atual situação mudará. A oportunidade apresentada agora é o dever da hora. Seja fiel e sábio com o que Deus lhe dá no dia de hoje. O amanhã virá no tempo oportuno  mas  é hoje quando deve repartir o necessário para com os filhos (Dt. 6.4-9, “Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.”).
Por não saber qual mal virá, seja doença, ou perda de finanças, capacidades,  vida ...  usem  as oportunidades agora para o bem!
 
 
 
 
 
 
" APRENDENDO A SER SÁBIO COM OS ERROS DAQUELE QUE APÓS ELES SE TORNOU SÁBIO " Parte 2
27/11/2011 12:36
 
 
CEIFANDO ONDE SALOMÃO SEMEOU
 
Ec. 11.1-6
 
Se desejar que o seu lar produza uma descendência para Deus:
3)  - “Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra, e caindo a árvore para o sul, ou para o norte, no lugar em que a árvore cair ali ficará.”
No treino dos filhos para ser a descendência para Deus, lembra-se que haverá causa e efeito – Pv. 22.6, “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.”
As nuvens cheias são a causa das águas derramarem sobre a terra. O ensino da criança no caminho que deve andar pode ser a causa dela agradar o Senhor. Como uma nuvem não sendo cheia não derramará chuva sobre a terra assim se não houver ensino apropriado para a criança andar, ela não terá como andar conforme o agrado de Deus nem aos pais.
Não complique o ensino bíblico dos filhos com o ensino da filosofia, da psicologia, ou o jogar a culpa pessoal na complexidade de personalidades dos seus parentes até o quinto grau, etc. Se a criança estiver fazendo o que é certo, ela pode ser dita que é uma criança sábia. Se ela não estiver fazendo o certo e sabido, ela é uma criança tola. (Pv. 20.11, “Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra é pura e reta.”) Não misture a verdade pura de Deus com a “sabedoria” do mundo!
Use o que tem  pois Deus o reporá. As nuvens cheias derramam a chuva sobre a terra. Em tempo propicio quando elas derramarem as suas águas, elas têm como ser reabastecidas  pois os córregos que as chuvas alimentam, se ajuntam aos ribeiros maiores que se ajuntam aos rios que findam no mar. No mar há água suficiente para encher novamente as nuvens para que tenham o que derramar sobre a terra.
Enquanto Deus lhe der conselhos pela Sua palavra para saber treinar os filhos para que se tornem descendência para Deus, derramem tais lições abundantemente na sua família. O efeito será essencial para que vocês como pais estejam supridos por Deus, ou pelos próprios filhos. Se estiver fiel a ensinar prudência aos filhos, os filhos serão abastecidos com a prudência na idade maior. Eles voltarão a ser uma benção a você na sua necessidade.
Esse versículo pode ensinar que existem coisas que têm que acontecer e não podemos mudá-las. Serão tão necessárias quanto a chuva é para a terra. Podemos ter tristezas, desafios, um baixo nível de riqueza entre outras mil de acontecimentos que não temos controle. Mas, como é natural as nuvens caírem água quando são fartas de umidade, assim é natural para termos desavenças quando vivemos neste mundo. Verifica essas referências: Jo. 16.31; Tg. 1.2-4; Rm. 8.28.
Quando a morte vier, terminarão as oportunidades, todas!
Portanto, não esteja demasiadamente preocupado com as coisas que não pode mudar, tais como personalidades, condição de saúde, capacidades, opiniões dos outros, entre outros. Onde estas coisas  existem, como onde a arvore grande caia e naquele lugar fica, assim estas coisas ficarão sem a nossa possibilidade de mudar a situação.
Se desejar que o seu lar produza uma descendência para Deus:
4)  - “Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará.”
Sempre existem mil desculpas para os que as buscam, ou seja, para os que não querem fazer o seu dever. Um pouco de oposição basta para alguns pais desistir de vez de treinar os filhos. A criança se jogando no chão, ou pelo menos ameaçando a se jogar, é suficiente para alguns renunciar o seu papel de estabelecer e exercer autoridade, nem ser um bom exemplo e cumprir as suas responsabilidades.
Os que observam o vento são como o preguiçoso: Diz o preguiçoso: Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas. (Pv. 22.13) Pois é, um leão está nas ruas. Talvez tenha mais outro no seu guarda-roupa?! O homem trabalhador não o vê, o homem que encara as suas responsabilidades não o vê, mas aquele que quer fugir das suas obrigações, oh sim, este o vê! E vendo o leão, ele se julga com razão para se desculpar e fazer nada para resolver a situação, nem para resolver como fazer as suas responsabilidades.
O homem sábio vai ao encontro do leão, ou seja, ele faz o necessário para controlar a situação. Ele é quem estabelece os limites para os filhos e não vice-versa. Se o estabelecer limites é como fazer uma cerca ao redor dos filhos protegendo-os daquilo nocivo no lado de fora, então os pais são quem devem erguê-la e mantê-la erguida. O homem preguiçoso corre daquilo que não é, e crê aceitável pleitear o muito improvável para ser displicente nas suas responsabilidades. Porém o homem sábio não busca desculpas. Ele busca soluções práticas, e, achando-as,  implementa-as!
“O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.”, Pv. 1.7. Se necessite de sabedoria, teme a Deus! Assim terá para aplicar a Sua Palavra nas oportunidades que se aparecem. Não espere até que entenda tudo sobre os filhos. Apesar das aparências, aplique o ensino das Escrituras. Não observe o vento, nem para as nuvens! Olhe para a Jesus  Cristo o Autor e consumador da fé. Olhe para as suas responsabilidades!
Se desejar que o seu lar produza uma descendência para Deus:
5)  - “Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas.”
Como já sabe, este livro foi escrito por Salomão depois de muitos anos como rei. As suas 700 esposas e 300 concubinas viraram a sua cabeça. Porém, quando velho, voltou à tona. Escreveu este livro para mostrar como é vazia a vida sem as considerações de Deus na formula.
Salomão reparte conosco que a ignorância sobre como Deus faz qualquer evento não é motivo para qualquer um de nós deixar de obedecê-lo com zelo. As coisas secretas de Deus NÃO são para nós (Dt. 29.29). Como pais, se não sabem como uma instrução assentará com seu filho, como tal limitação que imponha na filha será proveitosa para ela, ou se não sabe o efeito que tal exortação fará nos anos vindouros, tal falta de saber NÃO É RAZÃO de ser ocioso diante de um claro mandamento ou indiferente diante das suas responsabilidades para com a disciplina do seu filho ou outro qualquer dos seus deveres.
Se desejar que o seu lar produza uma descendência para Deus:
6)  -“Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas.”
A confiança em Deus traz liberdade. A consciência está livre de preocupação sobre tudo que não sabe e que não pode fazer.
Quando não estiver preocupado sobre o que não sabe, nada mais resta a não ser, ser ativo fazendo o seu dever: pregue a Palavra de Deus aos outros! Instes a tempo e fora de tempo!  Vista-se com a armadura de Deus e avance! Busque primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça! Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos!
Seja responsável e persevere com a esperança. Tenha bom animo! Pode ser que tudo que faz produz fruto agradável a Deus. Assim que diz a escritura: “tu não sabes qual prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas.”
 
Bibliologia:
BÍBLIA ONLINE EM PORTUGUÊS. Versão: 2.00.02, Timnathserah, Inc. Winterbourne, 2006
BÍBLIA SAGRADA. Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, São Paulo, 2007.
CHRISTENSON, Larry, The Christian Family. Bethany Fellowship, Minneapolis, 1970.
DICIONÁRIO HOUAISS. Objetiva, Rio de Janeiro. 2009.
GONÇALVES, Josué, Tentação e Maturidade. Editora Mensagem para Todos Ltda. Bragança Paulista, 2009.
LACKEY, Bruce, God’s Promise about Children. Way of Life Literature, Oak Harbour, 1991.
PEARL, Michael and Debi, To Train Up A Child. No Greater Joy Ministries, Pleasantville, 2004.
PRIOLO, Lou, Teach Them Diligently. Timeless Texts, Hackettstown, 2000.
WILLIAMS, Ronald E., The Correction and Salvation of Children. Hephzibah House, Winona Lake, 1980.
Autor: Pr Calvin Gardner
Revisão do texto: Edson Basilo 04/2011
Robson Alves de Lima, 06/2011
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br 
 
 
 
 
" CONHECENDO-SE A SI MESMO PARA ENTÃO CONHECER E SE RELACIONAR COM O SEU PRÓXIMO E COM DEUS " Parte 1
01/12/2011 08:33
 
As dimensões da vida humana e o nosso relacionamento com Deus.   Parte 1
 
As dimensões ou níveis da vida humana são: espírito, alma e corpo.
 
ESPÍRITO: Por meio do nosso espírito, po­demos viver uma vida espiritual. É através do nosso espírito que temos consciência de Deus e com Ele nos relacionamos.
 
ALMA: Por meio da nossa alma, podemos viver uma vida emocional, sentimental. Através da nossa alma, temos consciência de nós mesmos.
 
CORPO: Por meio do nosso corpo, podemos viver uma vida natural, física. Através do nosso corpo, temos consciência do mundo ao nosso redor e com ele nos relacionamos.
 
A vida na dimensão do espírito
 
0 Senhor Jesus afirmou, em João 4:24, que: "Deus é espírito, e importa que os seus ado­radores o adorem em espírito e em verdade. "
Em Fp 3:3, Paulo diz: "Nós é que somos a cir­cuncisão, nós que adoramos a Deus no espíri­to, e gloriamos em Cristo Jesus, e não confi­amos na carne." A nossa vida espiritual pro­vem do nosso espírito, do nosso coração, o qual deve ser guardado na Palavra: "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida" - Pv 4:23.0 nosso relacionamento com Deus se dá única e exclusivamente através do nosso espírito, do que somos de coração, que é o que nós somos de verdade; o resto é só aparência.
 
A vida na dimensão da alma
 
Ao nível da alma é que sofremos as maiores oscilações na vida - os altos e baixos emo­cionais. E é também através da alma, do que  sentimos, que o inimigo pode (e o faz diligen­temente) nos atacar, procurando anular a nossa fé através dos sentimentos e pensa­mentos que nos sugere. Viver nessa dimen­são (da alma) é sofrer medo,  tormentos, depressões e pressões de toda natureza. É exatamente nessa situação que caímos na auto-condenação. Viver na dimensão emocional, é expor-se a ser manipulado pelas circunstancias, é deixar-se levar facilmente  por tudo que se ouve e vê, por tudo o que se pensa e sente. Quando você diz, por exemplo, ''estou enfermo, pois me sinto muito mal, pelos sintomas, acho que estou com tal  enfermidade"... você está vivendo ao nível da alma e não ao nível do espírito e da fé na Palavra, Judas 19 chama a pessoa que vive ao nivel da alma de sensual, e a descreve detalhadamente no verso 8. Mas Lc 21:19 ensina: “Na vossa paciência possuí as vossas almas”
Salmo 40:1 mostra que podemos possuir nossa alma, isto é, tomar conta de nossa alma e ter domínio sobre ela: "Esperei com paciência no Senhor, e Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor . "
 
 
 
 
 
" CONHECENDO-SE A SI MESMO PARA ENTÃO CONHECER E SE RELACIONAR COM O SEU PRÓXIMO E COM DEUS " Parte 2
03/12/2011 08:38
 
As dimensões da vida humana e o
 
nosso relacionamento com Deus. Parte 2
 
A vida na dimensão do corpo
 
 Todos nós, que conhecemos a Vida no E rito, sabemos que viver ao nível do corpo traz muitas dificuldades. Paulo afirma, Rm 8:13: "Se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte, mas se pelo espírito mortificardes os feitos do corpo, certamente vivereis.
"Andai no Espírito e jamais satisfareis a concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o espírito, e o espírito contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que porventura seja do vosso querer. Mas, se sois guiados pelo espírito, não estais sob a lei" - Gálatas 5:16-18.
Há uma interação contínua entre espírito, alma e corpo, entre o nosso homem interior e o nosso homem exterior (Rm 7). Agora, considere o que diz uma das cartas aos coríntios: "Deus que disse: Das trevas resplandecerá luz, Ele mesmo resplandeceu em nossos corações, para a iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo. Temos, porém, este tesouro em vaso de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós ( ... ) Por isso não desanimamos: pelo con­trário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, con­tudo o nosso homem interior se renova de dia em dia ( ... ) não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem: porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas" (2 coríntios 4:6,7,16,18).
O nosso homem interior precisa ser continuamente fortaleci­do pela oração e pela meditação na Palavra, conforme Efésios 3:16. "( ... ) sejais fortalecidos com poder mediante o seu espírito no homem interior." Observe também: Salmo 19:7,8,
 
Judas 20, Salmo 119:93,112.
 
É muito fundamental meditar­mos na Palavra e colocá-IA em prática: "( ... ) os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam" (Isaías 40:31).
 
Veja também Salmo  42:11.
0 seu homem interior se revela no seu homem exterior: "Acaso pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso? Acaso pode a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Tão pouco fonte de água salgada pode dar água doce" - Tg 3:11,12. Se você consultar Pv 4:23, verá que a fonte é o nosso coração. E há também Lc  6:43-45,  Mt 23:27.
 
É fundamental fortalecer o nosso homem interior porque é através dele que nos relacionamos com Deus, pois o nosso Pai de Amor se relaciona com o nosso eu verdadeiro, o nosso coração e jamais com a nossa aparência. É recomendação de Paulo que sejamos verdadeiros em toda situação (CI 3:9-10). E somente se consegue isso através da oração em línguas e da meditação na Palavra, e se colocarmos em prática os princípios da Palavra, vivendo de acordo com a Verdade. A Palavra combate a sensualidade (Salmos 42:11 e 119:143). Mas somente combatemos a sensualidade quando temos consciência do mal que ela encerra e que contamina quem a aceita (GI 6:7-8  e  1 Co 15:33).
A Palavra de Deus é um recur­so poderoso se nós nos submetemos diligentemente a Ela, praticando os princípios que Ela encerra. A Palavra purifi­ca: "Como poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra" - Salmo 119:9.         
 
 
 
 
" LAR DOCE LAR " SÓ SE VOCÊ DEIXAR JESUS ADMINISTRAR E COMANDAR "
05/12/2011 07:51
 
 
O Propósito de Deus para a Família
"Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela" (Salmo 127:1).
Deus nos criou e designou o casamento e a família como a mais fundamental das relações humanas. Em nosso mundo de hoje em dia, vemos famílias atormentadas pelo conflito e arrasadas pela negligência e o abuso. O divórcio tornou-se uma palavra comum, significando miséria e dureza para os múltiplos milhões de suas vítimas. Muitos homens jamais aprenderam a ser esposos e pais devotados. Muitas mulheres estão fugindo de seus papéis dados por Deus. Pais que não têm nenhuma idéia de como preparar seus filhos estão assim perturbados pelo conflito com seus rebentos rebeldes. Outros simplesmente abandonam seu dever, deixando filhos sem qualquer preparação ou provisão.
Para muitas pessoas, hoje em dia, a frase familiar e confortadora "Lar, Doce Lar" não é mais do que uma ilusão vazia. Não há nada doce ou seguro num lar onde há o abuso, a traição e o abandono.
Haver  uma solução? Poderemos evitar tais tragédias em nossas famílias? Poderão os casais jovens manter o brilho do amor e do otimismo décadas depois de fazerem os votos no casamento? Haverá esperança de recuperação dos terríveis erros do passado?
A resposta para todas estas perguntas é SIM! As soluções raramente são fáceis. A construção de lares sólidos não acontece por pura sorte. Somente pelo retorno ao padrão de Deus para nossas famílias poderemos começar a entender as grandes bênçãos que ele preparou para nós em lares construídos sobre a rocha sólida da sua palavra. Consideremos brevemente alguns princípios básicos ensinados na Bíblia sobre a família.
 
 
O Propósito Básico de Deus para a Família
Quando temos dificuldade com a geladeira, entendemos que o fabricante, que escreveu o manual do usário, sabe mais sobre o aparelho do que nós. Lemos o manual para resolver o problema. Quando vemos tantos problemas nas famílias de hoje, só faz sentido que nosso Criador, que escreveu o "manual do usuário", sabe mais a respeito da família do que nós. Precisamos ler o manual para achar como construir e manter bons lares. Encontramos estas instruções na Bíblia. Ela nos guia em cada aspecto do serviço a ele, incluindo a realização de nossos papéis na família.
 
Casamento
A família começa com o casamento. Quando Deus criou Adáo e Eva, ele revelou seu plano básico para o casamento: "Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gênesis 2:24). Este plano é claro. Um homem ligado a uma mulher. Milhares de anos mais tarde, Jesus afirmou que este ainda é o plano de Deus. Ele citou este versículo e acrescentou: "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mateus 19:6). Este casamento é uma relação para toda a vida. Somente a morte deve cortar este laço (Romanos 7:1-3).
Deus aprovou as relações sexuais somente dentro do casamento. Não há nada de mal ou impuro sobre as relações sexuais dentro de um casamento aprovado por Deus (Hebreus 13:4). Esposos e esposas têm a responsabilidade de satisfazer os desejos sexuais (dados por Deus) aos seus companheiros (1 Coríntios 7:1-5).
Todas as outras relações sexuais são sempre e absolutamente erradas. Relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são absolutamente proibidas por Deus (Romanos 1:24-27; 1 Coríntios 6:9-11). Deus não criou Adão e João. Ele fez uma mulher, Eva, como uma parceira apropriada para Adão. As relações sexuais antes do casamento, mesmo entre pessoas que pretendem se casar, são condenadas por Deus (1 Coríntios 7:1-2, 8-9; Gálatas 5:19). As relações sexuais extra-conjugais são também claramente proibidas (Hebreus 13:4).
 
Filhos
Casais assim unidos diante de Deus pelo casamento gozam o privilégio de terem filhos. Deus ordenou a Adão e Eva e aos filhos de Noé que tivessem filhos (Gênesis 1:28; 9:1). Ainda que nem todas as pessoas tenham que se casar, e que nem todas terão filhos, é ainda o plano básico de Deus que os filhos nasçam dentro de famílias, completas com pai e mãe (1 Timóteo 5:14). Em lugar nenhum da Bíblia encontramos autorização para uma mulher ter relações sexuais para conceber um filho, antes ou sem casamento. A paternidade solteira, que está se tornando moda em nossa sociedade moderna é um afastamento do plano de Deus que terá  sérias conseqüências para as gerações vindouras.
 
 
Papéis Dados por Deus Dentro da Família
Dentro desta estrutura do propósito Divino, consideremos os papéis que Deus atribuiu aos homens, mulheres e filhos.
 
Homens: Esposos e Pais
A responsabilidade dos esposos é bem resumida em Efésios 5:25: "Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela". O esposo tem que colocar as necessidades de sua esposa acima das suas próprias, mostrando devoção desprendida aos melhores interesses da "parte mais frágil" que necessita da sua proteção. Ele tem que trabalhar honestamente para prover as necessidades da família (2 Tessalonicenses 3:10-11; 1 Timóteo 5:8).
Os pais são especialmente instruídos por Deus para preparar seus filhos na instrução e na disciplina do Senhor (Efésios 6:4). Este é um trabalho sério e, às vezes, difícil, mas com resultados eternos! Os espíritos de seus filhos existirão eternamente, ou na presença de Deus ou separados dele. A maior meta de um pai para seus filhos deveria sempre ser a salvação eterna deles.
 
Mulheres: Esposas e Mães
Uma esposa tem um papel muito desafiador no plano de Deus. Ela tem que complementar seu esposo como uma auxiliar submissa, que partilha com ele as experiências da vida. As pressões da sociedade moderna para rejeitar a autoridade masculina não obstante, a mulher devota aceita seu papel como aquela que é cuidadosamente submissa ao seu esposo (Efésios 5:22-24; 1 Pedro 3:1-2). As mulheres de hoje em dia que rejeitam este papel dado por Deus estão na realidade difamando a palavra dele (Tito 2:5).
Deus instrui as mulheres para mostrarem terna afeição aos seus esposos e filhos, e a serem honestas e fiéis donas de casa (Tito 2:4-5). Apesar dos esforços de algumas pessoas para desvalorizar o papel das mulheres que são dedicadas a suas famílias, Deus tem em alta estima a mulher que é uma boa dona de casa e uma amorosa esposa e mãe. Tais mulheres devotas são também dignas de respeito e apreciação de seus esposos e filhos (Provérbios 31:11-12,28).
 
Filhos: Seguidores Obedientes
Deus também definiu o papel dos filhos. Paulo revelou em Efésios 6:1-2 que os filhos deverão:
1. Obedecer a seus pais. Deus colocou os pais nesta posição de autoridade e os filhos têm que respeitá-los. Muitas pessoas consideram a rebeldia de uma criança como uma parte comum e esperada do "crescimento", mas Deus coloca-a na lista com outros terríveis pecados contra ele (2 Timóteo 3:2-5).
2. Honrar seus pais. Os pais que sustentam, instruem e preparam seus filhos devem ser honrados. Jesus mostrou que esta honra inclui prover as necessidades dos pais idosos (Mateus 15:3-6).
 
 
Lares Piedosos Nestes Dias?
É, freqüentemente, muito difícil corrigir anos ou mesmo gerações de erros. Mas está claro que o único modo pelo qual podemos esperar ter boas famílias construídas nos princípios divinos é voltar ao plano que Deus tem revelado. Temos que estudar a Bíblia, aprender estes princípios, aplicá-los em nossas vidas, e ensiná-los aos nossos filhos e aos outros. Lembre-se, os benefícios serão eternos!
Você está construindo seu lar sobre a fundação da palavra de Deus?
 
 
 
 
 
" O DINHEIRO DEVE SER ADMINISTRADO POR VOCÊ E NUNCA SE TORNAR O SEU ADMINISTRADOR "
07/12/2011 08:15
 
A Maneira como você pensa sobre o Dinheiro determina sua riqueza ou sua Pobreza
 
Autor(a): Pr. Josué Gonçalves
 
Jesus não excluiu dos seus ensinamentos a questão do dinheiro e sua administração.
O que você pondera quando pensa no seu dinheiro? O que você diz quando fala sobre o seu dinheiro? O que você faz com o seu dinheiro?
Quando o assunto é o seu dinheiro, o que você pensa determina o que diz; o que você diz determina o que faz e o que faz constrói o seu destino financeiro. O ser humano é a única criatura capaz de pensar. A verdadeira riqueza começa com pensamentos de verdadeira riqueza. A verdadeira grandeza começa com pensamentos de verdadeira grandeza, e o potencial para a grandeza reside em todos nós. 
Foi Deus quem nos criou com este potencial, porém precisamos maximizá-los. Você é o tamanho que pensa ser em Deus e tudo começa com uma atitude mental de excelência. 
Com o passar dos anos ouvi muita gente dizer que achava que não tinha  o bastante,que não conseguia. Ouvi historias de tristeza, de desesperança e desespero de pessoas encarando os fatos da vida financeira que criaram. Existe uma vasta diferença entre encarar a realidade, por pior que possa estar sua realidade financeira particular no momento, e pensar que não pode fazer nada a respeito dessa realidade.
Rico ou pobre, os pensamentos negativos que dizem que você não pode são tremendamente poderosos e terrivelmente destrutivos. Passei a referir-me a eles como idéias de pobreza, e as idéias de pobreza não podem existir em todos nos, não importa se temos muito ou pouco dinheiro. Essas idéias de pobreza são insidiosas e nos levam a pronunciar palavras de pobreza ou de derrota, e acabam nos levando a atos de pobreza. Um legado de pobreza pode ser passado para as próximas gerações. Precisamos aprender a calar essas idéias pequenas e medíocres que escravizaram.
Jesus em sua parábola sobre os talentos exaltou os dois servos que souberam administrar e fazer multiplicar o dinheiro; aquele que tinha uma mentalidade pequena, mesquinha, pobre e “enterrou o dinheiro numa cova”. Ele condenou severamente. Mude sua maneira de pensa e sua vida mudará!
(1) MT 28:14-30
(2) MT 25:20-23
(3) MT 25:18,26,27
 
 
 
 
" FAMÍLIA - CÉLULA MASTER DE TODA A SOCIEDADE - A ÚNICA VERDADEIRA É A QUE FOI ORIGINADA POR DEUS CONFORME SEUS PADRÕES DE PUREZA MORAL E SANTIDADE FORTALECIDA PELO SEU AMOR INCONDICIONAL " - Parte 1
09/12/2011 08:13
 
FAMÍLIA - INSTITUIÇÃO DIVINA  -  Parte 1
 
VERDADEIRAS CARACTERÍSTICAS DA FAMÍLIA
 
OBJETIVO: A família deve ser vista co­mo uma "sociedade" criada por Deus. Conto tal ela deve ser forte, sagrada, pri- vada organizada e permanente. Fazer com que a classe pense seriamente nisso, ~ é básico para a felicidade no lar.
 
MEMORIZAR: "Assim não são mais do­is, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem- —Mat. 19.6
 
Texto da Lição: Ef. 5:22-33
 
A família é a mais antiga instituição na história da raça humana.
Deus criou o ser humano à sua imagem e semelhança, homem e mulher os criou ( Gen. 1.27 ), dando-lhes condições para reproduzirem e povoarem a terra, perpetuando assim a espécie. A união pelo casamento, de um homem e uma mulher, dá origem a novas criaturas, os filhos, que juntos formam o núcleo básico da sociedade. Esse núcleo é chamado de família.
Deus está interessado na família, não só porque Ele a instituiu (Gn 2.21-25), mas também, porque é através da família que Ele quer revelar SEU amor e cuidado, para mostrar SEU poder sustentados como supridor de todas as necessidades da criatura humana, quer sejam materiais ou espirituais, (Gn 3.8,9) 
Assim era no princípio e assim ainda o é hoje.
Como instituição divina, a família existe antes do pecado ter entrado no mundo, daí a necessidade de que a mesma seja prestada com suas ca­racterísticas originais de pureza, amor e santidadei ( Efésios  4-6), sem as quais jamais poderá existir. Se a família se desagregar, estará em ruínas, e como consequência nem a própria igreja subsistirá.
Sendo a igreja uma extensão da família organizada, é indispensável que tenhamos famílias fortes e espirituais, para que tenhamos igrejas fortes e poderosas em Deus. Depende todavia da decisão que cada um tomar, e da disposição de fazer como Josué fez como chefe de família ( Js 24.14,15 ).                                                                                        
De decisões assim é que poderemos garantir a segurança e a felicidade
do lar, porque se Deus não ocupar o primeiro lugar na célula master da sociedade hodierna ( de hoje ), o fim de cada indivíduo será fatalmente o lodaçal do pe­cado e a perdição. A base para o fortalecimento da família está na Palavra de Deus (2 Tm 3.16,17). A família é ainda o melhor lugar que existe para se forjar o caráter e a personalidade de cada indivíduo, basta que seja colocado em prática desde cedo, o que está escrito em Prov. 22: 6 - "Instrui o menino no caminho que deve andar, e até quando envelhecer, não se apartará dele".
 
