PARA CASAL - FAMÍLIA - Back-Up

CASAL - FAMÍLIA - BACK-UP 4

01/08/2012 11:36
    TODAS AS COISAS ME SÃO LÍCITAS, PORÉM NEM TODAS ME EDIFICAM OU AGRADAM A DEUS " 23/11/2011 08:17   Sexo oral e anal, mesmo durante o casamento, têm aprovação de Deus?   “Vós, maridos, amai as vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo...
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01/08/2012 11:30
    " NA SAÚDE DO LAR OS MÉDICOS RESPONSÁVEIS SOMOS NÓS, OS SACERDOTES DA CASA " Parte 1 13/09/2011 14:04  Relacionamento Saudáveis no Lar - Parte 1 Autor(a): Pr. David J. Merkh       Jeremy Glick foi um homem de verdade.  Tudo indica que ele e...

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01/08/2012 11:13
"ERRAR É HUMANO, RECONHECER O ERRO É DOM DE DEUS" 2011-08-07 12:24  Quando reconhecer que errou é tarde demais!  Amado(a), se você tirar um tempinho para ler esta história até o final, você terá lucrado muito neste dia. Uma mensagem ilustrada pode marcar nossa vida para sempre! Por Josué Gonçalves   Era uma vez um rapaz que ia muito na escola. Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais que, como bons cristãos, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido. UM BELO DIA, O BOM PAI LHE PROPÔS UM ACORDO: - Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um carro de presente. Por causa de carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia...

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CASAL - FAMÍLIA - BACK-UP 1

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 Estudos Para Casais
 
Placas de Advertência
 
(versículos chave, : Efésios 5:22 – 33 )
 
 
Para mulheres : A submissão é um dos princípios da Fé cristã, que devem ser seguidos pôr todos os cristãos – homem e mulheres.                                                                                                                                            
 
 Todas as determinações de Deus são para ser cumpridas e não discutidas .
 
 
1 ) Para Deus o significados de submissão é :
 
- render obediência humilde e inteligente a uma pessoa que foi investida de autoridade.
 
- Ter consciência da real tarefa da qual ela foi comissionada pôr Deus, para realizá-la independente de seus conceitos e princípios .
 
Ex : Igreja submissa ao Senhorios de Cristo.
 
- Isto não é humilhante, este relacionamento é a Gloria da Igreja de CRISTO.
 
- A mulher que não é submissa ao marido, também não é submissa a JESUS então as lutas que surgirem em sua casa, ela estará sozinha.
Efésios : 5:23
 
- CRISTO salva o corpo se a mulher deixar o marido ser o cabeça.
 
- O SENHOR salva o casamento, assim como ELE salva a Igreja da idolatria, adultério e falsas doutrinas.
 
- É necessário entregar tudo nas mãos de DEUS, indo muitas vezes contra sentimentos, pensamentos e opiniões, sujeitando-se espontaneamente ao esposo, desta forma a esposa está dando um passo de FÉ .
 
-   A mulher precisa TER FÉ para se submeter, mesmo quando o marido está ou aparenta estar errado.
 
- A submissão não depende das atividades e atitudes de seu esposo. Devem confiar e entregar tudo ao ESPIRITO SANTO.
 
- O mundo diz que : quando o esposo está conseguindo exercer sua liderança;  a esposa deve assumir.
 
- Porém a bíblia dá um conselho maior, ela deve permanecer submissa a cabeça e crer que a cabeça do esposo, JESUS assumirá o controle e começará a agir.
 
 A submissão ao marido não poderá levá-la a pecar.
 
Ex: A autoridade do esposo não é maior do que a de DEUS e sua Palavra (prov.. 14:1; 9: 10 Romanos 14:12)
 
- Esta submissão deve vir através do verdadeiro amor (Tito 2:4), respeito (Efésios 5:33), ajuda (gênesis 2:18), pureza (Tito 2:4), com um espírito manso e quieto (I Pedro 3:4) em ser uma boa mãe (Tito 2:5), em ser uma boa dona de casa (I Timóteo 2:15; cinco 5:14; Tito 2:5)
 
 
 PARA OS HOMENS: (Efésios 5:25)
 
O novo testamento foi escrito em grego, nessa língua há três palavras: EROS FHILEO – AGAPE.
 
 Que é traduzida para o português pôr uma só palavra: AMOR
 
- EROS = amor passional, sentimental e desejoso.
 
- FHILEO = amor fraternal, afeição
 
- ÁGAPE = é o amor que se avalia pelo sacrifício
 
 
 
O apostolo Paulo usou está palavra (ágape) quando escreveu “MARIDOS AMAI VOSSAS MULHERES” (João 15:13)
 
Quando o homem foi comissionado pôr Deus para ser a cabeça da esposa, foi lhe atribuído as condições necessárias para exercer tal função
 
Deus estabeleceu a família como à unidade básica da sociedade. Sendo que toda família necessita de um dirigente. E o marido é este dirigente responsável pela esposa e toda a família.
 
- Esta chefia deve ser exercida com amor, mansidão e consideração pela esposa e família.
 
(Um) PROVISÃO PARA AS NECESSIDDE ESPIRITUAIS
 
- Quando um homem ora com sua esposa, goza de maior intimidade, comunhão com ela.
 
- A intimidade que um casal experimenta durante um momento de verdadeira oração é muito maior do que o da união física. Pois ela se dá no plano espiritual, sendo que o espiritual controla, comanda e organiza o físico, material, natural.
 
O orar-nos trás três segmentos de intimidade:
 
a) Intimidade com a pessoa para quem oramos (DEUS)
 
b) Intimidade como a pessoa pôr quem oramos (próximo)
 
c) Intimidade com a pessoa com quem orou (esposa, irmãos da fé, igreja).
 
O esposo que quer ser um com a esposa precisa orar pôr ela e com ela.
 
O esposo que leva a sério o se papel no plano divino para e com sua família, não despreza o relacionamento de sua esposa com JESUS, nem foge à sua responsabilidade, dizendo:
 
“ISTO É ENTRE ELA E DEUS ’’
 
- Pelo contrario ele reconhece que sua missão, sob a orientação de DEUS, é ser a cabeça espiritual da família (esposa)
 
Como cristo é o Sumo Sacerdote da igreja o marido é o sacerdote da esposa, da casa, do lar.
 
- Controlado pelo Espírito santo
 
- Disciplinado no estudo diário da bíblia e na oração
 
Ele deve sempre Ter um momento diário de leitura da bíblia e da oração com a família.
 
2) Sustento material da família : (efésios 3:16 – 19 I Tim. 5:8) (Efésios 1:3; Mt. 6:33, S?i? 37:25)
 
(Efésios 4:28); A vadiagem do marido causa a destruição do casamento.
 
- O amor, a proteção, a segurança e o interesse pelo bem-estar dela, da mesma maneira que Cristo ama a Igreja. (apoc. 3:19)
 
- Honra, compreensão, apreço e consideração pela esposa.
 
- Lealdade e fidelidade totais na vivência conjugal
 
Quando tais condições não são exercidas pelo esposo, automaticamente interrompe-se sua comunhão com Deus, sendo então impedidas as suas orações de chegar a ELE
 
 
 PARA AMBOS
 
Para a bíblica, o casa
mento não é um contrato social entre duas pessoas. Ela o considera um mistério.
 
Todo casamento cristão tem o propósito de ser um reflexo da relação entre Cristo e a sua Igreja
 
Uma boa parte da felicidade real no casamento vem da disposição de dar e não receber
 
O casamento é moldado pelo relacionamento entre Cristo e a Igreja
 
O esposo tem de expressar à esposa um amor igual ao de Cristo, que deu a própria vida por sua noiva.
 
A esposa tem de demonstrar ao esposo, a mesma fidelidade que a Igreja deve demonstrar a Cristo, que é descrita em (EFÉSIOS 5:24-27)
 
Está é a meta do Espirito Santo para todo casal cristão.
 
 
 
CONCLUSÃO :
 
ESTÁ É A ADVERTÊNCIA DE DEUS,       PARA OS CASAIS CRISTÃOS.        (SL. 119:11, (Tiago-1:22)        e (Romanos-12:9 - 10)
 
 
 
Elio A. Loiola
 
 
 
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"FAMÍLIA: VEM DE ONDE?"
2011-07-05 15:34
 
FAMÍLIA - INSTITUIÇÃO DIVINA
2011-05-20 16:15
 
 A Família nasceu no coração de Deus, porém o divórcio nasceu no coração endurecido do Homem.
Quando o Senhor é  prioridade para nós, nós somos a prioridade para Deus!
Nenhuma família pode subsistir sem a presença amorosa e soberana de Deus.
Pois com Deus, tudo prevalece, sendo que sem Deus nada acontece.
Por este motivo muitos casamentos são destruídos facilmente, sendo que aqui no Brasil conforme estatísticas de cada quatro casamentos, um termina em divórcio em até dois anos.
Pois o principal elemento destes casamentos não estão em Deus e no que ELE ensina, mas sim em outros fundamentos e objetivos,  em entendimentos próprios e circunstâncias vivenciadas e pensamentos filosóficos de outros,  dos  quais não são e nem  chegarão a ser alicerces para edificar qualquer tipo de estrutura, principalmente uma que pode alterar os nossos destinos por toda a eternidade. E na maioria da vezes queremos edificar este relacionamento, (o casamento) em coisas efêmeras (passageiras, transitórias) e não no perene  que é Deus, o Eterno. Saiba que só Deus pode restaurar o que foi um dia destruído, não importando o que,  pelo que e por quem foi destruído, basta permitir que Ele seja a prioridade deste relacionamento, pois o verdadeiro casamento, do qual o homem não separa é aquele em que Deus edifica,  habita, dirige, provê, consola e fortalece para sempre até que a morte de um dos cônjuges ocorra.
Medite nisto e defina como está o teu casamento e quem está na direção dele, com muita atenção e sinceridade.
 Referências biblícas:  2 Timoteo 3:16, Mt 11: 28, 29 e 30,  18: 20, Marcos 10:1 a 12,  Lc 16:18, 19:5, 9 e 10, Lc 21:33, João 14: 23 e 15: 1 a 11, 2 Cor. 13: 5.
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Elio Loiola
 
 
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"O INIMIGO DA FAMÍLIA"
2011-07-05 15:39
 O DESTRUÍDOR DE LARES
 
Embora raramente identificado, o pecado do egoísmo é o culpado responsável por quase todos os problemas, tristezas, miséria e divisões que ocorrem no lar. Uma das marcas dos “tempos difíceis” sobre a qual Paulo profetizou era que os homens seriam egoístas (2 Timóteo 3:1-2). E, como é triste quando os maridos e as esposas negligenciam  as necessidades da família em troca das preferências pessoais, pensando nos termos do egoísmo: O que eu quero, o que eu gosto, meus direitos, meus interesses, e minha felicidade. Pensar de tal modo é praticamente a garantia de tempos difíceis no lar. Mas poucas pessoas vêem o egoísmo como um problema pessoal.
 
Como H.W. Beecher disse, “O egoísmo é aquele vício detestável que ninguém perdoará nos outros, e ninguém está sem ele dentro de si." É nossa inclinação a nos vermos como as vítimas do egoísmo em vez de culpados. Como uma esposa infeliz sobre a qual li recentemente foi ouvida dizendo, "Meu marido não mostra nenhum interesse no que eu faço. Tudo que importa a ele é o que ele faz naquele lugar - seja lá onde é - que ele trabalha!" Tal atitude pode descrever-nos mais do que nós queremos admitir. Como o povo de Deus, nós não somos ignorantes a respeito dos dispositivos de Satanás (2 Coríntios 2:11), de como o pecado é enganoso, nem de seu poder cegante. Por isso, por mais remoto e improvável que possa parecer, nós devemos ver a possibilidade de egoísmo nas nossas próprias vidas! Como o filho pródigo, cada um de nós deve cair em si para superar a si mesmo (Lucas 15:17). Como Paulo disse, "Examinai-vos a vós mesmos..." (2 Coríntios 13:5), teste seus motivos com honestidade absoluta pois ninguém pode lidar com um problema que não admita que tenha.
 
Negar a si mesmo é uma das primeiras lições a ser aprendida pelo seguidor de Cristo (Mateus 16:24). Nada é mais fundamental para a obediência e justiça. Sem isso, nenhum homem pode verdadeiramente amar sua esposa como Cristo amou a igreja (Efésios 5:25). Como o amor de Cristo sacrificou a si mesmo para a igreja, assim deve ser o amor do marido para sua esposa. É um amor que dá sem egoísmo. Sem isso, as esposas não podem ser submissas a seus maridos, assim com ao Senhor (versículo 22). O mesmo espírito que leva à submissão ao Senhor deve levar à submissão entre o marido e a esposa. Ser o que o Senhor quer que eu seja significa ser o que devo ser com meu cônjuge. O egoísmo, então, é um pecado contra o homem e Deus – e, muitas vezes, contra os filhos.
 
Conseqüentemente, criar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor (Efésios 6:4) envolve negar a si. Por exemplo, criar os filhos para o céu leva tempo. O egoísmo rouba esse tempo precioso de muitos filhos – sob um pseudônimo, para ter certeza. Ocupado demais, cansado demais, para falar e responder perguntas, para ler a Bíblia, para orar com eles, para levá-los aos cultos. Mas, talvez o que seja pior são aqueles filhos que sofrem porque os pais egoístas dividem o lar em vez de negar a si. É quase impensável que alguns negociariam uma família boa pelo prazer próprio; por uma garrafa, por um amante, pelos "bons tempos". No entanto, continua a acontecer, até em alguns que alegam ser cristãos. Dessas formas, e de outras até ainda mais sutil, o egoísmo é um grande destruidor de lares. Que Deus possa nos ajudar a removê-lo das nossas vidas.
 
–por Dan S. Shipley - transcrito por Elio Loiola
 
 
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"EDIFIQUE SEU CASAMENTO DIA APÓS DIA"
2011-07-05 15:43
  37 Coisas que se Deve dizer ao Cônjuge
Steve Stephens
Um casamento feliz é um porto seguro onde podemos relaxar e nos recuperar das tensões do dia-a-dia. Precisamos ouvir coisas positivas de nosso companheiro ou companheira. Da mesma forma que eu reuni alguns amigos para relacionarem uma lista do que NÃO se deve dizer ao cônjuge, eles também sugeriram o que gostariam de ouvir.
Belo trabalho!
Você é maravilhoso(a).
O que você fez foi muito bom.
Você está deslumbrante hoje.
Eu não me completo sem você.
Agradeço tudo o que você tem feito por mim em todos esses anos.
Você está em primeiro lugar na minha vida, antes dos filhos, da carreira, dos amigos, de tudo.
Estou feliz por ter-me casado com você.
Você é o(a) meu (minha) melhor amigo(a).
Se tivesse de começar tudo de novo, eu me casaria com você.
Como quis ter você ao meu lado hoje!
Senti sua falta hoje.
Não consegui parar de pensar em você hoje.
É bom acordar a seu lado.
Você sempre será o meu amor.
Adoro ver o brilho em seus olhos quando você sorri.
Como sempre, você está com uma ótima aparência hoje.
Eu confio em você.
Eu sempre posso contar com você.
Você faz com que eu me sinta bem.
Estou muito orgulhoso(a) por ter-me casado com você.
Sinto muito.
O erro foi meu.
Do que você gosta?
Em que você está pensando?
Quero ouvir com atenção.
Você é muito especial.
Não posso imaginar viver sem você.
Eu gostaria de ser um(a) companheiro(a) melhor.
O que posso fazer para ajudar você?
Ore por mim.
Estou orando por você hoje.
Eu aprecio cada momento que passamos juntos.
Obrigado(a) por me amar.
Obrigado(a) por me aceitar.
Obrigado(a) por ser meu (minha) companheiro(a).
Você torna meus dias mais brilhantes.
Postado por Elio Loiola
 
 
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"" OS QUE PERSEVERAREM RECEBERÃO A VITORIA"
2011-07-25 10:46
 Lute pela Família!
Neemias foi da Pérsia para Jerusalém, no quinto século antes de Cristo, para incentivar os judeus a reconstruirem as muralhas da cidade santa. Muitos judeus haviam voltado para sua terra nos 90 anos anteriores, mas sentiram-se inseguros devido ao estado péssimo dos muros de proteção ao redor de sua cidade principal. Neemias, um servo de Deus dedicado e capaz, fez uma vistoria, motivou os
trabalhadores e organizou as obras (Neemias 1-3).
Os inimigos de Israel não gostaram disso. Quando não conseguiram impedir a construção, ficaram zangados e decidiram atacar Jerusalém. Fizeram esses planos no pior momento para os judeus, pois os
trabalhadores estavam cansados e tentados a desistir (leia Neemias 4:1-10). Neemias soube da ameaça e armou o povo para se defender. Ele percebeu a preocupação da população e desafiou o povo cansado
a resistir aos inimigos: “Não os temais; lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e pelejai pelos vossos irmãos, vossos filhos, vossas filhas, vossa mulher e vossa casa” (Neemias 4:11-14).
Não era questão de defender a honra de um governante, e nem de defender posses materiais. As próprias famílias foram ameaçadas, e Neemias pediu que cada homem fosse corajoso em protegê-las.
A nossa tarefa hoje não é a construção de uma cidade terrestre. Os seguidores de Cristo participam da “Jerusalém celestial” (Hebreus 12:22-23). Devemos nos preocupar com o nosso próprio crescimento espiritual, e com o crescimento do povo de Deus (1 Coríntios 3:9- 15). Quando progredimos, o Inimigo procura nos impedir. Se ele não conseguir, fica zangado conosco e procura outras maneiras de atacar (leia 1 Pedro 5:8-9; Tiago 4:7-8; Apocalipse 12:1-17). Enfrentamos inúmeros atentados do Diabo contra a família. Somos ameaçados
com imoralidade, falsas doutrinas, etc. Se perdermos essas batalhas, pessoas queridas podem sofrer (considere as conseqüências do pecado de Acã – Josué 7). O homem que não serve a Deus prejudica a sua família. A mãe infiel guia os filhos no caminho errado.
Você ama a sua família? Quer ver seus filhos no céu?
Seja fiel a Deus. Lute por seu lar!
 
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"UMA FAMÍLIA PARA DEUS"
2011-07-24 12:39
 A FAMÍLIA - A DESCENDÊNCIA PARA DEUS
Ml 2.15, “E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade.”
Todos os males da sociedade sejam financeiros, políticos, trabalhistas, escolares ou religiosos têm a sua origem no coração do homem. Sabemos como é o coração do homem (Jr. 17.9; Rm. 3.10-23). A instituição que Deus estabeleceu, ainda no jardim do Éden, vinculando um homem e uma mulher de maneiras específicas formando uma unidade é o que chamamos “casamento ou matrimonio”. O ambiente formado pelo amor exercido por todos os membros resultante desta união cria o que chamamos de “lar”. O lar tem suma importância na vida humana, pois é o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e a moral de cada ser humano. Podemos dizer que a forma como caminha o lar caminha o mundo, e também, o que é bom para a família é bom para o mundo.
Tal lar, tal mundo
Reconhecendo a existência e a influência do pecado, sabemos que nem todos os lares estão operando com as mesmas regras e propósitos. Aprender o que a Bíblia ensina sobre o assunto do lar é um bom começo para qualquer lar alcançar o alvo que Deus tem para todos aqueles que se comprometem diante dEle a cumprirem os votos solenes e sagrados de matrimônio.
Há um Propósito para o Casamento: Deus deseja uma descendência para Ele. Ele deseja esta continuidade, ou seja, uma persistência de características que O agradam.
Deus criou tudo para a Sua glória (Rm. 11.36). Ele criou o homem para servi-Lo e deu-lhe uma ajudadora idônea para conseguir este fim (Gn. 2.18-25). É lógico que chegamos à conclusão que o casamento, aquilo para qual Ele fez os dois a ser um, é para produzir uma descendência para Deus. Por que Deus instituiu o matrimonio? Por que Ele buscava uma geração que vive para a Sua glória.
Deus estabeleceu o casamento para atingir a Sua descendência. Longe de ser um ambiente onde a carne pode reinar na sua paixão egoística, o casamento é a instituição que Deus deseja usar para que haja uma geração que O glorifique. Nesta instituição única, onde o homem e a mulher faz uma união inviolável, Deus honra-a dando apenas a ela o meio de ter uma descendência para Ele. Ele manifestou o quanto o lar é próximo ao seu coração instituindo-o antes da igreja ou do governo civil.
Ml 2.15, “E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade.”
Abençoado o casal que se guarda em seu espírito, sendo fiel um para com a outro! Aqueles que determinam e insistem em não ter respeito às limitações divinas, terão de responder a Deus (Hb. 13.4, “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará”)!
Há um Fruto que Deus deseja do Casamento. É evidente que o homem não vive para sempre neste corpo na terra. Se Deus tiver uma descendência, e se desejar usar o matrimônio para isso, é evidente que filhos desta união serão necessários. Quer dizer, Deus designa que o casal que O teme tenha fruto, ou seja, filhos.
Não simplesmente que tenha filhos, mas uma descendência para Deus. Para isso será necessária a graça de Deus (Jo. 15.3-5, “sem mim nada podes fazer”) e a sabedoria que oriunda do temor de Deus (Pv. 1.7, “O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.”; Tg. 1.5-6).
Esse fruto do ventre que é seu galardão não é produzido por acaso, ou pelo instinto do homem. É produzido através de muitas orações zelosas pelos pais.
A aplicação fiel da Palavra de Deus em todas as situações no lar é primordial para ter tal galardão.
Também aquela disciplina corporal que é consistente e amorosa, aquela que visa o ensino de responsabilidade pessoal e não aquela que busca estabelecer o machismo.
É exigido o ministério fiel e responsável de uma igreja neotestamentária. O lar que tem a descendência que Deus busca fielmente participa numa congregação neotestamentária pela qual o Filho de Deus se deu a Si mesmo (At. 20.28).
Também não sejam presunçosos em si mesmos. Se não tiver um exemplo fiel dos pais submetendo-lhes alegremente à Palavra de Deus para com os seus próprios deveres no lar, qualquer ensino aos filhos para com os deveres deles no lar será suspeito.
Sl. 127.3, “Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão.”
A Graça de Deus Necessária para ter A Descendência de Deus. Estes filhos que tornarão a ser a valiosa herança do Senhor dada por Deus ao casal que deseja O honrar, não começam como anjinhos. Nas suas naturezas humanas, mesmo não aparecendo assim, são como qualquer pagão (Ef. 2.2-3; Tt. 3.3; I Co. 6.11).
Em tempo determinado a graça de Deus será eficazmente operada nos corações destes filhos (Jo. 10.27, “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem”; Fp. 2.13, “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.”).
Pela pregação da Palavra de Deus o Espírito Santo operará soberanamente entre estes mortos em ofensas e pecados, trazendo cada um daqueles que o Pai tem dado a Cristo a se arrepender dos seus pecados e crer pela fé no Salvador Jesus Cristo. De tais cristãos são criados os filhos que são a descendência para Ele: Ef. 2.8-10, “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.”; II Ts. 2.13-14, “Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade; Para o que pelo nosso evangelho vos chamou, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.” Louvado seja Deus pela Sua graça manifesta pela salvação em Cristo Jesus!
Já conhece essa graça? Tem sido levado a reconhecer os seus pecados? Já se viu culpado e condenado eternamente pelos seus pecados? Saiba que Jesus Cristo foi feito pecado no lugar dos pecadores que se arrependem dos seus pecados e creem nEle pela fé. A cada um destes Deus imputa a justiça de Cristo: “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.”, II Co. 5.21.
A Graça de Deus para com os Filhos que já estão Crescidos, ou não estão sendo uma benção, se estão numa prisão ou continuam não salvos, saiba que a graça de Deus não é limitada apenas para os avisados desde cedo! Pode aparecer uma impossibilidade que as suas orações sejam respondidas, mas a verdade é: “As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus”, Lc. 18.27. Seja animado pelas promessas de Deus dar aos que dEle pedem, de encontrar aos que O buscam e de abrir aos que batem (Mt. 7.7) Tenham bom ânimo! Peçam que Deus seja gracioso para com eles, busquem a misericórdia dEle em favor deles e batam às portas do céu suplicando-O que faça o impossível entre seus filhos!
A graça torna pecadores imundos de todas as idades em servos fieis (I Co. 15.10, “Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo.”) Onde o pecado é grande, a graça é maior (Rm. 5.20, “Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça;”).
Como disse o Pr. C. H. Spurgeon: Maravilhosa graça! Deus nos dá graça, e depois nos galardoa por tê-la. Ele opera em nós, e depois determina o fruto daquela operação como nosso. Operamos a nossa salvação em temor e tremor por que Ele opera em nós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade (Fp. 2.12, 13)
Ml 2.15, “E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade.”
Há uma Estrutura que Deus Deseja para O Casamento. O propósito divino daquele casamento abençoado que produz a descendência de Deus geralmente não vem de qualquer lar. Essas bênçãos de Deus são produzidas geralmente daquela união onde o temor de Deus é evidente pela obediência amorosa da Sua palavra. Através desse tipo de união que respeita a estrutura que Deus deseja, virão os filhos que os pais cristãos almejam.
Essa estrutura original estabelecida por Deus no jardim de Éden não foi abolida quando o pecado tornou realidade. Tinha mudanças e adaptações mas não foi eliminada.
Antes do pecado:
O lar tinha limitações: não comer tudo, pois apenas a erva e fruto eram liberados para o consumo do homem: Gn. 1.28, 29; 2.17.
Nesta instituição divina houve a responsabilidade de o homem trabalhar: dominar sobre os animais, Gn. 1.26-28; lavrar e guardar o jardim, Gn. 2.15.
O primeiro lar pelo qual Deus desejava uma descendência para Ele ainda antes do pecado tinham posições diferenciadas que foram determinadas pelo soberano Deus: Adão o líder, Eva a ajudadora, Gn. 2.20-22; I Tm. 2.10-13, “Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva.”. Essas posições não eram baseadas pelo valor pessoal de nenhuma das partes. As posições eram baseadas na soberania, a sabedoria e na vontade de Deus para que o lar produzisse uma descendência para Ele. Essa vontade divina colocou o homem como o primeiro responsável no lar: Gn. 2.16, 22; 3.6; Rm. 5.12. Para que Deus tivesse a descendência que agradava a Ele, a mulher foi criada para ajudar seu marido neste propósito: Gn. 2.20-23; I Co. 11.3, “Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem, e o homem a cabeça da mulher; e Deus a cabeça de Cristo”, 7-9. Depois do pecado sabemos que os filhos têm uma posição determinada por Deus também (Ef. 6.1-3)
Ml 2.15, “E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade.”
Depois do pecado o lar continuava com as mesmas limitações, porém, eram ampliadas e modificadas, Gn. 3.17-19, 23. O pecado sempre atrapalha o bom e o melhor.
Para o homem o trabalho foi aumentado e tornou-se obrigatório: Gn. 3.17-19.
As posições no lar não foram eliminadas mas a dificuldade de respeitá-las começou: Gn. 3.16; I Tm. 2.9-14. O homem continuava como o primeiro responsável, mas agora o seu bom desempenho seria mais difícil e a desobediência traz graves consequências: I Co. 11.3; para o homem entre o povo de Deus quando insistia na sua desobediência trouxe morte para toda a família dEle, Js. 7.22-26; os homens rebeldes e pagãos também eram responsáveis pelas suas ações, Dn. 6.24. Para a mulher a sua submissão ao marido se tornou difícil e com dor, Gn. 3.16; I Co. 14.34, 35, 40.
OBS: Pelo lar ser de Deus, e Deus sendo imutável, sabemos que há sempre a necessidade da obediência aos princípios divinos com os quais Deus instituiu o lar. Estes princípios não vão mudar. Enquanto o homem esforça-se para submeter-se aos mandamentos de Deus, ele é abençoado grandiosamente por Deus e Deus assim é glorificado. Quando o homem, em rebeldia, se esforça em fazer só a sua própria vontade ele traz para si traumas sérios e problemas maiores para todo a sociedade.
Começou atrasado? Não sabia dessas verdades? Deseja ter um lar em que Deus abençoa com a descendência para Ele? Desmantele qualquer atitude, ação ou propósito que não esteja em submissão completa aos desígnios divinos para o lar. Que o homem ame e cuide bem da sua esposa como Cristo amou e cuida a igreja, entregando-se a Si mesmo por ela (Ef. 5.25) Que a mulher seja em tudo sujeita a seu marido assim como a igreja está sujeita a Cristo (Ef. 5.24). Que os filhos aprendam cedo a serem obedientes a seus pais no Senhor, honrando-os todos os dias das suas vidas (Ef. 6.1-3; I Tm. 5.8) Assim será bem para todos no lar e Deus terá a Sua descendência.
Há uma Estrutura que Deus Odeia para O Casamento: O que é do mundo não é de Deus (I Jo. 2.16) Aquela displicência para com as responsabilidades sérias no casamento que a televisão e a internet popularizam, não é de Deus e, portanto desprezada por Ele. Aquelas amizades onde multiplicam as más conversações que desvirtuam tudo que Deus deseja, também não são de Deus e não devem ser buscadas (I Co. 15.33, “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.”) Aqueles conselhos fofocados pelas creches ou espalhados pelos avôs e avós não salvos, e aquela moda que o mundo impõe devem ser comparados em primeiro lugar com as Escrituras antes de serem aceitos como comportamentos aceitáveis no lar (Is. 8.20, “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles.”; Mt. 6.33, “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”)
Com Deus há absolutos: Como há luz e há trevas; sabedoria e tolice; certo e errado; assim há o que Deus estabelece para o lar qual Ele abençoa com a Sua descendência e há o que o mundo prefere para o lar qual Ele abomina e sobre qual não derrama as Suas bênçãos.
Se os pais falharem no treino os filhos em alguma área importante, estão permitindo que o mundo os treine naquela área (Lackely, pg. 6).
Ml 2.15, “E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade.”
Uma Descendência Para Deus. Essa descendência que desde a eternidade Deus programou para que o casamento desse fruto é para Ele. Portanto, o homem não tem direito de opinar, mudar, eliminar, ou modificar nenhuma característica dela. Deus deseja continuidade, ou seja, uma persistência de características que agradam Ele naquilo que Ele faz em geral e particularmente naquela primeira instituição formada por Ele, ou seja, o matrimonio. É pelo lar que Ele determinou que essa continuidade vem.
Sl. 127.3, “Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão.”
O que posso fazer para ter essa descendência para Deus? Quer participar nessa união onde Ele coloca a Sua herança e onde há essa recompensa gloriosa dEle ainda nessa vida?
Primeiramente, se ainda não conhece a salvação em Jesus Cristo, antes de qualquer coisa conheça a graça de Deus que opera a salvação em Jesus Cristo em todos os que se arrependem dos seus pecados e creem pela fé nEle (Ef. 2.8-9) Seja salvo em Jesus Cristo! Arrependei-vos e crede no Evangelho!
Se for um jovem ainda não casado, procure crescer nas mesmas qualidades que você espera achar no seu cônjuge: Pv. 31.10-31. Para ter paz e um lar abençoado, procure um namoro com jugo igual, ou seja, no Senhor.
Observação: Deus pode transformar um jugo desigual num troféu da Sua graça. Mas será que é sábio tentar Deus numa área tão importante quanto a decisão que vai influenciar tudo que você é e será pelo resto da sua vida? Não é melhor bancar com as bênçãos do Todo-Poderoso por fazer segundo a Sua vontade?
Ainda sobre esse assunto devemos enfatizar: Como podem ser treinados os filhos na doutrina e admoestação do Senhor se os pais não estiverem em acordo (Ef. 6.4)? Como pode parte da estrutura da família servir as trevas e a outra parte da estrutura servir a Luz na qual não há trevas nenhumas? Há como esperar ter a comunhão com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo neste lar (I Jo. 1.5-8)? Como pode a Palavra de Deus ter o seu lugar principal no lar onde ela não é entendida, crida ou lida por um dos responsáveis para determinar a estrutura do lar (Sl. 119.9, 11, 105; II Tm. 3.15-17)? Como pode a igreja glorificar Deus no lar que não tem responsabilidades para com ela (Ef. 1.22-23; 2.20-21)?
Se desejar que o seu lar tenha uma descendência para Deus, treine os filhos desde cedo na doutrina e admoestação do Senhor (Ef. 6.4). No mesmo lugar onde Deus tem a Sua descendência a Sua Palavra também tem a preeminência. É necessário que a Sua Palavra influencie a maior parte das vidas de todos os membros possíveis neste lar (Ef. 5.18-6.4; Cl. 3.16-21; II Tm. 3.16-17).
O respeito pela autoridade, o exercício de autocontrole e responsabilidade pelas ações, somente serão realidades se a estultícia que está ligada ao coração da criança for afugentada pela vara da correção (Pv. 22.15). Neste lar coloque a Palavra de Deus no seu lugar devido para que ela seja lida, entendida, crida e estudada por todos no lar (Sl. 119.9, 11, 105; II Tm. 3.15-17).
Se desejar ter um lar onde o ambiente é propício para os filhos crescerem como a descendência de Deus, sirva a Luz no qual não há trevas nenhumas. Assim gozará no seu lar a comunhão com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo (I Jo. 1.5-8).
Onde Deus tem a Sua descendência é lógico que a Sua Palavra terá a preeminência ai também
A descendência de Deus estará onde estão sendo exercitadas as responsabilidades regulares para com a igreja onde Deus por Cristo é glorificado em todas as áreas da sua operação e adoração (Ef. 1.22-23; 2.20-21). Essas bênçãos veem de Deus, mas veem sobre aqueles que crescem na graça e no conhecimento de Jesus Cristo (II Pe. 3.18). A sua fidelidade a Deus numa igreja neotestamentária fará grande diferença em todos que compõem o seu lar e será uma boa influência para com a sociedade.
Já está em Cristo? É primordial! É para já!
Está em submissão aos princípios dEle para com o seu lar? Buscará nEle a força e a sabedoria necessárias para fazer do seu lar um lugar onde Deus produz a descendência para Ele?
Se for descendência para Deus, não vai ser segundo o curso deste mundo!
Ml 2.15, “E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade.”
 
Bibliologia:
BÍBLIA ONLINE EM PORTUGUÊS. Versão: 2.00.02, Timnathserah, Inc. Winterbourne, 2006
BÍBLIA SAGRADA. Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, São Paulo, 2007.
CHRISTENSON, Larry, The Christian Family. Bethany Fellowship, Minneapolis, 1970.
DICIONÁRIO HOUAISS. Objetiva, Rio de Janeiro. 2009.
GONÇALVES, Josué, Tentação e Maturidade. Editora Mensagem para Todos Ltda. Bragança Paulista, 2009.
LACKEY, Bruce, God’s Promise about Children. Way of Life Literature, Oak Harbour, 1991.
PEARL, Michael and Debi, To Train Up A Child. No Greater Joy Ministries, Pleasantville, 2004.
PRIOLO, Lou, Teach Them Diligently. Timeless Texts, Hackettstown, 2000.
WILLIAMS, Ronald E., The Correction and Salvation of Children. Hephzibah House, Winona Lake, 1980.
 
Autor: Pr Calvin Gardner
Revisão do texto: Edson Basilo 04/2011
Robson Alves de Lima, 06/2011
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br 
Postado por Elio Loiola
 
 
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"SEGREDOS DO CASAMENTO"
2011-07-23 13:10
 Fazendo o casamento durar: qual o segredo?/12/10
Pergunta: “Fazendo o casamento durar: qual o segredo?” 
Resposta: O Apóstolo Paulo diz que a esposa está “sujeita” a seu marido enquanto ele viver. “Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido” (Romanos 7:2). O princípio que podemos perceber aqui é de que alguém tem que morrer antes que o casamento acabe. Este é a visão de Deus, e freqüentemente não se relaciona com a realidade do casamento nos dias de hoje. Em nossa sociedade moderna, o casamento termina em divórcio mais de 51% das vezes. Isto significa que mais da metade dos casais que fazem os votos de que “até que a morte os separe” não chegam a tal ponto.
 
Então, a pergunta se torna: o que pode o casal fazer que garanta que seu casamento será “até que a morte os separe”? A primeira e mais importante questão é a da obediência a Deus e Sua Palavra. Este é um princípio que deveria ser enfatizado na vida antes do casamento e enquanto o homem e a mulher ainda estão solteiros. Deus diz: “Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3:3). Para o crente nascido de novo, isto significa jamais começar um relacionamento sério com alguém que também não seja crente. “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” (II Coríntios 6:14). Se este único princípio fosse seguido, pouparia-se muita dor de cabeça e sofrimento mais tarde no casamento.
 
Outro princípio que protegerá a longevidade do casamento é o de que o esposo deve obedecer a Deus e amar, honrar e proteger sua esposa como faria com seu próprio corpo (Efésiso 5:25-31). O outro lado da moeda é que a esposa deve obedecer a Deus e se submeter a seu próprio marido “como ao SENHOR” (Efésios 5:22). O casamento entre um homem e uma mulher é uma ilustração espiritual do relacionamento entre Cristo e a igreja. Cristo deu a Si mesmo pela igreja e Ele a ama, honra e protege como Sua “noiva” (Apocalipse 19:7-9).
 
Quando Deus trouxe Eva a Adão no primeiro casamento, ela foi feita de sua “carne e ossos” (Gênesis 2:31) e se tornaram “uma só carne” (Gênesis 2:23-24). Este é um conceito que foi perdido em nossa sociedade moderna. Tornar-se uma só carne significa mais do que apenas uma união física. Significa um encontro de mente e alma para formar uma unidade. O relacionamento vai muito além de atração sensual ou emocional e entra na esfera da “unidade” espiritual, que somente pode ser encontrada quando os dois se rendem a Deus e a si mesmos. Este é um relacionamento que não é feito de “eu ou meu”, mas de “nós e nosso”. Este é um dos segredos em se ter um casamento duradouro. Fazer que um casamento dure até que a morte leve um ou outro e os separe é algo que os dois devem priorizar. Solidificar o relacionamento vertical com Deus faz muita diferença em garantir que o relacionamento horizontal entre marido e esposa seja duradouro e que também glorifique ao SENHOR.
 
Fonte: www.gotquestions.org
 
 
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"OS SÁBIOS EDIFICAM, OS TOLOS DESTROEM"
2011-07-22 11:05
 Dez maneiras de destruir um Casamento !
Como um casal através do abuso do poder pode destruir o casamento.
 
1. Solicitar e exigir o centro das atenções.
Uma pessoa que só pensa em si mesmo está sendo governada pelo orgulho. Esse é o veneno que mata qualquer relacionamento.
2. Manipular, mandar e castigar.
A manipulação através da repreensão, desprezo, críticas, acusações e regularizações destrói o vínculo conjugal.
3. Negar intimidade.
O cônjuge que deseja o poder muitas vezes irá criar e manter a distância do parceiro. O medo de perder o “controle” não permite intimidade. Esse tipo de abuso pode levar o parceiro ignorado a procurar calor, aceitação e amizade em outros lugares.
4. Apenas receber 
“O que eu ganho com isso?”, é a pergunta na mente desse cônjuge. Algumas vezes o “recebedor” fará uso do charme, inteligência persuasão, desaprovação ou desprazer para conseguir o que quer dos outros. A tendência de usar o cônjuge com fins egoístas, não colaborando e tentando manipulá-lo, pode destruir a auto-estima da pessoa que está sendo vítima deste abuso.
Se um cônjuge precisa sempre receber, o outro tem de se mostrar sempre liberal.
5. Buscando o controle – o(a) controlador(a).
Os que temem que a vida possa controlá-los, no geral viram a mesa a fim de certificar-se de que controlam os outros. O “controlador” se torna mestre em ocultar do cônjuge os seus sentimentos, intelectualizando as situações, a fim de evitar mostrar emoção. Este cônjuge priva o relacionamento da espontaneidade, no esforço de manter sua imagem de parceiro que mantém o controle.
6. Apresentando um imagem de retidão – o cônjuge fariseu.
Infelizmente, muitos cônjuges pensam que sua bondade lhes trará realização, alegria, paz e felicidade na relação conjugal. Esta é a razão de se sentirem compelidos a apontar as fraquezas de outros. A briga neste tipo de relacionamento é caracterizada por um egoísmo que considera apenas os seus sentimentos e opiniões pessoais. O parceiro então desanima. Em razão de nunca ser suficientemente bom, o cônjuge abusado começa a assumir o papel de “mau” no relacionamento.
7. Mostrar-se superior.
A prioridade aqui é ser melhor que os outros. Esta atitude, lamentavelmente, se reflete com mais freqüência nos cristãos. Na realidade, o cônjuge “superior” muitas vezes se sente inadequado ou não se acha a altura do parceiro. O abusador, então, compensa o seu sentimento esforçando-se para ser mais competente, eficiente, reconhecido e útil ao outro.
O parceiro oprimido, em conseqüência, se fecha no que diz respeito a correr riscos e compartilhar no casamento, temendo que suas palavras sejam interpretadas de maneira diferente da pretendida. Torna-se submisso, controlado, manipulado e cauteloso, procurando a todo custo evitar ferir a sensibilidade do cônjuge “superior”.
8. Buscando vingança.
Quando o cônjuge se sente desarmado e traído, sem esperança de vir a ser aceito, quase sempre busca vingar-se. O parceiro desanimado pode começar a ferir seu cônjuge verbalmente ou fisicamente, a fim de ficar quites.
Acredite, algumas pessoas mantém registros em sua mente sobre relacionamento conjugal. A vingança se torna, portanto, uma obsessão, deixando o outro cônjuge numa posição decididamente desvantajosa.
9. Esperando demais.
Quando as coisas não vão bem no casamento, a ameaça de rejeição pode provocar desânimo no cônjuge vitimado. Esta tática de poder, espera continuamente que o parceiro seja “mais e mais” e faça “mais e mais” para manter feliz o dominador. O parceiro mais fraco começa a compreender que, por mais que se esforce, jamais alcançará os padrões estabelecidos pelo “mais forte”. Expectativas irreais pode intimidá-lo a ponto de fazê-los sentir incapaz de vir a ser aceito um dia.
10. Reter afirmação e conhecimento.
Quando deixamos de reconhecer o progresso e de apoiar a quem mais amamos, privamos o nosso parceiro da motivação que necessita para manter-se no caminho da excelência. Pegar na mão do cônjuge ou dar-lhe um abraço amável e amoroso irá operar maravilhas e ajudá-lo a melhorar cada vez mais. A espontaneidade de um beijo no rosto ou de um abraço apaixonado pode produzir o melhor dos efeitos e afirmar mais do que podemos imaginar em nosso casamento.
Autor(a): Pr. Josué Gonçalves  -  Postado por Elio Loiola
 
 
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"AGRADANDO AO SENHOR"
2011-07-21 12:06
 Casamento Cristão: Cative o Coração Dele
NEM MESMO UM GRANDE MARIDO PODE SUBSTITUIR A DEUS
Entrei no carro e comecei a percorrer as curvas da nossa rua. As lágrimas caíam num fluxo contínuo. Meu peito estava apertado, meus olhos inchados e cada músculo tenso de estresse. Por que tem que ser tão difícil? Por que ele não me ama do jeito que sou? Por que tudo tem que ser um problema? O que é que estou fazendo de errado?
 
Você já fez alguma destas perguntas a si mesma? Se você está casada, não importa há quanto tempo, tenho certeza de que já. Algu­mas vezes fico tão cansada tentando descobrir como fazer com que o meu marido me ame, e que tudo entre nós dê certo, que ele, de algu­ma maneira, tornou-se meu deus. Se estamos bem, eu estou bem. Se não estamos, também não estou.
 
Isto é naturalmente compreensível porque meu marido e eu so­mos tão unidos, como se fossemos uma única pessoa, estamos tão próximos, que quando ele sofre, eu sofro. Mas meu espírito não de­veria vacilar entre a alegria e a tristeza com base em como Art e eu estamos. Ao invés disso, minha alma deveria estar sempre tranqüila na segurança do amor e da aceitação incondicionais de Jesus.
 
Jesus nos apresentou esse princípio claramente em João 15.5,6: “Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem”. Jesus é a videira de nossa vida; nossos maridos não o são. Se permanecermos em Cristo, e permitirmos que Ele seja o único que ampare nossas almas e determine nossas identidades, então poderemos dar muito mais frutos. Sabemos que conforme Gálatas 5.22 o fruto do Espírito de Deus em nós é o amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
 
Consegue entender por qual motivo é tão importante que você tenha cada necessidade espiritual satisfeita exclusivamente por Deus? Meu marido não pode dar-me esse tipo de amor, alegria, paz, etc., de forma consistente. E eu não consigo lhe dar amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança sem Cristo. Sem Cristo eu não consigo fazer nada de bom, porque sem Ele vou murchar enquanto estiver tentando que meu marido me satisfaça em tudo. Quando faço isso, esgoto as reservas do meu ma­rido e do meu casamento.
 
João 15.9 prossegue: “Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor”. Veja bem, minha querida amiga, eu sei o que é caminhar pelos caminhos árduos de um casa­mento difícil. Eu entendo a solidão, o desespero, as frustrações. Mas também sei o que é ter um casamento maravilhoso, completo, ro­mântico e impressionante.
 
Hoje o meu marido é basicamente o mesmo homem que era quan­do as coisas não iam tão bem. Deus trabalhou no seu coração e fez algumas mudanças nele, mas nada do que fiz teve o poder de modificá-lo. A coisa mais importante que transformou o meu casa­mento foi eu permitir que Deus fosse o meu Deus. Em vez de con­centrar-me em todas as coisas que o meu marido não fazia direito, ou deixar que a sua aprovação ou desaprovação me consumissem, aprendi a ir a Deus e dizer: “Senhor, eu sei que você me ama, e ama o meu marido. Então, por favor, faça com que ele se modifique, ou modifique o meu coração no que se refere a esse problema que estamos enfrentando”. Algumas vezes Ele suaviza o meu marido, mas o número de vezes em que Deus me modifica é muito maior. Freqüentemente eu digo em conferências e encontros que Deus me ensinou o que significa viver para um público de uma pessoa. Ao invés de tentar ser uma boa esposa para conseguir a aprovação do meu marido, tentar ser uma boa mãe para conseguir a aprovação dos meus filhos, e tentar ser uma boa amiga para conseguir a aprovação das minhas amigas, agora eu simples­mente tento agradar a Deus. Procuro apenas o seu favor e sigo os preceitos. Fazendo isso, me torno uma boa esposa, uma boa mãe e uma boa amiga.
 
O que transformou o meu casamento foi passar constantemente algum tempo com Deus todos os dias, e pedir-lhe que me nutrisse e me desse a minha identidade e a minha segurança. Isso me liberou deixar de preocupar-me com as minhas necessidades, as minhas vontades e os meus desejos para dedicar mais atenção às necessidades, as vontades e aos desejos do meu marido. Somente através da força de Deus agindo em mim é que posso dedicar-me dessa maneira ao meu marido e sentir mais satisfação em dar do que em receber.
 
Todos os resultados das pesquisas que fiz com homens têm algo em comum: os maridos dizem que as suas esposas sentem falta de coisa nas suas vidas, e eles não sabem como suprir esta falta, “Eu queria que a minha mulher soubesse que eu a amo”, ou “Eu quero lhe dar o que precisa, mas tenho certeza de que nem ela mes­ma sabe o que quer”, ou “Eu queria tanto que a minha mulher conseguisse ver os meus sentimentos mais profundos — o quanto eu a amo — eu apenas não sei como fazê-la ver isso e acreditar nisso” e “Faço tudo o que posso para fazê-la sentir-se amada, mas parece que não é o suficiente”.
 
Esses maridos querem que os corações de suas esposas estejam suficientemente seguros para receberem livremente o amor que es­tão oferecendo. Isto só acontecerá quando o coração de uma esposa estiver tranqüilo e em segurança nas mãos do Senhor, e ela estiver em paz, sabendo quem é o seu Deus. Só então uma esposa forte, porém terna, poderá emergir com a capacidade de ser a esposa que foi criada para ser.
 
Construindo o Seu Relacionamento – Passe algum tempo em oração hoje, pedindo a Deus que modifique qualquer atitude errada em seu coração. Peça a Ele que faça com o seu casamento o que Ele planejou.
 
Pensamento Para o Dia – Como o Pai me amou, tam­bém eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.
João 15.9
Extraído do Livro: Cative o Coração Dele- Lysa TerKeurs
 
 
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"PORNOGRAFIA ATUAL- SODOMA E GOMORRA ANTIGA"
2011-07-20 11:11
 
PORNOGRAFIA
 
 
 
* O vício de maridos que produz sofrimento e humilhação nas esposas
Julio Severo
Sexo. Sua presença está com a raça humana desde o início dos tempos, mas nem sempre se entendeu seu significado. Não foi criado de qualquer jeito e sem pensar, mas planejado para completar uma importante união. Tem o poder de criar e, se mal usado, pode devastar. É fonte de grande prazer ou total destruição. E para os homens, se tornou objeto de obsessão e exploração. 
 
Lembra-se da profissão mais antiga do mundo? A prostituição sempre foi um problema comum. As antigas cidades de Sodoma e Gomorra representam o máximo da imoralidade sexual. 
 
No entanto, o que acontece em nossa época é totalmente novo. 
 
Antes da era das revistas pornográficas e da Internet, os homens tinham de ir a algum lugar para cometer pecados sexuais. No passado, o sexo ilícito acontecia de duas formas mais comuns: nas zonas de prostituição e nos casos de adultério. Era preciso muito esforço para praticar fantasias sexuais, pois não havia fotos de mulheres nuas ou de calcinha. 
 
Mas hoje é diferente. Nunca antes foi como é agora. 
 
Nunca antes existiu a oportunidade de alimentar e cultivar um vício secreto. Com a chegada da Internet, tudo mudou. O que antes estava longe e exigia esforço para alcançar, agora pode-se experimentar com um simples clique do mouse. O sexo na Internet oferece de tudo: bate-papos sexuais ao vivo com parceiros do mundo inteiro, fotos e vídeos contendo imagens de excitantes corpos femininos, etc. A conseqüência é que os homens acabam se tornando consumidores descontrolados dessas ofertas. 
 
Sem mencionar a TV e as revistas. Para todos os lugares onde olham, os homens se deparam com imagens de mulheres sedutoras. Até mesmo as super-heroínas mais “inocentes” dos programas de TV têm seios grandes e sensuais e roupas bem curtas. 
 
Assim é que, como o gênio da lâmpada pronto para satisfazer aos desejos da imaginação de um homem, a Internet, as revistas e a TV rodeiam os olhos e a mente masculina com suas estonteantes iguarias de nudez e sexo. Será que seria difícil imaginar a reação dos homens a esses convites? Anualmente, a indústria pornográfica lucra uns 20 bilhões de dólares. 
 
A pornografia não é um problema? 
 
Muitas vezes a pornografia é considerada um “crime sem vítimas”. Há pessoas que acham que não há nada de mais em ver fotos e cenas de sexo ou de mulheres nuas. Mas no rastro desse vício há casamentos desfeitos, esposas inocentes abusadas emocional e fisicamente, meninas e moças estupradas e famílias financeiramente devastadas. 
 
As estatísticas são de assombrar: 
· As crianças, em média, são expostas à pornografia com a idade de 8 anos. 
· 75 por cento dos estupradores condenados confessam que praticaram em suas vítimas as cenas que viram na pornografia. 
· 80 por cento dos estupradores de crianças confessam que seu problema começou através da pornografia. 
Então, quem é que poderia afirmar que a pornografia não prejudica ninguém? As vítimas desse vício são homens, cujas fantasias se tornaram desejos escravizantes. Elas são mulheres e crianças cujos corpos são usados como objetos descartáveis. Elas são as filhas que aprendem que o único modo de elas poderem receber amor é através do sexo e da sedução. Elas são as famílias que experimentam a destruição de sua segurança e auto-estima porque um pai ou filho não consegue mais ver as mulheres com dignidade e respeito, mas só como objetos de prazer. Enquanto se debate se a pornografia é prejudicial, a sociedade paga um alto preço com o aumento de casamentos desfeitos e crimes sexuais violentos. 
 
Há a necessidade de os homens serem conscientizados e ajudados a não fazer pouco caso dos riscos que a pornografia fácil da Internet representa. A seguir apresentamos testemunhos de vítimas: 
 
Esposas de Viciados em Pornografia 
Estive casada com um homem abusivo durante 18 anos. Ele me usava para praticar suas fantasias pornográficas. Desrespeito, raiva, desprezo, humilhação, dor, confusão e traumas profundos são apenas algumas das palavras que descrevem o modo como me sentia quando lembro o que vivi. Procuro não pensar no passado para não ficar doida. Tentei tudo o que eu podia para me conduzir conforme as mulheres das fotos. Pensei que fazendo isso salvaria meu casamento. Logo percebi que eu não era nada, a não ser um objeto para ser usada e abusada para satisfazer os prazeres dele. Escapei do sofrimento, mas paguei um preço alto. Meus filhos e eu sabemos que a pornografia prejudica de muitas formas. Mas Deus é fiel e ele está restaurando os muitos anos de traumas. Ex-esposa de um viciado em pornografia. 
Tudo começou quando meu marido passou a dar olhadas em revistas pornográficas. Depois, ele começou a ir a clubes de strip e procurar prostitutas. Laurie Hall, esposa de um viciado em pornografia. 
Sou casada há mais de 14 anos. Todo esse tempo, meu marido sempre foi viciado em pornografia. Odeio até mesmo usar essa palavra. Ele usa revistas, Internet e vai a lojas de materiais pornográficos. Ele me arrastou para esse vício durante anos e eu acompanhei, só para agradar a ele. Mas acabei não agüentando mais. Ele começou a abusar de mim fÍsica, mental e verbalmente. O que é mais difícil de aceitar é quando ele diz que a pornografia não teve efeito algum em nossa família. Deus nos ajude. Esposa de um viciado em pornografia. 
Meu marido e eu parecíamos ter um bom casamento exteriormente, mas eu sofria abusos verbais e experimentava bem pouco amor e intimidade. Meu marido estava sempre ocupado demais para mim. Quando recebi uma ligação telefônica de uma mulher com quem ele estava envolvido, as peças do quebra-cabeças de 25 anos começaram a se encaixar. Nos anos seguintes, descobri que meu marido tinha uma vida secreta que incluía um antigo vício sexual a muitas formas de pornografia, inclusive casos, vídeos obscenos, pornografia na TV por assinatura, etc. Há anos estou me recuperando dos abusos emocionais, rejeição, traições, falta de intimidade, humilhação e vergonha que faziam parte da minha vida. Foram experiências dolorosas, mas com a ajuda de Deus agora estou a salvo, feliz e em paz. Ex-esposa de um viciado em pornografia. 
Fui casada durante 12 anos com um homem viciado em pornografia. Esse vício controlava a vida dele e quase destruiu a minha. O que começou como curiosidade para ele terminou como tortura para mim, pois ele praticava em mim suas fantasias sádicas.A pornográfica o capturou quando ele era ainda bem adolescente, e o controlou até destruí-lo. Seus desejos e fantasias sexuais foram moldados pelas imagens que ele via nas revistas e nos vídeos.A violência física começou bem cedo no nosso casamento, quando ele me disse que todas as pessoas eram viciadas em sexo pervertido e em revistas. Ele me segurava à força na cama e não me largava enquanto não praticava sua relação violenta e dolorosa. Quando terminava, ele sentia remorso com o que havia feito e jurava nunca mais fazer. Com o tempo, porém, ele aos poucos passou a agir como se ele tivesse direito de usar a força para me obrigar a fazer o que ele queria. Nossa certidão de casamento se tornou licença para ele me estuprar.Já faz cinco anos que larguei dele. O processo de minha recuperação tem sido longo, difícil e caro.----Esse artigo foi resumido do testemunho escrito dado por uma mulher da Califórnia à Comissão Judiciária do Senado dos EUA. 23 de julho de 1991. O nome da mulher não foi revelado a pedido dela. 
 