 
 
 
 
 
" FAMÍLIA - CÉLULA MASTER DE TODA A SOCIEDADE - A ÚNICA VERDADEIRA É A QUE FOI ORIGINADA POR DEUS CONFORME SEUS PADRÕES DE PUREZA MORAL E SANTIDADE FORTALECIDA PELO SEU AMOR INCONDICIONAL " - Parte 2
11/12/2011 14:38
 
FAMÍLIA - INSTITUIÇÃO DIVINA  -  Parte 2      
 
UMA INSTITUIÇÃO FORTE. Mt 7.24,25  
 
Há nas palavras de Jesus, proferidas no texto em apreço, uma verdade profunda que deve ser observada por todos aqueles que querem constituir unia família. A palavra-chave usada no texto é "homem prudente" que edi­ficou a casa sobre a rocha. A geração atual está constituiria por pessoas que estão mais para a insensatez que para a prudência. 0 psicodelismo romântico que domina grande parte da juvenlule atual, tem induzido milhares deles a viverem uma vida marginalizada dos valores éticos e morais que a família possui.
Essa insensatez demonista, dissociada de qualquer valor moral e espi­ritual, tem arrastado milhares para o cáos e ruina. Daí termos hoje uma so­ciedade fragmentada, onde a predominância de, filhos órfãos de pais vivos, é maior que os filhos legítimos, nascidos do, famílias legitimamente consti­tuídas.
0 amor livre,tão amplamente difundido, é o câncer que corroi valores e consciências, deturpando os princípios estabelecidos pela Palavra de Deus.
E, nessa avalanche de lama e imoralidade, não poucos cristãos estão indo de roldão, porque a insensatez ocupou o lugar da prudencia e respeito ao que é sagrado, a família ( Rm 1 : 18 - 32 ).
A família foi constituída como insíituição forte, refúgio e lugar de aquecimento,forja de  valores, cadinho ( vaso de barro ) de Deus, de onde deve ser extirpada a escória da imoralidade, do egoismo, da indecência, para prevalecer a digni­dade e os sagrados ensinos, que tornam a pessoa humana digna de sí. 
A fa­mília deve e precisa ser um lugar de segurança, de adoração a Deus e obediên­cia às suas leis. A palavra de Deus deve ser a espada constantemente erguida contra o mal e os ataques de satanas. Os que assim procedem podem ter filhos como Timóteo de quem Paulo disse: "Trazendo à memória a fé não fingida que em tí existe, a qual habitou em tua avó Loide, e em tua mãe Euni­ce, e estou certo que também habita em  ti". ( 2  Tim. 1.5 )  
Os valores incutidos por sua avó e sua mãe fizeram-no digno de ser o grande obreiro e pastor de quem muito se orgulhava o apóstolo Paulo. Foi para Timóteo que Paulo es­creveu admoestando acerca da corrupção dos últimos dias (2 Tim. 3.1-9), experiência amarga que tem levado milhares para o inferno.
 
 
 
 
 
 
" FAMÍLIA - CÉLULA MASTER DE TODA A SOCIEDADE - A ÚNICA VERDADEIRA É A QUE FOI ORIGINADA POR DEUS CONFORME SEUS PADRÕES DE PUREZA MORAL E SANTIDADE FORTALECIDA PELO SEU AMOR INCONDICIONAL " - Parte 3
13/12/2011 09:46
 
FAMÍLIA - INSTITUIÇÃO DIVINA  -  Parte 3
 
 
UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA     -     SI 107 :31-42
 
A felicidade de possuirmos uma família, e pertencermos a uma família, está na providência de Deus.
0 salmista disse que Ele multiplica as famílias como rebanhos sobre a terra (v 41).
Cada rebanho tem sua característica e seu pastor. E conhecido o fato de que as ovelhas, mesmo pastando juntas em uma região, se divididas em rebanho, jamais seguem a outro pastor, ou mesmo se misturam (Jo 10.1-5 ). 
 
Há nisso uma privacidade natural um limite estabelecido pela natureza, onde os próprios  animais se agrupam e vivem sob a liderança de um guia, o pastor.
 
A família possui essa característica.
Como instituiçao ela deve manter-se isenta e afastada de toda influência perniciosa, nociva à sua constituição e princípios. 
A privacidade moral e a convivência afinada com os valores éticos e espirituais, próprios de uma família, devem ser invioláveis, não só pela sociedade organizada, mas, muito mais ainda, pelas forças do mal. 
 
A Porta de entrada da família precisa estar constantemente fechada para o diabo e seus agentes. E não somente fechada, mas protegida pela presença do San­gue precioso de Jesus, tal qual estavam as casas dos hebreus lá no Egito, onde o sangue do Cordeiro Pascal era a garantia de que o  anjo destruidor alí não entraria (Ex 12. 7,12 e 13).
 
Se a família abrir a porta para o mundanismo  imoral, e permitir que os seus membros se associem com licenciosidade, expurgando de seu ambiente a decência, a honradez, a conduta ilibada ( pura , imaculada ) e os sagrados ensinos da Palavra de Deus, deixará de ser uma família, e se  transformará nun amontoado de pesso­as irresponsáveis, indecentes, cujas características serão: antro de perdição e ruinas. 
 
E preciso manter a privacidade espiritual, moral e física da família, para que nem o diabo, nem o mundo possam destruí-la. 
0 caminho para essa vitória é a  oração, leitura da Palavra de Deus,  vigilância, testemunho cristão e amor, vínculo da perfeição entre pais e filhos, e pedra de toque  que dá beleza à família, seja pobre ou rica. ( 1 Cor. 13: 1 a 8a )
 
 
 
 
 
 
 
" FAMÍLIA - CÉLULA MASTER DE TODA A SOCIEDADE - A ÚNICA VERDADEIRA É A QUE FOI ORIGINADA POR DEUS CONFORME SEUS PADRÕES DE PUREZA MORAL E SANTIDADE FORTALECIDA PELO SEU AMOR INCONDICIONAL " - Parte 4
15/12/2011 08:59
 
FAMÍLIA - INSTITUIÇÃO DIVINA  -  Parte 4
 
 
UMA INSTITUIÇA0 SAGRADA   -   Gn. 2.21-25; 1 Co 7.1-5
 
O homem foi  a única criatura que Deus criou, que no princípio vivia sózinho no Jardim do Édem. Todos os animais foram criados aos pares, macho e fêmea, porém o homem estava só. 
Sozinho, o homem foi criado à imagem de Deus ( Gn 1: 26 ). e foi feito alma vivente destinado a viver eternamente (Gn 2 : 7 )
 
Um simples parceiro não supriria as necessidades emocionais e sociais do homem. Por isso, Deus providenciou uma mulher, com características e aspectos físicos diferentes, que, colocada ao lado do homem, não seria uma mcra parceira, mas, companheira e ajudadora (Gn. 2.20).
É maravilhosa a lição e significativa a atitude de Deus, em proporcionar para o homem uma esposa.
A lição mais significativa está na singeleza como Deus fez a mulher. Deus podia tê-la feito do pó da terra, como fizera com Adão.
Todavia Deus a fez diferente.
0 ato de Ele haver tirado a mulher de uma parte do homem, era para proporcionar uma íntima afinidade entre aquelas duas criaturas, para torná-los indissolúveis, para que houvesse harmo­nia na convivência, uma vez que ambos foram feitos uma só carne ( Gn 2 : 24 )
Isso indica que os laços de parentesco entre um homem e uma mulher que se unem pelo casamento, em  certo sentido, são mais estreitos que aqueles em que unem pais e filhos.
Por essa razão o homem ao se casar por amor, deixa o , convívio dos pais e apega-se, liga-se àquela que escolheu para companheira.
 
Essa atitude não é meramente humana e fisiológica é também espiritual e divina.
A união entre duas pessoas diferentes, quanto a origem, cultura, for­mação, intelectualidade e hábitos, é um milagre divino. 
0 encaixe dessas duas personalidades diferentes acontece porque o casamento é instituição sagrada por conseguinte: 
A família é uma instituição sagrada.
 
E se é sagrada, deve ser mantida, respeitada, honrada em sua conforma­ção, Ímune                 ( intocável ) à qualquer alteração ou violência. É assim que Deus requer, e é assim que deve permanecer.,
 
 
 
 
 
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17/12/2011 12:07
 
FAMÍLIA - INSTITUIÇÃO DIVINA - Parte 5
 
 
UMA INSTITUIÇAO PERMANENTE -  MT - 19: 4 - 6
 
Nas palavras de Genesis 2 : 24  encontramos a base para afirmar que o ca­samento é instituição divina e que não é de origem meramente humana. 
Não é resultado da propalada evolução humana.
Também não é um sacramento dogmatizado,  corno faz a Igreja Católica. 
De acordo com a Lei de Deus, em Génesis, e confirmado por Jesus Cristo em Mateus, o casamento é um acordo entre um homem e uma mulher que se amam mutuamente, efetuado segundo a lei civil do país, até que a morte os separe. 
Não há base bíblica para se transformar os cônjuges em objetos descartáveis. 
Jesus foi peremptório ao afirmar : "Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem".  MT -  19 : 6b 
A alegação de que o divórcio é a solução para os problemas conjugais, é uma evaziva; uma fuga por parte daqueles que não têm coragem para pelo menos, tentar buscar soluções, harmonizar os conflitos à luz dos ensinos da Palavra de Deus. É mais fácil fugir, recuar ante as investidas do diabo, que buscar em Dcus, com humildade e sinceridade, forças, determinação e coragem, as soluções para os problemas conjugais! 
É mais fácil tornar-se objeto descartável e expor a família a toda espécie de sofrimentos, que humilhar-se as vezes, perdoar sempre, superar pelo amor, paciência, compreensão, as fra­quezas do consorte! Já imaginou se todos os nossos antepassados tivessem fugido, recuado diante das dificuldades conjugais e se divorciado? 
Já imaginou se os patriarcas do V. Testamento tivessem agido assim? 
Ou será que eles não tiveram problemas conjugais? 
0 divórcio, disse Jesus, foi instituído e homologado por  Moisés, por causa da dureza do coração de alguns indivíduos.                ( MT - 19 : 8 ). 
Mas rio princípio não era assim ...
A família deve permanecer, custe o que custar.
Enquanto a família existir, existirá lugar para Deus operar e manter intacto aquilo que Ele mesmo estabeleceu. 
Oremos pela família, ajudemos os casais jovens, orientemos a juventude, para que constituam família nos moldes da sã doutrina.
 
 
 
 
 
 
" FAMÍLIA - CÉLULA MASTER DE TODA A SOCIEDADE - A ÚNICA VERDADEIRA É A QUE FOI ORIGINADA POR DEUS CONFORME SEUS PADRÕES DE PUREZA MORAL E SANTIDADE FORTALECIDA PELO SEU AMOR INCONDICIONAL " - Parte 6
19/12/2011 07:57
 
FAMÍLIA - INSTITUIÇÃO DIVINA  - Parte 6
 
 
UMA INSTITUIÇÃO ORGANIZADA. ( Isaías: 38.1 a 5 ; I Reis : 10 : I a 8 )
 
Dentre os grandes problemas de má convivência existente hoje em vá­rios lares, está o da desorganização. 
 
A começar pelo ambiente onde vivem, pela maneira de vestirem-se, pelo modo como conduzem os negócios, muitas famílias estão denegrindo a boa imagem que Deus lhes concedeu quando da constituição do lar.
 
A organização das coisas no plano da criação divina é perfeitamente visível. 
Deus criou todas as coisas dentro de um projeto no qual cada coisa permanece no seu lugar. 
 
A começar pelos astros na imensa vastidão do cósmos, pelos animais através de suas espécies, pelas estações climáticas em seu período e pela própria vida em manifestação. 
Cada uni no deu lugar e, no seu tempo.
 
A família como instituição organizada é o paradígma da ordem universal das sociedades humanas.                                               Tudo deve estar em parfita sintonia com os valores éticos, morais, sociais e espirituais que Deus estabeleceu. 
 
A infríngência desses valores, apagam a beleza que a família tem.
 
Os homens aprenderam orgarnizar-se dentro da sociedade, depois que se organizaram em família. 
O princípio de autoridade, o valor da obediência, a recíproca de conhecimentos, a valorização do indivíduo, a força do trabalho, a canalização das economias, o valor do tempo, tudo isso se aprende primeira­mente em família. 
 
Deus a organizou de tal maneira que desorganizá-la é afron­tar-lhe. Das coisas que Deus criou logo no início da história da raça humana, a família é a única coisa que tem conseguido sobreviver a todos os ataques de satanas, sem perder o brilho de sua beleza.
 
A organização da família começa pelo casamento lícito entre um homem e uma mulher livremente desimpedidos de qualquer compromissos, isentos de qualquer mácula moral. 
 
Depois vêm os filhos que nascem com es­paço de tempo previamente determinado por Deus. 
 
Cada filho pela sua ordem assume uni papel distinto, estabelecendo o processo de prioridade. 
Do primogênito ao último há um  espaço que delimita suas responsabilidades, suas condiçóes psicoemocionais, suas condições físicas e seus direitos na família. 
 
É a lei organizacional que Deus estabeleceu.
 
É preciso organizar-se para organizar. Uma família organizada, com principios definidos, metas e prioridades estabelecidas, chegará facil ao sucesso  e à conquista de seus ideais.
 
Ao passo que uma familia desorganizada, nada alcança.
 
A vida desorganizada dentro de um lar transtorna o ambiente, tira a paz, arruina os projetos, dificulta o sucesso, impede a felicidade e as bençãos de Deus.
 
Foi em função disso que Deus disse a Ezequias: " Põe em ordem a tua casa." ( Is 38: 1b )
Caso trista aconteceu com o sacerdota Eli. Porque não organizou a família devidamente dianta de Deus, sofreu terriveis consequências ( 1 Samuel 2 : 27 - 36 ).
Ao passo que de Abraão disse Deus: " tenho conhecido que ele há de organizar sua casa " ( Gen. 18 : 17 - 19 ).
 
Organize bem sua família e Deus certamente há de abençoá-lo poderosamente.
 
 
 
 
" ESTUDO DIRIGIDO - CASAIS E FAMÍLIAS DISCIPLINADOS PELA PALAVRA DE DEUS " - Parte 1
21/12/2011 10:55
 
A Família é a Base da Sociedade  -  Parte 1
 
 
O Que é a Família?
 
A família é a primeira comunidade da raça humana. Ela surgiu antes de todas as instituições. Antes que se formassem os povos e as nações. Ela é o núcleo básico da sociedade.
 
“Criou Deus, pois, o homem a sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou…” Gn 1.27-28.
 
Deus é o criador da família. Portanto ele é o único que tem a autoridade e o direito de dizer o que é a família, para que existe e como deve funcionar.
 
“Por isso deixa o homem  pai e mãe, e se une a sua mulher, tornando-se  os dois uma só carne” Gn 2.24
 
Qual a Situação Atual da Sociedade?
 
A crise da sociedade de hoje está principalmente nas famílias. Nos lares existem tensões, contendas, discussões, iras, gritarias, ofensas, ressentimentos, amarguras e até, separações e divórcios.
A família é o alvo dos maiores ataques de Satanás.
A destruição da família acontece porque o homem abandonou o conselho de Deus e adotou os critérios e idéias humanas. Tem a igreja solução para os problemas da família? Pode Jesus Cristo salvar a família? Certamente que SIM.
 
Qual o Objetivo deste Estudo?
 
Transmitir o conselho de Deus sobre a família, para que se possa vivê-lo e ensiná-lo a outros.
Ensinar a proteger nossas esposas, maridos e filhos dos ataques de satanás e da corrente mundana que destrói as famílias.
Edificar a igreja com base em famílias sólidas. Se as famílias são santas e sólidas, a igreja é santa e sólida.
Preparar famílias para serem exemplo para a sociedade Mt 5.13,14.
 
Que Recursos Temos para a Reconstrução da Família?
 
“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” Sl 127.1.
Temos instruções claras da palavra de Deus – Sl 19.7-9.
Temos o poder do Espírito Santo – Gl 5.22-23.
Temos a valiosa ajuda do corpo de Cristo. Existem muitos irmãos no corpo de Cristo, maduros e com famílias bem formadas que são exemplo, e podem aconselhar e orientar a outros – Mt 28.20; Ef 4.15,16.
 
Qual é a Nossa Esperança e Fé para as Famílias da Igreja?
 
Esperamos ter famílias que vivam a realidade do reino de Deus. Lares que O agradem. Cremos que Ele nos aperfeiçoará até sermos:
Um povo formado por famílias sólidas e estáveis.
Solteiros que mantenham sua santidade.
Casais que convivam em harmonia e fidelidade.
Filhos obedientes e que respeitem seus pais.
Esposas submissas, maridos amorosos e responsáveis.
Um povo que saiba trabalhar, estudar, progredir, casar, criar filhos, cuidar de suas casas com disciplina e ordem.
Um povo de discípulos diligentes, responsáveis, generosos e que saibam servir.
Um povo formado por famílias sadias e felizes, onde haja amor, paz e alegria.
 
Meditação e Estudo
 
Qual a verdade básica e fundamental que precisamos saber sobre a família?
Faça uma lista dos motivos que levam a destruição das famílias.
 
Como a palavra de Deus vai nos ajudar na reconstrução das famílias?
 
De que maneira o Espírito Santo vai nos ajudar a superar os problemas familiares?
 
 
 
 
" ESTUDO DIRIGIDO - CASAIS E FAMÍLIAS DISCIPLINADOS PELA PALAVRA DE DEUS " - Parte 2
23/12/2011 09:06
 
A Família é a Base da Sociedade  - Parte 2
 
 
Para que Existe a Família?
 
Muitos que se casam nunca perguntaram: Para que existe a família?. Casam-se, trabalham, se esforçam, compram coisas, têm filhos, mas não sabem o por quê. Esta falta de definição leva a maioria das pessoas a crerem que são bons pais, apenas por darem a seus filhos a comida, roupa, casa, escola, etc. Tudo isto é necessário, mas não é o fundamental. Qual é o propósito da família ?
 
Objetivos Errados
 
Alguns tem como principal objetivo da vida o progresso material. Vivem desejando e trabalhando para alcançar o progresso desejado (Lc 12.15).
Outros casam para ter felicidade pessoal. São egoístas. Pensam só em receber e nunca em dar. Querem ser servidos e não servem. O fracasso é certo.
Outros fazem da família um fim em si mesma. É a idolatria da família. A família se torna mais importante que Deus.
Há aqueles que se casam para terem os benefícios da vida de família, tais como: a alegria de viver em companhia, o dar e o receber afeto, o deleite das relações sexuais, a cobertura e proteção, a alegria de ter filhos, etc. Todos estes benefícios são legítimos, mas não podemos fazer deles o objetivo e propósito para a família.
 
Qual é o Propósito de Deus para a Família?
 
Deus é o criador da família. Ele é o dono da família. A família existe para ele (Rm 11.36). Ele tem um propósito para a família.
Por que Deus instituiu o casamento? Por que deu uma esposa para Adão? Porque Deus tem um propósito eterno.
A Família existe para cooperar com o propósito de Deus: ter uma Família de muitos Filhos Semelhantes a Jesus.
 
Como a Família Coopera com o Propósito de Deus?
 
Na Criação de Filhos para Deus
 
É emocionante pensar que podemos ter filhos a quem Deus pode adotar como Seus filhos. Com este propósito em vista, todo trabalho e esforço da família se transforma em um serviço para Deus. Cozinhar, lavar, passar, trabalhar para o sustento diário, ter filhos, cria-los, instrui-los, educa-los, tudo isto deve ser para Deus. Somos seus colaboradores. Aleluia!
Os que se casam com o propósito de ter os benefícios do casamento, dificilmente serão felizes. Logo descobrirão que além dos benefícios, há trabalho, responsabilidades, dificuldades, lutas e sofrimentos.
 
Deus não forma uma família para si mesmo às custas da nossa felicidade. Ele quer que sejamos felizes e que desfrutemos os benefícios que a família oferece. Mas os benefícios são secundários. O importante é o seu propósito eterno.
 
Como ficam os casais que não podem ter filhos?
 
Todos podem ter filhos, quer seja gerando ou adotando-os. Há tantos filhos que precisam de pais!
 
Como ficam os que não se casam?
 
Podem dedicar-se a outros aspectos do serviço na obra do Senhor. Jesus não se casou, Paulo não teve família, mas ambos se entregaram totalmente ao propósito de Deus.
Na Formação e Desenvolvimento do Ser Humano
A convivência familiar nos coloca nas circunstancias ideais para nosso aperfeiçoamento. É na família que se forma o nosso caráter. Nela, aprendemos a praticar o amor, a humildade, a paciência, a bondade e a mansidão.
Também aprendemos responsabilidade, disciplina, sujeição, serviço, respeito e tolerância.
 
Assim como aprendemos a perdoar, confessar, suportar, negar a nos mesmos, exercer autoridade com amor, corrigir com graça, sofrer, orar e confiar em Deus.
 
O lar é a escola de formação tanto para os pais quanto para os filhos. Deus vai utilizar a convivência familiar, mais do que qualquer outra coisa, para transformar o nosso caráter à semelhança de Jesus Cristo (Rm 8.28-29).
 
Como Base para o Crescimento e a Edificação da Igreja
 
Isto acontece quando abrimos os nossos lares para que os perdidos possam encontrar a vida de Cristo e o ensino da palavra de Deus.
 
“Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos! Do trabalho de tuas mãos comerás feliz serás, e tudo te ira bem. Tua esposa no interior de tua casa, será como a videira frutífera; teus filhos como rebentos da oliveira, a roda da tua mesa. Eis como será abençoado o homem que teme ao Senhor! O Senhor te abençoe desde Sião, para que vejas a prosperidade de Jerusalém durante os dias de tua vida, vejas os filhos de teus filhos. Paz sobre Israel!” (Sl, 128).
 
Meditação e Estudo
 
O que acontece com a família que vive sem um propósito claro ou com objetivos errados?
O que se pode fazer para corrigir este erro?
Rescreva o primeiro parágrafo do ponto 2 (Qual O Propósito De Deus Para A Família),com as suas próprias palavras.
Por que Deus quer adotar nossos filhos como SEUS   filhos?
O que muda na nossa atitude quando vemos que nossa vida em família deve cooperar com o propósito de Deus?
Quais são os benefícios de se viver em família?
Busque compreensão de tudo que foi estudado até aqui.
Medite sobre seus objetivos e atitudes.
Faça as correções necessárias. 
 
" Que a sua vida e a sua Família seja abençoada por Deus !!! "
 
 
 
 
 
 
" ESTUDO DIRIGIDO - CASAIS E FAMÍLIAS DISCIPLINADOS PELA PALAVRA DE DEUS " - Parte 3
25/12/2011 15:38
 
A FAMÍLIA É A BASE DA SOCIEDADE - Parte 3
 
 
O Casamento
 
O Casamento Foi Instituído Por Deus
 
“Por isso deixará o homem  a seu pai e a sua mãe, e se unir-se-á a sua mulher, e  serão os dois uma só carne. De modo que já não são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem"  Mc 10.7-9.
O casamento não foi estabelecido por uma lei humana, nem inventado por alguma civilização. Ele antecede toda a cultura, tradição, povo ou nação. É uma instituição divina.
O casamento não é uma sociedade entre duas partes, onde cada uma coloca as suas condições. Deus é quem estabelece as condições, não o homem ou a mulher. Nem os dois de comum acordo. Nem as leis do país. Quem se casa deve aceitar as condições estabelecidas por Deus. E não há nada o que temer porque Deus é amor e infinitamente sábio.
O Fundamento do Casamento
Base Do Casamento É A Vontade Comprometida Pelo Pacto Mútuo E Não O Amor Sentimental.
 
O Amor
 
Em nossos dias, existe o conceito generalizado de que o amor sentimental é a base do casamento. Isto por causa do romantismo e do erotismo na literatura, cinema e televisão. Certamente que o amor sentimental é um ingrediente importante do casamento, mas não é a sua base.
Deus não poderia estabelecer algo tão importante sobre uma base tão instável como os sentimentos. Na realidade, muito do que se chama de “amor”, é egoísmo disfarçado. O amor erótico, ou romântico, busca a satisfação própria ou o beneficio que pode ter através do outro.
Diversas razões podem modificar os nossos sentimentos: problemas de convivência, maltrato, falhas de caráter do cônjuge, o surgimento de alguém mais interessante, etc. Depois de algum tempo, muitos casamentos chegam a esta triste conclusão: “Não nos amamos mais. Devemos nos separar.”
 
A Vontade Comprometida
 
Quando um homem e uma mulher se casam, fazem um pacto, uma aliança. Comprometem a sua vontade para viverem unidos até que a morte os separe. Deus os responsabiliza pela decisão (Ec 5.4-5; Ml 2.14; Mt 5.37).
Nem sempre podemos controlar os nossos sentimentos, mas a nossa vontade, sim. Quando os sentimentos “balançarem”, o casamento se manterá firme pela fidelidade ao pacto matrimonial. Cristo é o nosso Senhor e nossa vontade está sujeita à dele. Desta maneira, ainda que atravessemos momentos difíceis, a unidade matrimonial não estará em perigo.
O Casamento É que Sustenta o Amor
Há um conceito errado que diz: “acabou o amor, acabou o casamento!” Mas a verdade de Deus é que todos os casados devem se amar. É um mandamento. Deus não diz que o casamento subsiste enquanto durar o amor. Os cônjuges podem desobedecer a Deus e não amarem-se, todavia isto não invalida a união. Deus diz que eles devem amar-se porque estão unidos em casamento (Cl 3.19; Tt 2.4).
O verdadeiro amor (ágape) existe quando alguém pensa no bem do outro, quer fazê-lo feliz, nega-se a si mesmo, se da, suporta, perdoa, etc. Com este entendimento, o verdadeiro amor aflora, cresce e se torna estável. Este tipo de amor não anula o amor romântico, mas santifica, embeleza e o faz durável (Cl 4.10).
 
O Casamento É Sagrado É Indissolúvel
 
O Vínculo Matrimonial
 
“De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” Mt 19.6 11.
“A mulher está ligada ao marido enquanto ele viver, contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor” 1 Co 7.39.
Estes textos nos mostram claramente que:
O vínculo matrimonial é fortíssimo. São “uma só carne”.
O vínculo é realizado pelo próprio Deus. “O que Deus ajuntou”.
É um vínculo indissolúvel enquanto os dois cônjuges estão vivos. “A mulher está ligada ao marido enquanto ele viver”. Somente a morte de um dos dois pode dissolvê-lo.
Nenhum homem ou lei humana pode dissolver este vínculo Quem o fizer, estará se rebelando diretamente contra Deus.
 
Separação, Divorcio e Recasamento
 
Separação
 
“Ora, aos casados, ordeno, não eu mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido. Se, porém, ela vier a separar-se, que não se case, ou que se reconcilie com seu marido; e que o marido não se aparte de sua mulher” 1Co 7.10-11.
Deus claramente diz NÃO para a separação.
Se por acaso o cônjuge incrédulo se separa (1Co 7.12-15), a opção do cônjuge crente é ficar só, nunca recasar.
 
Divórcio
 
“Porque o Senhor foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança. E não fez ele somente um, ainda que lhe sobejava espirito? E porque somente um? Não é que buscava descendência piedosa? Portanto cuidai de vos mesmos, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. Pois eu detesto o divorcio, diz o Senhor Deus de Israel” Ml 2.14-16.
Deus exige lealdade ao pacto matrimonial, pois ele aborrece o divorcio.
 