Igrejas pedem socorro 
 
Patrick Means, em seu livro Men’s Secret Wars (As Guerras Secretas dos Homens), destaca um fato preocupante. Numa pesquisa confidencial de pastores evangélicos e líderes leigos de várias igrejas evangélicas, 64 por cento desses homens confirmaram que eles têm problemas com vício sexual, inclusive pornografia e outras atividades sexuais secretas. Especificamente, 25 por cento confessaram ter cometido adultério depois de casados e depois de se tornarem cristãos. 
 
A chegada da Internet trouxe oportunidades incríveis para propagar de modo mais rápido o Evangelho, mas também trouxe conseqüências desagradáveis: um aumento dramático no número de evangélicos, até pastores, seduzidos pela pornografia. A pornografia e o vício sexual entre pastores são uma questão explosiva que as igrejas evangélicas conservadoras e liberais, sem distinção, estão tendo de enfrentar. “O problema não está em situação melhor nas igrejas pentecostais”, diz Steve Gallagher, fundador do Pure Life Ministries. 
 
Uma pesquisa nos EUA revela uma estatística sombria: 20 por cento de todos os pastores costumam ver pornografia. As Assembléias de Deus nos EUA estão lidando com o problema através de uma comissão presidida por Almon M. Bartholomew. “Estamos estabelecendo uma política para lidar com pastores que se tornaram vítimas do vício da pornografia, como no caso da Internet,” Bartholomew contou à revista Charisma. “Estamos recomendando medidas para prevenir e corrigir o problema.” 
 
Não se pode mais ignorar os problemas secretos que muitos evangélicos estão enfrentando. Num estudo, os homens de uma igreja foram convidados a responder se haviam comprado um bilhete de loteria, assistido a um filme de TV com cenas de nudez e sexo, olhado revistas pornográficas, se masturbado ou deixado de freqüentar os cultos da igreja por alguns meses e se eles eram divorciados. 
 
Os resultados mostraram que, excetuando a compra do bilhete de loteria, as respostas dos homens não apresentaram diferença com o comportamento dos homens que não freqüentam igreja. Em outras palavras, as tendências dos homens evangélicos de ver sexo na TV, revistas e Internet, de se masturbarem e se divorciarem os deixou no mesmo nível de igualdade com os homens do mundo. 
 
Um problema que precisa ser tratado 
 
Atualmente, até os profissionais da área de saúde mental reconhecem que uma conduta sexual compulsiva é vício sexual. Esse tipo de conduta torna o homem prisioneiro de desejos sexuais incontroláveis, da mesma maneira que um drogado ou alcoólatra não consegue viver sem a droga ou a bebida. Há as características comuns do vício: descontrole, ansiedade, sensação de pressão para praticar o vício e muitas vezes indiferença para com as conseqüências adversas. O vício é um problema espiritual, moral emocional. Os sintomas que aparecem na superfície apenas indicam que há uma ferida profunda na alma. 
 
Entretanto, o vício sexual não nasce da noite para o dia. 
 
Pode começar quando se adquire o hábito de ficar observando uma mulher bonita passar. O próximo passo é usar a mente para imaginar fantasias com mulheres. Depois que diminui o sentimento de culpa e o desejo de resistir à tentação visual, fica mais fácil observar fotos de mulheres de calcinha em revistas e catálogos de roupas femininas. Quando as emoções já não se satisfazem completamente com essas fotos, aí vem a vontade de ficar olhando as fotos que aparecem na Internet. A mente e o corpo começam a fazer viagens delirantes ao mundo proibido das irresistíveis mulheres nuas. 
 
O viciado em pornografia sofre isolado, mas quem realmente colhe as conseqüências de seu pecado é sua família. Ainda que o homem consiga impedir seu hábito de se tornar uma obsessão, o tipo de homem que ele se torna é bem diferente do marido e pai ou filho que ele poderia ter sido. Ele tem dificuldade de se relacionar sentimentalmente com sua esposa. Além disso, ela não consegue competir com as mulheres de fantasia que parecem perfeitas e fazem qualquer coisa que ele exige. Não importa que ela se esforce, não importa que ela o ame e não importa até onde ela esteja disposta a ir para satisfazê-lo: nunca é o suficiente. 
 
Em plena era da Internet, poucas igrejas estão preparadas para tratar do problema da pornografia fácil e instantânea e ajudar os homens. Raras vezes o assunto da pureza sexual ou da pornografia é mencionado do púlpito. Algumas igrejas estão confusas e não conseguem tomar uma posição firme diante da questão homossexual enquanto outras fazem de conta que não estão vendo os casos de adultério em seu meio. Que tipo de mensagem essa situação transmite para os jovens? Já que muitos não mais acreditam na degradação do pecado ou na realidade do céu e do inferno, o que poderia impedir um evangélico de gozar os prazeres da pornografia na Internet? 
 
Podemos tentar tratar das feridas dos pecados sexuais, mas os traumas profundos das vítimas e dos viciados só poderão ser curados de uma forma: na alma, pelo Dr. Jesus Cristo. 
 
É hora de enfrentar o problema com seriedade 
 
Os homens cristãos foram chamados e escolhidos por Deus para abençoar suas famílias e comunidades. Eles são pastores e líderes leigos que têm a responsabilidade de liderar, amar, sustentar e proteger suas famílias e proclamar o Evangelho e discipular as pessoas. Eles são guerreiros, protetores e instrumentos de Deus na sociedade. 
 
Entretanto, os homens cristãos estão sendo alvos de um atirador frio e calculista cujo único objetivo é aniquilar a alma dos homens. Esse inimigo conhece bem as fraquezas masculinas. Derrubar os homens cristãos é o jeito que ele encontrou para agredir as igrejas cristãs. 
 
Por isso, precisamos adotar medidas contra seus ataques. 
 
Homens, quando surge uma fantasia sexual, não podemos acompanhá-la. Se entregarmos a mente só um minuto, teremos mais dificuldades para vencer quando outras fantasias aparecerem. Se seu problema são as revistas, fique longe das bancas de jornais. Se é a Internet ou a TV por assinatura, desconecte-se. Se os catálogos de roupas femininas da sua esposa são uma tentação para você, converse com ela e peça-lhe que cancele sua assinatura. O que estou querendo dizer é que é preciso tomar a decisão de parar antes que se perca o controle. Faça como José: Fuja da tentação sexual (Gênesis 39:10-12). Se você sente que já está além de suas forças, há pessoas que podem ajudar. 
 
Mulheres, é hora de despertar. Vocês precisam compreender as dificuldades que seus maridos e filhos têm para proteger a mente e mantê-la pura. Vocês precisam entender que cenas e imagens têm um impacto muito forte na mente masculina. Acima de tudo, vocês precisam ver que nós precisamos da ajuda de vocês. 
 
Pais, não podemos nos dar ao luxo de subestimar o potencial do pecado. Vocês precisam treinar os filhos o mais cedo possível. Os meninos precisam receber instruções de como cuidar dos olhos e da mente. As meninas precisam entender que elas podem com muita facilidade se tornar o alvo da fantasia dos homens. Quando vocês rebaixam seus padrões e levantam a barra da saia delas, vocês ajudam a alimentar a imaginação e os impulsos de outros homens. 
 
Igrejas, não subestimem o crescimento do pecado. Apesar disso, devemos ter atitudes de humildade e esperança, em vez de medo e crítica. É preciso ajudar os irmãos que estão enfrentando lutas. É preciso transmitir a segurança e a vitória de Cristo e acompanhar os irmãos que se sentem fracassados e atormentados. Há a necessidade de os irmãos criarem grupos ou amizades dentro da igreja, onde eles possam prestar contas e ser auxiliados. 
 
Contudo, ao enfrentar o problema da pornografia, não deveríamos pensar que somos melhores do que os outros. Sabemos que a graça de Cristo é oferecida a todas as pessoas, até mesmo para quem está envolvido em perversões sexuais. 
 
Que essa graça nos dê a capacidade de ver o pecado como pecado e poder para ministrar para os que estão sofrendo feridas na alma. 
SINAIS DE ALERTA 
· Ele usa termos vulgares quando se refere às mulheres ou ao sexo? 
· Ele gosta de falar de sexo ou de suas fantasias sexuais? 
· Ele gosta de assistir a filmes na TV que contêm sexo ou insinuações sexuais? 
· Ele gosta de ficar acompanhando com os olhos as mulheres que ele observa? 
· Ele gosta de piadas com conteúdo sexual? 
Se um homem que você conhece exibe esses sinais, ele pode estar com algum problema de pornografia. Se for alguém da família, pode ser o momento de você procurar a ajuda de um conselheiro de confiança na igreja. 
PASSOS PARA A RECUPERAÇÃO 
Há esperança para quem quer ajuda. 
1. O primeiro passo é você confessar que tem um problema. Sua determinação de parar com suas próprias forças não vai funcionar. Provavelmente, você já tentou muitas vezes antes. Você precisa conversar com alguém de confiança. 
2. O passo seguinte é pedir a ajuda de alguém que é mais forte do que você. Sua própria força nunca é suficiente. Não importa os tipos de atividade sexual em que você esteve envolvido. Ainda que você tenha praticado pecados pervertidos, o Deus que criou você ama você profundamente. Ele demonstrou seu amor incondicional e perdão por nós enviando seu próprio Filho, Jesus Cristo, para ser castigado por todos os nossos pensamentos e ações repugnantes. Crer no poder curador do amor de Cristo é a maneira mais eficaz de vencer o sentimento de vergonha que você tem tido na sua vida. 
3. Em seguida você deve lidar com a solidão em sua vida. A chave é procurar relacionamentos saudáveis. De modo especial, você precisa formar relacionamentos com homens a quem você possa prestar contas. Você precisará da ajuda de outros homens para deter sua atividade sexual errada. Grupos de apoio poderiam ser a solução para você. Você também vai precisar de apoio espiritual. Para você sentir ânimo em seu relacionamento com Deus você precisa fazer amizades com pessoas que têm os mesmo alvos espirituais que você. 
4. Você também precisará trabalhar seu relacionamento com sua família e amigos íntimos. Amizade íntima com eles pode ser um desafio real para você. Levará tempo e talvez seja necessária a orientação de um bom conselheiro da igreja. Se você é casado, sua esposa pode estar precisando de tanta ajuda quanto você — para tratar do sofrimento causado pelo seu vício. Muitos homens que usam o sexo para lidar com mágoas sofreram traumas profundos no passado — talvez tenham sido abusados sexualmente ou abandonados. 
5. Por último, você precisa saber controlar as mensagens sexuais ao seu redor. Você precisa de ajuda para saber reagir às constantes e enganadoras mensagens sobre a sexualidade que são tão comuns na sociedade — as insinuações sensuais dos programas de TV, os e-mails com convites sexuais, etc. Seu espírito ferido clama por paz e cura. Você precisa da ajuda de um conselheiro de confiança. 
Sites úteis sobre a questão: 
 
http://www.victimsofpornography.org/ 
www.pureintimacy.org 
http://www.helpandhope.org/ 
 
*Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual (Editora Betânia) e membro do Howard Center for Family, Religion & Society. 
 
A beleza feminina provoca uma reação primária nos homens, afirmam cientistas 
13 de novembro, 2001 
BOSTON, Estados Unidos -- A visão de uma bela mulher provoca uma reação de prazer no cérebro do homem similar à sentida por uma pessoa que se alimenta quando está fome ou por viciados que fazem uso de sua droga, afirmam cientistas. 
Em seu estudo, publicado pela revista Neuron, Dan Ariely, do Massachusetts Institute of Technology, mostra que a beleza feminina afeta o cérebro do homem em um nível muito primário, e não em um plano intelectual. 
"A beleza tem um efeito semelhante a uma droga", explicou Ariely, um dos autores do trabalho. 
O cientista e sua equipe mostraram fotos de homens e mulheres, com vários graus de atratividade, para um grupo de homens heterossexuais, na faixa dos 20 anos, enquanto mediam as respostas de seus cérebros com computadores. 
As mulheres bonitas ativaram os mesmos "circuitos de recompensa" que alimentos e cocaína. Os homens tiveram uma reação negativa a fotos de homens bonitos, sugerindo que eles se sentiram ameaçados pelos modelos, afirma Hans Breiter, co-autor do estudo. 
Breiter disse que provas de que a beleza estimula esses circuitos cerebrais primários nunca foram mostradas antes. O cientista considera que essa descoberta contrapõe-se aos argumentos de que a beleza não é nada mais que um produto dos valores da sociedade. 
"Essa não é uma resposta condicionada", alega. 
Os pesquisadores afirmaram que suas conclusões podem ter grandes implicações para pesquisas sobre o que motiva os seres humanos. 
 
 
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"CONSELHOS IMPORTANTES"
2011-07-19 12:14
 
Casamento: Conselhos que Transformam Casamentos!
O que vale mais no relacionamento de casal não é quem está certo, mas o que está certo.
 
1. Vigie sempre o seu coração.
 
“Haverá momentos no seu casamento em que você terá a impressão que casou com a pessoa errada. É nesse tempo que pode haver um esfriamento do amor”.
 
Verifique com freqüência os movimentos da sua alma, supervisione o seu coração, faça perguntas para você mesmo. Quando isso começou? Por que eu passei a enxergá-lo (a) desta forma? O que me atraia que não me atrai mais nele (a)? Se eu sempre o (a) amei, por que estou em dúvida hoje?
 
Amar é mais do que um sentimento, é uma decisão. A saída para qualquer crise no amor é a oração e a leitura da Palavra. Orar é reconhecer que quando Deus assume o controle da nossa vida, ele corrige aquilo que está errado em nós. Nas minhas orações eu sempre peço ao Senhor que me ensine a amar minha esposa como Cristo ama a igreja e aos meus filhos como Ele nos ama. Ler a Bíblia é manter os olhos na bússola de Deus para não se perder na caminhada.
 
Já ouvi muitos maridos e esposas dizendo: “Estou angustiado (a) no meu casamento, a impressão que tenho é que não amo mais meu cônjuge”. Quando isso acontece, o homem ou a mulher tem que perguntar para si mesmo: Nós nos amávamos quando começamos a construção do relacionamento conjugal? Todo efeito tem uma causa. Será que este esfriamento do amor não foi porque de repente os meus olhos mudaram de foco, de direção? Será que eu parei de colher por que deixei de semear o melhor de mim no meu cônjuge? Será que a falta de diálogo fez crescer uma barreira entre nós e hoje estamos juntos, porém separados na alma? Será que eu permiti que outra pessoa ocupasse em meu coração o lugar que por direito é exclusivo do meu cônjuge? As respostas para estas perguntas podem ajudar aqueles que precisam superar a crise do amor. Jesus disse para a igreja que estava em Éfeso uma frase que muitos gostariam de dizer para o cônjuge: “Alguma coisa esta errada: você não me ama como no princípio! Pense naqueles tempos do seu primeiro amor, como está diferente agora! E volte-se para mim outra vez…” (Ap 2:4,5 – Bíblia Viva).
 
A maioria dos casamentos cansados tem como causa principal o esfriamento do amor. Hoje é um dia oportuno para você colocar o termômetro no coração e conferir a temperatura do seu amor pelo cônjuge.
 
Pr. Josué Gonçalves
 
 
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"SENDO A FIEL AJUDADORA"
2011-07-18 11:34
 Casamento Cristão: Como apoiar o ministério do seu marido
Muitas esposas de pregadores, hoje, gostariam de saber como ajudar seus maridos no ministério. Uma esposa pode erguer ou pode destruir seu marido. Como? Não se submetendo a ele, não orando por ele, criticando-o aos outros. Além destas, muitas outras coisas.
1. A coisa mais importante que você pode fazer por seu marido é orar. Ore por ele, ore por seu ministério, ore para ele suportar e vencer as pressões que estão sobre ele. Ore pela direção de Deus [na vida do seu marido].
Ore por ele sem cessar … “Orai sem cessar” (1 Tes 5:17 ACF).
2. Submeta-se a ele. Quando outras pessoas vêem você [amorosa, doce e entusiasticamente] se submeter a seu marido você está tornando o seu trabalho mais fácil. Você está sendo um exemplo para outras mulheres. “Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor” (Efésios 5:22 ACF)
“De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos” (Efésios 5:24 ACF).
“Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte de suas mulheres sejam ganhos sem palavra” (1 Pedro 3:1 ACF).
3. Seja-lhe fiel [fiel ajudadora, fiel ao juramento que lhe fez: “... com todas minhas forças: respeitar-lhe-ei, apoiar-lhe-ei, amar-lhe-ei, ..., na alegria e na tristeza, ..., até que a morte ...”.] Seja-lhe fiel orando por ele, amando-o. “Da mesma sorte as esposas sejam honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo” (1 Timóteo 3:11 ACF)
Algumas vezes seu marido pode vir para casa desencorajado ou frustrado com o ministério. Você deve estar lá encorajando-o. “Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado” (Hebreus 3:13 ACF).
Encoraje-o de várias maneiras:
3.1. Mande-lhe um [amoroso/ edificante/ encorajador] cartão postal ou notinha (pode ser em papel ou por e-mail ou pelo correio convencional);
3.2. Faça para ele seu biscoito favorito. Embrulhe-os em um papel colorido, ou coloque-os em uma caixa bem bonita. Vá à igreja enquanto ele estiver fazendo visitas e deixe a caixa sobre sua escrivaninha com um cartão dentro. [Se você puder faça para ele um cartão com sua foto.] Não existe nada mais romântico do que um cartão feito pela própria esposa.
3.3. Surpreenda-o com uma programação para sair à noite. Se suas condições financeiras não estiverem boas para saírem [e jantarem fora ou fazerem algo que implique em despesa extra], então arranje alguém para ficar com seus filhos, faça o jantar preferido dele com todas as suas comidas preferidas [e gozem um bom tempo só os dois, ou saiam para um passeio romântico, para sentarem e conversarem à beira da praia, etc., algo romântico e prazeiroso, mesmo que não envolva grandes despesas].
3.4. Quando ele chegar, não o receba apresentando-lhe os problemas de casa. Dê- lhe tempo para “esfriar o motor” e recuperar-se dos seus problemas do trabalho  . Encontre-o à porta com seu refrigerante preferido ou com uma xícara de café. E nunca se esqueça do [caloroso] beijo de boas-vindas!
3.5. A cada mês, presenteie-o com um livro de cupons de cortesias especiais, de modo que, de vez em quando, ele possa gastar um cupom e lhe pedir algo especial, tal como: “dê-me uma massagem nas costas”, ou “dê-me uma noite de especial e mútuo romantismo, ternura e cortesia”. [Pense em algumas coisas pequenas mas muito especiais, para colocar no livro de cupons. Certamente seu marido, mesmo que não escreva um livro físico, lhe surpreenderá perguntando: “E hoje, quer que lhe faça algo especial? Quer que eu cuide do canteiro de flores?”
3.6. Coloque um bilhete em sua Bíblia [ou agenda ou lancheira] antes dele ir trabalhar. Ou, você pode colocar em sua Bíblia, no domingo de manhã, um cartão com uma nota dizendo: “Eu te amo”. Isto completará sua manhã  .
A coisa mais importante de tudo é amá-lo!
“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. (1 Coríntios 13:13 ACF) Todas as vossas coisas sejam feitas com amor” (1 Coríntios 16:14 ACF).
Mostre a ele que você o ama.
Com tudo isto (e com tudo o mais do que você pode pensar [e por num papel, melhor do que eu]), você poderá ajudar a tornar melhor o ministério de seu marido. E, quanto mais feliz o seu marido for, mais feliz você também será. 
(Traduzido por Valdenira N. de M. Silva)
 
Postado por Elio Loiola
 
 
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"SUPORTANDO UNS AOS OUTROS"
2011-07-17 14:04
 Casamento Cristão: Boneca de Crochê
Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos. Eles tinham compartilhado tudo um com o outro e conversado sobre tudo. Não haviam segredos entre eles, com exceção de uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Por todos aqueles anos ele nunca  pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato. Um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria. Sendo assim, o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher. Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa. Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares. Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou;
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você, que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê. O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava ‘Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.’
- Querida!!! – Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! – Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.
Oração: Senhor, dai me sabedoria para entender meu Marido, amor para perdoá-lo e paciência para aturá-lo…
ESTA MEDITAÇÃO E ORAÇÃO É PARA AMBOS!!!
 
 
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"NUM SÓ CORAÇÃO"
2011-07-16 12:38
 
CASAMENTO:  O CASAL DEVE DECIDIR JUNTOS
Há uma ordem de governo e autoridade estabelecida por Deus no lar. O marido é chamado o cabeça (Ef.5:22-24), e entendemos que como tal tem direito à palavra final.
 
Porém, isto não quer dizer que o homem esteja sempre certo ou que não deva ouvir sua mulher. Encontramos no Velho Testamento uma ocasião em que o próprio Senhor diz a Abraão, seu servo: “Ouve Sara, tua mulher, em tudo o que ela te disser” (Gn.21:12).
 
No Novo Testamento vemos Pôncio Pilatos desprezando o conselho de sua mulher e se dando mal com isto (Mt.27:19). Precisamos considerar ainda que ser líder não significa ser autoritário. Quando o apóstolo Pedro escreveu aos presbíteros (que compõem o governo da Igreja Local), disse em sua epístola que eles não deveriam ser “dominadores do povo” (I Pe.5:3). Isto mostra que autoridade e autoritarismo são duas coisas distintas.
 
Vejo muitos maridos dizerem que suas esposas TÊM que obedecê-los! Mas ao dizer que as esposas devem ser submissas, Deus não estava instituindo o autoritarismo no lar. Vale ainda lembrar que Jesus declarou que “aquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido” (Lc.12:48). Os homens precisam se lembrar de que em matéria de responsabilidade do lar, terão que responder a Deus numa medida maior que as mulheres. Mas não é preciso que o homem carregue o peso desta responsabilidade sozinho. É importante que o casal dialogue e tome decisões juntos.
 
Desde que casamos, minha esposa e eu sabemos quem é o cabeça do lar, mas foram muitas raras as vezes em que tomei uma decisão por mim mesmo. Sempre conversamos e discutimos sobre nossas decisões. As vezes já estamos de acordo no início da conversa, e às vezes precisamos de muita conversa para amadurecer bem o que estamos discutindo. Mas sabemos a bênção de caminhar em acordo e cultivamos isto entre nós. Entendo que se a mulher é chamada de “auxiliadora” na Bíblia, é porque o homem precisa de sua ajuda.
 
E a ajuda da mulher não está limitada à atividades domésticas. A Bíblia fala com esta figura, que deve haver uma relação de companheirismo. Creio que como auxiliadora, a mulher deve ajudar a tomar decisões. Este é um processo que exige ajuste. Na hora de discutir alguma decisão, ou mesmo a forma de ser e se comportar de cada cônjuge, vemos o quanto é difícil ouvir ao outro. Mas devemos atentar para o ensino bíblico sobre isto: “Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha” (Pv.18:13). Tiago nos adverte o seguinte:
 
CONCLUSÃO: “Sabeis estas cousas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar”. Tiago 1:19
 
 
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"CASAMENTO DIVIDIDO"
2011-07-15 11:56
 Casamento: Juntos porém Separados
 
 
Eles têm tudo em comum, exceto o amor “Somos casados no papel. Vivemos debaixo do mesmo teto. De vez em quando cumprimentamos um ao outro com um bom dia ou uma boa noite… De vez em quando (e olhe lá) também trocamos algumas idéias… Somos marido e mulher, contudo, não nos comportamos como tal. Já faz algum tempo que estamos assim: juntos, porém separados”.
 
 
 
Parece absurdo, mas esse paradoxo faz parte da vida de muitos casais. É triste dizer, mas são inúmeros os casamentos de “fachada”, isto é, aqueles que mostram uma felicidade aparente para a sociedade, entretanto, entre quatro paredes, o clima é outro. Nesse aspecto, o “até que a morte nos separe” chega mais cedo do que o esperado, ou melhor dizendo, não é a morte que os separa, mas qualquer motivo. O “felizes para sempre” passa ser uma desilusão e “o que Deus uniu não separe o homem”, uma interrogação.
 
Talvez você não seja separado judicialmente, mas esteja vivendo essa mesma contradição, com um casamento onde não existe mais amor, afeto e respeito. Vocês vivem somente de aparências. Talvez você nem saiba mais o que é dormir ao lado de seu cônjuge ou receber carinho da pessoa que um dia prometeu amar-te na “saúde ou na doença, na pobreza ou na riqueza, na alegria ou na dor”. Tudo isso acontece e seu cônjuge parece não dar a mínima. Nessas horas, pensamentos como “Ele(a) está me traindo” ou “Eu não sou mais uma atração para meu(inha) esposo(a)”. E o pior é que você sempre se pergunta: “Onde foi que eu errei? Por que o meu casamento está assim? O que fazer?” Com certeza, muitos irão responder que a separação é o melhor remédio para esses casos. Porém, lembre-se sempre de uma coisa: a separação deve ser o último recurso para um casal. Enquanto houver possibilidades, haverá esperança. Sabemos que a batalha é e será desgastante, dolorosa, e que nem sempre todos os casais (ou um dos cônjuges) querem investir na relação. É lamentável, mas as estatísticas comprovam o crescimento cada vez mais assustador da separação de casais. Segundo a revista Veja (Edição nº 1.704, de 13 de junho de 2001), “em 2000 houve 112.000 divórcios no Brasil.” Segundo, ainda a revista, “quando essa quantia é somada ao número de separações judiciais concedidas anualmente, cerca de 93.500, obtém-se uma dimensão do total de casamentos encerrados nos tribunais: 205.800 num ano.” Os efeitos da separação, na maior parte dos casos, são extremamente traumáticos para os dois lados, mas principalmente para os filhos. Eles são os que mais sofrem. Contudo, se engana quem pensa que somente a separação no papel causa ressentimentos. Para os filhos, presenciar cenas de indiferença entre os pais, pode ser mais pesado e confuso. Ver os pais agindo dentro da própria casa como dois estranhos, é algo que marca para o resto da vida.
 
O que precisa haver é uma compreensão de ambas as partes. Procurar ajuda de especialistas na área familiar e aconselhamentos pastorais são algumas formas de se buscar consolo e quem sabe uma solução para o problema. Algo que deve ficar claro também é que o casal precisa saber o motivo, “colocar os pingos nos is”, saber o porquê de estarem agindo assim. Procurar a “raiz do problema” e mostrar interesse já é uma boa forma de trabalhar os conflitos.
 
Cabe aqui uma palavra. Tudo na vida é uma questão de escolha. O que você quer? Você escolhe continuar vivendo assim com seu cônjuge, privando-se de momentos ímpares de felicidade com ele(a), deixando, muitas vezes, até mesmo de viver, o que resulta em verdadeira perda de tempo; ou então, você escolhe mudar tudo, começar de novo e usufruir a vida abundante que Deus tem para vocês. Neste caso: “Você decide”.
 
Postado por Elio Loiola
 
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"DOENÇA FATAL DE QUALQUER RELACIONAMENTO"
2011-07-14 14:25
 Um câncer para casamento
 
Carlos e Joana voltam de mais um final de semana tipo macarrão com frango na casa da mãe de Carlos.
Ao chegar em casa Carlos desce para abrir o portão e avista a vizinha lavando o carro do marido e faz o infeliz comentário:
- Veja querida, isto que é esposa prendada.
A resposta vem na mesma velocidade que foi o comentário, ou seja, sem pensar.
- É? Aposto que o marido dela lava louças para ela.
E já se trancou atrás de um bico de fazer inveja a qualquer tucano.
Carlos sabia o motivo do bico, mas não queria dar o braço a torcer, pensava consigo mesmo:
- Deus sabe que meu comentário foi sem maldade, apenas esperava um tapinha e um sorriso maroto dizendo “Bobo”, e não uma greve de sexo que já durava sete dias.
Joana por sua vez tinha suas razões:
- Trabalho como uma doida para manter a casa em ordem, cuido das crianças, mantenho a comida no horário e ainda vem fazer um comentário ridículo destes. Lavar carro? Ingrato!
Mas ambos tinha um ardente desejo de que o parceiro de tantos anos viesse e dissesse as três palavras mágicas:
- Por favor, me perdoe, eu errei. E terminasse de uma vez por todas com isto.
Mas o que se escuta é: “Alta do dólar bate novo recorde!” denuncia a televisão em um volume até certo ponto incomodo. Carlos que assistia o jornal escuta alguns gritos no quarto e diminui o volume da televisão para tentar ouvir algo.
- Já te disse para não subir na cama de tênis! A voz de Joana ecoa pela casa seguido do barulho de chineladas e os gritos de Rafael chorando. Sem se dar conta, Joana descontara toda a sua raiva sobre o pequeno garoto que mal entendera o porque das chineladas, e descontaria no primeiro que encontrasse pela frente.
Todo aquele clima tenso, somando ao volume da televisão fez com que Joana cometesse tal erro.
Carlos se lembra que dias atrás ela tirava Camila pacientemente da cama:
- Camilinha querida, não suba na cama de sandálias filha.
Será que ela fazia distinção dos filhos? Pensava ele.
Já no oitavo dia em que só se falavam o extremamente necessário, Carlos já nem lembrava mais o motivo daquela nova separação, mas algo o impedia de tentar resolver o problema em questão, é como se tivesse que dar o braço a torcer, como se dissesse a esposa:
- OK querida você errou e pode sempre fazer isto que eu irei aceitar.
Joana por sua vez lembrava até do cabelo que estava pairando no ar no momento em que o marido fez o comentário, mas continuava imutável.
Sem saberem, Carlos e Joana estavam criando um ambiente ideal para a proliferação de um câncer que comia seu casamento pelas bordas. Não era o comentário o motivo da nova briga e “separação”, era algo que já vinha acumulando como um balão de ar que vai se enchendo e o comentário sobre a vizinha foi o ultimo sopro o qual explodiu o balão.
Oitavo dia para Carlos e Oitavo dia, quatro horas e alguns minutos para Joana.
Segunda feira cheia. Carlos nem lembrava de Joana, por sua vez Joana tentava entender como passaram um final de semana daquela forma ostentando uma mascara bonita e lapidada, o casal perfeito.
Abrindo o portão de casa como era de costume, Carlos finalizava aquela segunda feira guardando o carro na garagem quando novamente avista a vizinha lavando o carro de seu marido.
Lembrou do ocorrido a uma semana atrás, mas nem assimilou os fatos, achando que aquilo fora somente mais uma de tantas divergências.
Logo já se distrai novamente olhando seu filho Rafael se apoiando no batente da porta olhando o pai e obedecendo a uma linha imaginaria entre a garagem e a porta da sala.
Logo após o programa do Jô, Carlos vai para o quarto onde encontra a cama com um espaço enorme do seu lado, pois Joana deitara quase que caindo da cama.
Deita-se cuidadosamente e apaga a luz. O silencio ocupa cada centímetro quadrado do quarto, nem a respiração de Joana se ouve, deixando bem claro que nenhum dos dois estavam dormindo.
Carlos já estava quase dormindo quando senti como se um vulto passasse por ele.
Abre os olhos e consegue perceber que Joana já não se encontra mais na cama.
Fica com os ouvidos bem atentos para tentar ouvir a porta do banheiro ou da geladeira, mas apenas o latir distante de um cachorro se fazia ouvir.
O digito vermelho do radio relógio apontava 01:30. Carlos aguarda na cama meio que dominado pelo sono e confuso ao mesmo tempo pela situação.
Pensa mais um pouco e logo olha no relógio que já apontava 01:33 Como três minutos pareceram uma eternidade! Como Joana demorava!
Mal sabia ele que estes minutos não era nada perto das horas em que Joana o esperou na cama enquanto ele se distraia com a TV.
- Vou ter que dar um jeito nesta situação. Pensava Carlos. Levantou-se sem fazer barulho e caminhou até o quarto das crianças para ver se a encontrava, mas sem êxito.
Nem precisou chegar até a sala para ver um vulto sobre o sofá pequeno.
Ao se aproximar pode perceber Joana toda encolhida no sofá.
Carlos se aproxima e o brilho nos olhos de Joana denuncia que ela estava chorando em silencio olhando fixamente para a porta que dava acesso a rua. Carlos se aproxima e não sabe o que fazer, e nem o que falar. Seus pensamentos param por alguns instantes por não entender a situação.
O Silencio é quebrado pelo sussurro de Joana:
- Chega!
- O que foi? Pergunta Carlos.
- CHEGA! Você escutou? CHEGA! ACABOU.
Carlos sabia o que ela queria dizer, mas queria ganhar tempo para analisar a situação e tentar um dialogo e colocar a situação sob controle.
- Você é um monstro! Não é a pessoa com quem casei. Nós nunca seremos felizes, nunca fomos e nunca seremos. Não sei como durou tanto.
Carlos e Joana se confrontam como dois gladiadores na arena, com a diferença de que a única regra era tentar magoar o máximo possível um ao outro.
Se pudéssemos tirar o som desta cena e olharmos através do telhado, veríamos a triste cena de em um cômodo um casal se agredindo e no outro duas crianças dormindo tranqüilamente sem saber que ao acordarem poderiam estar sem pai ou sem mãe.
E se pudéssemos voltar no tempo e acompanhar a vida de Carlos e Joana, veríamos um casal fazendo votos de amor e fidelidade no dia do seu matrimonio.
Um casal se alegrando juntos com o presente que Deus lhe dera que era seus filhos.
Veríamos um casal planejando um futuro, juntos. Com certeza teríamos dificuldades para detectar quando começou esta separação.
Não encontraríamos o ponto em que se iniciou tudo isto, ou o motivo principal.
Uma resposta simplista seria: Uma somatória, um ajuntar de problemas teria levado a esta fatalidade.
Poderíamos tentar achar um culpado, ou uma culpada, mas de nada resolveria.
A realidade é que mesmo na época de namoro, Carlos e Joana nunca tiveram um preparo para o que viria. Pessoas estudam anos para se formarem médicos advogados e outras coisas mais, mas ninguém é preparado para o casamento, ao contrario disto é entregue o diploma que é a certidão de casamento para o casal e terão a vida toda para tentar manter aquele pacto, ou aquela aliança em que fizeram um para com o outro.
A vida nada os ensinou a não ser grandes mentiras tipo: “E os dois viveram felizes para sempre”, ou “Você encontrará alguém que te fará feliz”, não seria o correto dizer: “você encontrará alguém para fazer feliz”? Já entramos no casamento com a esperança de que nossa felicidade está no parceiro ou parceira desta jornada.
Mas espere aí! Se os dois entrar no casamento esperando que o outro seja portador de tal felicidade, já estamos sendo enganado desde o princípio. Mas se ao contrario disto usássemos o amor que a bíblia nos ensina? Ou seja, o amor ágape. Deixaríamos de nós mesmos para cuidar do próximo, assim como o ar que respiramos temos a certeza que daria certo, pois não é um método humano e sim divino. Deus sabe as lutas que um casal tem em se relacionar e deixou o manual, mas o fato é que desprezamos este manual e nos enchemos de coisas mundanas, como nos transportar para uma vida que não é nossa passando meses e anos seguindo novelas em que marido abandona esposa e acaba se dando bem.
Filmes em que esposas deixam marido e filhos em busca de felicidade própria e nós acabamos até em concordar com aquela atitude.
Há! Então achamos um culpado? É a novela? Não assisto mais novelas e em troca tenho meu casamento de volta? O que quero dizer é: com o que você tem se alimentado?
Quais os cuidados que tem tido para com seu lar? Tem buscado saber o que é melhor para seu cônjuge e filhos? Ou tem navegado a deriva, deixando que com o tempo as coisas se encaixam?
Na realidade somos acomodados. Muitas vezes vindo de famílias em que crescemos aos trancos e barrancos chegando onde estamos hoje cheios de vícios e preceitos errados da vida.
Não! Definitivamente não!
Existe uma promessa bíblica para isto, ou seja: “buscai primeiro o reino de Deus e sua justiça e as demais coisas vos serão acrescentadas (Mat 6:33)  “, e nestas demais coisas está incluso o nosso casamento. Ao buscarmos a Deus descobrimos princípios que sustentam nosso casamento.
Quando o homem tenta sem a ajuda de Deus, o máximo que se consegue são duas pessoas acomodadas vivendo como irmãos e não uma só carne como a bíblia nos ensina.
Antes de tomar qualquer decisão, Carlos e Joana pensariam duas vezes se soubessem a vontade de Deus para com suas vidas. DEUS ODEIA DIVÒRCIO, e deixou bem claro isto em Malaquias 2:16.
Sei que existe casos e casos, e não devemos generalizar, mas uma coisa é certa, o remédio é o mesmo: Deus! Busque em Deus a solução para sua vida conjugal e para tudo o que pretende fazer nesta vida e será bem aventurado como promete o Salmo primeiro.
Carlos e Joana não se separaram nesta briga, se acertaram com palavras, mas na realidade só adiaram mais um pouco e tentaram mais uma vez sem fazerem algo significativo para salvar seu casamento. Carlos e Joana se separaram?
A resposta quem dará é você mesmo se colocando em seus lugares.
Você se separaria? Ou verdadeiramente pisaria no freio e viraria a direção da vida para uma nova estrada, estrada tortuosa, estreita e esburacada, mas que leva para a vida e vida em abundancia. (João 10:10).
Esta em nossas mãos? Sim está. Mas está na hora de tirar de nossas mãos e depositar aos pés de Cristo.
 
 
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"PARA SER UMA SÓ CARNE"
2011-07-13 14:15
 Casamento: Como o Durepox !!! 
Durepox: Com certeza você já deve ter usado um produto chamado Durepox. Trata-se de duas massas de cores diferentes que ao fundir-se uma na outra se transforma numa excelente solda fria para tampar buracos em peças, principalmente de ferro. De fato, para que o Dure-pox seja eficiente é necessário que por um período de tempo as massas sejam misturadas até o ponto que ambas cheguem a uma massa uniforme e de uma só tonalidade.
 
 
 
Quando vejo a utilidade do Durepox e o que ele é capaz de fazer, me vêm à mente os relacionamentos de um casal que precisa se acertar. São duas partes diferentes com virtudes e defeitos que precisam fundir-se em uma só consistência, para chegar a um bom termo nos desafios que a vida apresenta.
 
Às vezes pensamos que não é preciso juntar as duas partes para tentar solucionar os problemas e que teremos mesmo assim uma solda perfeita. Mas o fato é que a mistura se faz necessária. Isso é, o casal precisa ser um só. Uma só consistência, Uma só carne. O segredo está aí. Nada vai ser perfeito se não houver esse entendimento em ambos.
 
Outra coisa importante na utilização do dure-pox é que a superfície a ser aplicada o produto, precisa estar totalmente livre de impurezas líquidas. É necessário secar a superfície antes de usar o produto, para que a solda seja perfeita. No relacionamento conjugal para se ter uma solda perfeita, de boa qualidade, é preciso que ambos tenham um só coração pronto e que este coração esteja livre de mágoas, de ressentimentos. Um coração pronto para perdoar e ser perdoado.
 
Postado por Elio Loiola
 
 
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"RELACIONAMENTO PERPÉTUO"
2011-07-12 14:10
 Casamento: O verdadeiro amor
 "E por se multiplicar a iniqüidade, o amor de quase todos esfriará…" (Mt. 24:12)
 
Por que será que observamos através dos tempos cada vez mais a falência do amor? Estou me referindo a um amor prático, ao amor de compromisso, a um amor de fidelidade, de cumplicidade. Um amor que resiste a idade, os problemas de doenças, tentações, que segundo as declarações do apóstolo Paulo em sua carta aos Coríntios, “um amor que não se porta inconvenientemente, que não busca os seus próprios interesses, que não se irrita, que não suspeita mal”, ou seja, “um amor confiável, um amor que é justo, que se regozija com a verdade.
 
 
 
Que sofre, que crê, que espera e que suporta tudo”. Será que é possível vivenciar esse tipo de amor em nossos dias? Não um amor platônico ou aquele amor doentio que traz mais insegurança do que estabilidade nos relacionamentos.
 
Quando penso no amor, a minha mente têm dificuldade em absorver o envolvimento pré-nupcial, onde o amor torna-se sinônimo de relacionamento sexual. Quando penso no amor entre duas pessoas fica difícil imaginar um relacionamento entre homossexuais onde a cumplicidade desenvolve-se no campo da malignidade e na falta do temor a Deus cometendo torpezas com seus próprios corpos, onde não somente estão absorvendo imundícies, como sua alma e seu espírito.
 
Os poetas, os compositores ou pintores em todas as épocas, tentam de todas as formas passar para o papel relacionamentos entre pessoas, retratando com muita propriedade sentimentos negativos ou positivos; porém amar e ser amado só podem ser vivenciados porque quem consegue transformar os seus sonhos em realidade. Isto porque não vivemos somente de emoções. Temos que ser práticos.
 
O amor de um casal legitimado pela benção do Senhor, pelos laços do matrimônio e testemunhado pela sociedade, pode e deve passar na prova do tempo. Infelizmente a durabilidade de um relacionamento conjugal hoje em dia está deixando e muito a desejar. A qualidade, a essência do verdadeiro amor não está sendo cultivada pelos casais. O romantismo é o elo de felicidade de ambos e é sumariamente colocado à prova todos os dias.
 
Outro fator também que devemos considerar é a auto-suficiência que encontramos na vida de muitos casais que chegam a pensar que podem ficar distanciados de Deus. Jesus Cristo não faz parte de suas vidas. De fato o Senhor Jesus é convocado apenas, quando vez ou outra o casamento está por um fio. Logo os conselheiros entram em ação, os pastores são procurados para oração, as reuniões na Igreja passam a ser mais visitadas. Já no tempo do apóstolo Paulo, ele conseguiu detectar estas anomalias, isto é: desvios que têm sido cometidos nos relacionamentos quando se referem ao amor. E com simplicidade, deixa-nos um capitulo inteiro, o capitulo 13 de I Coríntios instruindo-nos com sérias revelações do que é a prática do verdadeiro amor.
 
Gostaria de deixar com você duas histórias que eu e minha esposa Solange ouvimos no Seminário Betânia à alguns anos atrás, quando ainda estávamos nos preparando para o Ministério. Esta história foi contada pelo professor Patric Dugan. São verídicas e ajuda-nos a compreender o que é o amor, quando procuramos fazer o melhor para Deus e para o nosso próximo.
 
A primeira história é sobre um casal, com aproximadamente dois anos de vida conjugal que foram passar um período de férias numa fazenda e entre as opções de lazer resolveram cavalgar. Tudo ia bem, até que o cavalo tropeçou e o rapaz caiu e bateu a cabeça numa pedra. Levado ao hospital, veio a notícia. Ele ficaria tetraplégico. Logo aquela jovem começou a ponderar os anos de vida que teria ao lado de um rapaz inválido. Afinal, ele não tinha mais nada para oferecer-lhe, a não ser trabalho e trabalho. Ela, jovem, fez a sua opção de separar-se dele deixando-o aos cuidados de seus familiares. Felizmente esta primeira história teve um final feliz, pois um tempo se passou e um milagre restaurou aquela vida quando levado ao encontro de uma missionária chamada Kathryn Kuhlman, uma mulher tremendamente usada por Deus na área de cura. Aquele rapaz foi totalmente curado e ficou sem seqüelas. Como podemos ver, era só uma questão de tempo, infelizmente a sua esposa não soube esperar.
 
A segunda história é também sobre outro casal. Eles já eram mais idosos, porém o marido havia contraído uma doença incurável de degeneração dos ossos e estava sendo tratado clinicamente em casa. Um leito hospitalar foi instalado na residência do casal. Era um compositor e compunha hinos sacros. Alguns deles fazem parte da coletânea de nossos hinários evangélicos. Ele compunha suas canções através de um gravador onde dizia as notas. Sua esposa do seu lado, cuidando dele com muito carinho e amor. Há cada duas horas sua cama tinha que ser virada para amenizar o seu sofrimento durante os anos. Ela ali do seu lado amando-o, sem receber nada em troca até o seu falecimento.
 
Queridos, que tipo de amor você tem vivenciado em seu casamento? O Amor na base do troca-troca ou o amor na base do comprometimento, do compromisso e da fidelidade? O que você têm feito para manter a chama acesa do amor por seu cônjuge?
 
Lembre-se:
 
01.O amor é paciente é benigno;
02.Não é invejoso;
03.Não se vangloria;
04.Não se ensoberbece;
05.Não se porta inconvenientemente;
06.Não busca seus próprios interesses;
07.Não se irrita;
08.Não suspeita mal;
09.O amor não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
10.Tudo sofre;
11.Tudo crê;
12.Tudo espera;
13.Tudo suporta;
14.O amor jamais acaba.
 
Estas são as características do verdadeiro amor que você tem por seu cônjuge? Se não está praticando, que tal começar a partir de agora…
 
Deus os abençoe;
 
Pr.Nélson R. Gouvêa   -   Postado por Elio Loiola
 
 
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"CONSTRUÇÃO fAMÍLIAR"
2011-07-11 14:47
 Construindo um Lar
 
 
 
 
Acontece a toda hora. Um rapaz conhece uma moça. Começam a namorar. Apaixonam-se. Ficam noivos. Planejam o casamento. Casam-se.
 
Sem dúvida, algumas pessoas gastam tanto ou mais tempo planejando a festa de seu casamento do que com o planejamento do seu matrimônio e do seu lar. A festa de casamento é uma comemoração de um dia, quando se ligam duas pessoas na relação mais íntima conhecida na humanidade. O matrimônio, contudo, foi instituído por Deus para durar toda a vida. Em nossa sociedade, as festas das bodas são tão romantizadas que as meninas crescem sonhando e planejando o dia quando serão a bela Cinderela com um longo vestido de cauda flutuante.
 
 
 
Literalmente falando, centenas de horas e muito dinheiro são gastos em algumas festas de casamento, enquanto alguns matrimônios não duram o tempo suficiente para se pagarem as despesas feitas com elas.
 
O lar bem sucedido é aquele que é construído de acordo com as especificações divinas. Ele merece muito mais esforço e sacrifício do que uma festa de casamento. A estabilidade do lar repousa sobre o entendimento de que o matrimônio é idéia de Deus, não do homem, e Deus insiste em que a relação que ele ordenou é boa! Casais que estejam determinados a ter matrimônios felizes, completos, precisam reconhecer o significado de construir sua vida em comum de acordo com o plano que Deus revelou.
 
Amor: o adesivo divino
O apóstolo Paulo descreveu o manto de Cristo que deveria envolver as vidas de todos os santos (Colossenses 3:12-15). “Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.” O amor é a qualidade que traz consigo todos os outros atributos num único propósito.
 
No matrimônio, o amor é a cola que liga um homem e uma mulher como se fossem um só, e faz com que eles se adiram um ao outro quando outras forças estiverem atuando para separá-los. O amor que mantém intacto um matrimônio não é limitado ao sentimento meloso e exagerado que aflora através das veias de um rapaz adolescente e faz com que suas bochechas brilhem e seus joelhos tremam quando aquela moça especial lhe fazer uma pergunta na aula de álgebra. Nem o amor é o erotismo intenso que está sendo inculcado às massas como se fosse amor. O amor que mantém um matrimônio é um amor aprendido com Deus, que mergulha suas raízes profundamente no coração e muda tanto sentimentos como comportamento.
 
Quando o Espírito Santo nos ensinou sobre este tipo de amor, ele não passou muito tempo explicando como se sente este amor. Em vez disso, ele delineou meticulosamente para nós o comportamento do amor (1 Coríntios 13:4-8): “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba.” Esposos e esposas precisam chegar a entender que Deus não falou meramente como nos deveríamos sentir um para com o outro; o Senhor nos conduziu em nosso comportamento um para com o outro.
 
Paciência e tolerância: livrando-se do egoísmo
Crianças mal acostumadas tornam-se adultos egoístas, e pessoas egoístas são maus parceiros em qualquer tipo de relacionamento. Não há meio de se compartilhar uma casa, uma família, ou uma vida juntos sem disposição a dar. O Senhor fala diretamente deste ponto (Efésios 5:22 e segs.) quando ele instrui as esposas a que “sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor,” e imediatamente instrui os maridos: “amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela.”
 
Sua mulher tem algumas verrugas e algumas manchas? Você também tem. Você se cansa de agüentar as imperfeições dela? Ela se cansa das suas. Ele tem algumas maneiras que são imensamente incômodas? Você também. Você descobriu que ele não é perfeito? Ele descobriu a mesma coisa em você. Você quer que sua esposa passe por cima de ninharias e preste atenção no que realmente importa? Você tem que ser o modelo para esse comportamento. Dar — e dar mais e mais — é um elemento essencial para a construção de um lar.
 
Visão e amizade:
compartilhar metas e andar juntos
O profeta perguntou há muito tempo, “Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?” (Amós 3:3). Construir um lar bem sucedido carece unidade de propósito. Uma pessoa, cujo primeiro compromisso é servir o Senhor, freqüentemente se achará em desacordo com outra pessoa cujo primeiro desejo é ganhar dinheiro, ou divertir-se, ou trabalhar. Abençoado, na verdade, é o homem ou mulher que pode olhar para seu lar e afirmar confiantemente, “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. O compartilhamento de um propósito comum na vida dá uma âncora que segurará o lar durante as tormentas.
 
Sonhos e visões precisam ser partilhados vezes e mais vezes. Amigos são aqueles que cuidam, que partilham, que ansiosamente dão em benefício uns dos outros. Uma das chaves da construção de um lar feliz é alimentar sua amizade com seu esposo. Façam os sacrifícios necessários, mas dediquem tempo um ao outro. Faça as pequenas coisas, ofereça gentilezas, e converse com a pessoa com quem você está passando a vida. Quanto mais intimamente se conhecerem um ao outro, mais plenamente se entenderão e mais forte se tornará o laço que fazem dos dois um só.
 
Os cristãos farão bem em dar bastante tempo e atenção a construir o tipo de lar que querem; a casa pode vir depois. O lar precisará um suprimento abundante dos materiais básicos, tais como amor, paciência, tolerância, visão e amizade. Edificar um lar bem sucedido, feliz, é uma das maiores oportunidades que hoje há para que os cristãos mostrem ao mundo a sabedoria de Deus. Um homem e uma mulher, servindo ao Senhor, comprometidos um com o outro, educando crianças com valores fortes, amando mais um ao outro no fim da vida do que nunca, bem, esse é o verdadeiro tipo de lar com que milhões de pessoas apenas sonham.
 
por David Thomley   -   Postado por Elio Loiola
 
 
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"QUEM AMA ZELA"
2011-07-10 13:50
 Protegendo sua  Esposa 
 
 
 
 
 
Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil…. – I Pedro 3.7
 
Neste versículo, o apóstolo Pedro enfatiza a necessidade de um marido compreender sua mulher porque ela é a “parte mais frágil”. Sua mulher deseja um homem que a compreenda, bem como as suas necessidades.
 
Sua mulher precisa sentir-se salva, segura e protegida. Como seu marido, cabe a você prover essa segurança. Tive minha atenção voltada para isto quando participei de uma conferência para casais. Durante a conferência, uma jovem mulher foi violentada no quarto de seu hotel.
 
Quando o orador relatou aos membros participantes o incidente, notei um fenômeno curioso. Instintivamente, como se fossem regidos por um maestro da orquestra, praticamente cada marido no auditório carinhosamente deslizou seu braço em torno de sua mulher. Do mesmo modo, quase todas as mulheres se aconchegaram ao abraço protetor dos maridos. Foi um gesto físico da necessidade de uma mulher por proteção e o desejo natural de o marido proteger sua mulher.
 
As pessoas usam travas, alarmes contra assalto e incêndio, e sistemas de iluminação para proteger seus bens mais valiosos. Quando você investe na proteção de sua mulher, você também está fazendo uma declaração do valor que ela representa para você.
 
Certamente você já protege sua mulher fisicamente. Você a desencoraja a sair à noite, se isso for perigoso. Você a protege lembrando-a de fechar bem o carro quando vai às compras. E você lhe provê a segurança que ela necessita em casa nas horas em que você está fora.
 
Mas você a estaria protegendo de outros assaltantes em sua vida, tais como:
 
*Sobrecarregando seu tempo?
 
*Os alvos e expectativas irrealistas que ela mesma se impõe e que a levam a fracassar?
 
*Desgastada pelo trabalho fora? No lar?
 
*Os filhos, que se aproveitam de suas fraquezas, que eles conhecem tão bem?
 
Obviamente, você não pode proteger sua mulher de cada pressão, aborrecimento, medo ou perda. Mas você deve fazer o que pode para prever muitos desses problemas antes que eles ocorram, bem como estabelecer um sólido sistema de segurança para sua proteção.
 
PENSE E COMENTE:
Converse com sua mulher sobre como você pode protegê-la em diferentes aspectos e situações de sua vida, especialmente os relacionados acima.
 
ORE:
Para que Deus lhe dê sabedoria e coragem ao procurar proteger sua mulher de forças negativas externas.
 
Meditações Diárias para Casais 
 
Denis e Barbara Rainey
Postado por Elio Loiola
 
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"CIÚMES: UMA ARMA FATAL"
2011-07-09 12:22
 O perigoso ciúmes
  
 
 
..Idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, CIÚMES, iras, discórdias, dissensões, facções…” Gálatas 5:20 CIÚMES !
 
Olha que interessante essa palavra.
 
No grego o vocábulo “zelos” , que pode ser encontrada traduzida por “emulações” ou “contendas”, porém, tem um sentido, digamos, positivo que é “zelo” ou “ardor”. O que muitos, que aceitaram a Jesus, desconhecem é que o Espírito Santo anseia por nós com ciúmes” – Tiago 4:5. Por desconhecerem a profundidade de tal verdade, vivem uma vida muitas vezes de amores com as coisas mundanas. Isso para Deus é adultério, então Ele afirma que a amizade do mundo é inimizade com Deus – Tiago 4:4 Existem outros tipos de ciúmes. Digamos um desejo intenso pela vantagem pessoal, tendo em vista a degradação das realizações e qualidade dos outros.
 
 
 
O ciúme invariavelmente se manifesta na, ou através da, inveja. Será muito difícil vê-los separados. Naturalmente a inveja é uma forma maligna de egoísmo, e, na maioria das vezes, deseja-se o mal ao próximo.
 
A equação é simples: Se eu sinto ciúmes por algo que não posso ter, alimento a inveja que passa a desejar que o possuidor perca o que possui.
 