Recasamento
 
“Quem repudiar sua mulher e casar com outra, comete adultério contra aquela. E se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério” Mc 10.11-12.
“De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei, e não será adúltera se contrair novas núpcias” Rm 7.3.
“Quem repudiar sua mulher e casar com outra, comete adultério; e aquele que casa com a mulher repudiada pelo marido, também comete adultério” Lc 16.18.
Quando alguém se divorcia e se casa de novo, Deus não considera isto casamento, mas sim Adultério. Se um solteiro se casa com uma mulher repudiada, também Adultera, e vice-versa
 
Exceção
 
“Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério, e o que casar com a repudiada comete adultério” Mt 19.9.
Apesar do texto de Mt 19.3-12 trazer margem para um exceção, devemos considerar alguns fatores:
Aqui Jesus está respondendo uma questão dos Fariseus que queriam experimentá-lo (v.3);
Jesus não respondeu a pergunta que eles fizeram, antes, reafirmou o princípio do casamento: “Uma só carne…” (v.4-6);
Indagado sobre a permissão dada por Moisés para o Divórcio, Jesus respondeu:
Por causa da dureza do coração dos homens (v.8);
E reafirmou que, apesar da dureza de coração, só lhes seria permitido repudiar e dar carta de divórcio se a mulher tivesse tido relações sexuais antes do casamento ou se ela fosse de outro homem (v.9; Dt 24.1-4).
Entretanto, disse aos discípulos: “quem repudiar a sua mulher e Casar com outra comete adultério e quem casar com a repudiada, comete adultério contra ela”.
Para os discípulos de Jesus, a primeira coisa que se exige é o perdão, fruto de um coração flexível e amoroso. A segunda é que, se houver separação, ela será sempre provocada pelo cônjuge incrédulo. E terceira, nesse caso, deverá ficar sem casar novamente, ou que se reconcilie com o cônjuge.
Independente do fato que motivou a separação e o divórcio, o segundo casamento é completamente impossível de ocorrer.
O fato das leis do pais permitirem o divorcio e novo casamento, não modifica em nada a situação do casamento. Os discípulos de Jesus estão sob o governo de Deus, e suas leis permanecem para sempre.
Devemos apreciar a firmeza de Deus ao exigir o cumprimento de suas leis com respeito ao casamento. É uma expressão de seu amor para preservar a família e da posteridade de todos.
 
Meditação e Estudo
 
Porque razão Deus quis estabelecer o casamento como uma unidade firme e permanente?
O que Deus fez para dar estabilidade ao casamento?
Conversar nas juntas sobre a importância de cada um dos três elementos que determinam o casamento.
Explicar a relação que existe entre o amor e o compromisso da vontade dentro do casamento.
Qual o efeito que terá dentro do casamento, a decisão firme dos cônjuges de nunca considerar o divorcio como uma solução para os problemas matrimoniais?
Se alguém abandona o seu cônjuge e se casa novamente, como Deus vê isto?
E se a pessoa abandonada (a vítima) se casa, como Deus vê? 
 
 
 
 
 
 
" ESTUDO DIRIGIDO - CASAIS E FAMÍLIAS DISCIPLINADOS PELA PALAVRA DE DEUS " - Parte 4
27/12/2011 12:01
 
A Família é a Base da Sociedade  -  Parte 4
 
 
O Papel De Cada Cônjuge
 
Muitos problemas no casamento, são causados pela falta de conhecimento do papel de cada cônjuge. Deus deu uma função a cada um. Para que haja harmonia na vida familiar, é necessário que marido e mulher conheçam e aceitem seu próprio papel e o de seu cônjuge.
“Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o Cabeça de todo homem, e o homem o Cabeça da mulher, e Deus o cabeça de Cristo” 1Co 11.3.
“Porque o marido é o Cabeça da mulher, como também Cristo é o Cabeça da igreja”. Ef 5.23
“Disse mais o Senhor Deus: não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma Ajudadora que lhe seja Idônea” Gn 2.18.
Homem e mulher são diferentes em muitas coisas, e por isso se complementam. Não devemos ignorar as diferenças, nem competir, mas admirar a graça, o encanto e a capacidade que Deus deu à mulher, e a visão, fortaleza e atitudes que deu ao homem.
Cada Cônjuge Deve Conhecer, Assumir e Desempenhar o Seu Papel. Também Deve Conhecer e Aceitar o Papel Do Outro, Dando Lugar Para Que O Exerça.
 
O Papel Dos Cônjuges e o Propósito De Deus
 
Já vimos que o propósito da família é o de cooperar com o propósito de Deus: o de ter uma família de muitos filhos semelhantes a Jesus. O papel que Deus deu ao homem e a mulher, aponta para este objetivo.
Foi por este motivo que Deus deu ao homem uma ajudadora idônea com capacidades distintas para auxiliá-lo. Não é uma “companheira” apenas. Muito menos uma “servente”. É uma Ajudadora Idônea, para que juntos cooperem para com o propósito de Deus, cada um no seu papel.
 
Significado E Responsabilidade Do Cabeça
 
Ser cabeça significa assumir a responsabilidade geral da família. Ele deve buscar, com a ajuda de sua esposa, que a família se encaminhe para o propósito de Deus. O homem é responsável por:
Governar o lar (1Tm 3.4,12).Governar com graça e amor. Ser o representante de Jesus para a família. Expressar o caráter de Cristo com a sua conduta. Não usar de sua autoridade para impor sobre a família os seus próprios caprichos (Mc 10.43).
Trabalhar para prover o sustento familiar (Gn 3.19; 1Ts 4.11,12; 1Tm 5.8).
Amparar, cuidar e proteger a família (Ef 5.29). Solucionar todas as dificuldades que surjam, com a ajuda do Senhor. Guiar a família a uma convivência amorosa e feliz, onde todos possam se desenvolver física, mental e espiritualmente.
Ser sacerdote para a família (Gn 18.19).Ensinar a palavra de Deus, instruir, animar, edificar, repreender e corrigir. Ensinar principalmente com o exemplo.
Assumir a responsabilidade principal na disciplina dos filhos (1 Sm 3.12-13; Hb 12.7-9).
Ter o papel principal na formação dos filhos homens. Especialmente depois dos 8 ou 10 anos. Afirmar os valores de sua masculinidade. Ensinar-lhes habilidades e trabalhos manuais. Iniciá-los nos negócios. Praticar esportes. Dar educação sexual, etc.
Ocupar funções de liderança na igreja (1Tm 2.11-14).
 
Significado E Responsabilidade Da Ajudadora Idônea
 
Deus concedeu ao homem um complemento inteligente e eficaz. Sozinho o homem é incompleto para cumprir o propósito de Deus. Homem e mulher, formam juntos uma unidade completa para multiplicar-se e encher a terra. A mulher deve usar sua inteligência, capacidade e experiência buscando um objetivo comum com o marido. Ser unida e solidária a ele, sem atitudes independentes. Ela deve reconhecer que o marido tem a autoridade principal. Não competir com ele, mas sim complementar-lhe. Precisa entender que o marido necessita ser ajudado em sua sensibilidade. Precisa de ânimo, compreensão, sorriso, aprovação e cooperação em tudo quanto faz.
 
A mulher é responsável por:
 
Se ocupar mais na criação dos filhos (1Tm 2.15; 5.14).Ser mãe é a sua maior missão
Atender a família e cuidar da alimentação (Pv 31.21-22).
Cuidar do vestuário (Pv 31.21-22).
Cuidar da casa (Tt 2.5).
Ajudar com a carga financeira (Pv 31.16-18,24).Isto, na medida que seja necessário e possível, evitando ao máximo sair do lar.
Cuidar da formação integral das filhas. Ensinar-lhes sobre: educação sexual, modos, comportamento social, tarefas domésticas, habilidades manuais, conduta frente ao sexo oposto e, principalmente, a serem femininas.
Ensinar as sagradas escrituras aos filhos (2Tm 1.5; 3.14-15).
Instruir as mulheres jovens como desempenharem seu papel de esposa e mãe (Tt 2.3-5).
 
Atitudes Erradas Do Homem
 
Não assumir seu papel como cabeça. Quando é assim, a esposa fica sobrecarregada pelo peso de tantas obrigações familiares. Há homens que pensam que sua função se limita a trabalhar fora de casa e trazer o salário no final do mês. A sua esposa deve cuidar do resto (concertos, finanças, saúde, disciplina dos filhos, vida espiritual, etc.). Isto traz um grande desajuste na família e deve ser corrigido.
 
Anular a mulher. Alguns querem fazer tudo sozinhos. Não conversam com suas esposas nem buscam a opinião delas. Não delegam responsabilidade, absorvem tudo. Pensam que são completos. A mulher fica frustrada e amargurada. 
O homem deve dar lugar para que a mulher desempenhe sua função com critério próprio, criatividade, gosto e o “quase mágico” toque feminino.
 
Atitudes Erradas da Mulher
 
Tomar o lugar do marido. Algumas mulheres querem assumir a liderança da família e anulam o marido. Querem dirigir tudo, ter sempre a última palavra. Não dão valor à opinião do marido. 
A mulher não foi feita por Deus para levar esta carga. Assim ela arruina o marido e quebra a ordem de Deus. Também sobrecarrega a si mesma. Fica alterada, nervosa e não conhece o descanso da sujeição. Tudo isto produz uma família infeliz e filhos criados com mal exemplo, que vão repetir os mesmos erros quando tiverem seus próprios lares.
 
Ser independente do marido. Algumas buscam independência pessoal. Tem seus próprios objetivos, suas próprias amizades, seu próprio dinheiro. Buscam sua própria realização e dão prioridade a sua profissão. Não compartilham certas áreas de sua vida fazendo seus próprios programas. Não se interessam muito pelos projetos, atividades e amizades do marido. Quando isto acontece, é óbvio que o casamento está no caminho errado. Perigo! É necessário revisar a fundo, procurar as causas, corrigi-las com a ajuda de Deus. O casamento é uma unidade total. Os dois são “uma só carne”.
 
Responsabilidade Conjuntas
Muitas das responsabilidade devem ser compartilhadas pelos dois, tais como: planejamento, administração das finanças, compra de novos bens, educação espiritual e de caráter dos filhos, apoio e controle dos estudos, cuidado com a saúde, lazer, realização da obra do Senhor, etc.
 
Ocupações
Geralmente o homem ocupa a maior parte do tempo no trabalho e a mulher com a casa e os filhos. Se não tiverem filhos, a mulher terá mais liberdade para sair, trabalhar e ajudar economicamente. Mas quando ela for mãe, seu lugar é no lar. A maternidade é a grande missão que Deus lhe deu, e ela deve consagrar-se à tarefa de criar filhos.
Há situações extremas. Caso a mulher precise sair para trabalhar, Isto Deve Ser Visto Como Um Mal Necessário, e nunca como um ideal. A ausência da mãe é muito prejudicial para o desenvolvimento dos filhos e do bem estar da família. 
Qualquer Profissão Que A Mulher Tenha, Deve Estar Subordinada Ao Seu Papel De Mãe.
 
Meditação e Estudo
 
Por que o cristão deve rejeitar as idéias que confundem a diferença entre os sexos e o papel particular do marido e da esposa dentro do casamento?
Resuma com as suas próprias palavras a responsabilidade particular do marido no casamento.
Resuma com as suas próprias palavras a responsabilidade particular da esposa no casamento.
Por que a família é prejudicada quando o homem não assume o seu papel de cabeça?
Que acontece quando a mulher não assume o seu papel de auxiliadora? 
 
 
 
 
 
 
 
" ESTUDO DIRIGIDO - CASAIS E FAMÍLIAS DISCIPLINADOS PELA PALAVRA DE DEUS " - Parte 5
29/12/2011 08:35
A FAMÍLIA É A BASE DA SOCIEDADE - Parte 5
 
 
Como A Mulher Desempenha O Seu Papel
 
A palavra do Senhor é muito clara quanto a conduta que Deus espera de cada cônjuge. Não são deveres opcionais. São mandamentos claros do Senhor. Só podemos cumprir estes mandamentos quando andamos no Espirito (Rm 8.7).
Muitos cônjuges anotam os deveres do outro, vivem cobrando o seu comprimento mas não cumprem com os seus próprios deveres. Dentro do casamento cada um deve assumir a sua responsabilidade independentemente do comportamento do outro. Se o marido trata mal a mulher, isto não livra a mulher de sua responsabilidade, e vice-versa.
Se colocamos em prática os princípios do reino de Deus no lar, há paz, bom exemplo para os filhos que também terão famílias estáveis, bom exemplo para as outras famílias da igreja e testemunho para o mundo (Mt 5.16).
 
A Submissão Ao Marido
 
“As mulheres sejam submissas a seus próprios maridos, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo salvador do corpo. Como, porem, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas a seus maridos” Ef 5.22-24.(Ver também Cl 3.18; 1Pe 3.1-2)
A submissão está relacionada ao princípio de autoridade que Deus estabeleceu em todas as ordens da vida social. O propósito da autoridade é estabelecer ordem e harmonia. Não é uma hierarquia, mas uma função.
 
O que a mulher precisa entender sobre a submissão?
 
Deus manda que a mulher se submeta ao marido. Não é o marido que impõe autoridade sobre ela. No reino de Deus toda a autoridade é reconhecida, e não imposta.
Submissão é o reconhecimento da autoridade estabelecida. Significa obediência humilde e com boa disposição. Não é apenas uma obediência externa, mas uma atitude interior de submissão e respeito.
A submissão não anula a mulher, mas, lhe dá condições para cumprir o seu papel.
A submissão não rebaixa a mulher, mas sim a protege. Deus é bom. Ele quer que a mulher esteja coberta e protegida sob a autoridade do marido. Não deseja que a mulher esteja sobrecarregada e nervosa, mas tranqüila e feliz.
A submissão da mulher não a faz inferior. Jesus, sendo igual ao Pai, se submeteu a ele em tudo. A mulher não é menor, nem o homem maior. São iguais, mas em funções diferentes segundo o plano de Deus.
A mulher deve ser submissa EM TUDO (Ef 5.24). O marido é o responsável geral por todas as áreas da vida familiar. A mulher só deve desobedecer ao marido se ele lhe der uma ordem claramente contrária à vontade de Deus conhecida nas escrituras. Se ele a obrigar a pecar, ou a deixar o Senhor, nesse caso, é dever dela obedecer a Deus e não ao marido (At 4.19).
As irmãs com maridos incrédulos devem ser submissas a eles. Devem se comportar de tal maneira que, vendo eles o comportamento delas, se convertam (1Pe 3.1-2).
A submissão não implica em que a mulher não fale, não opine e não tenha influência nas decisões da família. Ela não tem que dizer sim para tudo. Ela é a ajudadora. Portanto deve opinar, concordar, discordar, etc. Mas sempre deve mostrar uma atitude de submissão ao marido, e ter a disposição de deixar as decisões finais em suas mãos, sem amargura nem rebelião interior. 
Quando uma esposa considera que seu marido (crente) está abusando da autoridade, deve falar-lhe a sós, com respeito e mansidão. Se ele não escuta, de falar-lhe novamente, diante de irmãos espirituais e maduros (Mt 18.15-17).
 
O Respeito Ao Marido
 
"…e a esposa respeite a seu marido" Ef 5.33.
A atitude de respeito, reveste a mulher de dignidade e elegância. Mas a arrogância e grosseria a rebaixa e a faz vulgar.
O respeito se manifesta na forma de falar, no tom de voz, nos modos, gestos e olhar. Também na maneira de atender ao marido, de escutá-lo e obedecê-lo.
Também implica em não diminuí-lo, nem a sós, nem diante dos filhos e muito menos diante de outras pessoas. Jamais falar na sua ausência, depreciando ou ridicularizando-o na presença de outros.
A mulher é responsável por ensinar aos filhos, pelo seu exemplo, a honrar e respeitar o pai.
Não há nada que irrite tanto um homem como o desrespeito e arrogância da mulher.
A mulher respeitosa é a alegria do marido. Ela o engrandece e o faz como um príncipe diante dos demais.
 
A Beleza Interior E Exterior Da Mulher
 
“Não seja o adorno das esposas o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível de um espirito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus” 1Pe 3.3-4.
A mulher se arruma para ser atraente e bem aceita. Isto não é pecado. Pelo contrário, Deus mesmo vestiu a criação de beleza e formosura. A mulher casada deve procurar ser atraente para o seu marido. É bom manter-se jovem e bonita, tanto quanto possa. Cuidar o corpo, fazer ginástica, cuidar dos cabelos e vestir-se bem com simplicidade.
Entretanto, para ser atraentes, a mulher não necessita de exageros, como penteados chamativos, jóias de ouro e vestidos luxuosos. Também não devem adotar um estilo mundano e “sexy”.
O melhor atrativo que o homem pode encontrar na mulher é o caráter. Que ela tenha um espírito manso. Que seja doce e amável. Seja suave e serena. Se a mulher for assim, o marido ficará enamorado novamente a cada dia (Pv 31.10).
 
Que atrativo terá para o marido, uma mulher bonita, bem arrumada, porém nervosa, rixosa, gritona, briguenta, rancorosa, amargurada, queixosa e resmungona? (Pv 11.22; 31.30)
Todavia quando o marido tem uma mulher amável, seu lar é um oásis para onde ele quer voltar logo. Mas se a mulher é rixosa, ele prefere ficar em qualquer outro lugar (Pv 25.24).
Qualquer mulher pode ser mansa e tranqüila, mas é necessário andar no Espirito a cada dia (Gl 5. 22-23).
 
Meditação e Estudo
 
Qual a importância da submissão à autoridade do marido para manter a ordem no lar?
Quais são os benefícios desta submissão?
Qual a diferença entre a imposição de autoridade e o seu reconhecimento voluntário?
Como uma mulher inteligente, ativa, criativa e espiritual pode contribuir com o desenvolvimento do lar, quando seu marido tem um temperamento oposto ao seu?
Descreva o que a mulher pode fazer de prático para demonstrar respeito pelo marido.
Quais são as atitudes que deve evitar? 
 
 
 
 
" ESTUDO DIRIGIDO - CASAIS E FAMÍLIAS DISCIPLINADOS PELA PALAVRA DE DEUS " - Parte 6
31/12/2011 10:43
 
A Família É A Base Da Sociedade - Parte 6
 
Como O Marido Desempenha o Seu Papel
 
Já vimos que o homem e o cabeça da mulher. Esta função não pode ser exercida de qualquer maneira, mas sob a graça e o amor de Jesus Cristo. Alguns maridos são autoritários, egoístas, duros e soberbos. Querem dominar a mulher. O que Deus diz?
“Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem macula, nem ruga, nem cousa semelhante, porem santa e sem defeito. Assim também os maridos devem amar a suas mulheres como a seus próprios corpos. Quem ama a sua esposa, a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a sua própria carne, antes a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja”
Ef 5.25-29 (Ver também 1Pe 3.7).
 
O Marido Deve Amar Sua Esposa
 
A palavra grega que aparece em Efésios 5 é “ágape”. Refere-se ao amor de Deus. É um amor puro, sacrificial, perfeito e permanente. Por isso Paulo usa Cristo como exemplo. Cristo não é apenas o modelo, mas também é a fonte do amor. Somente através do seu amor em nós, é possível amar como ele amou.
O homem que trata a sua esposa com amor, faz um bem a si mesmo e fortalece a unidade do casamento. Aquele que trata mal a sua esposa, destroi a si mesmo.
O verdadeiro amor não é apenas um sentimento, mas uma conduta. Por isto queremos assinalar cinco expressões práticas do amor do marido para com a esposa.
Amabilidade
Esta é a primeira expressão prática do amor. A amabilidade, doçura, afabilidade, benignidade. “…não as trateis com amargura.” (Cl 3.19); “..tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade” (1Pe 3.7).
 
Devemos ser amáveis com todos, principalmente com as mulheres, respeitando sua feminilidade. Mas muito mais com nossa própria esposa. Há homens que são amáveis com outras mulheres e descuidados e duros com sua esposa.
A mulher é como um vaso frágil: mais sensível e delicada. Seus sentimentos estão mais a flor-da-pele. Isto não é uma debilidade, mas uma característica dada por Deus para desempenhar sua nobre função de mãe, a fim de criar os filhos com ternura e sensibilidade. Por isso Deus quer que o marido a trate com ternura, respeito, suavidade, paciência, carinho, doçura, delicadeza, bondade e amor. Por ser mais sensível emocionalmente, a mulher esta mais sujeita a ficar ressentida pelo maltrato do marido.
Ser amável não quer dizer ser frouxo. Muitas vezes o homem deve ser firme. Mas com uma firmeza amável e compreensiva. Quando o marido percebe que tratou mal a sua esposa, deve concertar imediatamente, confessando com humildade e arrependimento.
Abnegação
É o sacrifício que alguém faz em favor do outro. “…a si mesmo se entregou por ela” (Ef 5.25). É o negar a si mesmo, abrir mão da tranqüilidade, da comodidade e do prazer, em favor da pessoa amada. Isto é amar. Foi isto que Cristo fez pela igreja.
O contrário disto é o egoísmo. O marido egoísta busca sua própria comodidade. Usa a autoridade para seu próprio bem e sempre espera ser servido. Sua atitude é de “senhor”, não de “servo”. Nunca renuncia a comodidade para ajudar a mulher. Este marido está longe da vontade de Deus.
 
Deus quer que o marido seja abnegado, pareça com Jesus e aja como ele. Deve sacrificar-se a si mesmo pela esposa. Buscar a felicidade e bem-estar dela, tanto no físico como no emocional e no espiritual. O marido deve dizer como Jesus: “eu não vim para ser servido, mas para servir”.
Compreensão
 
O marido deve conhecer profundamente a sua mulher para, compreendê-la, amá-la e ajudá-la.
 
Esta é uma das maiores necessidades da mulher.
Para isto é necessário escutar com atenção o que ela diz. Saber escutar é uma das qualidades mais valiosas que se pode ter. Quando o marido entender o que a mulher pensa e sente, poderá conduzi-la e protege-la com sabedoria.
Muitas mulheres são tristes e angustiadas por não conseguir compreensão e apoio de seus maridos. Uma mulher que se sente apreciada e atendida pelo marido, dificilmente será rebelde e antagônica.
 
É necessário que o marido converse com a esposa.
 
Procure entender como ela se sente e quais são suas cargas, para poder animá-la e confortá-la. O marido precisa abraçá-la e beijá-la com freqüência, quando está preocupada e nervosa. Um abraço e uma palavra amável e terna, mostram a mulher que ela tem ao seu lado alguém que a compreende e a ama. Um gesto de carinho renova as forças e libera a mente de pensamentos negativos.
Alguns homens tem dificuldade de serem afetuosos porque não tem este costume, ou porque nunca receberam carinho na infância. É tempo de romper com toda a timidez e vergonha. Devem ver a importância disto no relacionamento com a mulher. Pode-se conseguir muito mais com um beijo do que com criticas ou autoritarismo.
Proteção e Cobertura (Ef 5.29)
Quando o homem não dá uma cobertura real e prática, a mulher se vê desprotegida. Ela precisa sentir-se segura e confiante em seu marido. O desamparo e as preocupações sobrecarregam e oprimem a mulher.
O homem deve assumir seu papel, atender os assuntos do governo familiar, resolver todos os problemas que lhe competem, e não passá-los para sua esposa.
 
A mulher se desgasta quando tem que resolver assuntos que vão além de suas possibilidades e não correspondem ao caráter feminino.
A mulher deve poder dizer: “meu marido é o meu pastor, nada me faltara”, como a igreja diz de Cristo: “O Senhor é meu Pastor…”
Romance e Afeto Conjugal. (Ct 7.10-13)
 
O amor sentimental também deve estar presente no casamento. Tudo que dissemos anteriormente estabelece bases sólidas para que este amor se desenvolva e cresça. O romance não é apenas para a lua de mel, mas para toda a vida.
Os discípulos do Senhor devem ser os maridos mais “apaixonados” por suas esposas. O amor dos mundanos se perverteu em egoísmo. Entretanto, o amor sentimental de um marido cristão nasce do verdadeiro amor de Deus que vive nele. Por isso, os discípulos de Jesus deveriam ser os melhores maridos; os melhores amantes de suas esposas.
Cultive em seu coração este amor. Enamore de sua esposa, valorizando, apreciando e elogiando-a. Seja expressivo com ela. Demonstre seus sentimentos, mandando-lhe flores. Procure aprender maravilhosa arte do amor e afeto conjugal. Assim fará sua esposa feliz e a você mesmo também! E Deus participara desta alegria.
 
O Homem Deve Representar A Jesus No Lar
 
O Homem É Responsável por:
 
Estabelecer a Presença de Jesus na Família (1Co 11.3)
Assim como Cristo é a imagem de Deus, o homem deve ser a imagem da presença de Jesus no lar. Deve andar no Espirito, manifestar a alegria constante, dar graças por tudo, deixar fluir o amor, a graça e a paz do Senhor.
Estabelecer o Governo de Cristo
O homem não é o cabeça do lar, mas sim Cristo – o homem é o cabeça da mulher. Portanto deve estabelecer a autoridade de Cristo e não a sua. Se um homem não está sujeito a Cristo, como vai governar sobre sua mulher e filhos? Quando o Senhor delega autoridade ao homem, não lhe dá “carta branca” para fazer o que quer, mas estabelece critérios específicos e concretos.
Todo governo que está debaixo de Cristo deve agir com firmeza, mas com amabilidade e flexibilidade. Sem fazer concessões indevidas, mas com disposição para dialogar e escutar. É importante que saiba discernir a vontade de Deus e que cuide para que ela se cumpra no seu lar.
 
Ministrar a Graça Salvadora de Cristo
 
O homem deve exercer o sacerdócio em sua família. Não basta abençoa-los com orações superficiais. Deve se interessar por cada um. Dar tempo a cada um, conhecer suas necessidades, lutas e aflições. Dar a cada um dos filhos uma atenção particular. Constantemente ajudar a esposa a ver a dimensão eterna e grandiosa de sua função como esposa e mãe. Cuidar para que ela não se desanime com suas tarefas que as vezes parecem triviais e insignificantes.
 
Doutrinar e Edificar sua Família
 
É importante usar as circunstâncias ocasionais da vida para ensinar, mas isto não é suficiente. O homem é responsável por ensinar toda a verdade de Deus, de forma ordenada e metódica a sua esposa e filhos. São seus primeiros discípulos. Deve determinar horários concretos para sentar com eles e compartilhar a palavra. Deve haver lugar para a participação de todos e tudo deve ser intercalado com oração.
O homem deve considerar a esposa como ajudadora para isto. Não deve anulá-la, mas tampouco deve passar para ela toda a responsabilidade. Devem trabalhar juntos.
 
Meditação e Estudo
 
Quais as maneiras práticas para o homem demonstrar o amor por sua mulher?
Em quais destas expressões práticas você necessita superar?
Quais são as responsabilidades do marido como representante de Jesus no lar? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
" ESTUDO DIRIGIDO - CASAIS E FAMÍLIAS DISCIPLINADOS PELA PALAVRA DE DEUS " - Parte 7
02/01/2012 11:40
A Família É A  Base Da Sociedade - Parte 7
 
 
O Relacionamento Conjugal
 
Não há nada mais belo do que a intimidade do casal quando há amor e respeito. Quando cada um dá a sua vida pelo outro, e há um entendimento entre eles. Isto é maior do que as próprias palavras. Quando existe confiança intima se refletindo em todas as outras áreas da vida, isto produz uma profunda harmonia. Uma relação assim, fortalece e prepara o casal para enfrentar as lutas da vida, porque forma em cada um o vigor, ânimo e fé que os fazem se sentirem quase invencíveis.
Mas também podemos dizer o quanto e horrível a intimidade conjugal, quando a relação se deteriora. Quando a doçura se torna em amargura, e a devoção em abuso e egoísmo. Quando a estima e trocada pelo menosprezo. Quando os sonhos se convertem em pesadelos e a convivência se torna insuportável.
Para considerar este tema, veremos dois aspectos: 1 – A Harmonia no Casamento e 2 – A
 
União Sexual.
 