Lembra-se daquelas duas mulheres que disputavam uma criança, que se apresentaram diante de Salomão ? A que não era mãe verdadeira disse: “Nem meu, nem teu, seja dividido” – I Reis 3:26. Ficou claro que o ciúme e a inveja tinham tomado conta daquela mulher para agir de tal maneira.
 
Outro exemplo bem claro na Palavra é a parábola do filho pródigo. O irmão teve ciúmes e isso foi o início de suas dificuldades. Lucas 15:25-30.
 
E o ciúme de um cônjuge?
 
É estranho que o ciúme geralmente venha acompanhar um intenso amor entre as pessoas. Já observou que ele cega tanto as pessoas, que, às vezes, tal pessoa toma a atitude de matar, eliminar, banir definitivamente uma vida, ao invés de ter controle sobre tal sentimento ?
 
Alguém já disse que o ciúme é o mau cheiro do amor. Será mesmo ?
 
Olhe só o termo no hebraico é “qinah” e aparece por 41 vezes no Velho Testamento.
 
Mas o que há de curioso ou que nos chama a atenção?
 
É curioso a Palavra chamá-lo de “espírito de ciúmes” – Números 5:14. Ora, se a Palavra diz que é um espírito, devemos evitá-lo e também, evitar a ação dele sobre nossas vidas…
 
Eu creio que fica evidente a ação de um espírito maligno, agindo diretamente sobre pessoas que deixam se enredar por esse ciúme negativo que mistura amor com egoísmo.
 
Se fossemos listar, teríamos vários casos para relatar, onde A sentiu ciúmes de B e acabou destruindo um relacionamento, uma família, e até mesmo heranças. Rapidamente o que era amor, é infeccionado pelo ciúme e imediatamente se transforma em ódio.
 
Quero colocar um parágrafo aqui que o irmão em Cristo, Takayoshi, escreveu sobre o ciúme no relacionamento conjugal :
 
“O ciúme de que trata a Bíblia é oriunda do sentimento de propriedade. Propriedade no sentido de ser próprio, ser parte de um todo de forma indivisível. Tal e qual nossos braços ou mãos são nossa propriedade, e jamais poderíamos dispor deles. Jamais poderíamos dá-los ou emprestá-los a outrem. Compreende o que quero dizer?
 
O segundo tipo é oriundo da arrogância ou da insegurança. Da arrogância quando um dos cônjuges trata o outro como uma coisa preciosa, como uma propriedade qualquer cujo egoísmo não deixa ser vista ou tocada por outrem. As pessoas a quem amamos (ou pelo menos pensamos que amamos) não nos pertencem. Muito pelo contrário. Nós é que pertencemos às pessoas que amamos. Somos capazes de deixar a pessoa a quem amamos ser feliz, …mesmo que seja ao lado de outro alguém ?”.
 
É claro que um relacionamento baseado na Palavra, onde ambos os cônjuges assumiram seus compromissos segundo a vontade de Deus, dificilmente sofrerão agruras assim.
 
Finalizando, podemos dizer que o ciúme e a inveja se manifestam no ser humano, pois este é, ou pode ser essencialmente egocêntrico.
 
Amar consiste em deixar de lado o egocentrismo e a dureza de coração. O apóstolo Paulo escreveu à igreja de Corinto, que o amor NÃO arde em ciúmes e nem ultrapassa seus legítimos direitos.
 
Por que dar espaço para ação desse espírito de ciúme ?
 
Vamos dar espaço ao amor, que tem origem divina, pois Deus É amor, e portanto, É um antídoto para todo sentimento humano e negativo que possa querer permear o coração humano.
 
Tire a dureza de coração, de qualquer coração e verá que não haverá limites para amar, perdoar, restaurar e viver em liberdade…liberdade que só Deus pode dar…porque Ele É amor…
 
Postado por Elio Loiola
 
 
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"ROMANCE NO CASAMENTO"
2011-07-08 11:08
 Casamento: Ser Romântico…
 
 
Há um dito cínico que diz: “O período de noivado é como uma excitante introdução a um livro enfadonho.” E infelizmente isto é verdadeiro para muitos casais.
 
 
O que há no casamento que parece enfadar nossa criatividade romântica? Até certo ponto em quase todo casamento o casal se dá conta de que simplesmente não sente as mesmas sensações românticas que uma vez desfrutou.
 
O romance não é a fundação de um casamento. Mas ele é o fogo da lareira; o calor e a segurança de um relacionamento que diz: “Podemos ter brigas, mas eu amo você e tudo está bem.”
 
Precisamos desse fogo em nossos casamentos porque somos seres emotivos. Se de um lado não podemos basear nosso casamento sobre sentimentos românticos, de outro também não podemos negar nossas necessidades de aproximação e intimidade. Sem essas qualidades num relacionamento, um casal é levado ao isolamento.
 
Minha mulher e eu temos tido algumas celebrações românticas em nossos anos de casados: uma viagem no outono em nosso décimo aniversário, uma escapada a uma aconchegante pousada, jantares à luz de velas em casa depois que as crianças dormiam, além de outras comemorações agradáveis.
 
Para nós aventura é sempre sinônimo de romance. Fiquei surpreso quando perguntei certa vez a minha mulher: “De todas as aventuras e momentos românticos que tivemos, qual foi seu favorito?”
Sua resposta: “Nossa lua-de-mel.” Para nós foi a recordação inesquecível. Fiquei duas semanas planejando uma lua-de-mel de duas semanas nas montanhas do Colorado. Fomos acampar (e, para nossa surpresa, tivemos alguma neve) e ficamos numa cabana perto de um rio barulhento.
 
Ela adorou as vezes em que estivemos sós porque pudemos conversar à vontade e compartilhar nossos pensamentos e sonhos.
 
Aposto que seu casamento pode ter algum romance.
 
Pense e comente:
Quando você recorda seus momentos a sós, quais foram os mais românticos e significativos? Você acha que perdeu algo do fogo romântico de outrora? O que você pode fazer para soprar as brasas?
 
Ore:
Peça que Deus prepare você a ser a contraparte romântica que o casal precisa para voltar ou continuar a ser.
 
Dennis e Barbara Rainey
 
 
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"SEGREDOS DE UM CASAMENTO"
2011-07-07 13:44
 Casamento : O Segredo de um Matrimônio
 
 
 
 
” O café da manhã que mamãe preparava era maravilhoso!
 
 
Embora fôssemos uma família humilde, minha mãe sempre preparava com muito carinho a primeira refeição do dia. Era ovo frito com farinha, outro dia era ovo escaldado, depois era bife com pão, linguiça com ovo e pão…
 
Tudo feito com simplicidade.
 
Ao acordar, naquela manhã, quando retornei da “lua-de-mel”, para ir ao trabalho, pensei que encontraria a mesa posta, o café da manhã preparado.
Como estava acostumado com a casa da mamãe, pensei que acordaria com aquele gostoso cheirinho que vinha sempre da cozinha lá de casa.
Olhei para o lado e vi minha esposa, Neusa, dormindo profundamente. Feito um anjinho – de pedra! Raspei a garganta, fiz barulho tentando acordá-la.
E Nada! !
Fui para o trabalho irritado, de barriga vazia. O local do trabalho ficava a uns cinco minutos do apartamento que alugávamos.
 
Ao me sentar na mesa de trabalho, sentindo a estômago roncar, abri a Bíblia no seguinte trecho: “O que quereis que os homens vos façam, fazei-o também a eles” (Lc. 6:31). Disse pra mim mesmo:
 
“O Senhor não precisa dizer mais nada”. Lá pelas nove horas da manhã, hora em que se podia tirar alguns minutos para o café, dei um jeito de ir até o apartamento, não sem antes passar em uma padaria e comprar algumas guloseimas.
 
Preparei o café da manhã e levei na cama para Neusa. Ela acordou com aquele sorriso tão lindo!
 
Estamos para completar Bodas de Prata. Nesses quase vinte e cinco anos de casamento, continuo repetindo esse gesto todos os dias. E com muito amor!
Estou longe de ser um bom marido, mas a cada dia me esforço ao máximo…
 
Tenho muito a melhorar, tenho de ser mais santo, mais paciente, mais carinhoso. Sinto-me ainda longe disso, pois o modelo que estou mirando é Jesus:
“Maridos, amai a vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5,25)
O matrimônio é um desafio, pois a todo o momento temos que perdoar e pedir perdão.
A cada dia temos que buscar forças em Jesus, pois sem Ele nada podemos fazer (Jo 15,5). Quando Paulo se despedia dos cristãos em Éfeso, citou uma bela frase de Jesus (que, aliás, não está nos Evangelhos):
“É maior felicidade dar que receber” (At 20,35). Quando se descobre isso no matrimónio, se descobre o princípio da felicidade.
 
Por que muitos casamentos não têm ido adiante?
Porque o egoísmo tomou conta do casal. É o “cada um por si” que vigora. Estamos na sociedade do descartável: copo descartável, prato descartável, etc.
Pessoas não são descartáveis, porém, o que não é descartável precisa ser cuidado para ser durável.
O mundo precisa do testemunho dos casais de que o matrimônio vale a pena! E, para que isso aconteça, é necessário um cuidado amoroso e carinhoso por parte do marido e da esposa. Ambos têm o dever de cuidar um do outro com renovados gestos de carinho e perdão diariamente.
É preciso declarar, todos os dias o amor, em gestos e palavras. A primeira palavra que sempre digo para minha esposa ao iniciar o dia é:
 
“Eu amo você”.
Não é fácil dizer isso às vezes, pois muitas vezes acordo de mal comigo mesmo. Então, faço uma oração pedindo o Espírito Santo e Ele me dá a força do amor para amar aquele dia. Recebo de Deus a força do perdão. Faça isso agora também. Declare seu amor!
 
Aos solteiros e aos que ainda não se casaram, quero dizer o seguinte: “Se você estiver pensando em casar para ser feliz, não se case! Fique como está, solteiro mesmo”.
Mas, se sua intenção é casar para fazer alguém feliz, case-se e você será a pessoa mais feliz do mundo! O segredo da felicidade é fazer o outro feliz! Quem disse isso foi Aquele que mais entende de felicidade: “JESUS”.”
 
 
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"CASAMENTO COM ACESSO A FELICIDADE"
2011-07-06 09:58
        Casamento : Construtor de Pontes
 
 
 
 
Aqui estão algumas dicas, para se obter um casamento feliz . Espero que elas possam ajuda-los e acrescentar ainda mais em um relacionamento bem sucedido.
 
 
1) Aprenda a lidar com as suas diferenças entendendo que ambos são dotados tanto de virtudes e valores admiráveis como de limitações.
 
“Casamento é mais do que encontrar a pessoa certa é ser a pessoa certa”.
2) Cultive diariamente no jardim do seu lar o carinho e o respeito.
 
3) Confie no Senhor em todas as circunstâncias independente delas serem positivas ou negativas.
 
4) Diante das crises ou conflitos nunca hesitem em convidar um construtor de pontes.
 
O CONSTRUTOR DE PONTES.
Certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro.
 
Durante anos percorreram uma estreita, porém comprida estrada que corria ao longo do rio para, ao final de cada dia, poderem atravessá-lo e desfrutarem um da companhia do outro.
 
Apesar do cansaço, faziam-no com prazer, pois se amavam. Mas agora tudo havia mudado. O que começara com um pequeno mal entendido finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. Ao abri-la, notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro em sua mão. “Estou procurando por trabalho” ·- disse ele. “Talvez você tenha um pequeno serviço aqui e ali. Posso ajudá-lo?” · “Sim!” – disse o fazendeiro – “Claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É de meu vizinho, na realidade, meu irmão mais novo. Brigamos muito e não mais posso suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira perto do celeiro? Quero que você me construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que eu não mais precise vê-lo.
 
“Acho que entendo a situação” – disse o carpinteiro – “Mostre-me onde estão a pá e os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixará satisfeito”.Como precisava ir a cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu.
 
O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia medindo, cortando e pregando. Já anoitecia quando terminou sua obra, ao mesmo tempo que o fazendeiro retornava. Porém, seus olhos não podiam acreditar no que viam. Não havia qualquer cerca! Em seu lugar estava uma ponte que ligava um lado do riacho ao outro. Era realmente um belo trabalho, mas, enfurecido, exclamou: “você é muito insolente em construir esta ponte após tudo que lhe contei!!!”
 
No entanto, as surpresas não haviam terminado. Ao erguer seus olhos para a ponte mais uma vez, viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo com seus braços abertos. Cada um dos irmãos permaneceu imóvel de seu lado do rio, quando, num só impulso, correram um na direção do outro, abraçando-se e chorando no meio da ponte.
 
Emocionados, viram o carpinteiro arrumando suas ferramentas e partindo. “Não, espere!” – disse o mais velho – “Fique conosco mais alguns dias. Tenho muitos outros projetos para você” ·E o carpinteiro respondeu: “Adoraria ficar, mas tenho muitas outras pontes para construir”.
 
Jesus é este carpinteiro! Diante das crises e dilemas construam pontes em vez de cercas.
 
5) Verbalize o amor através de palavras e gestos.
 
Existe algumas maneiras de dizer te amo para seu cônjuge:
 
a) Falando: Simplesmente dizer: “Eu te amo”.
 
b) Ouvindo.
 
c) Servindo: prestar algum tipo de serviço, fazer algo especial para comunicar seu amor. Limpar o carro da esposa, consertar a torneira que está pingando, lavar a louça para ela, fazer o serviço de banco para o esposo, levar o carro dele na oficina, datilografar o trabalho do filho, arrumar o armário do filho (quando isto já não for obrigação sua). Toda a vez que você faz por uma pessoa algo que ela não espera, você diz “eu te amo”.
 
d) presenteando:- dar um presente parece um gesto simples, mas pode representar muito para a pessoa que o recebe. Dar um presente de improviso (porque hoje é “dia de você”) comunica que “estive pensado em você”. Não precisa ser nada caro, pode ser até fazer o bolo favorito do esposo ou do filho.
 
e) Esteja disposta a sacrificar-se pelo seu cônjuge.
 
 
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"CÔNJUGES, SIM - ADVERSÁRIOS, NÃO"
2011-07-26 10:09
 
Ministério de Casais: Casamento não é Competição !
“Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.” – Efésios 5:33.
 
Talvez muitas pessoas saibam – mas fazem de conta que não sabem – que o casamento (e não “casamentos”) é criação de Deus e perfeito em si mesmo. Sim ! Porque tudo o que Deus faz é perfeito. Em Eclesiastes 3:11 encontramos “Tudo fez Deus formoso em seu tempo”, portanto, Ele nunca erra. Os humanos é que se põem a praticar atos sem a devida anuência do Senhor e depois são apanhados em suas próprias cobiças.
 
O Senhor ao colocar o primeiro homem no Éden deu-lhe uma enorme responsabilidade. Nada mais, nada menos do que cuidar de toda a criação. Nos capítulos 1 e 2 de Gênesis constatamos tal argumento. Talvez você se questione, por que tão grande responsabilidade ?
 
Bem, dentre elas, destaca-se a missão de dar nome a todos os animais. Já se perguntou por que tal bicho tem o nome que tem? Exatamente – responsabilidade de Adão !
 
Nessa atribuição dada a Adão, Deus percebeu que ele começou a sentir solidão, pois entre os animais, não havia uma companheira que lhe fosse idônea. Afinal, Adão era o único exemplar humano sobre a face da terra. Genesis 2:20.
 
Adão, possuía uma enorme missão em suas mãos, mas não desfrutava de uma ajudadora ou companheira que o ajudasse. Então disse Deus: “NÃO é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea”- Gênesis 2:18. Eu creio que nesse momento, Deus havia contemplado o coração do homem, e deu em resposta; A MULHER ! Uma companheira que o auxiliasse. (Não competidora, mas cooperadora).
 
Eis aí algo importante a se destacar: O COMPANHEIRISMO !
 
A família foi criada por Deus para que – entre outras coisas – um ajude o outro.
 
Bem, a expressão usada por Deus como “auxiliadora idônea” é muito significativa. O termo hebraico usado para definir “auxiliadora” é “ezer” que significa:
 
- “alguém que está junto” – “alguém que está ao lado de” – “alguém sempre pronto para ajudar”.
 
Já a palavra “idônea”, no hebraico é “neged” – de difícil tradução, porém aponta para um sentido de:
 
- “corresponde a”- “apropriado para”.
 
Observe, então, o que Deus quis dizer com “auxiliadora idônea” – Alguém igual, que está ao seu lado para ajudá-lo. Isto foi estabelecido por Deus e nem o “cão” muda, muito embora ele tenha esfacelado muitas famílias introduzindo “competição” em lugar do “companheirismo” – infelizmente. O companheirismo deve ser algo inseparável no casamento. Um não sobrevive e desfruta do plano de Deus na totalidade sem o outro !
 
(Nossa proposta não se trata de um posicionamento sobre a opção de cada um a respeito de “casamentos” e porque motivos tomaram as decisões que tomaram, quando é o caso de pessoas que não se encontram mais no primeiro casamento, mas sim, pregar a Palavra de Deus e o que ela diz a respeito de família para que cada um analise e tenha de modo bem convicto seu posicionamento a respeito. I João 3:20.)
 
Shalom !
 
por Vilson Ferro Martins
 
 
 
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"CASAMENTO COM AS BENÇÃOS DE DEUS"
2011-07-27 11:14
 O Casamento Abençoado
Em relação ao casamento, tenho sido movido pelo Espírito Santo a acreditar que esta relação deve nascer primeiro no coração de Deus, em seguida é manifesta na vida dos homens santos e sensíveis à Sua voz. Sei que este conceito entra em choque direto com várias correntes, dispostas a divinizar e abençoar toda e qualquer relação que surge; em geral impuras e pecaminosas.
A conseqüência, uma vida conjugal sem vida! Confusões; inimizades; filhos rebeldes e uma série de males que culminam com o divórcio.
O Senhor Jesus proferindo sobre o casamento afirmou:
“Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem.” (Mc 10.9)
É comum pegar-se as palavras do Senhor Jesus e aplicá-las a todos os casamentos indistintamente; casou é porque Deus uniu! Esquecendo-se o caráter profundamente espiritual e a quem foi direcionada esta palavra;   o Mestre falava para o seus escolhidos, as verdades de Deus aplica-se exclusivamente àqueles que procuram viver segundo os seus princípios (santidade, pureza, confiança, temor, amor, frutos do Espírito Santo), é impraticável querermos generalizar o que é espiritual, afinal:
“... palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais. Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.”(1Co 2.13,14)
:: O Casamento segundo o coração do Pai, tem o seu inicio no relacionamento revelado e abençoado; é preciso ser espiritual, cheios do Espírito Santo e sensível ao seu falar, que não haja ansiedade; e no tempo oportuno serão agraciados com a companheira (o), com o qual unirás, debaixo do consentimento Divino.
É preciso que as idéias anti-espirituais disseminadas largamente pelo diabo sejam quebradas! O namoro deve existir sim, mas, segundo a vontade de Deus. O conceito de ficar à procura da (o) esposa (o) envolvendo-se em muitos namoros é errado, é contrária à fé que afirmamos possuir. Cremos num Senhor que nos ampara em todos os aspectos e que é nosso dever sermos concordantes com a Sua vontade, porque então a procura desenfreada e carnal por uma (um) esposa (o)?  Os planos do Senhor para muitos servos, não incluem o casamento ou a formação de família, veja:
 “Pois há razões diferentes que tornam alguns homens incapazes para o casamento: uns, porque nasceram assim... e outros ainda não casam por causa do Reino do Céu. Quem puder, que aceite este ensinamento.”(Mt 19:12) 
Casando-se, estão excluindo do viver os propósitos para os quais fora criado. Queres casar? Ouça primeiro à vontade de Deus!  Sejam santos, puros, amorosos a Deus, este amor nos constrange a sermos fieis e tementes. Agindo assim, com certeza serás feliz, casado (a) ou não!
:: O casamento segundo o coração do homem, é oriundo de interesses diversos, por exemplo: ela engravidou; paixão; amor; romantismo; dinheiro; sexo; beleza; bem-estar; status; etc. os motivos são os mais diversos possíveis, no entanto, longe destes a manifestação e o direcionamento Divino.  
Todas estas uniões são generalizadas e encaixadas pelos religiosos na afirmação: “O que Deus ajuntou não separe o homem.”
Não consigo ver em tais situações onde está a mão do Eterno, na realidade vejo a ação do diabo, que planta nos corações os mais estranhos objetivos e levados pela ilusão, culminam com o pecado e carregam sobre si o fato inevitável de uma vida conjugal péssima.
Pergunto: Como abençoar um casamento que nasceu no pecado? Há muitos pastores (sacerdotes) que se acham numa situação superior a do próprio Criador; e saem distribuindo bênçãos e endossando uniões pecaminosas. E completam:
“O que Deus uniu, não separe o homem!”
:: O Casamento nos tempos da ignorância espiritual; geralmente são aceitos pelo Senhor, por ocasião da restauração das vidas. As muitas misericórdias de Deus apagam definitivamente o  pecado, fazendo nova a criatura.
“Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna.” (Rm 6:22)
Entre os que foram libertos do pecado e transformados em servos, inúmeros serão agraciados com a manifestação misericordiosa de Deus e abençoados em vossos casamentos.
É preciso, no entanto, que sejam desfeitas todas as maldições proferidas sobre esta união por cultos e religiões contrárias à Santa Palavra; o que eles chamam de bênçãos na realidade são condenações e correntes que aprisionam as pessoas, abrindo canais de acesso para a ação maligna. Após serem restaurados e lavados no sangue precioso de Jesus e aconselhável levantar a voz e declarar ao mundo espiritual a renuncia a tais costumes e práticas. É o momento de tomar a posse da bênção sobre a união!
:: O casamento para ser santo e duradouro, necessita  que Deus seja o centro, Ele estabeleceu a união com um objetivo único, receber toda a honra e glória!  É inquestionável, portanto, a observação de todos os princípios e regras definidas na Bíblia para o bom andamento da união conjugal.  O lar deve ser consagrado a Deus; a leitura da Bíblia necessita ser em conjunto; a oração deve subir como aroma agradável; o sacrificar com jejuns de comum acordo; o culto familiar é indispensável; o ensino bíblico aos filhos um dever.
“Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas.” (Dt 6.5-9)
A Bíblia ensina como deve o proceder entre o marido e mulher, pais e filhos, a família e Deus, a família e o mundo e todas as demais relações humanas.
Só é possível possuir um lar feliz, entronizando o Senhor Deus no centro  e por conseqüência observar os ensinamentos bíblicos.
:: O casamento bem-sucedido requer que o Senhor seja o centro, que a atenção do casal esteja nEle. Por melhor que seja o esposo (a) sempre haverá imperfeições, afinal, somos humanos e  sujeitos ao pecado. É relativamente normal surgirem algumas desavenças e mal-estar no relacionamento. São duas pessoas com personalidades próprias, que unidas estão pelo Senhor e pelo amor que sentem mutuamente, mas, as divergências surgem. Como contornar estas situações?  É o momento da auto-negação, do sentar e conversar como santos, abertamente e na unção do Espírito Santo.  Lembrem-se: “Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados.” (1Pe 4.8) Uns para com os outros, inclui a (o) esposa (o). Cada cônjuge precisa pagar o preço para o relacionamento fluir; reconhecendo os pontos fracos, as tendências, as imperfeições e as submeta à vontade de Deus.
“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.” (Ef 4.32) Os corações precisam ser humildes, compassivo, benigno e perdoar à semelhança do Senhor Jesus para com a nossa vida.  O ensinamento é claro: “Se vocês ficarem com raiva, não deixem que isso faça com que pequem e não fiquem o dia inteiro com raiva.” (Ef 4.26) Ouçam o Senhor e serão bem-sucedidos na vida conjugal.
Sejam abençoados!
 
 
 
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" O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE:
2011-08-03 11:11
 A EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO LAR - PARTE FINAL
Os Filhos Problemáticos
 
Eclesiastes 10:10, !Se estiver embotado o ferro, e não se afiar o corte, então se deve redobrar a força; mas a sabedoria é excelente para dirigir."
Há muitos os casos quando os pais aprendem o que a Bíblia ensina sobre a educação dos filhos depois que os filhos crescem além da idade melhor para corrigir. De certo estes pais têm educado os seus filhos, só não conforme os princípios Bíblicos. Os hábitos formados só podem ser modelados com paciência mas há esperança se a sabedoria Bíblica for usada.
Um entendimento claro do erro deve ser entendido pelos pais. Os pais devem saber exatamente onde e na qual medida foi a omissão de aplicar os princípios Bíblicos por eles.
Sabendo estes fatos é necessário deixar os filhos a par dos erros que os pais deixaram acontecer pela ignorância do que é certo. Os filhos podem ser contados os pontos específicos que os pais erraram e como os filhos foram privados de aspectos positivos nas suas vidas pelos erros dos pais. A maneira que os filhos podiam ser ajudados se a submissão à autoridade fosse estipulada como regra quando eles eram crianças deve ser revelado.
A procura de perdão dos filhos pela omissão dos pais deve ser estimulada.
"O que encobre as suas transgressões nunca prosperará,
mas o que as confesse e deixa, alcançará misericórdia."
Provérbios 28:13
Para não continuar no erro mudanças por necessidade virão acontecer no lar. Tudo deve ser elaborado: Quais mudanças devem acontecer, qual comportamento é aceitável e qual que não é aceitável, quais atitudes devem ser modificadas, etc. Explicações claras e bem objetivas devem ser feitas.
Uma determinação de como o comportamento não aceitável vai ser tratado no futuro precisa ser decidido junto com os filhos. Entendimento entre todas as partes é primordial.
Consistência na conduta dos pais é necessária pois são os pais que estão se corrigindo também. Os pais precisam andar segundo princípios novos tanto quanto os filhos. Se o objetivo é só mudar os filhos, é melhor nem começar mudar os hábitos deles. Mas se há um sincero arrependimento entre os pais para com Deus e uma tentativa honesta de corrigir o erro, os filhos identificarão com essa atitude e com tempo serão salvos dos erros do passado.
Paciência é a palavra chave. É difícil para uma família mudar hábitos. Terá uma batalha entre a colocação dos princípios divinos em primeiro lugar e a manutenção dos princípios humanos. Oração e sabedoria divina é necessária. A leitura e estudo da Palavra de Deus junto com a família deve ser instituído pois ajudará muito na transformação de atos de loucura para atos de sabedoria. Um relacionamento com Deus pode ser cultivado entre todos no lar e com tempo, de pouco em pouco, a modificação será feita.
 