 
Cremos de todo coração que nas escrituras encontramos a orientação para vivermos uma vida matrimonial feliz e termos um lar cheio de amor e paz.
A Harmonia No Casamento
Nossa sociedade exagerou tanto o valor do amor romântico, erótico e sentimental, que muitos, depois de se casarem, se decepcionam quando descobrem que o casamento não é uma continua lua-de-mel. Devemos considerar que:
 
Considerações Importantes
 
É Necessário Trabalho e Dedicação.
 
Um casamento feliz não surge do nada, por magia, como nos sonhos ou nos filmes. É necessário dedicação e sabedoria que se adquire com a experiência e dependência de Deus. Também é necessário um carretar maduro, respeito e compreensão mútua. Nada disto se consegue facilmente. Mas isto é plenamente possível para um casamento fundamentado na palavra de Deus. Devemos edificar com fé e estar atentos as dificuldades que surgem.
 
Problemas e Dificuldades Sempre Existirão.
 
Isto é normal, porque somos humanos e falhamos. Nenhum casamento é perfeito no seu inicio. É importante ter este entendimento, para que ninguém se assuste quando as dificuldades surgirem, e para que haja fé e solução. Podem surgir diferenças quanto ao uso do dinheiro, reações diferentes diante das varias situações da vida, gostos sobre a comida, hábitos, horários, maneira de vestir, educação dos filhos, disciplina, etc.
Problemas e Soluções do Relacionamento
 
Existem Reações que São Inúteis:
 
Fugir do problema. Supor que se resolverá sozinho. A covardia não resolve nada.
Isolar-se. Deter a comunicação. Levantar de uma barreira de silencio. Sem diálogo é impossível chegar a qualquer solução.
Irar-se. A intenção é assustar ou intimidar o outro. É esconder-se atrás das emoções quando confrontado com as próprias faltas. Responder, “jogando na cara” do outro as faltas dele(a).
Deprimir-se ou ter um ataque de nervos. Dar-se por vencido(a). A intenção é provocar a compaixão, para ter mais atenção e consolo, fugindo do problema real.
 
Há Uma Conduta Correta Para Resolver os Problemas.
 
Entender e afirmar que todo o problema tem solução. Não ser pessimista nem derrotista (Jo 14.1; 16.33; Fp 4.11-13).
Enfrentar todo problema com calma e fé. Num ambiente de nervosismo não se pode ser saibo. E necessário ser objetivo, olhar a situação do ponto de vista do outro e reconhecer as próprias faltas (1Co 13.4-7; Hb 11.6).
Levar a carga ao Senhor. Sem Deus nenhuma solução é permanente. É necessário buscá-lo em oração, com ações de graça. Aplicar seus mandamentos e reclamar suas promessas. Ele tem todo o poder e sabedoria, e nos ama profundamente.
Tratar um problema de cada vez. Algumas questões são complicadas e podem gerar outras. Não se pode resolver tudo ao mesmo tempo. E melhor analisar cada situação e determinar por onde se vai começar. Ser pacientes e aguardar os resultados, porque muitas vezes a solução não e imediata (Hb 12.1-14).
Aprender de experiências anteriores. Isto ajuda a não passar novamente pelos mesmos problemas.
Não deixar que se acumulem problemas. Quando vários probleminhas se juntam, transformam-se num “problemão” (Ef 4.26).
Recorrer a ajuda de alguém mais experiente (Pv 11.14).
A maior responsabilidade é do homem. Deus pedirá contas de todas as coisas ao homem. Ele deve ter uma conduta terna, compassiva, sabia, não caprichosa porém firme dentro da vontade revelada de Deus. Deve determinar-se a fazer de sua esposa a mulher mais feliz do mundo (Ef 5.25-29).
A boa solução dos problemas fortalece o casamento. Encontrar juntos as soluções efetivas acrescenta confiança e mostra maturidade.
 
A União Sexual
 
Alguns se surpreendem quando descobrem que a bíblia tem muitas referencias a relação sexual. Estão acostumados a escutar conversas torpes ou piadas obscenas que rebaixam esta bela relação. Não percebem que esta uma área que Deus quer encher de sua santidade e beleza. Alguns até se escandalizam quando se trata deste assunto na igreja, como se este fosse um tema impróprio para vida cristã. Mas não é assim. Nosso compromisso com Cristo inclui todas as áreas de nossa vida. Vejamos, então, o que a bíblia fala sobre a relação sexual.
Deus é o Autor do Sexo
 
Deus criou o homem e a mulher. Portanto, ele é o autor do sexo e da relação sexual. Ele determinou as diferenças entre homem e mulher, e estabeleceu a atração mútua. Mas ele reservou a relação sexual, como uma experiência unicamente para o casamento.
Para que se cumpra o propósito divino através do ato sexual, é indispensável que haja um compromisso total e uma entrega completa de um para o outro. Isto só e possível dentro do casamento. O fato de que duas pessoas se amarem, não lhes dá o direito de manterem relações sexuais. A intimidade sexual contém certos riscos e pode acarretar conseqüências para as quais somente o casamento oferece garantias e segurança. A bíblia diz que:
Adão e Eva, quando ainda eram inocentes, tinham uma intimidade total (Gn 2.24-25).
Paulo adverte ao solteiros contra a fornicação. E aos casados, ensina sobre uma relação com santidade e honra, e com o desejo de satisfazer um ao outro (1Co 7.2-5; 1Ts 4.3-5; Hb 13.4).
Temos um belo texto poético em Provérbios, que fala da pureza e das delicias do amor conjugal (Pv 5.15-19).
Há uma passagem curiosa na lei de Moisés, quanto aos recém casados (Dt 24.5).
 
O Propósito da Relação Sexual
 
O propósito de Deus ao instituiu a relação sexual, divide-se em 3 aspectos:
Selar a união matrimonial.
A relação sexual é que consuma o casamento.
A procriação da raça.
Isto está diretamente relacionado com o sexo, porque e pela relação sexual que nos procriamos. Existem duas atitudes errôneas entre os que ignoram a vontade de Deus:
procurar evitar a procriação por motivos egoístas e, procriar muitos filhos irresponsavelmente (sem levar em conta os recursos que se tem, nem a saúde da mulher). Ter filhos é uma benção de Deus (Sl 127.3-5; 1Tm 2.15).
 
Para experimentar a mais profunda expressão de intimidade, amor e felicidade do casal. O ato conjugal, além de físico, envolve o mental, o emocional e o espiritual. Ajuda a superar desacordos, alivia tensões nervosas e contribui para a boa saúde.
 
A relação sexual é uma dadiva de Deus que abençoa o casamento.
 
Algumas Normas Importantes
 
No ato sexual, cada um deve procurar a felicidade do outro. Não dar lugar ao egoísmo.
Um não deve negar ao outro a satisfação do desejo sexual, nem tampouco abusar. Há situações de extremo cansaço ou de enfermidade onde deve haver respeito.
A relação não começa na cama. A preparação é durante todo o dia, com uma conduta amorosa e afetiva.
A vida intima deve ser pura, todos os detalhes devem ser dialogados para não agredir a sensibilidade e o pudor do cônjuge. Entre o casal toda a sensualidade é permitida, mas tudo deve ser feito de comum acordo.
 
Até a Maturidade
 
Os que já são casados a bastante tempo, compreendem que a felicidade matrimonial não é uma “obra do acaso”. É fruto da dedicação, trabalho, esmero, amor, paciência, disposição de aprender e o firme desejo de superar todas as dificuldades. Para que duas pessoas possam conviver em harmonia e amor, apesar de serem completamente diferentes no caráter e na personalidade, com debilidades e maus hábitos arraigados por anos, é necessário esforço e fé. Deus realizará isto guiando, orientando, guardando, apoiando, corrigindo e abençoando (Fp 1. 6). Bendito é seu nome.
Uma relação matrimonial madura e equilibrada, não se consegue da noite para o dia. Todavia se o marido e a mulher se dedicam a buscar entendimento e a fazer as mudanças necessárias, serão recompensados com muitos anos de felicidade. Seu lar brilhará com a graça daquele que prometeu abençoar a todas as famílias da terra (At 3.25).
 
Meditação e Estudo
 
Quais são as áreas que geralmente provocam mais problemas no casamento?
Que testemunho você pode dar de situações praticas e da maneira com que você venceu certos problemas que são comuns a todos os casamentos?
Analisar o valor de cada um dos pontos considerados no subtítulo: “Há uma conduta correta para resolver os problemas” 
O que pode tornar a relação intima deteriorada e insuportável?
Porque Deus limitou a relação sexual exclusivamente ao casamento e a proibiu terminantemente fora dele?
Qual e o propósito da relação sexual? Fala dos 3 aspectos.
Quais são os benefícios de uma boa relação sexual no casamento? 
 
 
 
 
 
" ESTUDO DIRIGIDO - CASAIS E FAMÍLIAS DISCIPLINADOS PELA PALAVRA DE DEUS " - Parte 8
04/01/2012 11:56
A Família É A Base Da Sociedade - Parte 8 
 
 
A Criação dos Filhos
 
Para que Deus nos dá Filhos?
 
Deus poderia ter feito uma multidão de seres humanos, mas fez apenas um homem e uma mulher. E os encarregou de gerarem uma raça. Entre as muitas razões, três são as mais importantes:
Para Nos Mostrar o Seu Favor (Sl 127.3-5). Deus nos ama. Seu coração paterno desejava compartilhar conosco a linda experiência de criar filhos. Eles não nos são dados para nos sobrecarregar ou nos fazer sofrer inutilmente, mas para formar-nos à semelhança de Deus, o Pai Eterno.
Para Criá-los em Deus (Ef 6.1-4; Cl 3.20-21). Devemos ter uma atitude de seriedade e fé diante do privilegio de criar filhos no Senhor. Temos apenas uns 18 ou 20 anos para completar em cada filho a etapa de formação. Não podemos perder nenhum desses anos.
Para Encaminharmos a Geração Seguinte na Vontade de Deus (Gn 18.17-19; Sl 128). O homem se projeta para o futuro através dos filhos e dos filhos de seus filhos. A maior obra que podemos fazer nesta vida é a de criar filhos para que honrem ao Senhor e abram caminho para a extensão de seu reino. Deus não intervém diretamente na criação de nossos filhos. Nós é que devemos assumir esta responsabilidade. Não podemos ignorá-la, porque um dia vamos ter que prestar contas do que fizemos nesta área. 
Deus manifestou a sua confiança em Abraão quanto a isto (Gn 18.17-19). Entretanto, revelou seu profundo desagrado com o sacerdote Eli por sua irresponsabilidade na disciplina e formação de seus filhos (1Sm 2.12,27-30; 3.11-13).
 
Determinando Objetivos Na Formação Dos Filhos
 
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviara dele” Pv 22.6.
Esta tarefa não é fácil. Requer uma dedicação seria durante muitos anos. Mas Deus nos assegura a sua graça e sabedoria.
Compreendendo a Natureza da Criança (Pv 22.15; Sl 51.5). Elas não se inclinam naturalmente para o bem. Por isso devemos ensiná-las, formá-las e discipliná-las.
As Metas Importantes na Formação da Criança são:
Uma relação pessoal com Deus – consciência de que são parte da família de Deus e devem se relacionar diretamente com ele.
A formação do caráter – capacidade para enfrentar as responsabilidades da vida, trabalho, casamento, solida base moral, auto-disciplina, auto-estima, domínio próprio, controle sobre os sentimentos, gostos, etc.
Formação social – clara consciência de sua identidade, capacidade de se relacionar com outros, assumir compromissos, e sujeição às autoridades.
Formação Física – hábitos alimentares e higiene.
Quais São as Responsabilidades dos Pais?
 
Há quatro áreas específicas de responsabilidade dos pais:
exemplo,
instrução,
disciplina
e carinho.
Tudo isto são expressões práticas do amor. Além de aceitarmos os filhos como eles são, com seu próprio sexo, virtudes e debilidades, cor dos cabelos e da pele, personalidade, devemos considerá-los que são herança do Senhor. Temos portanto a responsabilidade diante de Deus de criá-los para a Sua glória.
 
Exemplo
 
Os filhos aprendem tudo com o comportamento de seus pais. Ensinamos mais com o exemplo do que com palavras, ordens ou ameaças. O exemplo é a base fundamental para formação do caráter dos filhos. Eles procuraram imitar seus pais no que dizem e no que fazem. Não adianta cobrar ações de graça em toda e qualquer ocasião se os pais não agem assim.
 
Instrução (Pv 22.6)
 
Enquanto o exemplo é a base fundamental para a formação da vida dos filhos, a instrução direciona e ordena essa formação. Instruir significa: ensinar, doutrinar, formar, capacitar, comunicar. As crianças não aprendem somente por ver e imitar, elas necessitam ser instruídas na: honestidade, justiça, perdão, generosidade, respeito pelos outros, pudor e asseio, modéstia, diligência e etc.
Também é responsabilidade dos pais incentivar os filhos a desenvolverem sensibilidade espiritual, docilidade e boa disposição diante de Deus.
Áreas que Merecem Mais Atenção dos Pais:
Realizar trabalhos e cumprir ordens;
Ajudar outras pessoas;
Concentrar-se nos estudos.
Resolver problemas e discórdias sociais.
Formar amizades;
Vencer a tentação;
Desenvolver um sentido de dignidade moral;
Usar bem o dinheiro e o tempo;
Encontrar e permanecer no emprego;
Desenvolver uma bom comportamento com o sexo oposto;
Descobrir sua vocação.
Os pais devem elogiar, felicitar e aprovar tudo aquilo que os filhos fazem bem ou quando mostram interesse de acertar. Isto ajudará a firmar os valores positivos do caráter. Faz com que os filhos se sintam reconhecidos e apreciados reforçando a auto-estima.
Os filhos, por outro lado, devem conhecer os limites de sua liberdade. Isso se faz com pequenas regras de funcionamento da casa. Essas regras devem ser poucas e razoáveis, e se exigirá o cumprimento.
Quanto aos adolescentes, é necessário explicar-lhes bem as coisas. Não bom agir com uma atitude simplesmente impositiva. Quando se explica, isso ajuda na formação de critério e bom juízo, ainda que eles resistam diante de normas estabelecidas.
Entretanto, apesar das boas e devidas instruções que os pais possam dar, nada substitui o exemplo dos pais. Muitos não seguem este princípio e acabam “apagando com o cotovelo o que escrevem com as mãos”.
 
Disciplina 
 
Cl 3.20,21; Pv 3.12; Pv 13.24; Pv 19.18; Pv 20.30; Pv 22.15;
Pv 23.13,14; Pv 29.15.
A relação de uma criança com Cristo prospera na medida em que obedece a seus pais. Jesus Cristo vive e trabalha na vida de um filho obediente.
A obediência não é opcional nem se limita no que o filho considera justo. A obediência deve ser a tudo. A autoridade dos pais foi dada por Deus para formar e disciplinar a seus filhos e tem dele todo o respaldo.
Os pais podem se enganam muitas vezes mas, quando isso ocorrer, devem admitir logo seus erros. Ao admitir que estão errados, demonstram ser pessoas a quem Deus pode respaldar. Sua autoridade não vem do fato de estarem certo, mas sim de Deus de quem eles a receberam.
O Uso da Vara
Os textos acima citados, mencionam o termo vara repetidamente. Isso sugere um castigo físico. Não se trata aqui de simplesmente castigar a criança. O uso das mãos ou de objetos de uso pessoal foge do princípio e dos objetivos. As mãos servem para acariciar, proteger e afagar. Cintos, chinelos, fios elétricos, etc representam objetos pessoais. Mas a vara (pode ser uma simples varinha de madeira, ou mesmo um objeto de couro) de uso exclusivo, representa um instrumento de correção e disciplina.
Também, a única área adequada para aplicar a disciplina são as nádegas, por ser uma região carnosa e sem nenhum órgão vital. Disciplinar não é torturar, ferir ou espancar. É um ato de amor ordenando o futuro dos filhos.
Quando Usar a Vara
Quando houver uma rebelião clara, quando a criança não acata uma ordem ou por qualquer outra ofensa séria.
Não se usa para faltas menores ou para corrigir erros nas crianças (como deixar cair coisas por descuido). 
Deve-se aplicar a disciplina sobriamente e sem ira. Os pais que disciplinam seus filhos irados, transmitem seus sentimentos negativos.
É necessário acalmar-se antes de aplicar qualquer disciplina. A disciplina tem como objetivo corrigir a criança e não descarregar sobre elas nossos desagrados.
O objetivo principal na disciplina é ensinar os filhos a obedeceram a seus pais quando eles se dirigem. É assim que Deus deseja: “filhos, obedecei a vossos pais…”
As crianças sofrem muito quando seus pais não as disciplinam corretamente. A disciplina justa alivia o sofrimento e os libera do sentimento de culpa e do peso da consciência.
O maior problema no ser humano é a rebelião contra a autoridade legítima. Os pais não devem permitir rebelião em seu lar. É responsabilidade dos pais livrar seus filhos de atitudes de rebelião.
 
Aspectos Importantes da Disciplina
 
Deus estabeleceu os pais como responsáveis diretos pela conduta de seus filhos (Pr 4:1-9; 1Sm 3.13,14).
O pai é a figura principal quanto a disciplina. Ainda que a mãe tenha que disciplinar, o filho deve saber que ela conta com o apoio de seu marido. Isto facilita a tarefa da mãe.
Os pais têm que mostrar unanimidade na disciplina. A mulher deve ter o cuidado para não contradizer a seu marido, e o homem deve respaldar a sua esposa, especialmente na presença dos filhos.
Os pais não devem proferir ameaças nem expressões de ódio.
A disciplina deve ser administrada imediatamente após a ofensa ou desobediência 
“Visto não se executa logo a sentença sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto a praticar o mal.” (Ec 8.11).
 
A disciplina deve ser:
 
Com firmeza e decisão;
Com critérios estabelecidos (não segundo as emoções);
Proporcional a ofensa; e,
Sem ira ou amargura.
O que Deve Ocorrer Após a Disciplina
A disciplina correta deve seguir um processo que inclua:
Explicação: a criança deve saber o por quê da disciplina.
Castigo: Com a vara e proporcional à ofensa.
Oração.
Perdão: a criança deve saber que a partir da disciplina não há mais culpa pelo ocorrido, e que ela é amada pelos seus pais.
Reconciliação: isso significa reparar ofensas, pedir perdão, restituir coisa roubadas, voltar a amizades rompidas, etc.
Principais Deficiências No Exercício Da Disciplina
Condicionar a obediência à compreensão da criança: a criança não obedece, apenas concorda. Não há reconhecimento de autoridade, mas uma negociação.
Ajudar na “obediência” para evitar confronto: dar uma ordem e auxiliar na execução quando a criança oferece resistência. Quando isto se torna um hábito (vício) doméstico provoca sérios vexames em ambientes estranhos ou públicos.
Achar desculpas e justificativas para as manias: Ex.: “é o gênio”, “são os dentes”, “está com sono”, etc. Nada disso justifica a rebeldia. A criança, mesmo indisposta, pode e deve obedecer aos pais em tudo e prontamente.
Diferenciar ordens (mais ou menos importantes): ordens são ordens e devem ser obedecidas prontamente, qualquer que seja. Estabelecendo-se diferenças, confunde-se a criança. Ela não entende porque há mais severidade para umas ordens do que para outras. Ela só sabe que, às vezes, exige-se obediência e outras não. Exemplos: 1º – Não toque na tesoura x Vá escovar os dentes; e, 2º – Não suba na janela (quarto andar) x Não toque na radiola.
Deixar-se manipular: “Só essa vez”, “ó mãe, me perdoe”, “eu prometo que não faço mais”, “estou tão cansado”, “você nunca me deu isto ou aquilo”, etc.
Deixar-se levar pela desculpa da memória, desobediência cor-de-rosa: “oh! esqueci”. Vara é bom para a memória.
Compensação por sentimento de culpa: os pais se sentem culpados por não poderem atender algumas necessidades e desejos, ou até caprichos dos filhos, por não terem recursos, e querem compensar tornando-se muito tolerantes.
Não exigir obediência total, irrestrita e imediata: não entender ou não concordar com Deus quanto a autoridade delegada aos pais. A base da relação pais x filhos é a autoridade. Pais inseguros apelidam frouxidão de “amor” ou compreensão.
Não exigir obediência na ausência dos pais,: “você não é meu pai nem minha mãe”. Filhos desaforados e desrespeitosos para com os mais velhos e adultos em geral.
Contentar-se com uma obediência circunstancial. Não buscar uma disposição de submissão nos filhos nem levá-los a ter uma cerviz dobrada. Quem acha muita explicação para os erros dos filhos, também achará para os seus, diante de Deus.
Não entender que a disciplina é corretiva e formativa e não punitiva. As Escrituras dizem: “vara da disciplina” – o castigo imposto pela vara, ao contrário de tentar punir, visa , antes, corrigir defeitos e formar o caráter da criança.
Falta de perseverança: hoje disciplina, amanhã não, ainda que pelo mesmo motivo. Isto confunde a criança.
Papai “Esquecido”: sempre esquece as advertências que fez e volta a advertir. Ridiculariza-se a si mesmo e aos filhos.
Papai “Gamaliel” é o super-mestre: sempre explica muito e não age nunca. Esquece que é a vara e não o sermão que afasta a estultícia do coração da criança.
Papai “Eli” é o super espiritual: quer transmitir uma imagem forte do “Papai-do-Céu”, sendo ele próprio um molenga. Os filhos não aprenderão a temer o “Papai-do-Céu” se não aprenderem a obedecer ao “papai-da-casa” ( Ex 32.21, 25 x Gn 18.19 ). O Deus de Abraão ficou conhecido, depois dele, como “O Temor de Isaque”.
Papai “Fariseu” exige tudo e não faz nada. Os filhos não são estimulados e desafiados pelo exemplo, além de perderem o respeito pelos pais diante da hipocrisia destes.
 
Carinho
 
Ser o exemplo, dar instrução e disciplinar, são expressões de amor que muitas vezes não são compreendidas ou consideradas com tal. Nossos filhos têm sentimentos e carências afetivas. É necessário que se some a todas essas ações, muito carinho.
Carinho é o mesmo que afeto, meiguice, docilidade, atenção e cuidado. São maneiras de tratamento que expressam sensibilidade para com aqueles a quem amamos. Nossos filhos sabem quando somos sensíveis a eles e às suas necessidades. 
Existem algumas maneiras de se demonstrar isso:
 
Expressão Verbal
 
Esta é a mais simples de todas mas não menos importante. Dizer aos nossos filhos que os amamos é o mínimo que podemos fazer. Expressões como: “Eu amo você”, “você é muito importante para mim”, “sou grato a Deus por tua vida”, “você é um presente de Deus para nós”, são simples mas produzem um resultado maravilhoso.
Todos gostamos de saber que somos amados. Os que tem telefone, liguem especialmente para os filhos, mande-lhes cartões e telegramas. Eles adorarão.
 
Gestos Carinhosos
 
As palavras muitas vezes não conseguem expressar tudo. É preciso gestos! Um afago, uma carícia, passar a mão pela cabeça, segurar com carinho as mãos, beijar, carregar nos braços, carregar nas costas, rolar pelo chão, correr juntos, brincar de pega-pega e esconde-esconde, podem ser expressões mais fortes que as palavras. Juntas, produzem uma revolução de amor.
 
Presentes Criativos
 
Nesta época em que o consumismo e a moda nos levam a comprar brinquedos industrializados, diminuiu muito a criatividade dos pais. Presentes criativos, feitos pelos próprios pais (carrinhos de sucata, pipas, barracas, aviões, cavalinhos, etc…) têm um valor muito maior. As crianças são sensíveis a isso.
Também é necessário que os pais saibam ensinar o valor de cada presente. Eles devem ter um significado pessoal. Hoje em dia se dá presentes em épocas determinadas e não por significados pessoais. Temos que presentear nossos filhos com coisas simples, porém significativas. Cuidado para não trocar carinho por presentes caros. O carinho é insubstituível!
 
Valorizar Suas Idéias e Coisas
 
Ouvir os filhos: suas idéias e ideais. Interessar-se pelo que eles se interessam. Buscar suas opiniões e sugestões. Dar oportunidade para que eles se expressem e participem das decisões. Tudo isso são formas de dizer: “O que vocês são e dizem são importantes para nós”.
Respeitando seus gostos e desejos e, levando-os a alcançarem seus alvos, ajudaremos na formação da auto-estima deles. Nossos filhos precisam saber que são capazes e aceitos, respeitados como indivíduos.
Amar = Exemplo + Instrução + Disciplina + Carinho
 
Meditação e Estudo
 
Até que ponto Deus responsabiliza os pais pela próxima geração?
Que diferença as Escrituras assinalam entre a formação dos filhos de Abarão e dos filhos do sacerdote Eli?
Com respeito a natureza humana que está toda torcida, o que nos ensina a própria experiência como pais?
Converse sobre a importância de cada uma das áreas que merecem mais atenção dos pais.
Compartilhe experiências pessoais no exercício da responsabilidade dos pais. Anote os erros cometidos e as lições aprendidas. 
Castigo não é uma sentença punitiva, mas visa a formação do caráter e corrigir os defeitos da criança. É formativa e construtiva e nunca punitiva. Rever item k do Tópico 5 : Principais Deficiências no Exercício da Disciplina.
No Antigo Testamento os filhos rebeldes e contumazes eram apedrejados. Autoridade não exclui amor, ao contrário, o acentua. Para nada vale amor paternal sem autoridade, senão para deformar o caráter dos filhos. Veja-se o caso de Eli (1Sm 2.12, 22-30) e de Davi (Amom – 2Sm 13.1-2; Absalão – 2Sm 13.23-36; 15.1-14; 16.20-22; Adonias – 1Rs 1, 6-10; 2.13-17). Que diferença de Abraão (Gn 18.17-19).
 
 
 
 
 
 
 
" ESTUDO DIRIGIDO - CASAIS E FAMÍLIAS DISCIPLINADOS PELA PALAVRA DE DEUS " - Parte 9
06/01/2012 14:21
A Família É A Base Da Sociedade - Parte 9
 
 
Relacionamento Com Filhos Adolescentes
 
A adolescência é uma etapa de muitas mudanças, tanto no corpo como na mente. É nessa época que o jovem começa a descobrir a sua independência. Isto demonstra seu progresso rumo à maturidade. Mas nessa época, começam os conflitos de rebelião contra todo tipo de autoridade, sobretudo a dos pais.
Salomão aconselha os pais de adolescentes que orientem a seus filhos sobre a vaidade da adolescência e juventude. Para que cuidem do coração e dos olhos, pois deverão prestar contas a Deus acerca das decisões que tomam. Também sobre as conseqüências que essas decisões acarretam. Aconselha aos jovens para que lembrem-se de Deus na juventude, ao invés de desenvolver a vida em vaidade (Ec 11.9 - 12.1).
 
Como é a Adolescência?
 
Dos 12 aos 16 anos, o adolescente começa a descobrir a sua própria identidade. Adquire uma consciência de si mesmo e do sexo oposto. Tem noção das diferenças sociais. As amizades são mais duradouras. Valorizam a lealdade e a confiabilidade. Há um maior desenvolvimento da independência. Os filhos desta idade precisam estabilidade em seu lar e muita paciência e compreensão por parte de seus pais.
A partir dos 17 anos, o jovem continua debaixo do cuidado paternal, mas leva uma vida mais independente. Estes podem ser anos de grande companheirismo com os pais ou, de maior distanciamento. Os pais têm que saber “soltar as rédeas” aos poucos e confiar na formação que deu a seus filhos durante os anos anteriores. Esta etapa pode ser de profunda relação com Deus mas, justamente por ser assim, deve ser orientada pelos pais.
É indispensável, nessa fase, haver uma boa comunicação entre pais e filhos. É um tempo de idealismo, ilusões, sonhos e fantasias. O jovem precisa de modelos dignos, e com alvos definidos para a vida. É um tempo para fixar metas, estabelecer relações e determinar o nível de compromisso onde irá desenvolver sua vida:
 
Metas a Serem Estabelecidas
 
Os pais devem levar seus filhos a:
 
No lar. Assumir responsabilidade pessoal quanto ao uso do tempo, nas tarefas domésticas, no cuidado e conservação da propriedade familiar. Bem como, desenvolver bons hábitos e estabelecer uma forma correta de relacionamento com os demais membros da família.
 
Na escola. Dedicar-se aos estudos, fazendo o melhor possível para aprender controlar-se e vencer o desânimo que leva muitos a abandonar os estudos. Ter em mente que está se preparando para o futuro.
 
No trabalho. Aprender a cuidar dos interesses do patrão e que seja diligente, esforçado e cumpridor. Bem como, a ser pontual, honesto, disposto e manter uma atitude correta para com os colegas de trabalho.
 
Na Igreja. Aprender a respeitar os líderes e aos demais irmãos, identificando-se claramente com eles. Participar de todos os eventos e cooperar com o avanço do Reino de Deus. E, acima de tudo, criar uma profunda relação com Deus.
 
Na sociedade. Respeitar as autoridades e as leis, e cultivar uma boa atitude para com elas. Escolher suas amizades com cuidado.
 
Disciplina dos Filhos Adolescentes
 
Um dos piores sentimentos que um adolescente pode sentir é a culpa causada pela desobediência. Isto é produzido pela ação do Espírito Santo (João 16.8). A culpa produz dor
na alma, mas a disciplina e o castigo o liberta dela.
Por esta razão, o adolescente espera e necessita ser disciplinado quando desobedece. Faz parte da ordem de Deus na formação dos filhos. A disciplina e o castigo educam e reforçam a vontade. Ajudam o jovem a afirmar sua consciência e a atuar com resolução diante das pressões e influências externas. São duas as influências sobre os adolescentes: o satânico (todas as formas mundanas de pressão) e o divino. Diante delas, ele terá que decidir.
“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” Sl 11.10.
 
Os filhos devem saber que a desobediência sempre será castigada segundo o que Deus determinou. Se os filhos não forem disciplinados, Deus disciplinará os pais (1Sm 3.13-14).
 
O Uso da Vara. Este é o método estabelecido pelo Senhor. Até uma determinada idade é plenamente eficaz e suficiente, podendo ser usada em casos graves ou repetitivos. Seguir o padrão ensinado no Capítulo 8. Entretanto, com filhos que nunca foram disciplinados anteriormente, as opções abaixo são mais adequadas. Deve-se, no entanto, buscar orientações dos mais experientes.
 
Admoestação Verbal Somente. Não é gritar ou “jogar na cara” o erro do adolescente. Mas levá-lo a entender a gravidade do seu erro. Pode ser um sólido conselho até uma dura repreensão. Apele para a razão e para a sua própria auto-estima.
 
Admoestação Com Privação de Algo que Lhe Agrade tem como objetivo provocar dor. A privação deve estar relacionada com o mal que o filho tenha cometido. CUIDADO: Não cortar algo que envolva sua formação intelectual ou espiritual (ex.: proibir de ir ao colégio ou de ir aos compromissos da igreja). Bem como não obrigar a fazer um trabalho para não incutir que trabalho é castigo.
 
Orientações Práticas
 
Depender do Espírito Santo em Tudo (Jo 16:13).
Buscar de Deus Sabedoria. (Tg 1:5-6). É importante anotar que um filho sábio será, em grande parte, resultado de ter tido um pai e/ou mãe sábio.
 
“Produzir um filho prudente e sábio vale mil vezes mais que um filho simplesmente dócil por estar subjugado pela força paterna” (Keith Bentson).
 
Nunca Perder a Comunicação com os Filhos. Falar a verdade em amor (Ef 4:25). Conversar com eles. Deve-se escutar os filhos com calma, atenção e compreensão e juntos buscarem as soluções. Responda sempre a todas as perguntas sem meias verdades. Sendo sempre sinceros para que eles aprendam a sinceridade.
 
Amizade Sincera. Serem realmente amigos dos filhos. A comunicação, a educação e o relacionamento será bem mais proveitoso dentro de uma amizade sincera
Respeitar Sempre as Áreas Mais Sensíveis do Adolescente:
 
Sua Aparência. Animá-los constantemente, pois todos já passaram por isso. Mas, cuidado, não usar de falsos elogios.
Seus Gostos e Opiniões (roupas, modas, comportamento), nada se refere a pecado ou aparência do mal, só gostos e opiniões.
 
Elogiar Sempre, Criticar Só Quando Realmente For Indispensável. Quando os filhos atuarem bem, deve-se elogiar e estimulá-los. Felicitá-los por seu esforço e pelos seus resultados alcançados, isso os animará a prosseguirem.
 
Ser Fiel aos Filhos. Em se tratando de adolescentes ainda mais. Não se deve contar o que foi revelado no íntimo. É importante não expor a intimidade, os sentimentos, as paixões e opiniões, só quando permitido por eles.
 
Colocar Alvos e Metas (Sl 127:3-5). Como os adolescentes estão muito preocupados em viver o presente, em sentirem-se participantes, não sabem colocar metas de longo prazo. Isto cabe aos pais. É necessário tratá-los em áreas específicas da sua vida: no lar, na escola, na Igreja e na vida social. Deve-se tratar uma área de cada vez.
 
Colocar Desafios: Mostrar diversas profissões, diversas atividades, prepará-los para a vida. Eles são como flechas nas mãos dos guerreiros (pais). A responsabilidade de dar a direção é dos pais e não deles. Todavia sempre respeitando seus gostos. Desafiem os adolescentes para:
 
Pregação da palavra;
Ser e fazer discípulos na escola;
A influenciar a outros e não serem influenciados;
Boas músicas;
Boas leituras.
Ser Exemplo de conduta aos filhos. Eles tendem a ser como seus pais, mesmo quando resistem a eles.
Aplicar a Disciplina com Firmeza e de forma razoável, mesmo que ameaçam a sair do lar. Os pais não podem permitir que a rebelião destrua a integridade do lar. Se admitir a atitude rebelde do filho em casa, perderá o controle e a autoridade.
Confiar em Deus. O Senhor é fiel.
 
Conclusão
 
A criação dos filhos implica numa enorme responsabilidade. Muitas vezes vai além da capacidade natural dos pais para fazê-la. Mas, se esta tarefa é aceita com fé e na dependência de Deus, encontraremos graça do Senhor para realizá-la.
Sempre deve ser lembrado que criar filhos é para Deus. Criá-los para que sejam participantes responsáveis em sua grande família. Assim os pais desempenharão sua tarefa com eficiência e fé, contando com a presença e bênção do Senhor.
 
Meditação e Estudo
 
Que elementos importantes ajudam o jovem a descobrir sua própria identidade?
Que medidas práticas e efetivas devem tomar os pais para aplicar a disciplina?
O que os pais devem fazer quando tomam consciência que se  equivocaram no trato com seus filhos adolescentes?
O que os pais podem fazer para promover em seus filhos adolescentes um maior interesse nas coisa de Deus?
Reler a orientação sobre disciplina de filhos no capítulo 8.
 
 
 
 
 
" ESTUDO DIRIGIDO - CASAIS E FAMÍLIAS DISCIPLINADOS PELA PALAVRA DE DEUS " - Parte 10
08/01/2012 11:14
 
A Família É A Base Da Sociedade - Parte 10
 
 
Comportamento Dos Filhos
 
A Bíblia tem instruções para todas as áreas da vida familiar. Instrui aos pais como devem se comportar com seus filhos, e aos filhos como obedecer aos pais. Neste capítulo vamos considerar o que Deus espera dos filhos em relação aos seus pais (Pv 10.1; 15.20; 17.25).
O jovem tem duas atitudes para obedecer aos pais: ou por princípio e amor, ou por necessidade.
 
A atitude correta nasce do conhecimento de Deus e da direção do Espírito Santo. Por outro lado, a atitude de necessidade leva o jovem a desprezar os conselhos dos pais e se rebelar contra sua autoridade. O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo acerca desse tema e disse que nos últimos dias o diabo induziria os filhos à desobediência aos pais (1Tm 3.2). Hoje é comum essa franca rebeldia às autoridades.
 
A maneira como os jovens pensam e atuam, tem muito a ver com a influência deste mundo. Mas Deus quer reverter essa situação na vida familiar de Seu povo. Os jovens devem conhecer seu papel como filho dentro do propósito de Deus para a família.
 
Direitos e Privilégios
 
Enquanto o filho estiver debaixo do cuidado paterno, ele desfrutará de benefícios e privilégios. Alguns são obrigatórios, ou seja, seus pais não podem deixar de providenciar. Outros, entretanto, são outorgados aos filhos por uma atitude de amor, carinho e graça dos pais.
 
Na verdade, os filhos recebem muito mais do que realmente necessitam. Entretanto, muitos filhos não sabem reconhecer a diferença que existe nisso. Os pais tem a obrigação de prover alimento, roupa, educação e residência enquanto os filhos não possam conseguir isso por si mesmos. Tudo o que vai além disso, é privilégio.
 
Seria muito bom que os filhos sustentados por seus pais depois dos 18 anos de idade, e ajudados a cursar universidade ou qualquer outro curso, soubessem reconhecer e agradecer-lhes pelo favor recebido. Quando isso ocorre, trás grande alegria e satisfação aos pais.
Esta é uma atitude sábia: reconhecer e valorizar os benefícios recebidos dos pais, quer sejam por direito ou por privilégio.
 
Responsabilidades
 
Obediência e Submissão (Ef 6.1; Cl 3.20; Lv 19.3)
 
A obediência aos pais não é opcional, porque é um mandamento do Senhor. Deve haver submissão voluntária.
 
Submissão é um ato da própria vontade através da qual nos sujeitamos ao governo de outra pessoa. Não é humilhação nem rebaixamento. Não é uma desvalorização própria, mas sim o reconhecimento da autoridade de alguém, considerando uma maior capacidade para conduzir ou guiar sua vida. Naturalmente, a sabedoria e experiência dos pais é superior a dos filhos.
 
Deus declara que é justo os filhos obedecerem seus pais (Ef 6.1) e por isso, é agradável a Ele (Cl 3.20). Jesus, quando jovem, foi obediente e submisso aos pais. Ele é o nosso exemplo (Lc 2.51).
 
A rebeldia e insubmissão tem origem no coração de Satanás, portanto, nada de bom pode produzir. Diante de Deus, a rebeldia é uma falta grave porque conduz a uma degradação do caminho e leva o jovem a uma vida de pecado (Dt 21.18-21).
 
Honra e Respeito (Ef 6.2,3; Ex 20.12)
 
A vontade de Deus é que os filhos tenham uma alta estima pela sabedoria e experiência de seus pais. Devem considerar que a sabedoria não se adquire na escola, mas sim num longo aprendizado da vida. A experiência de errar e acertar, meditar e avaliar, ganhar e perder vão formando uma base para conduzir outros na vida.
 
Quando os filhos apreciam seus pais, é fácil respeitá-los e honrá-los. O respeito brota de uma atitude interior de reconhecimento e apreço pela função dos pais. Esse respeito se manifesta pelo trato cordial, amável, cuidadoso. O contrário, ou seja, faltar de respeito se manifesta por gestos e palavrões, prepotência, altivez e desprezo. Isto é muito comum no mundo. Ao se converter, o jovem terá que aprender como tratar seus pais. Será como que remar contra a correnteza deste mundo e não se deixar influenciar pelos exemplos negativos tão abundantes hoje em dia. 
 
Muitos pais, quando atingem uma idade avançada, são abandonados e considerados como algo pesado. Sobretudo quando ficam enfermos e precisam de cuidados especiais. São deixados de lado, ignorados e muitos são levados aos asilos para que morram. Isso é fruto da rebelião e do menosprezo.
 
Honrar os pais é o primeiro mandamento com promessa. Quem o fizer, pode ter a segurança de que será próspero e terá longa vida (1Tm 5.4,8; Lv 19.32).
Honrar é um ato de amor, por exemplo: dizer a eles o quanto são importantes, falar deles a outros, presenteá-los fora das datas especiais, passar tempo com eles e conversar sobre o que eles gostam, etc.
 
Amor e Amizade
 
É preciso desenvolver um relacionamento afetuoso entre pais e filhos, expressando o amor em gestos e palavras. É bom para um pai receber expressões de amor por parte de um filho. Muitas vezes os filhos deixam passar oportunidades para demonstrarem seu afeto e carinho. Uma palavra, uma flor, um beijo, um gesto, um cartãozinho, um chocolate, são meios sensíveis de transmitir amor, gratidão e apreço.
 
Para que se crie amizade, é necessário que os filhos se determinem a se aproximarem de seus pais. Criem situações em que possam estar juntos para desenvolver companheirismo e amizade.
 
O tempo do jovem em casa é muito curto. Portanto, o jovem discípulo deve aproveitar esses anos da juventude para firmar bem a sua amizade com seus pais. 
 
Obrigações Específicas
 
Nas Tarefas Domésticas
 
Desde pequenos, os filhos são orientados a assumirem obrigações específicas. Por isso é necessário que os filhos atentem para as orientações dos pais, e façam exatamente o que eles pedem. Com o tempo, essas obrigações devem ser mais voluntárias. 
 
É agradável aos pais que os filhos façam mais do que se espera deles. Não só a deixar o quarto arrumado como também ajudar no trabalho da mãe. Há muitas maneiras de fazê-lo, como por exemplo: ajudar a lavar a roupa, limpar a casa, fazer compras, e até mesmo ajudar na cozinha. Numa emergência em que ela não possa fazê-lo, os filhos não sentirão dificuldade em substituí-la.
 
O importante é que assumam essas obrigações com responsabilidade e atenção. Devem saber que não estão fazendo isso por favor a sua mãe ou pai, mas sim por terem a responsabilidade de compartilhar do trabalho doméstico. 
 
Quando os filhos são pequenos, a mãe faz tudo. Mas é uma injustiça permitir que ela continue a fazer tudo. Os filhos podem e devem assumir a responsabilidade de tarefas comuns no lar.
 
Todo trabalho deve ser realizado com esmero, dedicação e da melhor forma possível, não razoavelmente. É nesta etapa da vida que se adquire hábitos de trabalho. Quem se acomoda com desorganização e desordem, se acostuma a este estilo de vida e depois é difícil mudar. Em tudo deve-se buscar a excelência.
 
Nos Estudos
 
O estudo é o trabalho fundamental dos filhos, portanto devem fazê-lo com esmero. Devem dedicar tempo e esforço suficientes não para concluir estágios, mas sim para aprender bem a matéria. 
A linha de pensamento corrente entre a maioria dos jovens é fazer o mínimo necessário para passar de ano. Isso é mediocridade. O jovem deve se esforçar para atingir o máximo de sua capacidade e extrair tudo o que for possível do conhecimento.
É preciso que todo jovem se capacite intelectualmente e em trabalhos manuais, a fim de ser apto para desempenhar qualquer atividade diante de qualquer necessidade.
 
No Trabalho
 
Muito embora alguns jovens fiquem debaixo do cuidado dos pais até terminarem seus estudos, é necessário que os rapazes e as moças comecem a trabalhar desde cedo. Ainda que sejam algumas horas por dia e que aprendam a ganhar algum sustento. Se conseguirem suprir seus próprios gastos, será de grande ajuda aos pais e trarão um sentido de dignidade e auto-estima. O trabalho traz maturidade.
 
A Relação Entre os Irmãos
 
A boa relação entre os irmãos é uma das maiores riquezas que a família pode ter. Fortalecem os laços familiares e desenvolve vínculos de amizade que perduram por toda a vida. Por isso é importante que os irmãos procurem conviver onde o bom trato seja a nota dominante.
Há atitudes e condutas que contribuem para isso:
 
O que Destroi
 
A indiferença e o isolamento são atitudes que dificultam o bom relacionamento. Quando alguém se fecha em si mesma, automaticamente deixa outros de fora. Fora de seus pensamentos, de seus interesses e de suas emoções. Quem se isola não pode compartilhar nem as alegrias nem as tristezas de seu semelhante. O resultado é que se torna egocêntrico e individualista.
Deus nos tem chamado para vivermos em família e com necessidades da presença, contato e afeto dos demais. O isolamento obedece as maquinações de Satanás cujo objetivo é a destruição da família. Deus quer restaurar nossa sensibilidade para com o outro. Assim, é preciso quebrar a barreira da indiferença e sair ao seu encontro.
Devemos fugir das pelejas, dos gritos e ofensas. Essas coisas provocam o ressentimento nas relações. Precisamos evitar a todo custo as divisões dentro da família (Tg 3.2-10).
 
O que Edifica
 
O tratamento afetuoso ao expressarmos o amor que sentimos uns pelos outros. Também depende de como damos lugar ao companheirismo e a comunhão espiritual. A presença do Senhor em nossos relacionamento produzirá mudança, profundidade e enriquecimento dessa relação. Assim se cria um ambiente onde pode ser praticado o perdão e a restauração de comunhão, caso ocorra algum conflito.
Os irmãos devem ser amigos e ajudarem-se mutuamente. Devem demonstrar o genuíno interesse um pelo outro e jamais trair ou defraudar a confiança.
Relação com Pais Incrédulos
Dentro deste aspecto destacamos dois pontos básicos:
 
A Sujeição
 
A sujeição que o filho deve a seus pais incrédulos é a mesma daquele que tem pai convertido. A única exceção é quando o pai ou a mãe exige que seus filhos pratiquem aquilo que vá contra as orientações de Deus. Nesse caso é importante consultar seus líderes e avaliar se realmente a exigência dos pais esta ou não contra a palavra de Deus.
Muitos jovens tomam essa exceção com a atitude de não serem obedientes naquilo em que devem ser. Por isso é necessário que os irmãos que o aconselham sejam maduros e responsáveis.
 
O Testemunho
 
Os pais recebem um maior impacto pela vida transformada de seus filhos do que por suas palavras. Por isso é importante que o filho viva de conformidade e obediência a cada palavra do Evangelho do Reino. Uma vida santa, sensível, comprometida e humilde é a maior pregação que uma pai incrédulo pode receber.
 
Meditação e Estudo
 
Quais são as coisas que um pai está obrigado a prover? Que atitude um filho deve mostrar ao receber mais do que isso?
Como se define a submissão e obediência que os filhos devem a seus pais?
Que significa honrar aos pais? Por que Deus exige isso de todos os filhos?
Como criar a amizade e uma relação mais afetuosa entre pais e filhos? O que os filhos podem fazer? O que os pais podem fazer?
Quais são as atitudes que os filhos devem desenvolver para o trabalho e o estudo? Enumere algumas medidas práticas para melhorar um má atitude. 
 
 
 
 
 
" ESTUDO DIRIGIDO - CASAIS E FAMÍLIAS DISCIPLINADOS PELA PALAVRA DE DEUS " - Parte Final
10/01/2012 14:21
A Família É A Base Da Sociedade - Parte Final
 
 
A Presença De Cristo No Lar
 
Um lar cristão é o lugar onde a presença de Cristo é a característica mais forte e a principal atração. Cada membro da família tem consciência de Sua presença, governo e orientação.
Tudo o que falamos nos capítulos anteriores são importantes para colocar em ordem a família, mas não é o suficiente. O que faz com que a família seja dinâmica, vital e espiritual é a presença de Cristo agindo em nosso interior, transformando-nos à sua semelhança.
 
“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela” Sl 127.1.
 
Tal como expressa o salmista, sem a presença de Cristo no lar, todas as ações, aspirações e esperanças se frustram. Como podemos ter a presença de Deus no lar diariamente? Qual é a nossa responsabilidade para que isso ocorra?
 
Os Pais São Os Sacerdotes Do Lar
 
Antes de Deus estabelecer uma ordem sacerdotal em Israel, os pais atuavam como sacerdotes de seu lar. Notemos alguns exemplos:
Noé (Gn 8.20-22);
Abraão (Gn 12.7,8; 13.4,18; 15.1-8; 17.1-22; 18.20-33);
Jó (Jo 1.5).
 
A função específica do sacerdote é vincular Deus com os homens. Os pais (marido e mulher) tem uma responsabilidade sacerdotal diante de seus filhos. Deus os comissionou para formá-los e criá-los, a fim de que sejam integrados na grande família de Deus. Também devem interceder por eles diante do Senhor, comunicar as instruções da parte de Deus, ser o exemplo de conduta e orientar a respeito do culto que devemos prestar ao Senhor.
 
Todo esse ministério se fundamenta na pessoa e obra de Jesus Cristo, a quem os pais se sujeitam e em nome de quem ministram (Gn 18.17-19; Ef 6.4; Nm 30; Lc 2.21-38).
 
JESUS CRISTO: Uma Realidade Gloriosa na Vida Familiar
 
Esta realidade se alcança quando a presença de Cristo é notória na vida dos pais. Entretanto, Deus quer se revelar de uma forma pessoal e íntima a cada membro da família.
As crianças tem uma grande capacidade para perceber a presença de Deus, crer e confiar nele. Encontram-se nas escrituras muitos exemplos disso:
Samuel conheceu a Deus quando pequeno (1Sm 3);
Davi foi testemunha da presença de Deus em sua infância (Sl 22.9,10);
Timóteo foi instruído na fé e no conhecimento de Deus por sua mãe e avó desde a infância (2Tm 3.15);
Jesus exorta para não subestimar a fé de uma criança (Mt 18.6).
 
O Senhor usa as orações e os testemunhos (especialmente dos pais) para conduzir outros membros da família à fé (Ver o caso da mulher samaritana – Jo 4.39-42). Observar alguns casos bíblicos em que a fé dos pais envolveu o resto da família:
Josué (Js 24.15);
Cornélio (At 11.12-15);
Lídia (At 16.14,15);
Carcereiro de Filipos (At 16.30-34).
 
Existem dois indicadores claros na vida familiar que evidenciam a presença de Cristo:
O bom uso do tempo. Dedicar-se diariamente para orar, ler e meditar na palavra, conversar com a família sobre os interesses do Senhor e o discipulado, indicam que a família reconhece a gloriosa presença de Cristo.
O bom uso do dinheiro e de todos os bens materiais da família, mostra que ela reconhece Deus como o provedor e dono de tudo. 
A generosidade é a maior evidência disso. Todos devem ser ensinados quanto a ser generosos e a repartir com outros suas necessidades. Os filhos imitam naturalmente a seus pais. Por isso devem eles ser o exemplo prático de tudo o que Deus espera deles.
 
Como Apresentar Jesus Cristo a Nossos Filhos
 
É imprescindível viver diante de nossos filhos em total integridade, buscando a presença e direção do Senhor em toda situação. Seja em momentos de tensão ou tranqüilidade, de alegria ou dificuldade, tanto nas boas como nas más. Há certos elementos que devem ser levados em conta:
 
Nosso Exemplo – Gn 18.17-19
 
O fundamento do sacerdócio dos pais é o amor e a devoção a Deus. Se os pais querem que seus filhos amem a Deus e o sigam, devem antes dar o exemplo. Esse amor e devoção estão expressos num vida de oração e dependência de Deus. Sua fé será conhecida pela maneira como vive. Caso contrário, será notória a hipocrisia.
 
A Palavra de Deus – Dt 6.6-9; 11.1,19-21; Js 1.8
 
Na medida em que os filhos crescem, deve-se comunicar lhes a palavra de Deus. Eles devem amá-la, obedecê-la com reverência e apreciá-la como o maior valor que eles possuem. Para isso, deve-se usar tudo o que for possível: ler e contar histórias das sagradas escrituras para os filhos, fazer referências a ela, cantar porções da palavra, memorizar e citar textos.
 
Representações Simbólicas – Js 4.20-24
 
Os quadros, fotos, textos, mapas, desenhos e demais expressões gráficas que adornam a casa, e especialmente o dormitório dos filhos, exercem muita influência sobre seus pensamentos e desenvolvimento espiritual.
 
Música – Cl 3.16
 
É extraordinária a influência que a música exerce sobre o ser humano! O Senhor deseja que seus filhos o louve e o adore com cânticos e hinos espirituais. Cantar a palavra é uma forma não só de louvar mas de memorizar e proclamar as verdades do Senhor. Por isso é bom que o papai e a mamãe contem para seus filhos desde o nascimento e que essa prática sempre esteja presente na vida da família.
 
Nossa Bênção – Mc 10.13-16
 
A imposição de mãos e a oração abençoam, protegem, liberam, acalmam e saram a nossos filhos. Em virtude da autoridade paterna (e materna) e do nome do Senhor Jesus Cristo invocado sobre eles, a família é abençoada. É uma viva e poderosa expressão de nosso sacerdócio como pais.
 
Discipulado da Família
 
Longe de tornar algo mecânico e frio, o discipulado da família é uma oportunidade grandiosa de poder demonstrar a presença de Jesus no lar. Dentre muitas coisas, sugere-se algumas que podem fazer parte desse ministério sacerdotal na família.
Leitura da palavra. Buscando sempre aplicar a palavra ao momento em que vive a família, quer seja de alegria ou de tristeza, de prosperidade ou de dificuldade, etc. E que seja sempre inspirativo, ou seja, aplicado com fé e ardor. Nunca como algo enfadonho. Para a crianças pequenas, sugere-se a leitura própria para a idade, com figuras e ilustrações.
 
Memorização de Textos Bíblicos.
 
O melhor é acompanhar o que a igreja já pratica, usando a catequese das apostilas. Entretanto, textos que estejam relacionados a vida familiar também podem ser repetidos e memorizados.
 
Testemunhos e Transparência.
 
Este é algo bom de se fazer. Abre-se um espaço para comunhão onde todos podem se inteirar das necessidades uns dos outros e poder cooperar em conselhos e sugestões.
Oração. Este é um bom momento para ensinar pelo exemplo. Orações com objetivos específicos ajudam a ordenar a vida de oração. Que a família tenha uma lista comum de oração e que todos orem. É uma boa oportunidade para ensinar sobre ter fé e depender de Deus.
 