Autor: Pastor Calvin Gardner
 
 
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" O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE:"
2011-08-02 10:31
 A CRIAÇÃO DOS FILHOS NO LAR V
V. EDUCANDO OS FILHOS - OS MÉTODOS
NÃO É POSSÍVEL DESOBEDECER A DEUS PARA A GLÓRIA DE DEUS
Temos já organizados os pensamentos sobre a educação dos filhos ao ponto de entendermos o que é a educação dos filhos (educação de almas), o assunto da necessidade de autoridade na educação dos filhos, a responsabilidade dos pais nesta educação e a própria natureza dos filhos que precisam receber tal educação.
Agora precisamos de ver os métodos que a Bíblia ensina para que a educação dos filhos seja aplicada. Precisamos mais do que teoria, precisamos a prática. No assunto de obediência aos mandamentos de Deus, o método que empregamos é de sumo importância.
Métodos têm importância. Não é só a intenção que vale. A maneira que atualmente fazemos o que Deus diz é de tanta importância quanta a nossa intenção. Por exemplo disso só precisamos examinar a vida de Caim. Ele deu um sacrifício tanto quanto o seu irmão Abel. Mas, por causa do método sendo errado, Deus não atentou para a sua oferta (Gên. 4:1-7). Imagina também o problema que Noé teria se usou a madeira jacarandá em vez da madeira de gofer como Deus mandou. E se usou outra substancia em vez de betume, ou colocou o betume só num lado e não tanto o lado de fora quanto o lado de dentro (Gen. 6:13-16). Se foi como Deus tratou de Caim, a obra de Noé não seria aceita. Também no caso de Uzá entendemos que o método usado para servir Deus tinha muito mais importância que a sua intenção, mesmo em dia de festa ao Senhor (II Samuel 6:4-7; vede também Saul e os Amalequitas - I Sam 15). Sarai achava que a obra de Deus em dar um filho a eles não dependia de métodos e surgeriu algo que Deus não aprovou. No fim, por causa de não atentar pelos métodos divinos nos mandamentos divinos, temos Ismael, mesmo hoje, habitando diante da face de todos os seus irmãos com a sua mão contra todos e todos contra ele (Gên. 16). No Novo Testamento temos a mesma verdade. Jesus explicou que o amor a Deus é relacionado com o nosso fazer (João 14:15,23). Não há maneira honrosa de desobedecer o mandamento de Deus. Usando os métodos dos homens para substituir, melhorar, ou mudar o que Deus mandou fazer, para Deus é abominação (Marcos 7:6,7; Rom 10:1-3). Jesus é o nosso exemplo em obediência pois Ele fez todo o que foi dado a fazer e fez na maneira que agradou o Seu eterno Pai e assim Ele glorificou a Deus (João 17:4; Fil. 2:8).
Também há métodos que parecem funcionar mas os resultados são pior que a própria correção. Há os que conseguem resultados no controle dos filhos pelo espancamento ou a privação de comida, atenção ou até das necessidades básicas de amor mas os efeitos secundários, muitas vezes nas emoções dos filhos, fiquem danificados pelo resto das suas vidas.
A. Métodos Não Bíblicos
Há inúmeros métodos não Bíblicos de educar os filhos. Quando há intenção de não usar o método de Deus, todo mundo tem uma idéia melhor que o outro. Mas todos os métodos não Bíblicos têm a mesma base: a mente humana, as emoções humanas e a sociedade humana. Se o coração do homem é pecaminoso (Jer 17:9) os métodos que originem dele serão pecamiosos do mesmo jeito.
1. Do Meu Pai - Muitos pais na hora de educar os filhos dependem no que os pais fizeram. A gritaria, manipulação, espancamento, etc., que os pais expressam diante dos filhos na hora de disciplinar é desculpado pela razão, !Meus pais fizeram a mesma?. Se os pais fizeram bem, ótimo, se não, o erro deles espalha por mais uma geração. O raciocínio certo dever refletir na seguinte maneira, !Meus pais disciplinaram segundo a Bíblia??.
2. Por trocas - Os pais espertos usam idéias espertas. Aqui vem os contratos entre os pais e os filhos. Contratos que requerem obediência são feitos verbalmente ou até por escrito que tem galardões como prêmios de cumprir os contratos. Faça um acordo e eu dou recompensa. Inconscientemente os pais estão ensinando as crianças de ser ainda mais egoístas do que o normal. Elas aprendem de agir certo só por interesse próprio em vez de fazer o certo por que é certo de fazer o certo. Vêem tudo pelos pensamento de só fazer algo se a recompensa para si é satisfatória. Em realidade, querendo crer ou não, o trabalho bem feito é a sua própria recompensa.
3. Emocionalismo - Nesse método, os pais entrem na emoção para conseguiram um comportamento dos filhos mais adequado. Os pais mostram tristeza profunda se algo não for feito de acordo dos seus desejos, ou estimulam o terror no coração dos filhos, provocam vergonha exagerada aos filhos, ou até fazem o oposto: isolam o filho com silencio total. O erro aqui é que não há dialogo com a criança para saber onde seu comportamento foi não aceitável. A maneira para consertar o erro nunca é apresentada para que a padrão de comportamento se corrige. Geralmente um círculo vicioso se repita cada vez que a criança erra com os pais ficando mais e mais distantes dos filhos.
4. Punitivo - Se fez errado, pronto, o castigo é isso ou aquilo. Gritaria horrenda, espancamento, privação de privilegies (assistir TV, jantar, brincar, sair do quarto, etc.) são decretados na hora sem mais sem menos. Esse método é muito popular e tem várias maneiras de ser feita em cada família. Por que esse método é tão popular? A razão é porque esse método não requer nenhum papo dos pais com os filhos, nem paciência, nem tempo para instrução construtiva. O problema desse método como muitos dos outros é que é administrado com raiva na maior parte das vezes. O problema principal não é conhecido, nem tratado para o corrigir.
5. Miscelânea - Este método é reservado para os pais criativos. Um pouco de cada método é usado quando é conveniente. Se o vizinho sugere um método, esse é adaptado sem maiores explicações. Se um programa da TV apresenta um mestre de educação de filhos, estes métodos são adotados já e usados até outra maneira é apresentado. Cada mês é uma maneira assim deixado as crianças sem saber o que devem esperar. Ninguém aprenda consistência e insegurança domina.
B. O Resultado de Métodos Não Bíblicos
Todos os métodos não Bíblicos tratam só o comportamento. Nunca é focalizada a atenção dos pais aos filhos, de maneira correta, a educação do coração da criança. Quando uma criança não é corrigida ou educada conforme a Bíblia ela sofre no caráter numa maneira ou outra. Mesmo que a criança não revela exteriormente os efeitos de ser criada sem principiais Bíblicos, os efeitos existem ou no seu coração ou num lugar n sua consciência.
Quais são alguns resultados dos métodos não Bíblicos?
1. Um dos primeiros resultados é que a criança não aprenda qual é o erro, porquê errou e como deve consertar o erro feito. Se o coração não for educado Biblicamente, o propósito de correção nunca será atingido. Lembra-se que educação de filhos é educação de almas.
2. A Bíblia foi inspirada pelo Criador e assim é o melhor manual de vida. Quando a Bíblia não é usada as necessidades dos filhos não serão supridas adequadamente. As necessidades maiores do filho são ignoradas se o coração não é o alvo da correção. Crianças que estão treinados com métodos não Bíblicos são criadas a serem ignorantes do porquê do seu próprio comportamento e como controlá-lo.
3. Métodos não Bíblicos manipulam o coração da criança a ser mais manhoso, enganoso, sofredor, etc. A correção verdadeira estimulará o coração da criança para sabedoria, virtudes de responsabilidade e auto controle. Nada disso é atingido com métodos não Bíblicos pois o coração da criança está sendo estimulado para egoísmo ou para obedecer só por interesse na maior parte dos métodos não Bíblicos.
4. A criança que está sujeita aos métodos não Bíblicos torna mais e mais distante dos pais. Os pais não são exemplares para seguir quando os filhos estão pequenos, nem são vistos pelos filhos como sujeitos com quais os filhos crescidos desejam conversar.
C. Os Métodos Bíblicos
Provérbios 23:13-19; II Timóteo 3:16
Há duas maneiras de educação de filhos que a Bíblia expressa e as duas cooperam juntas. Um método é comunicação para entender o erro, e a outra é o uso de disciplina para corrigir o erro. Os dois métodos não devem ser vistos como opções mas usados juntos. Um sem o outro resultará em educação desequilibrada.
1. Comunicação - Falando e Escutando 
Deut. 6:5-9
Temos estudado O Que Diz a Bíblia Sobre a Comunicação no Lar mas podemos adicionar uns pontos sobre a sua relação com a educação de filhos. Seria bom lembrar que toda e qualquer comunicação no lar tem o objetivo de glorificar Deus. Quando se trata da educação de filhos, um objetivo de comunicação com os filhos deve ser o entendimento do coração. Educação dos filhos no lar é educação de almas. Então nada melhor de conhecer bem o coração do seu filho. Nada melhor para entender o coração do filho do que boa e constante comunicação. Quando os pais entendem porquê os filhos estão agindo de uma maneira ou outra, o processo de educação está melhorado. Entendendo o porquê é de entender o coração do filho. Se a educação não visa o entendimento do coração dos filhos a educação aprimorara só o comportamento do filho. Temos já estudado o fim terrível de visar só comportamento de filhos como o objetivo maior na educação de filhos. Sabe também que educação errada de filhos não só afeita o relacionamento de pai com o filho mas resultaria em filhos que não sabem se entender ou se expressar também. Educação deve visar o desenvolvimento de sabedoria no filho e isso vem pela educação da alma. Comunicação no lar é de suma importância tanto para o relacionamento de marido - esposa como no relacionamento pais - filhos. Comunicação pode ser definida com a capacidade de expressar em maneiras Bíblicas o que se tem no seu coração e entendendo completamente o que um outro pensa e sente.
Comunicação com os filhos leva tempo e flexibilidade sábia. Leva tempo pois troca de pensamentos não é sempre rápido e demora as vezes para realmente entender o que o outro está comunicando. Precisa flexibilidade pois cada vez que se conversa é uma necessidade que precisa ser comunicada.
a. Versículos para contemplar sobre a comunicação
Col 4:6 - exortação 
Tiago 3:1-12,17 - os perigos de uma língua não controlada 
Tito 2:8 - a importância de conversa sadia 
I Tim 4:12 Deut 32:1-4 a beleza de palavras boas
b. Maneiras de comunicar
Há maneiras diferentes de comunicar com os filhos e com os outros que a Bíblia mostra por exemplos. As maneiras diferentes de se comunicar seria as maneiras seguintes:
* Reanimação - Provérbios 27:17; Num 14:7-9; Heb 10:24; 12:12 
* Reprovação - II Samuel 12:7-14; Atos 5:3,4,8-10 
* Imploração - Provérbios 23:26; 4:14-19; Num 14:7-9 
* Instrução - Salmos 119:98-100,104; Provérbios 1:1-6; 23:13-19; II Timóteo 3:16 
* Aviso - mostrar o fim de uma ação - Provérbios 12:24; 13:18; 15:1;16:18; 19:15
O tipo de comunicação que usamos na educação dos filhos é de suma importância. Há vez que instrução é necessária, outra vez é o chamar a atenção do filho ao problema que é necessário. As vezes o filho precisa ser avisado do mal que está na sua frente e outra ocasião o filho precisa só uma opinião. Há tempo para reanimar o espírito do filho e outra hora é tempo para ensinar ou mostrar o fim de uma ação ou outra.
Para ajudar com a comunicação com seu filho essas perguntas podem servir como um ponto de partida.
1. O que era a tentação que levou para o erro?
2. Qual seria uma resposta Bíblica diante tal tentação? 
3. Qual era o erro da sua resposta que resultou no comportamento errado?
c. Os benefícios de comunicação com sabedoria:
As bênçãos do uso de comunicação no lar podem ser entendidas quando se vê que o lar é o alicerce da sociedade. Um bom habito aprendido no lar é um bom habito praticado na sociedade. Em quais áreas uma comunicação boa pode ajudar a sociedade?
O relacionamento familiar é o primeiro lugar que a comunicação mostra as suas belezas. Quando os filhos estão pequenos, o que rege mais no lar é a força física. Tanto mais velho o filho, menos força física é possível de ser exercitada e mais que a comunicação tem influencia até o ponto que a força física não é mais necessária. Se não tiver comunicação e nem pode a força física ser usada não terão os pais influencia com seus filhos para que os filhos aprendam a sabedoria. Mas tanto mais comunicação que é existente no lar, tanto mais influencia tem os pais com os filhos. Tanto mais influencia que os pais têm com seus filhos, melhor que o filho desenvolve. Um relacionamento familiar que é baseado em boa comunicação Bíblica tende a tornar o relacionamento mais e mais agradável pelo passar dos anos. Conversa honesta quando o filho é pequeno garante conversa boa e continua na adolescência e pelo resto da vida. Também, se o filho está tendo um bom relacionamento no lar, os mau elementos e influencias danosas que existem na sociedade não terão nenhum ponto atrativo sobre ele. Ele pode raciocinar com clareza e determinar o mal que cada amizade não bíblica terá na sua vida.
O próprio filho, como uma parte íntegra da sociedade, beneficia de comunicação sadia no lar. Ele aprenda de escutar e raciocinar para entender que os outros têm para dizerem. Ele torna de ser muito além de só alguém presente no lar, ele torna de ser um participante da vida do lar. Ele sabe ouvir, aconselhar e reprovar os outros pelo conforto, reprovação ou aconselhamento que ele tem recebido dos próprios pais. Também ele aprenda não só como os outros pensam e raciocinam mas ele aprende de se entender. A comunicação que visa revelar os pontos deficientes de uma personalidade e que fornece sugestões Bíblicas para melhorar os pontos deficientes só tem para fazer progredir o auto conhecimento do filho assim exercitado. É fácil imaginar qual proveito tem a sociedade de tais filhos presentes nos lares.
A sociedade beneficia da comunicação Bíblica no lar pois mais cedo ou mais tarde, os filhos tornam de ser os participantes ativos na sociedade. O que ocupa o berço e o grupo escolar hoje são os empregados ou empregadores; cidadãos ou governantes; professores sou alunos; comerciante ou consumidor; integrantes de lares, da sociedade amanhã. O que os filhos aprendem no lar que é saudável e sábio, levem eles para aonde eles vão na vida e assim a sociedade recolhe os frutos de prudência, sabedoria e os virtudes morais que foram plantados e amadurecidos no lar.
2. A Vara - Correção prática 
Hebreus 12:5-8
A comunicação em si não pode ser separada da vara. A comunicação explica o porquê a vara precisa ser usada e a vara reforça a necessidade de dar atenção à comunicação. Quando um destes métodos Bíblicos é separado do outro uma educação desequilibrada é o resultado. Mesmo que a comunicação toma tempo, processos mentais e angustia de espírito, o método de comunicação é o método mais fácil dos dois. Todavia é o uso da vara que faz que o filho queira ouvir e prestar atenção à comunicação.
As opiniões da sociedade sobre o uso da vara podem ser diferentes da instrução Bíblica. Todavia, a educação Bíblica do lar não tem a sua origem nas opiniões da sociedade e as necessidades básicas dos filhos e os princípios Bíblicos não mudam com os tempos. Se a voz da sociedade for o mais importante que a verdade absoluta da Palavra de Deus a sociedade ficaria numa confusão total pois cada geração desenvolve uma filosofia própria sobre o assunto. Até no decorrer de uma mesma geração, pode surgir muito mais do que uma filosofia popular para a educação de filhos no lar. Hoje a sociedade é sensível às necessidades de crianças e à realidade de crueldade praticada contra elas. A atitude hoje dita que qualquer trato seja verbal, mental ou física, que estimula a criança a chorar ou para ser menos do que completamente feliz é diabólico. Se a historia for estudada seria entendido que o que a sociedade desenvolve repete os mesmos erros de Adão e Eva. Por não crêem no que disse Deus, fizeram o que era certo nos próprios olhos e assim resultou em medo, vergonha e morte para toda a sociedade. O coração do homem é enganoso (Jer 17:9). Se a sociedade, o coração do homem, for a fonte de instrução na educação de filhos no lar, só confusão resultará. Não é isto evidente já na nossa sociedade suficientemente para nos indicar a necessidade de olhar à uma outra fonte além da esperteza da sociedade em geral? A Bíblia nos dá essa instrução e exemplo no próprio Deus (Heb 12:5-8).
Devemos entender que toda e qualquer correção corporal não é abusiva. O uso da vara não é sinônimo com maus tratos. Por causa de excessos em uma minoria de casos, o principio é julgado como perigoso. Imagina se a mesma lógica que a sociedade usa com o uso da vara na educação de filhos no lar fosse usada com o uso de facas na cozinha. Por ter uma faca na cozinha, e por causa de facas serem usadas muitas vezes em crimes, o uso de uma faca na cozinha é um crime, e quem usa uma faca por qualquer razão é um criminal.
A verdade, pela natureza dela, é fixa, sólida e segura. Quem tem a verdade absoluta como alicerce tem estabilidade. A verdade oferece garantias estáveis pois ela é imutável. É de suma importância que o que diz a Palavra de Deus sobre o assunto do uso da vara seja avaliado para que tenha uma educação de filhos no lar bem ordenada.
a. A Necessidade da Criança Indica o Uso da Vara
Salmos 51:5; 58:3; Romanos 5:12
É necessário lembrar que o ser humano já nasce com uma natureza pecaminosa. Por isso nenhuma criança, porém, é neutra. Toda criança age segundo o que há no coração (Mateus 12:34). Por causa da criança tendo uma natureza pecaminosa o que ela precisa principalmente não é só direção ou informação. O problema principal do ser humano não é a falta de uma oportunidade, higiene, modelos virtuosos, escolaridade ou consultas psicológicas. O problema principal de toda criança é que é uma pecadora (Romanos 3:23). Pela razão da criança ser uma pecadora é um fato que se ela for deixada a si, só trará vergonha para aquele que a trouxe no mundo (Provérbios 29:15). É ingenuidade pensar que uma criança, deixada à sua natureza desejará a submeter-se à autoridade no lar, escola ou na sociedade. Os desejos e paixões naturais de qualquer criança nunca levarão ela a crucificar o seu !eu quero? para o bem de outrem. A natureza pecaminosa leva todos os pecadores sempre a querer satisfazer a si em primeiro lugar.
Por ter a criança uma natureza pecaminosa um controle de fora é necessário para ser aplicado que é eficaz a estimular a criança pensar diferente do que dita a sua natureza. Podemos crer que o que Deus estipula para este controle, que é a o uso da vara em junção com a comunicação, é um controle e estimulante perfeito e bem eficaz para ajudar transformar uma vida de tolice para descanso de alma. Veremos seguinte a função da vara.
b. Os Benefícios da Vara
Hebreus 12:5-11
Deus tem instituído correção corporal não só para contrabalançar a tolice da natureza pecaminosa mas para transformar o correção num coração sábio (Prov. 22:15). Se vamos educar os filhos conforme o que diz a Bíblia o uso da vara vai ser usada, e isso desde cedo (Prov. 13:24).
Os exemplos de Deus mostra que só a correção produz os frutos pacíficos de justiça (Heb 12:11). Manipulação, emocionalismo, punição ou outros métodos não Bíblicos só produzem agudeza ou sutileza ainda pior de espirito na criança exercitada por eles. O uso da vara produz sabedoria (Prov 29:15) ao ponto de até salvar a alma (Prov. 23:14). A vara comunica amor (Prov 13:24) sem nenhuma possibilidade de machucar a criança psicologicamente. Para entender que o uso da vara não é crueldade pode contemplar o fato que uma criança que é disciplinada com o uso da vara junto com a comunicação desenvolve sabedoria e um estilo de vida que trará descanso para os que a educam (Prov. 23:13). Crueldade nunca produzirá tais frutos.
c. A Natureza Correta da Vara
O uso da vara mostra fé na parte dos pais. O uso da vara não é uma invenção da natureza pecaminosa dos pais. Vem de Deus. Se os pais aplicam os que a Bíblia estipula é só porque os pais estão crendo na Palavra de Deus e obedecendo ela. Os pais usa a vara pela fé sem ver os efeitos positivos da correção corporal. Pelas obras dos pais, a fé é manifestada (Tiago 2:20,22).
O uso da vara mostra o amor que os pais têm para com o filho (Prov. 13:24; Heb 12:5,6). Quando os pais usam a vara eles não estão desesperados e sentem que não têm outra opção. Eles usam a vara por que têm esperança que a vara trará bênçãos para o filho. O filho, pelo tolice do pecado, tem se distanciado dos seus pais, desrespeitado a sua autoridade, quebrado as regras que eram para ser para a sua própria segurança e bem. A correção que é eficaz e instituída por Deus traz o filho de volta ao conhecimento do amor dos pais, ao bem relacionamento com os pais e de volta ao lugar que é seguro.
O uso da vara é uma atividade física (Prov 23:13, !fustigares com a vara?. Fustigar significa de bater com vara; vergastar, acoitar (Dicionário Eletrónico Aurélio). O uso da vara não é um escape emocional ou uma maneira dar expressão à frustração ou ira. É puramente uma atividade de correção mas física Por ser física e controlada pelos que amam o filho (propriamente serão os pais) a emoção psicológica não é exercitada. Por ser física a correção dificilmente torna de ser emocional pois ameaças emocionais, espirituais, psicológicas ou até outras formas de corrigir fisicamente estão dispensadas junto com todos os outros métodos não Bíblicos quando o uso ordenado da vara é aceita como a forma correta de correção.
d. A Natureza Errada da Vara
Para ter uma certeza que este assunto é bem claro queremos entender que há atitudes sobre a vara existentes no mundo que não são atitudes Bíblicos. Deve ser bem entendido que o que o homem inventa ou opina raramente é o que a Bíblia ensina.
A correção com a vara não é o direito de mostrar a ira sem controle. Tiago 1:20 diz que !a ira do homem não opera a justiça de Deus." E por isso a ira pecaminosa não é uma forma aceitável de corrigir um filho, com ou sem a vara.
A correção corporal que a Bíblia ensina não é o direito de bater no filho qualquer hora por qualquer coisa. A vara, para ser usada Biblicamente, é para ser usada só na hora de disciplina e isso para corrigir um erro. O uso indeterminado da vara provocaria o filho à ira e semearia confusão algo que a Bíblia manda que os pais não fazem (Efés 6:4).
A correção Bíblica com o uso da vara não é só punitiva. O objetivo do uso da vara não é de causar dor, nem é uma maneira aceitável ter vingança. O uso da vara causa dor e é em resposta ao erro praticado pelo filho mas punição não é o porquê da vara. O objetivo correta é correção.
e. Atitudes Contra o Uso da Vara
Por Deus criar o homem com caraterísticos de raciocínio o homem tem opinião sobre tudo. Por ter o homem caído no pecado, o raciocínio humano é contaminado (Jer 17:9; I Cor 2:14). Por causa do fato do homem ser um pecador ele não abraça o que é de Deus facilmente. Por isso o homem tem atitudes contra o uso da vara.
Uma das atitudes mais citadas é que um pai ou uma mãe não pode usar a vara porque ama o seu filho demais. É fato que o uso da vara é difícil. É difícil controlar as emoções e obedecer Deus no que trará lagrimas para o filho. Mas quem os pais estão dizendo que amam demais não é filho. Quem é que beneficia temporariamente os efeitos por não aplicar a correção? São os pais. O filho não tem beneficio positivo por não receber os frutos positivos da vara. O filho continua distanciado dos pais, continua não sentindo o amor pelos dos pais, não vê um exemplo de fé na Palavra de Deus pelos pais e é vitima de métodos não Bíblicos para a sua correção. Os pais que não usam a vara não precisam gastar o tempo necessário para usar a vara, exercitar a fé na Palavra de Deus e eles economizem o trabalho das suas próprias almas em ver os filhos chorarem. Quem os pais amam demais por não usar a vara são eles mesmos e não os filhos (Prov. 13:24; Heb 12:6; Apoc 3:19).
Uma outra atitude para não obedecer a Deus no uso da vara é que os pais têm medo de machucar. Para isso é só determinar qual é a maneira correta e julgar acima disso. Pela Bíblia podemos ser tranqüilos pois ela afirma que os exercitados pelo uso da vara experimentarão os frutos pacíficos da justiça (Heb. 12:11) e nunca precisam de ter o medo que de morrer pelo uso da vara (Prov 23:13).
Uma outra atitude citada para não usar a vara é o medo de criar rebelião no coração do filho. Para entender bem a rebelião (ou qualquer outra tolice) devemos perceber de onde ela vem. A Bíblia diz que a tolice vem de um coração não corrigido (Prov 22:15). A vara afugenta a tolice e dá sabedoria ao coração, nunca o contrário (Prov 29:15).
Uma atitude que parece mais correta nos olhos do homem e pelos pais que !testaram? o uso da vara é que ela não funciona. A falta da eficácia da vara não é a culpa da vara em si mas sim na falta de aplicar a vara corretamente. Ou os pais tem sido inconsistente no uso dela, ou não têm usado a vara com a força necessária para penetrar a roupa externa. Pode ser que a vara tem sido usada com raiva também. Ou a Bíblia é verdadeira quando ela afirma que a vara afugentará a tolice do coração do filho (Prov 22:15) ou ela é mentirosa. Se é verdadeira, a falta está em quem usa a vara e não nas instruções Bíblicas sobre o uso dela. A última atitude que é contra a lei é a única que parece que tem base boa. Em verdade qualquer excesso é contra a lei. O uso controlado e adequado da vara não é contra qualquer lei. É verdade que a opinião publica acha que não é possível usar a vara sem mal tratar o filho, mas os que usam ela de acordo com a Bíblia já sabem diferente. Sabem que a disciplina aplicada no lugar certo na maneira certa não traz problema a ninguém e sim produzem frutos pacíficos que é descanso à alma. Todavia, para não atrair atenção não favorável quando essa forma de correção for usada seria melhor usar num lugar privativo e sempre com calma. Manejando bem a Palavra de Deus não traz ninguém a sentir a vergonha (II Tim 2:15; Tito 2:7,8).
f. O Uso Acadêmico de Correção com a Vara
I Cor 14:40, !Mas, faça-se tudo decentemente e com ordem." 
Col 3:17, !E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus pai."
Quando uma criança tem manifestada que não respeita as palavras de autoridade, ou em atitude ou em ação, nenhuma quantidade de palavras trará respeito para o seu devido lugar. É hora de aplicar a vara. Não é a hora de avisar, ameaçar ou de manipular as emoções. Rebelião é presente e todos os frutos amargos de tal atitude virão para o filho se medidas de correção não venham. É hora de afugentar a estultícia do coração da criança (Prov 22:15); de livrar a sua alma do inferno (Prov 23:14); de dar sabedoria (Prov 29:15) de mostrar o seu amor como o Senhor mostra o Seu amor (Prov 13:24; Heb 12:6,7; II Sam 7:14). Nenhum destes frutos virão sem o uso correto da vara.
Primeiro, procure um lugar de privacidade onde a criança e o pai ou a mãe podem dialogar e administrar a vara sozinhos. O propósito da correção não é de humilhar a criança na frente da família ou dos seus amigos. A dignidade da criança pode ser preservada se a disciplina corporal é administrada corretamente num lugar que não é público.
Em segundo lugar, comunicação com a criança é necessária. É necessário que a criança entenda antes da aplicação da correção exatamente o que foi o erro. Específicos exemplos do que a criança fez de errado devem ser conversados até a criança reconheça o porquê da correção. Que tudo fica bem esclarecido e explicado faz que a correção seja para ações especificas e não para atitudes em geral (crianças com mais idade pode entender generalidades, mas crianças pequenas precisam exemplo específicos). A comunicação deve incluir a razão exata porque a correção está sendo aplicada. Pode ser explicado assim: !O erro (nomear o erro) foi feito e a Bíblia ensina que o fruto deste erro é destruição. A Bíblia manda que os pais corrigem a rebelião no filho para que ela seja submissa.". Durante o tempo da conversa seria até recomendável dizer exatamente quantas vezes o pai, ou a mãe vão aplicar a vara naquela instancia.
Em terceiro lugar, preparação do lugar e a aplicação da vara. A vara deve ser aplicada no lugar apropriado da criança. Nos ombros ou nas pernas, nos braços ou num outro lugar não são lugares apropriados. O lugar apropriado é o lugar mais almofadado no corpo: o assento. Tirando qualquer roupa deste lugar é recomendável. A preparação do lugar e a colocação da criança sobre os joelhos de quem está administrando a correção e a aplicação da vara não leva muito tempo.
Em quatro lugar, a comunicação com a criança é tido outra vez. Afirmação do seu amor pela criança pode ser comunicada agora e a transmissão da idéia de bater a criança com a vara não é gostoso para os pais. A comunicação da esperança que tal ato não precisa ser repetida logo pode ser expressada agora também. Restauração de relacionamento é um objetivo da correção e nunca a vingança por atos feitos.
Por último, uma avaliação deve ser feito pelo administrador da correção. A Bíblia promete a produção de frutos pacíficos nos que estão exercitados suficientemente com a vara (Heb 12:11). Se a criança tem estes frutos (submissão, tristeza pelo mal feito, etc.), a avaliação é positiva e o tempo da correção termina. Porém, se ainda existe atitudes de raiva, rancor, mal gosto ou rebelião, a avaliação é negativa e o tempo da correção ainda não terminou. Quem está aplicando a correção deve avaliar se a vara está sendo usada adequadamente e se a sua própria atitude está em ordem. Se forem feitos erros, devem ser corrigidos naquela hora. Se o administrador errou e bateu em ira, perdão deve ser procurado. A avaliação deve examinar a atitude do corrigido também. É possível que a correção tem que continuar a partir do segundo passo e seguir outra vez pelo terceiro e quatro passos até que tenha os frutos pacíficos de justiça e de sabedoria em evidencia. Se a sabedoria não foi ensinada, a correção não foi completa. A continuação da correção até que tenha o objetivo da correção (correção de atitude e de ações) mostra que não é a sua ira que está precisando ser apaziguada mas sim, o erro da falta de submissão e respeito à autoridade da criança.
Para finalizar o tempo da correção, oração é recomendável entre os participantes. O princípios Bíblicos de correção para desobediência, perdão divina e salvação em Cristo podem ser relembrados em oração.
Lembra durante a administração acadêmico da vara que os métodos de correção Bíblica incluem tanto comunicação quanto a vara.
 