Testemunho do Lar: Uma Luz Entre os Vizinhos
 
A presença de Jesus Cristo na vida cotidiana da família é o melhor testemunho que se pode dar do lar. Esta característica se constitue numa grande atração para os vizinhos que, ao verem a vida que levam, desejarão conhecer o Senhor da família. A presença de Jesus na família faz a diferença entre o amor e a discórdia, entre a obediência e a rebelião, entre a ordem e a confusão, entre a disciplina e a desordem. É o mesmo que dizer: o reino de Deus é um reino de amor e poder.
Todos os membros da família devem manter sua disposição de compartilhar o amor com seus vizinhos e estar atentos às situações especiais quando se permite uma expressão maior de amor e de serviço.
Deste modo se estendeu a Igreja no começo e, da mesma maneira, deve-se estender melhor em nossos dias.
 
Meditação e Estudo
 
Quais são as características principais de um lar que goza a presença de Cristo?
De que maneira podem os pais exercer um sacerdócio espiritual no lar?
Como Deus é revelado aos meninos e meninas em um lar cristão? (Conversar sobre a importância dos distintos elementos que servem para apresentar aos filhos a realidade de Jesus Cristo).
Que importância tem o discipulado da família em um lar cristão?
Conversar sobre distintas maneiras práticas para fazer do lar uma luz no meio dos vizinhos.
 
 
 
" TENHA UMA VIDA FAMILIAR VITORIOSA EM CRISTO JESUS " Parte 1
12/01/2012 11:58
 
Vitória na sua família - Parte 1
 
 
Hebreus 11:6 - Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. 
 
Fé em Deus, sem ainda vê o que deseja é a palavra chave de sua vitória, pois nosso Criador se agrada a tal ponto que galardoa (nos presenteia) com nossa busca.
 
João 8:31 - Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha PALAVRA, verdadeiramente sereis meus discípulos; 
 
Jesus é a Palavra, a Palavra é a Bíblia, não tem como não vencer se formos obedientes em praticar suas instruções.
 
Marcos 8:34 - E chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me.
 
Negar a si mesmo, significa anular seus pensamentos humanos, conceitos preconcebidos, “achos” que criou durante anos de sua vida baseados em experiências vividas ou que viu acontecer com pessoas ao seu redor...
 
Tomar sua cruz, significa buscar a Palavra de Deus e mesmo sem entender, desligando a mente natural, fazer o que Ele nos instrui.
 
1 Samuel 15:22 - Porém Samuel disse: Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros. 
 
Pensamos com nossa mente natural e agimos com nossa força possível (colocando condições/ presenteando se..../ persuadindo....) nossa família a irem para a igreja, mas como o versículo acima nos instrui, não é com sacríficio que iremos conseguir, à princípio teremos um resultado superficial, mas a total vitória é estarmos em obediência a Palavra de Deus, assim agradaremos ao Pai e receberemos Seu galardão.
 
Deuteronômio 28:1-2 - E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR teu Deus;
 
Analise seu coração, por vezes atrapalhamos o agir de Deus, peça para o Pai te ajudar a fazer a vontade Dele e não a sua, pergunte à Ele o que está oculto em sua vida, purifique-se de todo mal designo. Faça a Oração do Pai-Nosso e também a de Efésios 1-17a19 constantemente e seus caminhos serão abençoados.
 
 
 
 
 
 
 
" TENHA UMA VIDA FAMILIAR VITORIOSA EM CRISTO JESUS " Parte 2
14/01/2012 09:13
 
Vitória na sua família - Parte 2 
 
 
 Paciência
 
Hebreus 10:36 - Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.
 
Romanos 5:4 - E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.
 
Estamos sendo lapidados enquanto aguardamos a promessa, somos levados à nível de tratamento espiritual, sabe por quê?
 
Porque quando caminhamos em direção a terra prometida rumo à conquista, estamos experimentando uma capacitação de Deus, para que quando lá chegarmos, nós sejamos capazes de conquistar, enfrentando guerras e batalhas que lá encontraremos.
 
É no deserto que Deus forja o nosso caráter e são nas lutas que somos preparados para conquistar.
 
Salmos 27:14 - Espera no SENHOR, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no SENHOR. 
 
Quando estamos em batalha, não temos tempo para lamentações, murmurações e reclamações, temos que parar de olhar as circunstâncias e partir para o objetivo de conquistar nossa família da forma de Deus, para quando a Vitória acontecer, não nos vangloriarmos em nós, batendo no peito e dizendo que fomos nós que mudamos aquela situação, mas termos a humildade em dar toda Glória à Deus, sermos instrumentos em sua mãos e sabermos que não somos nada sem Ele.
 
1 Crônicas 29:10-17 - Por isso Davi louvou ao SENHOR na presença de toda a congregação; e disse Davi: Bendito és tu, SENHOR Deus de Israel, nosso pai, de eternidade em eternidade. Tua é, SENHOR, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, SENHOR, o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos. E riquezas e glória vêm de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo. Agora, pois, ó Deus nosso, graças te damos, e louvamos o nome da tua glória. Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos. Porque somos estrangeiros diante de ti, e peregrinos como todos os nossos pais; como a sombra são os nossos dias sobre a terra, e sem ti não há esperança. SENHOR, nosso Deus, toda esta abundância, que preparamos, para te edificar uma casa ao teu santo nome, vem da tua mão, e é toda tua. E bem sei eu, Deus meu, que tu provas os corações, e que da sinceridade te agradas; eu também na sinceridade de meu coração voluntariamente dei todas estas coisas; e agora vi com alegria que o teu povo, que se acha aqui, voluntariamente te deu. 
 
Sua família não é sua, mas do Senhor, então confie Nele, obedecendo com alegria, crendo na Vitória, pois Você já Venceu!
 
 
 
 
" TENHA UMA VIDA FAMILIAR VITORIOSA EM CRISTO JESUS " Parte Final
16/01/2012 08:46
 
Vitória na sua família - Parte Final
 
 
Tranquilidade de Espírito 
 
A paz é a tranquilidade de Espírito que tanto almejamos nos dias de hoje, a paz é ausência de guerra e de medo.
 
1 João 4:18 - No amor não há medo; pelo contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor.
 
O medo priva-nos de nossa paz, e a falta de paz acarreta preocupação e ansiedade, por isso que milhares de pessoas estão sendo destruídas.
 
Se houver ciúmes, inveja, amargura, desavenças, críticas: o fruto da Paz não poderá crescer em nós, pois a guerra está dentro de nós...
 
Se posicione, para não aceitar mais sentimentos de destruição (morte) em sua vida....
 
Dê ordem a sua alma: Alma! Aquieta-te agora! Eu sou o melhor de Deus, Ele me criou para Vitória e Prosperidade...
 
Em Filipenses 4:7 diz: E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus.
 
Este versículo quer dizer que o Senhor, através do Espírito Santo guardará as nossas emoções e a nossa mente.
 
Exemplo do menino Moisés: Êxodo 1:22 - Então ordenou Faraó a todo o seu povo, dizendo: A todos os filhos que nascerem lançareis no rio......
 
Sua mãe Joquebede para protege-lo da morte: Êxodo 2:3 - Não podendo, porém, mais escondê-lo, tomou uma arca de juncos, e a revestiu com barro e betume; e, pondo nela o menino, a pôs nos juncos à margem do rio.
 
A verdade é que na mente e no coração de Joquebede reinava a Paz de Deus! Estava certa que Deus estava no controle.
 
Quando sua alma estiver desfalecida e você se sentir sem vida...
 
Salmos 55;22 diz: Entregue suas preocupações ao Senhor, e ele o susterá; jamais permitirá que o justo venha a cair.
 
Se hoje sente um peso sobre você e não tem ânimo, passe a ouvir louvores, eleve o seu coração ao Senhor.
 
A palavra de Deus diz que o louvor liberta! Quando a alegria penetrar em sua alma, a sua força será renovada. 
 
Em Neemias 8:10 diz: A alegria do Senhor é a nossa força
 
Salmos 28:7 - O SENHOR é a minha força e o meu escudo; nele confiou o meu coração, e fui socorrido; assim o meu coração salta de prazer, e com o meu canto o louvarei.
 
Louve, louve e louve.....e sua paz será renovada...
 
 
 
 
 
 
 
" O SENHORIO DE CRISTO EM NOSSAS FAMÍLIAS SE FAZ NECESSÁRIO PARA QUE HAJA NELAS A VIDA ABUNDANTE PROMETIDA POR ELE A NÓS " Parte 1
18/01/2012 09:50
 
Governo da Família no Senhor  - Parte 1
 
 
Genesis 2
18 -E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.
24 - Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.
 
Genesis 1:28 - E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.
 
Aqui, está claro que o primeiro objetivo da existência desse casal, foi a glorificação do Nome do Senhor pelo trabalho que Adão e Eva iam fazer, que era a administração da obra do Senhor. Esta administração constitui uma base para um lar feliz, tendo a submissão da família ao Governo de Jesus Cristo. É preciso convidar o Senhor a entrar e tomar o Senhorio da casa.
 
Salmos 112: 1 a 3 - Louvai ao SENHOR. Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR, que em seus mandamentos tem grande prazer. A sua semente será poderosa na terra; a geração dos retos será abençoada. Prosperidade e riquezas haverá na sua casa, e a sua justiça permanece para sempre.
 
Quando entregamos o governo de nossa casa ao Senhor, há legalidade e então as promessas contidas acima, virão sobre nossa vida e descendência.
 
Salmos 127:1 - Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. 
 
A modernidade e a facilidade em termos recursos necessários, ganho financeiro pelas próprias mãos, estão fazendo com que as famílias dependam menos de Deus, tenham menos compromisso em servir a Deus, fazendo com que nossas famílias nem precisem ir à igreja, só vão quando der, mas, sem esforço, quando não der, não tem problema....
Esse espírito passa para os filhos que um dia serão assim também, não verão necessidade nenhuma de ir a igreja, a isso se dá o nome de religiosidade, mas, a bíblia diz que: se não dependermos totalmente de Deus, será inútil qualquer esforço.
 
Quando Abraão colocou toda a sua dependência em Deus a ponto de ir até o fim para obedecer a Deus, ele então pode afirmar, que Deus proverá todas as coisas, enquanto sua casa não depender de Deus (governo), você nunca verá a provisão de Deus em sua casa.
 
Tenha uma atitude de Vitória: Senhor...., hoje decido colocar a minha casa no teu governo e quero viver na totalidade de Sua dependência, sabendo que viverei longos dias de paz e alegria, com a provisão física e espiritual em meu lar.
 
 
 
 
" O SENHORIO DE CRISTO EM NOSSAS FAMÍLIAS SE FAZ NECESSÁRIO PARA QUE HAJA NELAS A VIDA ABUNDANTE PROMETIDA POR ELE A NÓS " Parte 2
20/01/2012 13:10
 
Governo da Família no Espírito - Parte 2
 
 
Efésios 5: 18 a 21 - E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito; Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração;
Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo; Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus.
 
Não há provavelmente uma área tão importante na nossa vida e na vida da igreja cristã quanto à família. Cremos que não há muita dúvida a respeito desta afirmação e concordamos que famílias sadias e equilibradas formam o sustento de igrejas e sociedades equilibradas. 
 
Efésios 5.18-6.4 é o texto clássico do Novo Testamento sobre o assunto. Nele o apóstolo Paulo traça princípios gerais para a família, as condições que regem o relacionamento entre pais e filhos, marido e mulher e o princípio dinâmico que deve controlar essas relações.
 
O que entendemos é que não devemos depender de nossas forças, o casamento precisa ser cuidado no contexto do Espírito Santo.
 
Qual o homem que pode, por si mesmo, amar a sua esposa como Cristo amou a Igreja?
 
Qual o marido que pode fazer isso na sua própria força humana e carnal?
 
Qual a mulher que, nas suas próprias forças, se submete ao seu marido no temor de Cristo,
como a Igreja está submissa a Cristo?
 
Quais os filhos que conseguem obedecer aos pais, nas suas próprias forças?
 
Quais são os pais que conseguem criar os filhos, pelas suas próprias forças? 
 
Deus nunca espera de nós que façamos com nossas próprias forças, somos incapazes, somos parte de uma raça caída, espiritualmente depravada e limitada pelos efeitos do pecado. Nós somos filhos de Adão e de Eva; herdamos a sua natureza; a nossa mente é obscurecida pelo pecado, a nossa vontade inclinada para o mal, o nosso coração endurecido.
 
Por esse motivo não somos (sem Cristo em nossas vidas) o que devemos ser à luz da Palavra de Deus.
 
Desta forma não podemos perder de vista o fato de que o Ap. Paulo determina que certas atitudes sejam tomadas pelo marido e pela mulher, pelos pais e pelos filhos, devemos usar os métodos de Deus, exemplo disso foi a Rainha Ester (Ester 4:16) que diante de uma situação, onde seu povo Judeu seria morto, se posicionou e resolveu lutar, chamando suas criadas e seu primo à jejuaram por 3(três) dias e então quando foi falar com o Rei Assuero (seu marido) em prol de seu povo, com sabedoria obteve a vitória.
 
Devemos agir em obediência à Palavra de Deus, mas fazê-lo na mais completa dependência da graça de Deus (favor imerecido) em nossas vidas.
 
Sem a graça de Deus em nossos corações, acabamos por violentar, ferir e matar os nossos entes queridos, por meio de palavras, olhares, gestos - coisas das quais muitas vezes nos arrependemos.
 
Hebreus 4:16 - Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade.
 
 
" O SENHORIO DE CRISTO EM NOSSAS FAMÍLIAS SE FAZ NECESSÁRIO PARA QUE HAJA NELAS A VIDA ABUNDANTE PROMETIDA POR ELE A NÓS " Parte 3
22/01/2012 10:44
 
Governo da Família nos Frutos do Espírito (Parte 3)
 
 
Gálatas 5:22 - Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
 
Uma pessoa cheia do Espírito Santo é de fácil convívio. Convívio é uma palavra chave em nossos dias. As pessoas sem o Espírito Santo precisam de estimulantes ou anestésicos para poder conviver com as outras.
 
Vamos ver esse ponto mais de perto. O Ap. Paulo escreve o versículo acima de Gálatas sobre o “fruto do Espírito”, ele usa o termo “fruto” figuradamente que significa o resultado da obra constante e poderosa do Espírito na vida dos cristãos verdadeiros. Comparativamente, o Espírito é como a seiva de uma árvore, que faz com que os frutos apareçam no tempo certo, como árvores de justiça, habitados e irrigados:
 
AMOR - Muitos confundem o amor no casamento com atração física ou companheirismo. Embora essas coisas certamente façam parte do verdadeiro amor, não representam todas as dimensões do mesmo. Esse amor é comparado pelo Ap. Paulo ao amor que Cristo tem por sua Igreja. Somente por meio da atuação do Espírito em nós é que poderemos amar assim. Talvez seja por isso que casais que não vivem uma vida espiritual profunda não podem desfrutar dessa dimensão do amor conjugal. 
 
ALEGRIA - Não vem somente quando as finanças domésticas estão equilibradas, quando os filhos estão indo bem na escola, gozando de boa saúde; ela vem em meio a circunstâncias difíceis, durante os momentos de profunda dificuldade, durante as tribulações. Que bênção se pudéssemos sempre receber o nosso cônjuge com alegria verdadeira no coração e no meio das provações e dificuldades da vida, exibi-la a todo instante! Assim também é PAZ da qual ap.Paulo fala.
 
LONGAMINIDADE - significa paciência. Estatísticas confirmam que a maior parte dos divórcios ocorre porque os cônjuges não conseguem lidar com a raiva e o ressentimento contra o outro, acumulados através dos anos. A psicologia moderna chama isto de incompatibilidade de gênios. Entretanto, cremos que o Espírito Santo produz em nós a longanimidade necessária para aceitarmos e superarmos as nossas diferenças naturais. Provavelmente, em boa parte dos divórcios, o que existiu não foi incompatibilidade de gênios, mas incompatibilidade com o Espírito Santo. Onde Ele atua, o bendito fruto da paciência aparece.
 
BENIGNIDADE e BONDADE, são muito parecidas. Significam sempre procurar o bem da pessoa amada.
Perto desses conceitos está o de FIDELIDADE. Essa é a qualidade de alguém em quem podemos confiar sempre. Fidelidade deveria ser uma das características mais marcantes do cristão. Ser fiel ao cônjuge - especialmente ser fiel ao que foi prometido durante a cerimônia de casamento - tem se tornado uma atitude cada vez mais rara na sociedade em que vivemos.
 
MANSIDÃO: Significa gentileza de atitude e de comportamento, em contraste com a rudeza de modos no tratamento de outras pessoas. Alguns tradutores da Bíblia verteram esse termo em algumas línguas simplesmente como “sempre falar de forma suave” ou “jamais levantar a voz para outra pessoa”. Mansidão é aquela capacidade dada pelo Espírito Santo que nos capacita a suportar com gentileza e paciência as provocações que inevitavelmente aparecem no relacionamento. 
 
Finalmente, ap.Paulo menciona o DOMÍNIO PRÓPRIO. Como este aspecto da operação do Espírito em nossa vida é importante no casamento! Literalmente, significa ter controle sobre o seu eu, sobre o seu ego. De todas as qualidades necessárias para um casamento feliz, talvez essa seja a mais importante - e a mais difícil de obtermos por nós mesmos. É somente pela graça e pelo poder do Espírito que podemos verdadeiramente ter controle sobre nosso espírito, emoções e reações.
 
Vamos personalizar esta oração do Apóstolo Pauo, para nossa família:
 
Efésios 3: 14 ao 21 - Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai, do qual recebe o toda a minha família nos céus e na terra. Oro para que, com as Suas gloriosas riquezas, nos fortaleça no íntimo do nosso ser com Poder, por meio do seu Espírito, para que Cristo habite em nossos corações mediante a fé; e que sejamos arraigados e alicerçados em amor e juntamente com todos os santos, compreendermos a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, conhecendo o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que sejamos cheios de toda a plenitude de Deus. Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu Poder que atua em nós, a Ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre! Amém!
 
 
 
 
 
" O SENHORIO DE CRISTO EM NOSSAS FAMÍLIAS SE FAZ NECESSÁRIO PARA QUE HAJA NELAS A VIDA ABUNDANTE PROMETIDA POR ELE A NÓS " Parte Final
24/01/2012 10:37
 
Governo da Família em Comunhão com o Pai – na prática Parte Final
 
 
Afinal, como ser cheio do Espírito Santo? 
 
1. RECONHECER A NECESSIDADE DE TERMOS COMUNHÃO COM DEUS -. O Senhor Jesus Cristo disse certa vez: 
 
João 7: 37 e 38 - No último e mais importante dia da festa, Jesus levantou-se e disse em alta voz: "Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva".
 
Ele se referia ao Espírito Santo. Ele disse: “Se alguém tem sede”. O primeiro passo é você reconhecer a sua extrema necessidade, reconhecer que a causa maior das atitudes errôneas para com o seu cônjuge e dos problemas que aconteceram é a falta do fruto do Espírito em sua própria vida. 
 
Não culpe o seu cônjuge, nem o seu temperamento, nem as circunstâncias. 
 
Comece assim, reconhecendo humildemente diante de Deus que você precisa dele e do seu Espírito. 
Note que o Senhor comparou a ação do Espírito ao movimento de águas correntes (vivas)
 
Quando a água é derramada, ela escorre procurando primeiro os locais mais baixos e quando os encontra, enche-os imediatamente. A água não sobe primeiro os montes.
 
Assim também o Espírito Santo, não vem encher corações altivos, soberbos e orgulhosos, mas sim aqueles que estão profundamente quebrantados. Você quer começar a se encher do Espírito? Comece dizendo, “ó Deus, preciso do Senhor em minha família, perdoa-me pelos meus erros, me instrua, me ensine a vida de acordo com sua vontade e não a minha!”
 
2. ORE PELA PLENITUDE DO ESPÍRITO. Suplique a Deus, “ó Deus, dá-me a plenitude do teu Espírito!” O Senhor Jesus disse certa vez:
Lucas: 11-13 “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” 
 
O ponto dessa comparação feita pelo Senhor é muito claro. Deus dará mais do seu Espírito aos que pedirem. O sentido é que Deus está pronto a nos dar os dons e as graças operadas pelo Espírito. 
 
3. REFORME SUA CONDUTA. Há certas atitudes que precisamos reformar: Peça perdão ao seu cônjuge, busque a graça de Deus para essa reforma tão necessária. O Espírito Santo é dado aos que obedecem a Deus (Atos 5.32) e os que andam querendo fazer a Sua vontade.
 
Sl 143. 10 - Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; que o teu bondoso Espírito me conduza por terreno plano.
 
Assim, separe tempo diário para as devoções particulares e domésticas, passando tempo com Deus, com sua Palavra. Louve ao Senhor (Salmos 22:3), Ele habita no meio dos louvores, quer dizer, você estará em sua companhia e certamente irá ouvi-lo.
 
Colossenses 3:16 - A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração. 
 
 
 
 
" MANTENDO O SEU CASAMENTO COMO SAGRADO E CONSAGRADO A DEUS A CADA DIA " Parte 1
26/01/2012 11:36
 
Matrimônio - Base Para A Organização Familiar
 
 
OBJETIVO: Sendo o casamento mais do que sexo e outros interesses pessoais, a escolha do cônjuge é de fundamental im­portância. Para se organizar a família é necessário que o matrimônio seja pratica­do por pessoa devidamente preparada para tal.
 
Veremos neste estudo porque as pessoas casam e qual o preparo necessário.
 
MEMORIZAR: "Venerado seja entre to­dos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão, à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará" - Heb. 13: 4
Texto da Lição: Gênesis 24
 
0 casamento é mais que uma união de corpos, é uma comunhão plena de duas pessoas, física e espiritualmente. 0 período da amizade e do namoro antes do casamento, está baseado na necessidade psicológica de se testar as possibilidades de adaptação e harmonia entre os jovens que pretendem casar-se.
 
A escolha do cônjuge é de extrema importância, daí a razão para os jovens nada fazerem apressadamente, pois dessa escolha dependerá a felicida­de de ambos. A influência que essa escolha irá promover na vida de cada um, determinará com certeza, o grau de santidade ou depravação a que estarão sujeitos e poderá conduzi-los para a felicidade ou infelicidade, como para o céu ou para o inferno.
 
Se aquele que é cristão, tiver um viver santo, com certeza irá influên­ciar sobre o outro para que tenha uma vida de santidade a serviço de Deus, da mesma forma como o não cristão poderá influí-lo para uma vida de deso­bediência e rejeição à vontade divina. Para que essa escolha seja bem feita, é indispensável que Deus participe dela. Quando a participação divina é aceita no casamento, o lar torna-se um pedaço do céu aqui na terra, e a proteção do Todo-Poderoso garante não somente a harmonia, mas a prosperidade, a paz, a alegria e o sustento, e a vida torna-se menos dolorosa e fatigante. Então se cumpre o que está escrito tio Salino 128.
 
São duas as escolhas importantes na vida.
 
A primeira é a escolha de Cristo como Salvador pessoal.
Dessa escolha depende a vida eterna.
 
A segun­da, é o companheiro(a) conjugal.
 
Escolher bem no matrimônio é tarefa árdua que depende muito da orientação divina.
 
É indispensável buscar a Deus, orando e submetendo-se a sua vontade, porque Deus sempre tem o melhor Para seus filhos. Aquele que busca a Deus para um matrimônio feliz, nunca será decepcionado (Jr 29.6; 33.3). Eis portanto a garantia do sucesso e da felicidade conjugal.
 
 
 
MANTENDO O SEU CASAMENTO COMO SAGRADO E CONSAGRADO A DEUS A CADA DIA " Parte 2
28/01/2012 12:16
 
Matrimônio - Base Para A Organização Familiar - Parte 2
 
 
PREPARANDO-SE PARA CASAR Ef 4.4-9
 
Em se falando de matrimônio e instituição da família, é importante que todos os jovens saibam que Deus estabeleceu padrões de comportamento pré­impeial, que, se observados, farão que o enlace seja o que de fato deve ser: o coroamento pleno da felicidade, a realização real de todos os sonhos de amor vividos durante o período em que ambos resolveram casar-se, instituir o novo lar. E necessário observar esses padrões, pois deles depende toda unia vida de casados.
 
Eis alguns fatores importantes:
 
Durante a passagem da infância para a adolescência, e daí para o amadu­recimento da juventude, profundas e significativas transformações acontecem na mente e no corpo do jovem. São mudanças físicas e psíquicas que aconte­cem trazendo novos interesses e desejos, aliados a um sentimento de auto-independência que os torna às vezes irreverentes. São os impulsos sexuais em desenvolvimento. Não há nada de anormal e de errado nisso, visto que o sexo como uma dádiva de Deus na criatura humana, se desenvolve, para ser usado conforme as leis de sua Palavra (Gn. 1.27).
 
Ninguém em condições normais e com instintos normais, está isento desses fenômenos fisiológicos sexuais.
Só um mentecapto é que negará a reali­dade e a importância do sexo no ser humano. É preciso compreender esses fe­nômenos para compreendermos o comportamento do jovem nesse período crítico de sua vida. A verdade é que Deus preparou tudo, visando a felicidade conjugal, e sem dúvida preparando o homem e a mulher para o casamento, e cujo fim é a perpertuação da espécie, o povoamento da terra, e a glorificação de Seu eterno nome       (Gn. 1.28).
 
0 casamento é também unia solução para os quatro problemas básicos de todos os jovens:
 
1) O Problema gregário.
 
Jovens normais detestam o isolamento. Ele precisa de afetividade e con­vivência. Se um jovem cristão não fizer parte de um grupo de convivência den­tro da Igreja, ele será tentado a ingressar em outro gupo lá fora, e aí surge o Perigo de "más companhias e maus ambientes", que podem ser fatal para a vida espiritual e social do mesmo.
A amizade e os bons amigos devem ser cul­tivados (Pv 17.9; 18.24; 27.6). Quando o jovem casa, acaba o isolamento so­cial
 
2) O problema da comunicação
 
A chave da felicidade matrimonial é o amor. E a chave para se conhecer as pessoa, é a comunicação. Não poucos casamentos tem fracassado, porque os cônjuges não se  conheciam devidamente. Não houve comunicação, diálogo franco e sadio antes do casamento.
A comunicação deve ser cultivada no lar, com a família, com os pais, entre os irmãos, e com os de fora, amigos, membros da igreja, e especialmente com Deus.
 
É assim que a Bíblia ensina At: 2.42: Hb:13.16; Rm: 12.13).
 
3 O problema sexual-afetivo
 
Por causa das transformações psicofísicas a que estão sujeitos os jovens nem sempre entendem seus pais, e vice-versa, e surgem os problemas emocionais, que nem sempre conselheiros, colegas, e outras pessoas podem resolver.
 
Então aí entra em ação a afetividade, o carinho, o amor de outro al­guém. Esse outro alguém é sem dúvida, o consorte matrimonial.
 
4) O problema vocacional
 
0 jovem desde cedo deve ser orientado para o trabalho. Associado à sua formação cultural que se adquire através do estudo, o jovem deve ter já sua opção vocacional quanto à atividade que deseja abraçar. Muitos desde cedo se, definem pelo magistério, advocacia, medicina, etc.
 