 
 
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"O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE:"
2011-07-31 11:53
 A CRIAÇÃO DOS FILHOS NO LAR IV
 
IV. A NATUREZA DOS FILHOS
O que os filhos são por dentro é de extrema importância. Por isso educação de filhos tem por objetivo treinar o coração do filho. Educação de filhos e treinamento de almas. Os filhos só podem reagirem ao que são por dentro. Qualquer educação deve levar em conta a natureza do sujeito que está sendo educado. A falta de considerar isso trará decepção tanto para o educador quanto frustração ao que recebe a educação.
Por que uma criança precisa ser educada? O que é que dificulta a educação dos filhos? Por que os filhos precisam autoridade dos pais? Quais são os objetivos que os pais devem ter para educar bem os seus filhos? Cada filho é igual? As necessidades dos filhos modificam com a idade?
A. A origem da natureza dos filhos
1. Considere a criação original de Deus. Quando Deus criou o mundo é evidente que Ele criou os animais e o homem já com a vida madura. Deus criou Adão já homem, maduro. Por isso ele foi dado as responsabilidade de lavrar e guardar o jardim do Éden (Gên. 2:7,15). Eva foi criada em forma de mulher já crescida para ser a ajudadora idônea para o homem (Gên. 2:18-25), de outra maneira ela não seria tal ajudadora idônea para ele. Por Deus criar a vida adulta primeiro podemos entender então que as crianças precisam de serem cuidados pelos adultos. Deus criou o homem já maduro para não ser desamparado e para amparar o fruto da relação de homem e mulher no lar. Crianças são imaturas e precisam de aprender para poderem viver bem no mundo adulto. Jesus, como criança, submeteu-se aos que representaram a autoridade no seu lar e precisava crescer tanto em sabedoria quanto estatura (Luc 2:51,52; Heb 5:8).
2. O homem tem uma natureza pecaminosa (Gên. 5:3; Rom 5:12, 18). O Adão perdeu a sua inocência e desde então todos que nascem já nascem com a natureza pecaminosa. Por isso as crianças já falam mentiras desde que nasceram (Sal 51:5; 58:3). As mentiras das crianças só têm um objetivo: engrandecer a si mesmo! Os filhos nossos têm o mesmo problema que nós temos: auto suficiência e egoísmo terrível! Satanás, que é o pai da mentira (João 8:44), iniciou pecado com este problema de egoísmo (Ez 28:17; Isa 14:13,14) e este era o problema de Adão (Gên. 3:6) e é também o de todos que já nasceram desde então (Rom 5:12). Quando os adultos querem desculpar o que uma criança diz ou faz pelo ditado !É coisa de criança? eles estão dizendo uma verdade. Educação dos filhos conforme a Palavra de Deus determinará se tal criança continuará fazendo coisas de criança para sempre pelo tempo da sua mocidade e até adulto ou aprenderá deixar as coisas de criança e viver com o alvo certo na vida. Se deixar a tolice do pecado agir, por mais engraçadinho que parece no momento, ela tentará de dobrar todo mundo ao seu redor para lhe servirem tanto quanto Satanás designo no seu coração fazer Deus ser seu servo (Mat. 3:9).
3. Os filhos que não têm educação moral baseada em autoridade serão sempre controlados pela natureza pecaminosa: ou a deles mesmo, ou a de outros. Os filhos precisam aprender auto controle. Pecadores não querem Deus nem o seu controle. Pecadores naturalmente não aprenderão de amar o próximo como a si mesmo. Autoridade dos pais repreenderia esta tolice de pecado para que os filhos tenham esperança (Prov. 29:15; I Sam 3:13). Os pais qualificados melhor para ensinar os filhos de terem auto controle são os pais que já aprenderam a submeterem se à Palavra de Deus e viver por ela. Os pais que ensinam os filhos de controlarem a natureza pecaminosa ensinem os filhos de não ser escravos do pecado (Rom 6:16). Não ensinar os filhos dizer não à sua própria natureza pecaminosa é crueldade à criança e tais pais são culpados de mal tratarem os seus filhos (I Sam 3:13; Ez 33:3-6).
É CRUELDADE NÃO EDUCAR A CRIANÇA
B. O Propósito Certo na Educação da Natureza dos Filhos
Não há todos os pais que tenham alvos já determinados para seus filhos. Alguns têm objetivos mesmo gerais (saúde, boas maneiras, aceitação social) e alguns ficam satisfeitos com talvez um só (emprego bom, casar bem, alegria). Só se tenhamos objetivos podemos programar o necessário para atingi-los e só assim teremos uma esperança maior de obtê-los. Quais são alguns desígnios principais que alguns pais têm para seus filhos?
1. Capacidades Especiais. Para alguns pais sucesso é obtido só se os filhos sabem cantar, dançar, se defender com as artes marciais (judô, caratê, etc.), falar em varias línguas, ser craques em algum esporte, ter sagacidade com negócios financeiras, etc., ou uma variedades de todas estas. Para estes pais é necessário considerar se o número de atividades oferecidos para os filhos é a medida verdadeira de ser um bom pai. Também os filhos precisam analisar se é o número de capacidades desenvolvidas que é a medida verdadeira de uma boa cidadão. O fazer muitas atividades ou o ter muitas capacidades faz que a Bíblia seja melhor obedecida? Virtudes Bíblicas, respeito para autoridade ou amizades de alta qualidades estão formadas pelas atividades para quais os pais levam os filhos e pelas capacidades quais os filhos desenvolvem? O Apostolo Paulo falou mais línguas que os outros (I Cor 14:18) e tinha o talento de eloquência (I Cor 9:19-23) mas isso não fez ele ser o servo de Deus que era (I Cor 2:1-5;15:10).
2. Ajustamento Psicológico. Para outros pais o sucesso na educação de filhos é determinado pelo identidade que o filho tem de si. Nestes filhos estão encorajados a terem auto estima alta, de ser um líder potencial e de ter atitudes positivos, de confiança e de ter uma firme disposição. Reboão tratou firme com a decisões (II Crônicas 10:6-11) mas isso não fez que ele fosse virtuoso. Quais passagens da Escritura Divina apontam estes pais de esforça-lhes aos estes objetivos? Já notou que os filhos que estão animados de tem auto estima bem alto não têm tanto respeito para os outros? Os que estão guiados para serem lideres têm problemas de submeterem à autoridade? Os que estão treinados a serem firmes, positivos e bem confiantes tem problema de honestidade simples e respeito normal pelo próximo? Rom 12:17-21; Luc 6:27-36
3. Salvação ou Religião. Este objetivo parece o melhor de todos pois é para produzir filhos de Deus de todos os nossos filhos. Os pais que têm este desígnio para com seus filhos usam de tudo para que os filhos chegam a orar a Deus procurar a salvação. Eles manipulam os filhos de orarem uma oração padrão de aceitação, coloquem eles em os programas vários da igreja ou estimulam os de ter amizades com crentes exemplares na sociedade para que caraterísticos do bom exemplo tornam de ser parte da personalidade do filho. Em tudo disso, os pais devem ter muito cuidado. A certeza da salvação de uma alma é realmente só entre aquela alma e Deus. Os pais que querem forçar os filhos agirem como crentes para crer que tais filhos são crentes verdadeiros podem até condenar os mesmos filhos para a condenação eterna. Também, mesmo que os filhos são crentes eles precisam pais que treinam e orientem para a vida do mesmo jeito dos filhos descrentes. Pode ser entendido que não é errado para os pais preocuparem para a salvação dos filhos ou de estimularem os de ter bons amigos que tenham vidas exemplares mas não existe na Bíblia o mandamento que obriga os pais trazer os filhos a orarem uma oração modelo para a salvação. Os fariseus tinham educação religiosa desde criança e mesmo que sabiam instruir o povo bem as suas vidas não eram exemplares (Mat. 15:8; 23:3, 25-28). O que os filhos precisam é mais que uma decisão espiritual. Precisam ser criados !na doutrina e admoestação do Senhor?, Efés 6:4.
4. Comportamento Aceitável. Há os pais que não estão bem interessados nas capacidades que os filhos podem desenvolver ou o que os filhos mesmos pensem de si ou mesmo o estado de suas almas diante de Deus a menos que os filhos são bem comportados. Seja qual localidade que for, os filhos precisam ser bem comportados pois contrariamente, os pais morrem de vergonha. Este objetivo leva os filhos a servir só na aparência como para agradar aos homens uma caraterístico que a Bíblia não ensina (Efés 6:6; Col. 3:22). Boas maneiras devem ser incentivados para amar o próximo, Fil. 2:3,4.
5. Educação Superior. Muitos os pais que acham que educação traz sucesso. Estes pais incentivem os filhos de estudarem bem de dia e de noite e fazer cursinhos suplementares nas horas vagas. Os pais louvam com prêmios caros todas os sucessos que os filhos conseguem e lamentem quando os objetivos não são alcançados. Educação pode ajudar muitos nas suas situações, mas como um objetivo principal para a educação dos filhos é bom lembrar que há muitos filhos bem formados e bem empregados que tenham lares despedaçados e imundos. O Apostolo Paulo era bem formado (Atos 22:3) mas isso não levou ele para ser virtuoso diante de Deus. Um objetivo melhor seria de incentivar os filhos de usar todas as suas capacidades para a glória de Deus (I Cor 1:31; 10:31)
6. Controle Absoluto. Alguns pais acham que só controle dos pais sobre os filhos é o que importa. Se os filhos sabem obedecer sem piscar o olho, então um cidadão exemplar foi formado e os pais têm tido sucesso absoluto com os filhos. O problema com este alvo é que tais pais geralmente treinem os filhos a obedecerem só o que os pais acham convenientes dependendo de cada situação que estão e não conforme princípios básicos de amor e respeito pelo próximo em qualquer situação. Seria bom para os pais lembrarem que só tendo controle os filhos não desenvolvem virtudes, caráter ou amor.
7. Glorificar Deus. (Jer 9:23,24) Há pais que querem educar os filhos para que as ações deles agradam o seu Criador e que viverem conforme os princípios da Bíblia. Estes pais, mesmo tendo limitações financeiras, posições na baixa sociedade ou mesmo tendo falta de exemplo nos seus próprios lares ensinem princípios que influem a sociedade para o bem, estabelecem alicerces firmes para a vida inteira dos filhos, abrem espaço para as bênçãos de Deus e tornem exemplos de qualidades virtuosas. É isso que a Bíblia pede dos pais (Mal. 2:15; Deut. 6:4-9; Ecl 12:13; Efés 6:4; Josué 1:8). Cultos domésticos ajudam na realização deste objetivo se os cultos tem o alvo de agradar e conhecer Deus em vez de ser só um ritual formal (Jer 9:23,24).
OBS. Os pais devem saber que a Bíblia avisa-os de não seguir a cultura vigente mais que a Palavra de Deus (Num. 33:50-56). A filosofia humana muda de geração de geração com cada uma achando que é melhor do que a outra. É a Palavra de Deus que permanece para sempre (I Ped 1:24,25) e a vida estabelecida nEla é prudente, instruída, sábia (Prov. 1:1-7).
C. As Fases de Desenvolvimento da Natureza dos Filhos
Quando pensamos das fases de desenvolvimento da natureza dos filhos podemos pensar também o que é o que desenvolve quando um filho cresça. Os filhos não só têm uma natureza que transforma de idade em idade mas o que é que os filhos realmente são desenvolve também. Quais são as partes separadas de uma !pessoa total??
Lucas 2:52, !E crescia Jesus em sabedoria e em estatura, e em graça para com Deus e os homens." 
I Tessalonicenses 5:23, !E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo."
Resumindo podemos entender que somos feitos das seguintes partes:
Física - o corpo (Gên. 2:7, 22); alimentação, habitação; atividades físicas, capacidades físicas
Mental - a mente; espírito do homem (I Cor 2:11), curiosidade, aprendizagem, observação, criatividade, criticismo, auto controle, raciocínio, julgamento dos fatos
Emocional - os sentimentos; expressão, humor, aventura, sonhos · Social - interação um com os outros; amigos, aceitação, identificação
Espiritual - intimidade com Deus; alma (Gên. 1:27; 2:7), conhecer a verdade, sabedoria, morais, consciência (Prov. 20:27; Rom 2:14,15)
O desenvolvimento equilibrado de todas estas áreas é importante para termos filhos bem ajustados e prontos para resolverem a razão de existirem no mundo: de glorificar Deus (Ecl. 12:13; Jer 9:23,24). Cabe aos pais de educarem os filhos para serem bem prontos para este objetivo. As fases de desenvolvimento de cada um de nós pode ser separadas nas seguintes maneiras (UNDERSTANDING PEOPLE, Omar Burbaker, M. A.Robert E. Clark, Ed. D.; Evangelical Teacher Training Association, Box 327, Wheaton, IL 60187, 1972):
1. Nenê, ou criancinha. Abrange desde a conceição até a idade de três ou quatro anos. 
2. Criança. Abrange a idade de três ou quatro anos até a idade de doze ou treze anos. 
3. Jovem. Abrange a idade de doze ou treze anos até dezenove ou vinte anos. 
4. Adulto. Abrange a idade de dezenove ou vinte anos para cima
Entendendo as caraterísticos de cada fase de desenvolvimento podemos educar os filhos conforme a necessidade de cada fase. Não devemos tratar um nenê como um jovem, nem vice-versa. As capacidade de receberem a instrução e a maneira que a instrução é dada varia de fase em fase. Pelo estudo das fases diferentes de pessoas vamos concluir que há uma necessidade fundamental que os filhos tenham respeito à autoridade para terem uma educação boa e completa. Para ter uma pessoa bem formada e ajustada como um adulto que prática autocontrole é necessário que controle externo seja usado quando criança e isso por causa da natureza pecaminosa dos filhos. É necessário educar os filhos ativamente. Contrariamente serão mal educados.
1. Nenê, ou Criancinha - Mateus 11:25
Físico - cresce rápido, ativo; precisa experimentar o mundo ao redor para fazer parte dele
Mental - Descobridor; aprende do que se vê e experimenta ao seu redor
Emocional - Sensível; pode aprender um pouco sobre comportamento aceitável ou inaceitável
Social - Mundo pequeno; gosta do que é conhecido (família) · Espiritual - Dependente; imita o que vê os outros fazendo e assim aprenda hábitos para sua vida
2. Criança - II Tim 1:5; 3:15; Lucas 18:15-17
Físico - Ativo; mais e mais gosta de brincar. O mundo é um !playground?; imita ações dos outros; disciplina corporal pode ser administrada com firmeza e amor, Prov 13:24
Mental - Curioso e observador; problemas resolvidos mais e mais pela razão; começa de se realizar; imaginação desenvolve; raciocínio desenvolve para entender o bem do mal; aceita instrução; memória desenvolvendo; gosta de ler e investigar; Fil. 4:8
Emocional - Formativo mas inseguro; pode ter melhor autocontrole mas mesmo assim é muito expressivo; impaciente; esconde sentimentos verdadeiros; responde à correção e instrução
Social - Conformador, gosta de estar com grupos e ser mais independente dos pais; capacidades de interação desenvolve (gosta de clubes), identifica com modelos de comportamento; Tiago 1:22
Espiritual - Pode Crer; começa de adorar Deus por si só; pode expressar gratidão, amor, reverência, perdão; pode aprender fatos de Deus, Bíblia, conceitos abstratos e discernir se é verdade ou não; I Tess 5:21
3. Jovem - Eclesiastes 12:1
Físico - Mudanças rápidas (peso, altura, puberdade), Sal 147:10,11
Mental - Juiz crítico e vivo; quer ver provas para seu raciocínio mais profundo; mais capacidades para o abstrato; imaginação criativa e prática; sonhador; precisa aprender autocontrole de corpo e mente para aproveitar da sua escolaridade; Prov 1:4; Josué 1:7,8; Prov 8:13; 9:10 ·
Emocional - Flutua; emoção paralelo as mudanças físicos; II Tim 2:20,21
Social - Companheiro mas independente; mais opinado; II Tim 2:22; Ecl. 11:9
Espiritual - Transformações; envolvimento na crença é muito pessoal; tem menos dependência moral; satisfação em servir a verdade; pode entender e obter a sabedoria de Tiago 3:17; Sal 119:9; II Tim 2:15
4. Adulto - I Cor 10:31
Físico - Crescido e desenvolvido; usa energia para se estabelecer e capacitar para os desafios da carreira e família; o adulto mais velho aumenta pesos de um corpo em declive junto com responsabilidade pesadas de uma carreira, Sal 90:10, 12
Mental - Capacidade total; razão, mais definida, acompanha as convicções morais e espirituais; juízo é firme e experimentado com mais e mais idade e assim importante para aconselhar os menos velhos; II Tim 1:7
Emocional - Moderação; reconhece o equilíbrio entre os sonhos e a realidade; satisfação com amadurecimento emocional bem controlado; Gal 5:22; tem ajustamentos para fazer com as mudanças que pode vir no termino da vida dos que são amados.
Social - Centrado no lar e com amigos seletos; o novo adulto sofre com estresse forte se não tiver morais e amigos bons já feitos anteriormente; materialismo pode ser uma tentação, Luc 12:15; o adulto mais maduro gosta de fazer parte de organizações
Espiritual - Alicerces Firmados; reavalia pensamentos e convicções religiosos para depois servir como exemplo; Mat.. 6:33; pode influenciar os mais jovens com a sabedoria e experiência ganha na vida; tempo para testar o que aprendeu antes sobre Cristo e a Palavra de Deus, Fil. 3:13,14; Tito 2:13-15.
 
 
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" O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE"
2011-07-30 13:46
A CRIAÇÃO DOS FILHOS NO LAR III
 III. A RESPONSABILIDADE DOS PAIS
 