Outros, alcançam a maiori­dade, sem todavia terem definidos seus projetos. Nesses casos o casamento obriga-lhes a definirem-se profissionalmente.
Há também o problema da voca­ção ministerial. 0 ideal é que aquele que deseja abraçar o ministério, ainda jovem, tenha ao seu lado uma companheira também vocacionada.
Nesse caso não é somente a questão matrimonial em sí, mas o apoio moral e psicológico que o homem deve ter de alguém que partilhe com ele os mesmos ideais. Aí o casamento é indispensável.
 
 
 
 
" MANTENDO O SEU CASAMENTO COMO SAGRADO E CONSAGRADO A DEUS A CADA DIA " Parte Final
30/01/2012 10:19
 
Matrimônio - Base Para A Organização Familiar - Parte Final
 
 
NAMORO, NOIVADO, CASAMENTO. Gn 29.18-20; 1 Sm 18.17; Pv 18.22
 
São quatro as necessidades básicas de todas as criaturas:
 
Ser CONHE­CIDO,
 
ser INTEGRADO,
 
ser COMPREENDIDO,
 
ser AMADO.
 
Todas essas exigências que a natureza humana requer, elas são satisfeitas no casamento que envolve a três períodos:
 
a) NAMORO. É a fase do conhecimento da outra pessoa com quero pre­tende-se casar. E o início de uma procura meticulosa da outra parte da vida, porque não dizer, do próprio corpo (Gn 2.23).
Essa outra parte, homem ou mulher deve se encaixar perfeitamente às características e desejos que cada um possui. É a escolha que deve envolver muita responsabilidade, onde a Lei dos dois "RR" deve ser observada com cuidado.
 
0 primeiro R, deve ser de Razão que significa: Pensar antes de amar.
 
0 segundo R é do Romantismo, que deve significar: Amar depois de raciocinar.
 
Quem não observa esses pre­ceitos pode cair em laços de amargura e sofrimentos, especialmente aqueles que brincam com os sentimentos alheios e o coração das pessoas.
É bom não esquecer o que está em Galatas 6.7: "Não erreis: Deus não se deixa escar­necer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará".                         (comp. Os 8.7a).
 
Três são os tipos de namoro antibiblicos:
 
1 - Namorar para passar tempo. É namoro sem propósito, conhecido copo flerte.
Na maioria dos casos, é namorar para satisfação de desejos inconfessá­veis e atitudes promíscuas. Os que assim procedem acostumam-se a brincar com os sentimentos alheios, e até mesmo depois de casados, tor­nam-se levianos.
 
2 - Namoro misto. Não é namorar apenas o descrente ou incrédulo, mas é também aceitar seus pecados, vícios, mundanismo, problemas morais e tudo o que demais ele ou ela possua.
A Bíblia é frontalmente contrária a esse procedimento, e o cristão sincero deve evitá-lo      (Ed 9.1-3, 6, 11-15; 2 Co 6.14-18). É claro que se o namoro precede o casamento, a abrangência é igual.
 
3-Namoro de crianças. Unia criança não tem responsabilidade, logo tal procedimento deve ser desestimulado.Nesse caso,não existe amor e sim manifestação do instinto, o que pode levá-los à promiscuidade e desvios sexuais. E preciso orientação sadia, especialmente neste tempo de de­pravação moral tão acentuada. "Instrui o menino no caminho que deve andar, e até quando envelhecer, não se desviará dele." Pv 22.6.
Namorar é conhecer a outra parte, no bom sentido. É conhecer as características, personalidade, formação moral e espiritual da pessoa que pretende
fazê-la seu consorte. É conhecer a pessoa humana como ela é, como ela pensa,
como ela age. Isso é bom e necessário.
 
b) NOIVADO. Essa fase é a mais importante no período pré-conjugal. Nela os jovens devem discutir mais abertamente seus problemas, traçar suas metas, planejar o futuro de suas vidas.
Em função de estarem noivos, existe natural­mente uma aproximação mais afetiva, de maior intimidade e compartilhamen­to em suas atividades. Porém, é preciso salientar que o noivado não é o perío­do para legalização da permissividade e experiências sexuais.
 
0 noivado não é época para que sejam violados os padrões da decência e da moral.
 
Os que violam esses preceitos, e infringem principios éticos e espirituais, fatalmente no futuro se envergonharão de sí mesmos, quando à luz da justiça divina, tiverem que responder por seus atos.
É bom lembrar o que está escrito em Provérbios 6.27,28: "Pode alguém colocar fogo no seio, sem que seus ves­tidos se queimem . . . ? e Provérbios 20.21 diz: "Quem entra na Posse de uma herança com muita pressa, o seu fim não será abençoado."
 
É claro que tais advertências se aplicam também a esse tempo de preparação pré-nupcial.
Apesar de tão propalada liberalização sexual, hoje tão aceita no mundo incrédulo, a Bíblia não mudou em relação ao conceito do amor e do sexo, por­que seu autor jamais mudará. Ensina-nos a Palavra de Deus que o amor do ca­sal deve iniciar no namoro, no plano espiritual; continuar no noivado, no pla­no social; e realizar-se no casamento, no plano físico. 0 amor Eros é permissi­vo e de baixa qualidade, ainda que pareça grande em quantidade. 0 noivado deve ser uni tempo para reflexão, planejamento e organização, onde não so­mente os jovens, mas também seus pais devem tudo fazer para que o casamen­to seja o ápice da felicidade.
 
c) O CASAMENTO. Finalmente chegou-se ao ponto tão almejado. Os jo­vens estão preparados, a data marcada e os amigos convidados. Falta apenas a cerimônià. Aí começa então o grande evento: o Matrimônio.
Felizes aqueles que chegam a esse grande dia, acalentados pelos ideais da esperança, envoltos pela auréola da pureza e da santidade, límpidos, sem ter a consciência conspurcada nem o corpo submetido aos vis caprichos da concupiscência carnal. Felizes também, os que entre seus convivas, podem ter a pessoa extraordinária e maravilhosa de Jesus Cristo (Jo 2.1-11), porque se Ele não estiver, o casamento pode ter sido muito bonito sob o aspecto social, porém começou mal no que diz à vida espiritual dos noivos.
A beleza de uma cerimônia religiosa, a grandeza que há no gesto dos noivos genuflexos no altar, o lampejar de uma grinalda dourada sobre a cabe­ça de uma virgem, e o mais acurado ornamento que se dê ao sacrário, perdem seu valor, se Cristo não ocupar o primeiro lugar no lar recém-iniciado. Qual­quer cerimônia religiosa de casamento, sem Cristo reinando nos corações, é mero formalismo.
 
Não estamos falando da felicidade espiritual que vem da salvação, fruto de íntima comunhão com Deus pela fé, estamos falando sim, da feli­cidade matrinionial.
A partir do momento que duas pessoas se unem pelo ma­trimônio, mais uma célula germinal se estabeleceu na comunidade, logo elas tem deveres e direitos a serem observados e respeitados.
 
Começa aí uma gran­de tarefa.
 
Não existe casamento perfeito, porque não existem no mundo duas pes­soas perfeitas, que não falhem algum dia. Existe porém a possibilidade de que cada um, corrigindo suas falhas e imperfeições, procure dar ao outro o lugar que lhe é devido.
 
Eis o caminho para a felicidade conjugal:
 
1) Piedade dos conjuges diante de Deus (Pv 31.30)
 
Quando o casal vive para Deus, não há crise alguma que não possa ser vencida. A Bíblia ensina que quando dois concordam aqui na terra acerca de alguma coisa agradável a Deus, se LHE pedirem alguma coisa, isso lhes será fei­to (Mt 18.18,19). A piedade para tudo é proveitosa (1 Tm 4.8).
 
2) Amor recíproco, pleno e constante (Pv 10.12)
 
Sabemos que o amor não é a única causa da felicidade conjugal, mas é a principal. Se o amor não tiver sido consolidado, se não for o amor Storge, o amor afetivo, romântico e conjugal, logo no primeiro encontro entre os dois, o matrimônio começa a rachar.
Cuidado, para não perder o primeiro amor!
Paulo dá-nos a receita que contém a argamassa que torna o matrimônio livre de rachaduras (1 Co 13.1-8a).
É só utilizá-la.
 
3) Maturidade
A causa dos conflitos conjugais, em sua maioria de até 90%, é causada Pela imaturidade, ou da mulher ou do marido. O casal precisa estar maduro, isto é, desenvolvido em suas faculdades para equilibrar -se diante das adver­sidades, sem conflitos.
A personalidade de cada um deve estar bem estrutura­da para não se abalar no primeiro revés.
Três são as causas dos conflitos conju­gais: Imaturidade psíquica, social e espiritual.
É preciso superar esses desajus­tes, através de uma vida de oração, humildade, sinceridade e fidelidade de um Para com o outro, e para com Deus.
Havendo maturidade não haverá discór­dia nem desajustes emocionais.
 
4) Ajuste conjugal
 
As vezes demora, mas é preciso procurar. Havendo ajuste, haverá con­córdia. Casar é encaixar, é ajustar.
É preciso que o matrimônio seja estabele­cido por esse prisma.
Deus ajude os casais viverem ajustadamente.
 
 
 
 
" Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará " - Parte 1
01/02/2012 10:34
 
Família: Visão de Deus para o governo da terra - Parte 1
 
 
“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem    tornou-se alma vivente. Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu;     tomou-lhe, então, uma das costelas, e fechou a carne em seu lugar; e da costela que o Senhor Deus lhe        tomara, formou a mulher e a trouxe ao homem. Então disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e  carne da minha carne; ela será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada. Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne. E ambos estavam nus, o homem e      sua mulher; e não se envergonhavam.” (Gn 2:7,21-25)                                         
 
A Igreja do Senhor Jesus deve promover uma cura completa no espírito, alma e corpo. “E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. (I Ts 5:23). Se estivermos curados, as lutas e os ataques externos em nosso casamento, nossa família se tornarão em nada.
 
Deus formou o primeiro casal com um propósito específico: dominar. Este dominar se refere a um governo físico e espiritual. A pergunta é: como estabelecer o governo através da Família:
 
1. GANHAR toda a Família
 
Vamos cumprir o grande chamado de Deus começando em casa, fazendo campanhas de oração e jejum em prol de familiares, estabelecendo alvos para ganhar: avós, pais, irmãos, tios, primos. Assim enfraquecemos as forças espirituais e atamos os demônios da idolatria, trazendo a unção de salvação para toda a família.
 
Todos os casais envolvidos na Visão de Deus têm alcançado conquistas em muitas áreas de suas vidas, inclusive no âmbito familiar. E para isto é preciso:
 
1.1. Ganhar a confiança do cônjuge.
 
O diabo tem trabalhado na desconfiança. Muitos cônjuges não confiam mais um no outro. Relacionamentos desgastados e enfraquecidos. Podemos compará-los ao alicerce de uma construção, que não estão bem firmados e por isso trazem insegurança.
 
Muitos líderes tem credibilidade fora de casa, são tremendos empresários, atletas, grandes líderes espirituais, e dentro de casa não possuem credibilidade, a confiança foi abalada, porque é no dia a dia que conhecemos as pessoas e ninguém melhor do que o cônjuge e os filhos para dizerem quem somos de fato.
Que Deus nos faça os maiores conquistadores de toda a terra, e principalmente que o cônjuge e os filhos, possam viver uma vida de vitória, com o que vivem no cotidiano.
 
2. CONSOLIDAR a Família.
 
Podemos definir consolidar como entregar-se completamente. A consolidação dentro do lar exige investir tempo com os domésticos da fé. Ninguém consolida discípulos se não se entregar completamente. Não como consolidar a família se não tivermos qualidade de tempo. Precisamos nos importar com as necessidades.
 
a) Cônjuge
 
Separe um tempo do seu dia para a comunicação. Isto fará diferença em seu casamento, sentar juntos para conhecer o coração um do outro, saber quais sãos sonhos do coração de seu amor, quais as maiores dificuldades e o que você pode fazer para ajudar? Estar envolvido um com o outro, nos faz sentir importante e valorizado.
 
Querido líder aprenda a viver cada minuto do seu dia conquistando algo. É hora de consolidação em nosso casamento, vamos voltar a geração Isaque e Rebeca. Isaque orou muitos anos para que Deus abrisse a madre de sua esposa e teve essa postura diante de Deus porque sentia a dor de sua esposa. Deus os honrou e deles saíram os patriarcas das 12 tribos de Israel.
 
b) Filhos
 
Faremos história com nossos filhos, não com as nossas palavras, mas com os nossos atos. Sentar com os filhos, faz toda a diferença. Precisamos saber o que nossos filhos esperam de nós, no que precisamos melhorar, assim estaremos aprendendo e ensinando ao mesmo tempo. Nossos ensinamentos marcarão as vidas de nossos filhos pela eternidade. “Instrui o criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele”. (Pv 22:6)
 
Quando você chegar em casa sente com os seus filhos, converse, brinque com eles e depois você colherá os frutos. Nossos filhos são dádivas de Deus “Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão”. (Sl 127:3)
 
A Bíblia relata várias histórias de patriarcas que foram grandes conquistadores, mas que falharam na família como: Abraão, que foi um excelente líder, mas falhou com os filhos; Davi, o maior rei de Israel, consolidou todo o reino, porém, não viu as necessidades do primogênito Amnom, aquele que seria o herdeiro do trono, por esta falha perdeu muitas coisas.
É chegado o tempo de vitórias e conquistas. A consolidação familiar nos levará a consolidar as multidões.
 
 
 
 
 
" Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará " - Parte Final
03/02/2012 08:57
 
Família: Visão de Deus para o governo da terra  - Parte Final
 
 
3. Discipulado Familiar
 
Discipulado se traduz em maturidade, crescimento.
 
Como casal é importante sentarmos juntos para lermos a Bíblia e meditarmos nas suas verdades. Vivemos em um tempo de muitas atividades e compromissos, que muitas vezes nos fazem esquecer dos ensinamentos de Deus. Precisamos constantemente retornar à Palavra.
 
“Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de    todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo         caminho, ao deitar-te e ao levantar-te. Também as atarás por sinal na tua mão e te serão por frontais entre os teus olhos; e as escreverás nos umbrais de tua casa, e     nas tuas portas”. (Dt 6:5-9)                                                                                      
 
É assim que devemos viver em família, para que todos tenham um conhecimento pleno da Palavra de Deus.
 
Todo casal que estuda e pesquisa junto cresce em maturidade espiritual e intelectual e tem mais unção para doutrinar os filhos.
Isto fala de discipulado.
 
4. Enviar em unidade
 
Quando falamos em unidade traduzimos em equipe. Toda a família é uma equipe. Quando um casal se une com os filhos no mesmo propósito se tornam uma equipe poderosa e cumprem o Ide de Jesus.
Tudo o que fazemos em equipe, realizamos mais rápido.
 
“Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Pois se   caírem, um levantará o seu companheiro; mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão;   mas um só como se aquentará? E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois     lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa”. (Ec 4:9-12)     
 
É tempo de nos unirmos em casa e juntos fazermos história, a história de uma família que cumpriu o chamado do Senhor.
E então, colheremos as promessas contidas na Palavra.
 
 
 
" O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 1
05/02/2012 11:00
 
O Padrão Divino Para O Casal - Parte 1
 
OBJETIVO: O matrimônio envolve a participação inicial de duas pessoas: ma­rido e mulher. Assim sendo cada qual tem responsabilidade específicas e cum­prir para que o casamento tenha sucesso. Neste estudo abordaremos os deveres e responsabilidades do esposo e da esposa para manter a harmonia conjugal.
 
MEMORIZAR: "Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor" I João 4:8
 
Texto Aureo: Tito 2: 1-10
 
Uma das áreas do casamento que exige ajustamento perfeito, está rela­cionada com a harmonia de pensamento. Pensar juntos, dentro de um mesmo sentimento, movidos por um mesmo ideal, deve ser uma constante entre o casal. Isso é indispensável, uma vez que agora não pode haver individualismo.
 
Quando unia pessoa vive só, se acostuma a pensar sozinha, e em si mesma. 
Depois de casado, porém, o individualismo, por ínfimo que seja, torna-se egoísmo, e com consequências terríveis para a vida a dois. 
E necessário que ambos entendam que não podem prevalecer as opiniões pessoais e/ou algo co­mo:
 
"Isto é o que eu quero", mas sim. " Isto é que é bom para nós".
 
"Isto é o que eu quero", mas sim , " Isto é que é bom para nós". 
 
Quando o ca­sal não observa esse quesito importante, imediatamente começam, a surgir    pro­blemas. 
0 individualismo arrogante mata o amor, corrói o vínculo maior da felicidade conjugal.          
 
É importante observar filipenses 2:4.5. 
 
O belo exemplo dessa atitude encontramos em Adão logo após receber sua companheira. Ele disse: "Esta agora é osso de meus ossos e carne da minha carne: será chamada varoa, porque do varão foi tornada" Genesis 2:23.
 
Tal expressão afirmava que não haveria individualismo no casamento, mas que ambos comporiam uma só massa, formando uma só pessoa, ainda que separados no aspecto físico, todavia unidos no sentimento, deveriam vi­ver sob uma aspiração.
Ao dizer: Esta é . . ., e não, Eu sou ..., fica claro que Adão reconhecia ali o valor da mulher que recebera das mãos do Criador, não como uma escrava, objeto de seus caprichos, alguém que lhe satisfaria sexual­mente, mas, alguém semelhante a ele, com sentimentos, anseios, desejos e ne­cessidades que deviam ser partilhados mutuamente sem individualismo. Em tudo deviam viver, agir, pensar mutuamente.
 
0 machismo arrogante, prepotente e pernicioso, tanto quanto o feminismo rebelde, desobediente e descarado que se propõe impor em nossos dias, é diabólico, tem suas raízes no inferno e desfigura os valores éticos e morais do casamento, transformando-o numa coisa vil, indesejável, como se Deus houvesse errado em havê-lo instituido. 
 
Desenvolver um lar feliz, que se ajuste aos padrões bíblicos, é o que todos os casais precisam fazer.
 
Isso requer um perfeito ajustamento entre marido e mulher, para que os reflexos benéficos dessa ação influam sobre os filhos, e consequentemente sobre a própria sociedade.               ( Filip. 2:3,4).
 
Harmonizar os pensamentos, delinear os propósitos por um único prisma à luz da Palavra de Deus, faz parte da felicidade conjugal.
 
 
" O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 2
07/02/2012 07:47
 
O Padrão Divino Para O Casal - Parte 2
 
 
 
DEVERES E RESPONSABILIDADES CONJUGAIS - Efésios 5: 22 e 23
 
- DA ESPOSA.
 
A palavra de Deus tem muito a ensinar com respeito ao relacionamento conjugal. Ela possui mensagens, recomendações e mandamentos para os pais e filhos. Todos têm direitos e deveres, privilégios e responsabilidades.
Todos estão acobertados por uma garantia: A proteção divina para o lar. 
 
Há porém algumas exigências indispensáveis da parte de Deus para o casal.
 
a) Sujeição. 1 Pedro 3: 1-7
 
A Palavra de Deus ensina que mulheres devem estar sujeitas aos seus maridos. Esta sujeição, porém, está ondicionada ao amor. Sujeição sem amor transforma-se em escravidão ignóbil e cruel. E não é isto que Deus determina. A análise do texto na carta aos Efésios 5.22-33, quanto na epistola de Pedro - 3:1,7, mostram-nos que a sujeição requerida pelo Criador jamais violenta, a Personalidade da mulher, ou descaracteriza sua autoridade materna. Pelo contrário, ensina que tal sujeição deve ser um ato expontâneo de respeito, dedicação e amor, ,através da qual a esposa reconhece a autoridade paternal do esposo, e as responsabilidades que o mesmo possui como chefe da famí­lia. Tal atitude, diz o apóstolo, deve ser como um ato de amor a Cristo, como se estivesse honrando ao Senhor, à semelhança da Igreja. Sujeição assim jamais será servil, ao contrário dignificará sempre aquela que por natu­reza é a rainha do lar.
 
b) Dedicação. Lc 8:1-3
 
Uma mulher dedicada ao bem, é sempre temente a Deus, especialmente se é cristã piedosa. E pelo temor a Deus, tem prazer em servir a família, à igreja e  a sociedade.
Quando dedicada à família, torna-se alvo de admiração e respeito de todos (Pv 31.10-31).
Não é uma dedicação forçada, fingida, subserviente, porém, expontânea sincera.
Quando dedicada à igreja e à obra de Deus, é semelhante as mulheres que serviam a Jesus (Lc 8.1-3 ) e as que serviam os apóstolos (Rm 16: 1 - 16 )
 
Quando dedicada, á sociedade é como Dorcas que olhava pelas viúvas ( At 9 : 36 - 39 ).
Essas qualidades enalteceu a beleza feminina que não está no aspecto exterior, e sim, incrustrado no interior, no coração, que se revela num sorriso, num gesto delicado, numa palavra meiga, num olhar iluminado pela ternura.
Cada palavra, gesto ou olhar estão envolvidos por uma áurea de santidade, e aproximar-se dela é como colher rosas perfumadas, tal a serenidade, meiguice e amor que ela devota ao marido e aos filhos.
 
Essa é a mulher traçada por Deus, da qual Ele exige submissão ao marido, cuja característica é amor e dedicação.
A força desse amor e respeito imposto pela doçura de sua voz fará que todos orbitem em torno dela, e cada Palavra ou determinação será acatada, porque essa mulher não é escrava, nem objeto, mas, rainha, matrona de fato, esposa fiel e dedicada. 
 
 
 
 
 
O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 3
09/02/2012 10:07
 
O Padrão Divino Para O Casal - parte 3
 
 
- DO MARIDO 
 
Todo o edifício deve ser construído sobre uma base sólida, para poder permanecer firme no dia do vendaval (Mt 7 : 24 a 28), Assim todo o lar deve e precisa ser construído na base sólida do amor, sem o qual ruirá corroído pelas tempestades da vida. 
 
Quando amar é a tônica dominante na vida familiar, por mais que venham vendavais, lutas e tribulações de qualquer natureza, o amor fará que tal edifício permaneça ultrapassando as circunstâncias e o tempo ( 1 Cor. : 13: 4 a 8a ).
 
É por isso que a Palavra de Deus recomenda: "Maridos amai vossas mulheres, da mesma maneira que Cristo amou a Igreja e se entregou por ela"  ( Efésios 5: 25 ). 
 
Essa expressão dá a dimensão exata do valor que o amor possui no relacionamento marido e mulher. É o amor forte, indestrutível, expresso na doação da própria vida, à semelhança de Cristo que se deu pela igreja, re­mindo-a com seu próprio sangue.
 
Foi na doação da própria vida, na mais bela e comovente revelação de amor por nós, que Cristo tornou-se Senhor absoluto sobre todos nós (Cl : 1: 19 a 23 ). Amor "Storge" do grego, romântico, sacrificial, familiar. Esse é o tipo de amor que os maridos devem devotar á esposa.
 
a) Soberania sem arrogância ( Cl. 3 : 4 a 17 )
 
A Bíblia ensina que o marido foi destinado por Deus para ocupar a po­sição de autoridade no contexto familiar (Ef. 5:23). Isso implica que o marido possui soberania sobre a esposa, e posição de autoridade sobre a família da qual não pode abdicar.
 
Todavia essa soberania não é arrogância, imposição pela força bruta, aviltamento dos direitos que cada um possui como pessoa humana. Soberania em termos de família é o exercício da função paterna, fundamentado no respeito mútuo, moral ilibada, dignidade e honradez.
 
Soberania não é: 
 
1) Ditadura. A intepretação errada de Efésios 5.23  faz de alguns pais elemen­tos autoritários, ditadores que só exigem, mandam e impõem seus capri­chos para serem temidos.
 
Tais maridos jamais adquirem o respeito e o amor da mulher e dos filhos.
 
2) Não é garantida de respeito automático. É verdade que foi Deus que esta­beleceu o princípio de autoridade paternal; exercê-lo, porém, requer sabe­doria e humildade.
0 respeito da mulher e dos filhos pelo pai é a conse­quência do devotamento que ele demonstra pelos seus.
 
Nasce naturalmente pelo amor recíproco, (1 Pd 3.6 e 7 ) 
 
Não é individualismo. Por  mais que possua autoridade sobre a família, o marido fiel e dedicado, jamais toma decisões sozinho, alijando ( desobrigando )  a esposa dos negócios e responsabilidades familiares. 0 verdadeiro esposo não esquece que a mulher é parte de sua vida, como adjutora e com responsabilidade nas decisões familiares.
 
Nenhum esposo fiel e temente a Deus é individualista.
 
b) Soberania e deveres.  (Dt : 6 17-25)
 
Se soberania não é ditadura, imposição, individualismo, logicamente deve ser o exercício das melhores qualidades ligadas ao dever paterno. 
 
Soberania é:
 
1) Responsabilidade. Como cabeça do lar, chefe da família, o pai tem a res­ponsabilidade de trabalhar para sustento da próle. Sobre os ombros fortes do homens pesa o dever de sustentar, educar, orientar e dirigir a família. Por mais árdua que seja a tarefa, a esposa e os filhos esperam dele não so­mente o sustento, mas a dedicação e o amor. A segurança deles está apoia­da na certeza de que o pai jamais os abandonará.
 
0 chefe de família precisa ser diligente e trabalhador ( Ef: 4:25 a 28 ; 2 Tessal. 3: 6 a 14).
Infelizmente existem pais que estão fugindo dessas responsabilidades, entregando só a esposa o de­ver de trabalhar e sustentar os filhos. Além de ser uma covardia, é uma afronta aos sagrados ensinos da Palavra de Deus.
0 homem que procede dessa maneira envergonha a família, e perde a dignidade.
 
Deixar de cum­prir tais encargos é frustrar vidas, e lançar na marginalidade aqueles que um dia aspiravam ser felizes à sombra de alguém que lhes devia servir de am­paro e proteção.
 
Sabemos que hoje na maioria dos lares é necessário que a esposa trabalhe também para complementar a renda familiar, acarretando a ela um desgaste maior, então o marido deve ser solidário à esposa ajudando-a sempre que possível nos outros serviços domésticos para que a harmonia permaneça seio familiar.
 
Como está escrito : " Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo " ( Galátas 6 : 2 ).
 
2) Liderança. A verdadeira liderança não extrapola os limites dos direitos da mulher e dos filhos. 0 verdadeiro lider não exige respeito, ele é respeitado automátiçaniente.
Seu carisma, serenidade, companheirismo, atitudes exemplares faz que todos lhe obedeçam e o respeitem volutariamente e com amor.
 
É lider e não ditador. É pai e não carrasco. É amigo, companheiro e orientador da família.
 
3) Exemplo. 0 exemplo fala mais alto que as palavras. 0 exemplo marca a personalidade, define o caráter, influência o comportamento, modela o sentimento e educa a natureza humana.
 
Foi assim que Cristo fez, Ele é o paradigma de todos os homens. Os que se expelharam em seu exemplo po­diam dizer: " 0 que aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e viste em mim, o fazei ". ( Filip. 3:9 )
 
0 que Cristo foi para Paulo, foi para Timóteo, Tito e outros que através dos séculos tem seguido seus exemplos.
 
De igual modo deve ser para nós. È bom lembrar o que Paulo escreveu a Tito: " Em tudo te dá por exemplo " ( Tt 2.7 ). É isso que os pais devem ser, exemplo em tudo diante dos filhos.
 
É claro que estamos falando do bom exemplo.
 
Pais que dão maus exemplos en­vergonham a família, denigrem a honra, violentam o caráter, profanam ( corrompem ) a soberania paternal recebida de Deus.
 
Não são dignos do bom nome que tem, pai. 
 
 
 
 
" O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 4
11/02/2012 08:38
 
O Padrão Divino Para O Casal - Parte 4
 
 
MANTENDO A HARMONIA CONJUGAL  ( Efésios  4: 6 - 10 )
 
Já dissemos dos deveres e responsabilidades do casal.
 
Falaremos da harmonia conjugal.
 
No início de todo o casamento, é normal existirem peque­nas dificuldades e até tensões, cansequência do ajustamento que deve existir entre merido e mulher oriundos de ambientes, formação, princípios diferentes, o casal precisa justapor-se harmoniosamente, eliminando as arestas e as diferenças que cada qual possui, para o perfeito encaixe conjugal.  
 
Casar é o mesmo que encaixar. Para que o encaixe seja perfeito tem que haver a eliminação das diferenças, e isto implica em abdicação de certos caprichos, em busca da compreensão mútua, respeito recíproco e vontade de viver juntos para sempre. 
 
A busca dessa harmonia solidificará o casamento e assegurará a tranquilidade dos filhos que naturalmente virão e que precisam viver em  um ambiente tranquilo. Para isso são indispensáveis:
 
a) MUITO AMOR. 
 
Existem quatro palavras no grego que definem o amor. 
 
A primeira é "STORGE" que significa o amor romântico, conjugal e o familiar. É o amor afetivo, sofredor, sacrificial, desinteressado e construtivo, amor envolvente. 
 
A segunda é EROS que significa  o amor na sua forma sensual, ligado ao sexo. 
É o amor motivado pela atração física, de onde se deriva o adjetivo erótico, que é paixão sensual. 
 
Esse tipo de amor está liga­do ao casamento. 
Não há casamento sem envolvimento do sexo, visto que o mesmo é necessário e Deus assim criou o homem e a mulher. 
 
0 sexo é san­to através do casamento.
 
A terceira é "PHILEO", que significa afeição, carinho, dedicação, amor distributivo participação
serviço e gentileza para com o próximo. 
 
A quarta é "AGAPE" que significa amor divino, amor cristão, amor  na forma mais sublime que envolve inteligencia, emoção, vontade e compaixão. 
 
É o amor na sua plenitude.
 
E o amor que procede de Deus para nós. É o amor que promove salvação. 
 
Cristo é a expressão máxima desse amor divino.
 
Como se pode ver, todas essas formas de amor, estão ligadas ao casa­mento. E preciso pois cultivá-lo. 
 
Esse amor produz harmonia em tudo.
 
b) GENTILEZA, BONDADE, PERDÃO, LEALDADE 
 
A família não é uma organização competitiva, e sua estrutura básica está na afetividade que todos os seus integrantes precisam possuir. 
 
0 privilégio de todos é igual, quando todos se preocupam com a bondade, compreensão, simpatia, deli­cadeza no relacionamento familiar.
 
As quatro características acima, especialmente no relacionamento mari­do e mulher, solidificam os laços do amor. 
 
Quem é gentil é bondoso. Quem é bondoso perdoa, tolera, suporta as fraquezas alheias.
Isso é demonstração de pura lealdade, respeito pelas qualidades do outro, demonstração de inteligência.
 
0 marido leal não trai a esposa, como a esposa leal jamais trairá o mari­do. Traição que descura a lealdade não é somente no aspecto moral, envolve também o aspecto sentimental. 
 
Não precisa ser adúltero para ser desleal, basta não corresponder as aspirações do coração do cônjuge para ser desleal.
 
A palavra sincero, quer dizer: "sem cêra", sem trincadura, sem defeito.
 
Quando há lealdade conjugal, o tempo passa e com ele os contratempos, mas o amor permanece. 
 
0 leal não vive sob suspeitas. A fidelidade conjugal é como cristal transparente, brilha intensamente. 
 
"A mulher que teme ao Senhor essa será louvada ( Pv 31.30 ). 
 
Queres ser feliz no casamento, procura vi­ver sob a orientação da Palavra de Deus, procura manter o padrão divino e será feliz.
 
 
 
 
" O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 5
13/02/2012 14:36
 
O Padrão Divino Para O Lar - Parte 5
 
OBJETIVO: 
 
O que é um lar? 
 
Conceitua­remos no decorrer do estudo o lar como oficina de Deus para a formação dos pa­drões divinos no ser humano. 
 
Veremos o que é um lar cristão e sua influência na sociedade e nação.
 
MEMORIZAR: 
 
"Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor" –
Josué : 24:15
 
Texto do Estudo: Gen 18:17-19; Js 24: 14-16
 
Lar, do latim, lare, no grego significa: "Lugar onde se acende o fogo" é o lugar onde mora uma família. Recanto sagrado que abriga pessoas de uma mesma estirpe, o lar possui muito mais significado que qualquer outra organização humana. 
 
Com sua origem no jardim do Éden, e suas raízes fincadas nos primórdios da história da raça humana, o lar é: 
 
Sagrado, porque foi instituído pelo Criador; 
 
Singular, porque não pode ser alterado em sua constituição; 
 
Inviolável, porque abriga pessoas da mesma ascendência; 
 
Privativo, porque, deve ser o refúgio da família conservando a privacidade física, moral e espiritual dos que nele habitam.
 
Belo, porque nele fulgará a vida em sua forma mais original, 
 
Santo porque nele deve existir um lugar especial para Deus.
 
Qualquer desvio do plano divino acerca do lar, significa uma afronta ao Criador, e à inversão dos valores instituidor pelo casamento.
 
0 lar feliz não se estabelece na base da riqueza humana, nem nos conceitos de filosofias e tradições étnicas.
 
Um lar feliz se estabelece no princípio de temor a Deus, através da comunhão legítima entre um homem e uma mulher, en­volvendo seus descendentes, cuja felicidade é: a soma do amor, da com­preensão mútua, da tolerância e da paz que deve reinar entre os que nele
vivem.
 
A sobrevivência do lar depende da obediência à Palavra de Deus base única de sustentação de todos os valores éticos, morais e espirituais da fa­mília. 
 
Foi pensando nisso e apoiado nessa verdade que Josué disse: " Eu e a minha casa serviremos ao Senhor " Js 24.15b.
 
 
 
 
" O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 6
15/02/2012 08:19
O Padrão Divino Para O Lar - PARTE 6
 
 
 
LAR, OFICINA DE DEUS. Dt  6.4-9
 
A doutora Margaret Mead, renomada antropóloga mundial disse:
 
Achamos a única forma de unidade perfeita entre os seres humanos, o lar. 
 
No mundo inteiro, em todas as sociedades, primitivas ou civilizadas, o lar tem sido a oficina de Deus para forjar os homens e com eles caminhar de mãos dadas"
 
A inteligente afirmativa da ilustre doutora Margaret leva-nos a seguinte conclusão: 
 
Deus estava certo ao exigir de seu povo Israel a mais aprimorada educação, cuja escola devia ser o lar. Os israelitas eram obrigados a ensinarem seus filhos desde a mais tenra idade.
 
Os pais deviam incucar desde muito cedo, no coração de seus filhos, o conhecimento de Deus e de Sua Palavra.
 
Basta observar o texto em apreço para descobrirmos o valor do lar na formação espiritual e moral da pessoa humana.
 
Se o lar é a oficina de Deus para a personalidade humana,  os elementos responsáveis pelo lar devem ser seus instrumentos. 
 
Nesse caso o marido e a mulher devem ser a ferramenta de Deus para a formação dos elementos que ali habitam, os fillios.
 
É grande o papel que o lar exerce na vida de uma criança em formação. 
 
0 que a criança aprende ou deixa de aprender no lar, terá marcante reflexo em sua vida futura.
 
A influência do Iar sobre o indivíduo é tão forte que se o ambiente for sadio e impregnado de amor, fará da pessoa um elemento alegre, jovial e útil para a sociedade.
 
Se o lar for um ambiente hostil sobrecarregado de coisas ruins, o indivíduo ali formado, no mínimo será um marginal. 
 
Daí a grande responsabilidade que pesa sobre os pais.
 
 
" O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 7
17/02/2012 10:02
 
 O Padrão Divino Para O Lar - PARTE 7
 
O QUE É UM LAR CRISTÃO C1 3.18-25, 4.2-6
 
Em principio o lar é o lugar onde vive uma família. Uma casa vazia não é um lar .
Um apartamento onde residam algumas moças, não é um lar.
Uma pensão onde alguns rapazes vivam juntos, não é um lar. Lar é o lugar onde moram o marido, a mulher e os filhos, seja uma cabana de sapé, ou um palacete.
 
Um lar cristão é aquele onde Cristo habita.
No lar cristão Cristo não é um mero visitante, mas um habitante permanente.
0 lar só é cristão se todos os que nele habitam forem cristãos de fato, isto é : tenham experimentado a salvação e o processo do novo nascimento através do arrependimento diante de Deus, pela fé em Jesus Cristo.
 
Quando nemtodos os componentes da família estão dentro desses parâmetros, o lar pode ser um misto de cristianis­mo e outras coisas.
 
Num lar cristão todos seguem a Cristo e suas vidas são orientadas pelas diretrizes da Palavra de Deus. Todos reconhecem a soberania de Deus sobre suas vidas, e todos assumem a responsabilidade que Deus lhes outorga, que para servi-lo em sua obra, quer para testemunharem de Cristo no viver diário.
 
Quando um lar não é autenticamente cristão, e para isso basta que um dos membros da família rompa o élo de comunhão com Deus, surgem muitos desajustes, cujas consequências são: desquite, divórcio, separação, delinqüencia juvenil, e inúmeras outras misérias que envolvem a família.
 
É necessário conservar a unidade da fé, o altar da oração, a leitura da Bíblia Sagrada, a dedicação à igreja, o amor pelos irmãos, a comunicação espiritual, para que a chama do amor a Cristo não se apague.
 
0 lar é cristão quando todos amam, obedecem e seguem a Cristo sem reservas.
 
 
" O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 8
19/02/2012 10:54
 
O Padrão Divino Para O Lar - PARTE 8
 
 
O LAR NO PLANO DE DEUS - Gn  2 : 8,21-24
 
Ao estabelecer o matrimônio, Deus já havia providenciado um lugar que o homem e a mulher pudessem viver juntos. 
 
Era o primeiro lar para edênico.
 
Vê-se que Deus preocupou-se com a felicidade do casal, e criou um lindo jardim. Era um paraíso cercado de todos os cuidados divinos e de todas as belezas que a natureza oferecia. 
 
Tudo o que o homem precisava estava ali, nada faltava. Da minúscula flor ao mais exuberante de todos os animais da terra, da infíma pepita de ouro ao mais caudaloso rio, tudo estava à disposição do homem e sua esposa.
Era o Criador proporcionando ao homem um ambiente de felicidade perene. 
 
É por isso que ainda hoje, mesmo em meio a tão grande degeneração da raça humana, o casamento é um dos mais lindos momentos de felicidade na vida de um homem e uma mulher.
 
Não  importa a ruína que o pecado provocou na sociedade humana, o lar precisa ser um jardim.
Deus quer que o lar seja um paraíso de amor, onde seu cuidado possa manifestar-se na vida do casal e sua prole.
Se sofisticado ou simples, se rico ou pobre, o lar deve ser o lugar onde Deus possa estar presente como  estava com o primeiro casal no Éden. 
 
Naquele jardim havia fartura, a natureza exuberante era enriquecida pela vida animal, pelos rios caudalosos, pelo perfume das flores e do verde reinante. 
 
A vida vicejava em sua pujante força.
 
Era o primeiro lar, protótipo de milhões de outros que haveriam de surgir na face da terra.
 
Do ponto de vista divino, o lar deve ser um lugar atraente, aconchegante, limpo, adornado pela presença da vida, onde o ar seja puro e não impregnado de fumaça de cigarro, onde haja perfume de flores e não  asco de bebida, onde a mesa seja farta de pão e não de miséria. 
 
Cada comparti­mento do lar deve estar envolvido pelo bom gesto, pela decoração sóbria e capricho de quem o utiliza.
 
Um lar cristão não é um deposito de lixo.
 
Um lar cristão é um altar ornamentado diante de Deus.
 
Infelizmente muitos "cristãos" tem feito de seu lar um canteiro do diabo, onde estão concentrados a miséria, a perniciosidade, os vícios e toda espécie de imundícia moral, física e espiritual.
 
Que Deus tenha piedade desses lares.
 
 
 
" O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 9
21/02/2012 11:57
 
 O Padrão Divino Para O Lar - PARTE 9
 
A IMPORTÂNCIA DO LAR E SUA INFLUÊNCIA. Gn 18.L -19; RM 11.25-29
 
De todos os homens ilustres da Bíblia, Abraão é o único tido como o "amigo de Deus. (Is 41.8 ).
Amigo íntimo a quem Deus tudo segredava-lhe. Honra tal só era dispensada áqueles que viviam em comunhão com o Todo-Poderoso, e que estavam afinados com seus propósitos. 
 
Dentre as muitas qualidades de Abraão estava o fato de ter ele o propósito de bem ordenar sua casa. Deus viu no coração daquele homem, algo que Ele deseja ver no coração de todos os seus servos, o ideal de ter seus filhos ensinados e conhecedores da Palavra de Deus, e em obediência às suas leis.
 
0 plano da salvação dependia em muito daquele sentimento e santo propósito do velho patriarca. Ordenar sua casa significava transmitir à sua descendência uma herança eterna de conhecimentos divinos, leis e propósitos que haveriam de influênciar o mundo, mudar o curso da história e salvar a humanidade.
 
0 lar de Abraão era a oficina de Deus. Ali seriam forjados os valores morais e espirituais de um povo que haveria de legar à humanidade o maior de todos os homens, Jesus Cristo.
 
Bendito aquele lar. Foi lá que nasceu o filho da promessa, Isaque. 
 
Foi naquele lar que os anjos comeram e beberam à sombra da velha cabana insta­lada especialmente para recebê-los. Naquele lar teve início a grande epopéia da história de um povo que ainda hoje resiste ao tempo e ao mundo: Israel.
 
A história da raça humana teria sido diferente, e o destino dos homens a perdição eterna, se naquele lar não tivesse havido um lugar para Deus fazer cumprir seus eternos desígnios. 
 
A influência daquele lar espargiu os raios da divina graça que chegou até nós. 0 ponto culminante da promessa feita em Genesis 17:6.7, cumpriu-se na cruz do Calvário.
 
Que o lar do velho patriarca seja o paradígma de todos os lares cristãos de nossos dias, e que o mesmo Deus de Abraão encontre lugar em nosso lares.
 
 
" O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 10
23/02/2012 10:01
 
O Padrão Divino Para O Lar - PARTE 10
 
 
O LAR E SUA IMPORTÂNCIA PARA A NAÇÃO.
 
Lares bons formam o alicerce para uma nação forte e de princípios sadios, de cidadãos responsáveis, de políticos honestos e governos equilibra­dos.
 
Antes de surgirem as escolas, as igrejas, as tribos, aldeias, cidades e nações, surgiu o lar de toda a sociedade humana. 0 princípio de governo nasceu no lar. 
 
Grandes governantes que o mundo já conheceu, tive­ram suas vidas pautadas por princípios nobres adquiridos no lar. 
 
Na Bíblia conhecemos o grande líder Moises, criado por sua mãe Joquebed e seupai Anrão
que lhe forjaram um caráter e personalidades indômitos ( invencíveis ) que jamais cedeu em suas convicções diante das vantagens que o reino do Egito lhe oferecia.  ( Ex. 6.20; At -7: 17 a 22; Hb.11: 24 a 27 ).
 
0 grande lider e libertador de um Israel foi produto de um lar temente a Deus. informa- nos a história que mesmo vivendo no palácio, até os doze anos de idade, Moisés recebia constantes visitas daquela que fora sua ama-de-leite. sua mãe. 
 
Daqueles constantes con­tactos com sua família, Moisés tomou conhecimento de suas origens e da situa­ção de seu povo escravizado. 
 
Não foi difícil decidir-se pelo Deus de Israel, rejeitando a idolatria egípcia.
 
Antes dele, temos a história de José, que escravo de Potifar, preferiu não pecar com a mulher de seu senhor, indo para o calabouço de onde saiu para ser o Grão-Vizir do Egito, exaltado por Deus e aplaudido pelo mundo de então. ( Gn. 39: 1; 7 , 12, 20, 23; 41.38-44). 
 
De onde saíra tão grande personalidade, de moral tão incorrupta?
Sem dúvida de um lar de profundas raízes es­pirituais, o lar de Jacó e Raquel. 
Naquele lar José aprendera a amar a Deus e observar seus mandamentos. 0 amor que lhe era devotado por seu pai, acar­retou-lhe a inveja e o ódio de seus irmãos que o levaram ao desterro. 
 
Mas quando investido de autoridade para mandar prendê-los e vingar-se do mal que lhe fizeram, fez questão de não chorar diante deles, por causa do amor que lhes devotava (Gn 42.14-24).
 
Tal procedimento só podia vir de um homem que tivera um lar onde aprendeu a amar e perdoar. 0 Egito viveu a benesse da fartura, numa época de miséria, porque a frente do governo estava um homem de Deus, nascido num lar temente a Jeová. 
 
Poderíamos falar de Abraão Lincoln, filho de lenha­dor, criado num lar piedoso, numa fazenda do Kentucki. Sua trajetoria polí­tica que o tornou o décimo-sexto presidente dos Estados Unidos, que teve seus dias atribulados pela guerra civil americana, todavia; homem de oração, leitor assíduo da Palavra de Deus entrou para a história como um dos maiores es­tadistas do mundo.
 
 
 
 
" O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 11
25/02/2012 09:41
 
O Padrão Divino Para O Lar - PARTE 11
 
 
O LAR E SUA IMPORTÀNCIA PARA A SOCIEDADE -  ( 2 Crônicas17.1-10 )
 
No caso de Abraan Lincoln, sua infância desenvolveu-se num ambiente cristão. Seus pais eram batista, e consta que enquanto viveu naquela fazenda jamais faltou a uma Escola Dominical. Seu pai, um lenhador, sua mãe uma piedosa matrona, desde cedo o ensinaram a orar. E foi com oração que aquele grande estadista conseguiu unificar seus país. 
 
Diariamente ao entrar em seu gabinete presidencial, a primeira coisa que Abraão Lincoln fazia era ler a Bí­blia e depois ajoelhar-se para orar. Certa vez um dos ministros entrou naquele gabinete e ouviu Lincoln orando e dizendo: Senhor, ainda que minha vida sirva de holocausto, une esta pátria, sem o que, não haverá felicidade para a sociedade americana". Na verdade sua vida foi um holocausto, pois foi assassinado por João Booth, um fanático inimigo de seu governo. Todavia tornou-se o expoente máximo da democracia com seu conceito exposto no discurso feito em Gettysburg, como o "governo do povo pelo povo e para o povo,
 
A sociedade americana dependeu muito daquele lar onde Lincoln nas­ceu e foi educado. 0 lar verdadeiro imprime, em seus descendentes, valores que se perpetuam de geração para geração. 0 tipo de educação que dermos a nossos filhos dentro de nossos lares, ajudará a desenvolverem bons hábitos, senso de responsabilidade, obrigação, amor, lealdade e respeito para com os outros. (II Tm 1:3-5)
 
Lares assim é o que precisamos hoje, onde mães como Eunice e avós como Loide, imprimam ( ensinem ) valores espirituais em seus filhos, que possam vir a ser grandes estadistas e ministros do evangelho em nossas ciedades contemporânea.
 
No caso do rei Josafá, observamos que ele procurou dar continuidade à restauração promovida por seu pai, o rei Asa, que aboliu a idolatria em Judá e restaurou o culto ao Senhor. 
 
A expressão "ando nos primeiros caminhos de Davi, seu pai", o identifica com o predecessor do reino messiânico e legítimo herdeiro da casa de Daví. 
 
Seu coração temente a Deus, fê-lo grande apai­xonado pela lei do Senhor, a ponto de enviar por toda a terra de Judá, ho­mens que iam ensinando a lei do Senhor ao povo. 
( 2 Crônicas - 17 )
 
Enquanto em Israel, Acabe, o pior de todos os reis, implantara a idolatria e desviava o povo de Deus, em Judá, Jeosafá estava promovendo uma reforma religiosa em profundidade, porque seu coração estava inclinado para Deus e o exemplo de seu pai era seguido a risca.
 
É de homens formados em lares cujos os pais  são tementes a Deus , que precisamos para os dias de hoje também.
 
Conclusão:
 
Se o lar é oficina de Deus, se os pais são as ferramentas que Deus quer usar para a formação de seus filhos, se nossa sociedade clama por homens justos e tementes a Deus, qual deve ser a nossa posição diante de tamanhos desafios?
 
Fazer de nossos lares um altar, onde o holocausto de nossas vidas sirva de testemunho fiel para a glorificação de Nosso Senhor Jesus Cristo.
 
E ainda ressaltando que: devemos manter os mesmos  princípios estabelecidos para o nosso lar, na igreja de Cristo, independente da época em que vivemos. " O temor do Senhor  (ainda continua sendo)  é o princípio de toda sabedoria". ( Prov. 1:7; 9:10 )
 
 
 
 
" O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 12
27/02/2012 11:54
 
O PADRÃO DIVINO PARA A EDUCAÇÃO DOS FILHOS.  Parte 12
 
 
OBJETIVO: Mostrar a urgência dos pais ensinarem seus filhos dentro dos padrões bíblicos com amor e brandura, para que eles possam aprender a amar a Deus.
 
MEMORIZAR: Instrui ao menino no ca­minho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele "Prov. 22:6 .
 
Texto Bíblico: Ef: 6:1-9 ; 1 João 2 :14-17
 
Um dos maiores problemas de nossa época, é o da educação dos filhos.
 
Todas as tarefas são árduas, mas educar os filhos, se constitui neste tem­po presente, a mais árdua de todas. Bons eram os tempos passados, quando a sociedade não vivia precionada por essa avalanche de inovações e descuramen­to dos valores éticos, que naqueles dias eram conservados e transmitidos gera­ção após geração, e as famílias viviam em torno do lar, e todos propugnavam pela tradição e pelos bons princípios morais que a sociedade exigia.
 
Hoje, infelizmente, temos que admitir, a sociedade está corrompida, a tradição familiar desprezada, os valores morais conspurcados, e os lares acéfalos, onde nem pais e nem filhos se conhecem c se respeitam.
 
Vivemos hoje uma época de desagregação.
 
Isto porque o mais importan­te de todos os valores que o homem possui, sua dignidade como criatura de Deus, e sua comunhão com o Criador, foram relegados a um plano secundá­rio, e ninguém mais quer assumir o papel que lhe foi confiado, ser pai ou mãe, ou reconhecer que é filho e que precisa obedecer, respeitar e amar alguém.
 
Há porém uma esperança para aqueles que desejam viver pela Palavra de Deus.
 
Essa esperança está fundamentada na graça inspiradora que o Espí­rito Santo dá aos que desejam ver seus filhos nos santos caminhos do Senhor.
 
O preço todavia é caro.
 
É o preço da humilhação aos pés de Cristo, da obediência à Palavra de Deus, da renúncia, da paciência, da dedicação esmera­da e contínua, dos pais para com os filhos, mesmo aqueles que se rebelaram contra o lar, e com aqueles que ainda podem ser ensinados a servirem a Cristo e viverem como verdadeiros cidadãos, em meio a esta sociedade corrupta e desvairada de hoje.
 
 
 
 
 
O CASAMENTO É O COMPLEMENTO DE UM SER PARA COM O OUTRO - QUANDO ESTA INSTITUIÇÃO É DIRIGIDA TOTALMENTE POR DEUS - O SEU CRIADOR " Parte 13
29/02/2012 13:38
 
O PADRÃO DIVINO PARA A EDUCAÇÃO DOS FILHOS.  Parte 13
 
 
ENSINANDO OS FILHOS A AMAR A DEUS. ( Dt 11.18-25 )
 
O capítulo 11 de Deuteronômio focaliza a necessidade de se observar os mandamentos do Senhor, especialmente no que respeita a amar a Deus, e guardar os mandamentos que Ele ordenou para seus filhos. 
 
Do verso 13 em diante encontramos os benefícios dessa obediência, que redunda em felicida­de familiar e a prosperidade através da conquista, com a expressão: "Todo o lugar que pisar a planta de vosso pé, será vosso . . . "v 24a. Essa promessa vem como consequência da obediência, e boa condução que devemos dar à família, especialmente aos filhos.
 
Ensinar os filhos a amarem a Deus, é o que precisam fazer todos os pais cristãos de nossos dias. Amar a Deus não como um ser subjetivo e abstrato, mas, como um ser real, Todo-Poderoso, amoroso e bom. Jesus afirmou que o único ser bondoso é Deus (Mt 19.16-19).
 
O amor a Deus leva o indivíduo a abandonar o pecado, e faz com que a cria­tura obedeça-O incondicionalmente. Pelo amor a Deus os filhos amam tam­bém seus pais, e isto pela gratidão de terem conhecido o amor de Deus revela­do na pessoa de Jesus Cristo.
 
Nossos filhos precisam conhecer o plano da salvação. Isto só acontece se os levarmos a Cristo desde sua tenra idade. 0 dever de todos os pais cristãos é levá-los à igreja, orar com eles, ler a Palavra de Deus, ensinando-os a orar e a obedecer não somente a sí mesmos como pais, mas aos pastores, às autorida­des, às leis estabelecidas por Deus para a igreja e para a sociedade.
 
Deus disse de Abraão: "Ocultarei eu o que faço a Abraão . . .? Porque tenho conhecido que ele há de dar ordem a seus filhos e a sua casa, para que guardem o caminho do Senhor, e obrem com justiça e juizo; para que possa abençoá-lo e cumprir nele o que tenho falado". (Gn 18.17-19). 
 
Deus viu o coração de Abraão como vê o nosso coração. Estamos nós imbuídos do mes­mo propósito, o de fazer conhecido de nossos filhos, os mandamentos de Deus?
 
Conhecemos o caso do rei Ezequias, o rei de Judá, tido como um dos ótimos reis, que restaurou o culto e reordenou a vida espiritual de Judá. Durante 29 anos a nação prosperou e Deus o abençoou poderosamente. Todavia, alguma coisa aconteceu que fez Deus enviar o profeta Isaías para dizer-lhe: —ordena tua casa, porque morrerás e não viverás". (II Rs 20.1-
 
Por que teria Deus tratado Ezequias daquela maneira? 
 
Sem dúvida, ele esqueceu do mais importante, ordenar sua casa, seus filhos, ensinando-os a temerem a Deus. Basta ver o comportamento de Manassés seu sucessor, para se ter a ideia exata da mensagem de Deus: "Ordena tua casa . , .-. Manassés foi pés­simo, ímpio, cruel (II Rs 21.1-12). Segundo a tradição, mandou matar o pro­feta Isaias, serrando-o pelo meio.
 
Homens como Manassés o mundo tem conhecido aos milhares, porém homens tementes a Deus, ensinados no temor do Senhor, cujos pais levaram a amar a Deus tem sido poucos. 
É hora de cada cristão verdadeiramente nascido de novo, assumir esta responsabilidade diante de Deus e também diante dos homens para servir de exemplo à toda sociedade.

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