A. Filhos São Dádivas de Deus
A vida humana para Deus é sagrada. A vida humana é diferente da vida animal ou orgânica (Gên. 2:7). Por ser diferente Deus cobra do homem o seu tratamento para com seu próximo (veja os exemplos de Caim - Gên. 4:8-12 e a Lei - Êx 21:12-16) uma coisa que Deus não faz com as outras formas de vida que Ele criou. A vida humana tem tratamento diferenciado pois é diferente. O homem foi feito na imagem de Deus e Deus o deu o !fôlego de vida? (Gên. 1:26,27; 2:7), uma alma.
Pelos pais Deus dá vida humana. A parte genética de certo vem dos pais, mas Deus tem dada a essência da vida, a alma (Gên. 2:7; Jó 33:4; Sal 127:3). Mesmo que os pais não planejaram ter um filho ou outro, a conseqüência dos fatos é que têm filhos e estes são criações e dádivas de Deus.
Deus faz tudo com propósito. As vezes Ele revela este propósito a nós, outras vezes não (Deut 29:29). Se Deus os deu filhos, e se Deus os fez, Ele os tem dado e os tem feito com propósitos específicos pois Ele opera tudo !segundo o conselho da sua vontade? (Efés 1:11).
O fato que os filhos são dádivas de Deus aos pais indica responsabilidade dos pais para com Deus pelos filhos recebidos. A vida dos filhos que Deus tem dado aos pais como uma herança implica responsabilidade, pois a vida a Deus é sagrada. Abençoado o lar que tem pais que temem a Deus e toma como algo de grande importância a responsabilidade de treinar os filhos na maneira de agradar Deus.
Abençoado também os filhos que vivem como se tenham responsabilidade para com Deus de viver como uma dádiva de Deus aos pais.
1. A Verdade da Responsabilidade
Deut 6:6-9; Provérbios 22:6; Efés 6:4
Há ordem no que Deus faz. Examinando mundo animal, o corpo celeste, o corpo humano, as leis de Deus e as ações de Deus para com seu povo (Arca de Noé, Tabernáculo, Igreja) se vê que há gloriosa ordem em tudo que Deus tem feito. A família não é nada diferente. Há uma hierarquia de comando no lar que garante paz e ordem no lar (I Cor 11:3; Efés 6:1-4). Os pais, depois de Deus, são os que tenham a primeira responsabilidade no lar (Deut 6:6-9; Efés 6:4). Para entender que Deus cobra dos pais as ações dos filhos vede o exemplo de Eli (I Samuel 2:27-29; 3:13).
Só por terem a responsabilidade não quer dizer que todos os pais sentem capazes de educar os filhos. Muitos pais já sentem fracassados mesmo antes de começar, e outros sentem o mesmo depois de começar. Parece que tanto mais tempo exercitados como pais menos que sente capaz. Talvez por não terem exemplos adequados ou por sentirem ignorante da maneira certa muitos já pensem que tem falta de capacidade. Independente dos sentimentos dos pais, a sua experiência boa ou má ou até a falta dela, o mandamento dos pais para com os seus filhos é o mesmo. Deus mandou, então há responsabilidade. A posição dos pais é uma posição que Deus tem dado. Lembra-se que os filhos vem dEle.
2. Pais Devem Ser Honrados
Êx 20:12; Deut 21:18-21; 27:17; Efés 6:2
Deus quer receber glória em tudo que Ele faz (Jer 9:23,24; Mar 12:30; Apoc 5:13). Pais têm responsabilidade no lar, e também os filhos. Aquela posição que Deus tem dado aos pais deve receber a honra dos filhos. Os pais têm a responsabilidade de glorificar Deus pela instrução dado aos filhos. Os filhos têm responsabilidade de glorificar Deus pela honra que dão aos pais. Todos no lar têm responsabilidade de glorificar Deus (Efés 6:1-4).
Mesmo que os pais não sentem dignos de terem a honra dos filhos, Deus mande que os filhos honram os pais do mesmo jeito. Deus tem dado esta posição aos pais e os pais devem cumprir o melhor possível as responsabilidades da posição. Se os pais não vivem dignamente de receberem honra, Deus cuidará deles. Os filhos não precisam julgar os pais dignos antes que dão honra aos pais. Os filhos devem dar honra aos pais pois é mandamento de Deus que eles a dão. Os filhos que não dão honra aos pais, Deus também os cuidarão (Provérbios 30:17). É um favor aos filhos no desempenhos das suas responsabilidades de honrarem os pais se os pais ensinem os filhos de honrar eles como pais. Os pais nunca devem permitir que os filhos desrespeitem a posição que Deus tem os dado (Mat. 15:4-6). Também facilita as coisas se os pais vivem dignamente de receberem tal honra.
Para ver o grau de erro que os filhos que não respeitarem os pais cometem, devem considerar estas listas de pecados grossos e verão que o pecado de desobedecer os pais esteja bem no meio: Rom 1:28-32; II Tim 3:1-5. Pela exanimação destes referencias, não fica consciente que os pais devem ser honrados?
B. Pais Têm Autoridade
Se Deus fez tudo segundo seu propósito, pode crer que Ele tem planos para desenrolar tal propósito. Ele nos revelou pela Bíblia os planos quais são importantes para nós sabermos. A verdade que autoridade existe no mundo não deve restar nenhuma dúvida qualquer. Agora queremos estudar para saber o que é autoridade, ver um exemplo convincente de autoridade em ação e entender os princípios de autoridade.
1. O Que é Autoridade
Autoridade definido é o direito ou poder de se fazer obedecer, de dar ordens, de tomar decisões, de agir, etc. (Dicionário Aurélio, 1a edição). Mesmo que há muitos que não usem corretamente a autoridade que Deus tem estipulado para que os outros usassem, o princípio de autoridade não muda. Há um que tem domínio, e os outros precisam de o obedecer. Se for de outra maneira, autoridade seria inexistente.
O exemplo supremo de autoridade é Deus. Deus é a primeira e a última autoridade (Sal 47:2; 83:18). Só Deus é o !SENHOR, Altíssimo?. Deus pode ser considerado a autoridade suprema porque:
a) Por Ele ser o criador de tudo já é suficiente razão para Ele ter autoridade sobre tudo (Rom 11:36; Apoc 4:11: 5:13).
b) Por Deus ser o onipotente e sobre tudo no céu e na terra mostra que tudo e todos devem obedecer a Sua autoridade (Dan 4:34,35). 
c) Por Deus ser amor e o ser perfeito mostra que só Ele deve ter todo o respeito de autoridade (I João 4:8; Rom 2:4; Sal 145:3,17). 
d) Por exercitar perfeitamente e com justiça tal autoridade. De Deus veio a lei e é !Deus que há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau." (Ecl. 12:14; Apoc 20:7-15).
Os pais e os filhos podem aprender muito pela consideração íntima da autoridade de Deus e como Ele exercita Sua autoridade em todas as situações.
Deus sendo a autoridade suprema Ele tem delegado autoridade entre vários no mundo como aquilo que agradou Ele. As autoridades que Ele estipulou no mundo (Rom 13;1,2), inclusive no lar (I Cor 11:3; Efés 6:1-4), devem ser vistas como uma extensão da Sua autoridade. Isso, !porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus.. Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenarão." (Rom 13:1,2,7).
Os princípios de autoridade são os caraterísticos ou a natureza dela. Devemos qualificar qualquer autoridade pelos estes princípios:
a) Deus é a autoridade suprema (Êx 8:10; 9:14; Rom 11:36).
b) As instituições estabelecidas por Deus, bem como governo, casamento, família e igreja foram instituídas para o desempenho ordenadodos propósitos de Deus (Rom 13:1; Efés 1:11; I Cor 14:40). 
c) Aquele que tem uma posição de autoridade em qualquer instituição que Deus tem estabelecida só pode exercitar o seu domínio entre os limites daquela instituição. Por exemplo: um governo entre os limites do seu país; um pai entre os limites da sua família, etc. (Efés 6:1, !vossos pais?; 5:24, !seus maridos?). 
d) Cada pessoa tem uma autoridade sobre Ele, pois Deus é sobre todos (Jó 34:12,13; Rom 11:36; I Cor 11:3). e) Autoridade tem limites. O governador tem autoridade entre os seus governados mas não entre os governados por outros governos (a menos que no evento de auto defesa). O pai tem autoridade no seu lar mas ele também tem limites. Por exemplo, o pai não tem autoridade de pedir seu filho roubar nem controlar os filhos dos outros, a não ser que é para proteger a sua própria família (Efés 6:1,4).
Há ordem no que Deus tem estabelecido e a capacidade de controlar tudo resta com Deus. Nenhum homem por mais bom que seja ou por mais poderoso que seja pode controlar tão justa e bem quanto Deus. Só Deus é onisciente, onipresente e onipotente (Êx 8:10; 9:14).
2. A Autoridade dos Pais
Agora queremos entender como as verdades de autoridade aprendidas já podem ser aplicadas no lar. É uma coisa saber o certo, é outra coisa fazer o certo. Não é abençoado o homem que só olha no espelho, mas aquele que olha e não esquece os defeitos que viu (Tiago 1:23). Só pelo fazer o que se ouve da Palavra é de edificar algo firme, bem estabelecido e duradouro (Mat. 7:24-27).
A primeira verdade que queremos entender neste aspecto é que os filhos têm uma obrigação obedecer os pais. Essa ação de obedecer não é opção dos pais e nem dos filhos (Efés 6:1; Col. 3:20). A palavra obedecer no grego significa de dar ouvidos (como um subordinado, Col. 3:22); ouvir atentivamente; com implicação de ouvir para fazer o que for pedido, ou para conformar à autoridade (#5219, Strong?s). É de obedecer como os ventos e o mar obedecem a palavra de Jesus (Mat. 8:27), os espíritos imundos obedecem a autoridade de Jesus (Mar 1:27), como Abraão obedeceu Deus (Heb 11:8) e como Sara obedeceu Abraão (I Ped 3:6). O pecador obedeça a chamada de Deus pela palavra nesta maneira (Heb 5:9). Negativamente, os crentes não devem obedecer como um subordinado ou como um servo às concupiscências da carne (Rom 6:12,16). O que os pais pedem para os filhos fazerem, os filhos devem fazer. É isso o significado da palavra !obedecer? na relação filho - pai.
A palavra dos pais é lei. Se é os filhos que devem obedecer aos pais então podemos entender que são os pais que estabelecem os parâmetros no lar. Enquanto os filhos estão no lar, obediência é necessária . De outra maneira, autoridade é inexistente. Os pais têm a responsabilidade e a autoridade de Deus de até forçar a submissão dos filhos fazer o que for pedido deles. Deus requer dos pais o controle dos filhos (castigo por não controlar os filhos mesmo sendo moços - I Sam 3:13; rebeldia como resultado de não controlar os filhos - I Reis 1:6; a instrução de controlar os filhos - Prov. 23:13, 14). Isso não quer dizer que os pais não podem errar nem que o pais podem ultrapassar os limites da sua autoridade. Os princípios de autoridade já estudados continuem em efeito neste relacionamento, e em verdade, em todos os relacionamentos que tem autoridade envolvida. Se tem autoridade, a natureza ou os caraterísticos dela fiquem em evidência. Em conclusão entendemos que no lar são os pais que estabelecem os limites para os filhos e que os filhos têm a obrigação de submeterem-se à essa autoridade. Por isso, os pais não devem procurar ser o !amigão? ou !o irmão maior? dos filhos. Devem ser os pais - a autoridade para ser obedecida, os líderes. Se os pais são pais verdadeiros e dão liderança, quando os filhos são mais velhos, serão amigos dos pais.
OBS. Nenhuma outra instituição estabelecido por Deus tem a mesma autoridade sobre os filhos. Os filhos devem honrar (decidir dar estimação) às outras autoridades, mas não devem obedecer com a mesma submissão (ser obrigatório, mesmo sem gostar de dar) tanto quanto aos seus pais. É certo que devemos sujeitar nos às autoridades civis (Rom 13:1; Tito 3:1) mas uma outra palavra grega é usada para essa subordinação (#5293, Strong?s). Essa outra palavra grega dá o entender que a vontade é exercitada nesse caso. Uma ação da vontade é evidente sem ter a absoluta obrigação de fazer algo. Essa palavra é usada para os mais jovens se sujeitarem aos mais velhos (I Ped 5:5), as esposas aos maridos (Efés 5:22; Col. 3:18), todos os crentes um ao outro (I Ped 5:5), servos aos mestres (I Ped 2:18) a igreja a Cristo (Efés 5:24) , Cristo ao Pai (I Cor 15:28) e Cristo a José e Maria (Luc 2:51). Nestes casos vejamos a ação da vontade dirigindo tais ações. É uma obediência escolhida, desejada em amor com respeito à posição da pessoa que está fazendo o pedido. Mas a palavra usado para aquele relacionamento de pai - filho (#5219) é aquela com o significado que os filhos devem obedecer mesmo que não querem. É uma obediência absoluta, mesmo sem o exercício da vontade nem necessariamente por amor à pessoa que está fazendo o pedido. Então é evidente que as outras instituições (governo, escola, igreja, etc.) têm uma autoridade sobre os filhos e os filhos têm uma responsabilidade para com as outras instituições de obedece-las mas não é aquela mesma responsabilidade de obedecer que os filhos devem ter para com os pais nem é a mesma autoridade que os pais exercitem sobre os filhos.
3. A Posição do Governo no Lar
Será que podemos achar na Bíblia a indicação da pratica tão popular no mundo hoje que se os pais errem no seu desempenho como pais, o governo tem o direito e responsabilidade de tomar o lugar dos pais no lar?
Estudando Mat. 15:4; Êx 21:15,17; Deut 27:16; Prov. 30:17 podemos aprender que são os pais que o governo deve apoiar. A posição de autoridade dos pais deve ser reforçada pelas ações do governo. O governo deve restaurar a autoridade dos pais e não substitui-la. O governo deve ver que os filhos obedecem os pais em vez de verificar que os pais cuidam bem dos filhos.
Se o governo quer ser Bíblico, que ele apoie os pais e ajude eles na disciplina dos filhos. De outra maneira é interferência.
4. A Benção dos Filhos que Obedecem os Pais
Quando os pais obedecem a Palavra de Deus e sejam a autoridade devida no lar respeitando os princípios de autoridade; e quando a autoridade do lar for respeitada pelos filhos, há grande recompensa. Essa recompensa será nas esferas pessoais, sociais, escolares e eclesiásticas. Como é o lar, tal é o mundo. Se o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada ser humano for estabelecido com respeito à autoridade, então a humanidade recolhera ordem e bênçãos divinas (Efés 6:2,3; Êx 20:12; Prov. 3:1,2).
Quando os pais requerem que os filhos obedecem eles e quando os filhos obedecem com respeito aos pais, Deus os abençoa grandemente. No mundo há grande número de influências contrárias à boa formação de caráter e virtude nos filhos. Também existe a destruição geral no mundo por causa de pecado. Da mesma forma pode ter a amaldiçôo particular sobre a terra, um país, cidade ou família por causa de pecado. Mas quando há obediência na parte dos filhos, e além disso, na parte dos filhos para com os pais, uma proteção está armada sobre tais filhos. Funciona como um guarda-chuva resguardando os que estão embaixo dele dos elementos diversos da natureza. Deus proteja os filhos que obedecem os pais desta maneira dando os favor especial (Jer 35:14-19), glória particular (João 17:4; Fil. 2:8-11), bênçãos reservadas (Prov. 3:13-18) e oportunidades exclusivas (Êx 20:12; Efés 6:1-3). Os dias longos pode referir ao fato que tais filhos em geral não seriam atingidos com os desastres naturais para morrerem cedo na vida. Também refere às oportunidades para se enriquecerem pois tanto mais dias que tem, mais oportunidades para ter êxito nos negócios). Se os pais forem obedientes a Deus, os filhos saberão o caminho que devem andar (Deus 6:6-9) e tais filhos, andando naqueles caminhos, terão grande recompensas. Contrariamente, os filhos que não obedecem os pais terão nada menos que a destruição normal do pecado e mais a amaldiçôo de Deus sobre eles (Deut 21:18-21; Prov. 20:20; 30:17). Por exemplo ver os casos de Caim (Gên. 4), Cão (Gên. 9:20-27) e de Absolão (II Sam 18:9) e considerar as listas de pecados abomináveis de Romanos 1:29-32 e II Timóteo 3:1-5.
C. A Importância de Autoridade
A autoridade não é só uma verdade e boa para ser aplicada no lar. Ela também tem influencias aonde é que ela é exercitada com o equilíbrio Bíblico.
1. É Direito
Devemos lembrar que Deus tem dado a autoridade aos pais. Os pais não inventaram o sistema, é divina. A posição de ser pai traz junto a responsabilidade de autoridade divina. Os pais realmente são agentes de Deus desta responsabilidade divina no lar. O lar é administrado pelos pais e devem influenciar tudo no lar. A musica, filmes e atividades no lar é da responsabilidade dos pais. A cabeça do lar deve tomar as decisões no lar. Os amigos com quem anda os filhos devem passar pela aprovação dos pais. A influência da educação escolar deve também ter o aval dos pais. Se a educação não for em conformidade dos princípios morais dos pais uma mudança deve ser feito pois quem é responsável em primeiro lugar são os pais, um direito divino. Os pais que não exercitam devidamente a sua posição de responsabilidade como agentes de Deus no lar, não podem desculpar essa falta no pastor, a igreja, a escola ou a sociedade. Deus deu os o direito de ensinar autoridade no lar e são eles que precisam levar qualquer culpa pela falta da pratica de serem os representantes de Deus no lar (I Sam 3:13).
2. É Liderança
A maneira que os pais cuidam da autoridade no lar dá um exemplo para os filhos seguirem quando terão filhos. É fato que os filhos precisam de um exemplo; alguém que eles podem respeitar e seguir. Se não for achado no lar será achado fora do lar. A autoridade firme no lar exercitada pelos pais em amor supre esta necessidade dos filhos em terem este exemplo e dá lhes um modelo oficial para servir de padrão para as suas vidas. Ai dos pais que não dão um exemplo bíblico para os seus filhos (Luc 17:1,2; Prov. 13:13).
3. Ë Influência
A autoridade no lar refletirá nos atitudes dos filhos sobre autoridade em qualquer lugar: no governo (Rom 13:1-7), trabalho (Efés 6:5-9), lar (Efés 5:22-24; 6:1-4) na escola e igreja (Efés 1:21-23). Se os filhos vêem os pais como pessoas justas no exercício da autoridade eles terão uma confiança que as que têm autoridade em outros lugares também serão justas. Se os pais corrigem pelos erros, vão crer que as autoridades na escola, governo, etc., também corrigirão pelos erros cometidos. Os pais que vêem a sua posição como dada por Deus e entendem que a sua autoridade foi dada por Deus para ser usada para a glória de Deus apontarão repetidas vezes à pessoa de Deus como a razão das suas ações. Isso acostumaria os filhos à idéia do direito e autoridade divina sobre as suas vidas (Prov. 22:6). Contrariamente se os pais dão um exemplo de displicência na formação deste atitude sobre autoridade, os filhos também terão a mesma falha nas suas personalidades e vão esperar que os outros em posições de autoridade sejam tão preguiçosos quanto a seus pais neste respeito. Seria interessante ver quantos reis seguiram o exemplo dos pais nos livros de I e II Reis (por exemplo: I Reis 15:3, 11, 26). Os pais que não vivem a Palavra de Deus não têm muito de Deus para passar para os filhos. Que os pais serão testemunhas, boas ou más, é evidente (II Cor 3:3).
4. É Simbólica
A autoridade, sendo designada por Deus, como todas as obras de Deus também mostra os aspectos do Divino na sua autoridade, proteção, amor, sabedoria, justiça e firmeza (Rom 11:33-36). Quando a autoridade é mostrada fielmente no lar os filhos podem até adaptar bem à aceitação da posição da autoridade de Deus como Salvador nas suas vidas eventualmente. A autoridade bem exercitada com prudência e justiça levará para a glória de Deus pois autoridade é obra de Deus e mostrará a sua glória tanto quanto qualquer outra parte da sua obra (Sal 19:1-3; Apoc 4:11).
 
 
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" O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE:
2011-07-29 10:52
 A EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO LAR II
A. A Bíblia é Pura e Inteira - Hebreus 4:12
A Bíblia é de Deus. Sendo de Deus ela é o único livro não adaptado aos opiniões, pensamentos ou filosofias do homem. A Bíblia mantém-se estável em todas as épocas. Ela é sempre atual e por isso não é carente em nenhum ponto qualquer para ser aplicada em qualquer situação e especialmente nos desafios na educação de filhos.
B. A Bíblia é Necessária - Mateus 4:4
Como pão é necessário para o corpo física, a Palavra de Deus é necessária para a alma ou espírito do homem. Para as almas dos filhos serem educadas é necessário alimentação espiritual. As Escrituras Sagradas são esta alimentação espiritual (João 6:63; Hebreus 4:12, ! e penetra até à divisão da alma e do espírito ... e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração?).
Na educação dos filhos é uma pratica boa para os pais levarem os filhos ao conhecimento do fato que são principias Bíblicos que eles estão baseando as suas ações para com os filhos. Se os pais, na educação dos filhos, só colocam a sua própria palavra como a autoridade final de tudo, um dia mais cedo ou mais tarde, os filhos podem rebelar contra o raciocínio dos pais. Mas se os pais estão treinando os filhos segundo aos princípios Bíblicos e informando aos filhos que os principias que os pais estão ensinando são realmente princípios de Deus, a autoridade já é diferente. Se o filho rebelar contra os princípios Bíblicos ele torna de ser contra Deus. Então é sábio para os pais serem conhecedores dos ensinamentos da Bíblia, tê-los em pratica na suas próprias vidas e deixar os filhos saberem que o que eles, como pais, estão exigindo, Deus está exigindo em primeiro lugar.
Para a alma do filho ser treinada, ela necessita instrução espiritual
C. A Bíblia é Superior - Isaías 55:8,9
Qualquer sistema de pensamento que não baseia-se na Palavra de Deus é falho (Prov. 28:26). A filosofia do homem eventualmente levará à deificação do homem. Se não é de Deus não levará a Deus. Lembramos como é o coração do homem (Jer 17:9).
Se a filosofia usada na educação dos filhos não for divina, o filho não terá orientação adequada para todos as áreas da sua vida. Só quando a criança sabe de onde veio, para qual razão veio e para onde vai pode realmente ser bem equilibrada. Só a Bíblia pode dar as respostas competentes para estas perguntas essenciais. A Bíblia é a revelação adequada de toda a verdade necessária sobre o homem e sobre Deus. A sabedoria do homem nunca pode levar o homem a Deus nem às verdades espirituais (I Cor 1:21; 2:14). Qualquer pessoa só pode se conhecer e saber a verdade de Deus através da revelação que Deus deu do homem e de Si mesmo - a Bíblia.
Naturalmente cada homem tem opiniões baseados nos seus próprios conhecimentos adquiridos pelo ensino tanto pelo sistema humana quanto pelas suas próprias experiências. Quando se aprenda o que diz Deus de qualquer assunto, a ação apropriada será de avaliar as opiniões pessoais com o ensinamento da Palavra de Deus. Nunca devemos julgar a Palavra de Deus pelos nossos pensamentos, mas o vice-versa é necessário .
D. A Bíblia é Divina - II Tim 3:16; II Ped 1:20,21
A Palavra de Deus é de Deus e é para o benefício do homem. Sendo divina, ela tem o que o homem necessita para orientar em assuntos tanto à vida terrestre quanto à vida celeste. O que é certo e errado são absolutos. Só Deus pode comunicar com autoridade nestes assuntos. A Bíblia pode ser consultada nos assuntos morais.
O que é necessário para o homem é aqui na Bíblia (Deut 29:29). A Bíblia não ensina tudo o que é possível saber mas tudo o que é necessário é abordado. Ela foi escrita e assim pode ser estudada. Os princípios dela quando são aplicados em pratica com regularidade e exigência só apontam para sucessos. Sendo divina, a Bíblia é confiável.
E. A Bíblia é Verdade - João 17:17; Josué 1:8
Deus não pode mentir (Heb 6:18). Quando os princípios da Bíblia são aplicados numa maneira certa eles produzem resultados previstos. Ela é fonte de verdades absolutos. Há conseqüências fixas tanto na observação quanto na negação dos princípios dela. Se observe os, terão bênçãos (Deut 28:1,2; Jer 15:16). Se não observe os, não terão bênçãos (Deut 28:15; Josué 1:8). Não precisa meio-termo quando se fala do que ensina a Bíblia.
 
 
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"A BÍBLIA ENSINA"
2011-07-28 12:01
 O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE
 
A EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO LAR – PARTE I
Todos os males da sociedade, sejam financeiros, políticos, trabalhistas, escolares ou religiosos têm a sua origem no coração do homem. Sabemos como é o coração do homem (Jer. 17:9; Rom 3:10-23). A instituição que Deus estabeleceu, ainda no jardim do Éden, que ajuntou duas pessoas em maneiras especificas para ser uma unidade é o que chamamos de família. O ambiente que é formado pelo amor exercitado entre todos da família cria o que chamamos de !o lar?. O lar tem suma importância na vida humana pois é o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada ser humano, seja no contexto mundial, nacional, municipal ou familiar. Então, podemos dizer, como vai o lar vai o mundo, e também, o que é bom para a família é bom para o mundo.
Tal lar, tal mundo
Reconhecendo a existência e influência do pecado, sabemos que todos os lares não estão operando com as mesmas regras e propósitos com os quais um lar cristão opera. Aprender o que a Bíblia ensina sobre o assunto do lar é uma garantia que atingiremos o alvo o qual Deus tem para nós na relação de família.
I. O QUE É EDUCAÇÃO DOS FILHOS
Provérbios 4:23; 20:11
Educação de almas quer dizer semear e ajudar 
a implantação de princípios verdadeiros no coração dos filhos. 
A responsabilidade dos pais é de treinar e desenvolver estas verdades continuamente 
até que sejam enraizadas no coração do filho
ao ponto que sejam visíveis no comportamento e o raciocínio das ações dos filhos.
Entrando no assunto de educação de filhos devemos entender o que basicamente ela é.Educação de filhos é educação de almas. O coração da criança é o alvo de educação. Se o coração de uma criança é treinado, as ações da vida de um adulto serão influenciadas Pelas ações de uma pessoa se conhece seu coração (Prov. 20:11). Por essa importância dada ao coração de uma pessoa a educação de filhos deve indicar o treinamento do coração (Prov. 4:23).
Uma observação deve ser dada nesta altura. Quando uma criança faz algo que não é aceitável pelos pais a tendência é desculpar tal ação pelo ditado, !é coisa de criança?, ou !é coisa de jovem?. Uma atitude dessa é nada menos de uma fuga de responsabilidade que os pais têm em corrigir as ações dos seus filhos. Também tal ditado reflete uma falta de crença na própria Bíblia que diz que pelas ações da criança se conhece a criança. A verdade é: as ações tolas vem de uma criança tola. O que é necessário neste caso é uma correção e não uma desculpa (Prov. 22:15). Tolice deve ser cortado em crianças de qualquer idade. O que a criança faz indica o que ela é de coração. Educação adequada transformará tal coração em prudência, auto controle e sabedoria (Prov. 29:15). O que é necessário é educação, não uma desculpa.
Seria bom aqui já abordar o assunto do que a educação dos filhos não é. Educando os filhos não é só o que os pais investem no filho. É muito alem de um ambiente de bem estar no lar. O desenvolvimento no lar de um lado positivo e construtivo para o filho é importante mas não é a soma do assunto de educação de filhos. Os pais fornecendo roupa de bom gosto, comida deliciosa, habitação adequada, escolaridade avançada, proteção adequada e posição social não deve ser igualada à totalidade na educação de filhos. Todas essa áreas de uma vida podem ser cultivadas e bem estabelecidas sem ter dado uma educação propícia ao filho.
A alma do filho deve ser treinada. Ela não é neutra. Ou ela tem Deus como o alvo de agradar ou ela tem o que não é de Deus como o alvo de agradar e imitar. Não existe outras opções. !Do coração procedem os maus pensamento, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias." (Mat. 15:19). Mesmo que o atitude que um filho eventualmente terá de Deus depende de uma decisão final do filho, os pais treinando o filho de um ponto de vista de temor a Deus e obediência em amor da palavra de Deus produzirá no filho os fatos necessários para ele fazer a sua própria decisão um dia. Mas até aquele dia, os pais têm uma responsabilidade de educar a alma do filho no caminho em que deve andar (Prov. 22:6).
Quando um pai e uma mãe entendem que as ações do filho refletem o estado do coração do seu filho e não só imaturidade ou fases de crescimento eles têm uma base boa para enfrentar todos os desafios que vem junto o privilégio de ter o filho.
II. A AUTORIDADE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS
Há opiniões diferentes sobre a educação dos filhos. Cada pai e cada mãe têm uma opinião como a educação deve ser feita, pelo menos por uma fase ou outra na vida do filho. Geralmente essa opinião é uma reação contra a maneira que eles foram criados ou é uma opinião baseada num método que eles mesmo têm desenvolvidos. Os !profissionais? têm opiniões também. Estas opiniões são diversos e até entre elas, há conflitos. A sociedade dita inferências que podem ou não responder às realidades. Os sentimentos no seio dos pais podem também indicar um caminho que deve ser escolhido neste desafio de educação dos filhos. O desafio de educar os filhos e a diversidade de opiniões que mudem com o passar do tempo são tantas que podemos entender que só tendo a capacidade de trazer filhos ao mundo não em si capacita para educar os filhos na maneiro coerente.
Na face de tantas duvidas e perguntas deve ser bem expressado que há uma maneira certa e há maneiras erradas na educação de filhos. Há mesmo um padrão para todos. Há absolutos. A verdade é que se a educação de filhos é educação de almas então a única fonte viável de instrução é a Bíblia (Prov. 9:10,11). 
 
 
 
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" É DEUS HOMOFÓBICO POR ABOMINAR O HOMOSSEXUALISMO?"
2011-08-01 08:15
 Homofobia, um esclarecimento necessário
 
A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual. O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo. Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:
 
Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.
 
Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde o preceito da justiça?
 
Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).
 
Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).
 
Hernandes dias Lopes
 
 
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" FOTOGRAFIAS CONSTRUINDO UMA HISTORIA "
2011-08-04 14:31
 
 A importância de uma fotografia....
TIRE FOTOS E COLOQUE-AS EM QUADROS NA SALA
 
 "Uma fotografia pode trazer esperança,
 
gerar novos sonhos e despertar
 
em nós um sentimento
 
maior de gratidão".
 
Como é gostoso sentar no tapete da sala, pegar aqueles álbuns de fotografias e ficar relembrando momentos que marcaram as nossas vidas! Você sabia que fotografias geram memórias positivas na construção da cultura familiar? Você sabia que fotografias nos fazem lembrar aquilo que gera esperança? Que fotografias têm o poder de renovar, através da lembrança, compromissos, votos e sonhos? Como eu gostaria de ter mais fotos de quando eu era pequeno, adolescente e jovem!
Recentemente, na igreja na qual sou pastor, fizemos o culto fúnebre de um irmão que morreu precocemente por causa de um câncer que o acometeu. Um tempo depois da sua morte, a família, filhas, esposa e genro, pegaram algumas fitas VHS e colocaram no videocassete para vê-lo e recordar muitas coisas boas que ele ensinou com a sua vida.
Muitos não têm noção da importância e do valor de um registro histórico, para a família hoje e para a geração futura. Fotografe os momentos importantes da sua família e exponha em lugares estratégicos. Isso contribui para que nunca a família se esqueça de coisas que são importantes para todos. Além de tirar novas fotografias do seu cônjuge, dos filhos, amigos, família, não jogue fora aquelas que você conseguiu guardar até hoje. Cada um de nós está construindo uma história e as fotografias são registros de grande valor.
Você já imaginou se houvesse, nos tempos bíblicos, na época de Moisés, José, Davi, Daniel e até mesmo de Jesus, as máquinas fotográficas, as câmeras que temos hoje? Como seria mais fácil compreender a Bíblia, se tivéssemos imagens, filmes de como era a cultura naquele tempo! Por mais que os homens sejam hábeis em desenhar através de palavras, nunca será igual à imagem fotografada ou filmada.
Daqui a 100 anos, quando muito de nós já não estivermos mais aqui, a nossa história poderá ser contada pelos nossos filhos, netos, bisnetos, a partir desses registros fotográficos. Valorize as fotografias, seja na parede, no porta-retrato, no álbum ou na sua carteira... 
 
O VALOR DE UMA FOTOGRAFIA
 
Fui tentado a te esquecer;
Não consegui, tu estavas lá.
Fui tentado a te perder;
Não consegui, tu estavas lá.
Fui tentado a não te perceber;
Não consegui, tu estavas lá.
 
Tua presença sempre presente,
No quadro, no álbum e na mente
Tornou-se uma imagem eternizada,
Marcando minha vida para sempre...
 
Passei no corredor, na sala e no quarto;
Meus olhos tentaram fugir, mas já estavam presos;
Lembranças vieram, lágrimas brotaram,
Pois a saudade dele, dela, de todos, me provou,
Apertou-me e me mostrou o valor daqueles que foram,
Mas ficaram...
 
Ficaram na memória o que eles deixaram;
Deixaram suas marcas, marcou-nos com generosidade,
Gratidão, amor e santidade.
 
Oh! Benditas imagens,
Imagens daqueles que geramos no
Coração ou no útero... Amigos, companheiros e irmãos,
Tira mais uma, por favor...
 Josué Gonçalves
 
 
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" PROTEJA SUA FAMÍLIA DESTA NOVA ERA"
2011-08-05 15:49
 Entramos Numa Nova Era
 Pois hoje, enquanto fazia minha caminhada diária e refletia - dei-me conta de que havia saído de uma era e entrado noutra. Primeiramente me dei conta de que saí da era do papel e entrei na era digital - não há mais jornais em meu gabinete - eles desapareceram de nossa casa. E só me dei conta disso quando minha esposa pediu jornais velhos para embrulhar uns copos quebrados e colocá-los na lixeira. É costume nosso embrulhar bem os cacos de vidros para que os coletores de lixo não se machuquem. Mas não havia jornais. É que optei tempos atrás em manter recortes de arquivos digitais. Leio vários jornais e revistas pela Internet. Quer dizer, saí da era do papel e entrei na era da notícia digital sem perceber. Papéis aqui em casa só os da impressora, guardanapos de boca, o papel higiênico e o papel de cozinha. Nada mais.
Pregadores há que nem usam mais a Bíblia no púlpito, apenas seu palmtop; e cristãos há que leem a Bíblia quando os textos são projetados no multimídia da igreja.
A era digital chegou, entrou silenciosamente e foi tomando espaço em nossas vidas. E aí pensei: assim são as eras. Elas não se instalam abruptamente, interpõem-se umas às outras. Como um círculo saindo de outro, como o eclipse lunar, aquele espaço que ainda une os dois é a interposição de uma nova era. Foi assim com a era da lei. A era da graça surgiu ainda dentro da era da lei - se bem que alguns teólogos e não dispensacionalistas discordem da existência de duas eras, a da lei e a da graça - mas, deixa prá lá! Houve uma transição da era do AT para a era do NT - lei e graça - que ocorreu de maneira imperceptível. A graça já operava no Antigo Testamento e a lei ainda operava na era da graça. Acredito que deve ter havido um período de mais de cem anos para que uma era surgisse e a outra desaparecesse, as pessoas vivendo as duas eras. Você deve ter lido na história da igreja da discussão dos discípulos de João, o apóstolo, e dos de Paulo se deveriam celebrar a páscoa conforme o calendário judaico ou seguir o calendário romano. Os discípulos de Paulo divergiram dos de João, o apóstolo. A gente lê sobre isso na história da igreja. Anos depois do desaparecimento dos primeiros apóstolos, as eras ainda se encaixavam, uma fazendo sombra à outra.
E fazendo minha caminhada diária - depois dos sessenta tudo que é ruim aparece no corpo humano - percebi que entramos numa nova era. Como queira o leitor, com letra maiúscula ou minúscula, a nova era chegou. Aquilo que os prognosticadores da Nova Era afirmavam de que a Era de Peixes (a de Cristo e do cristianismo) daria lugar à Era de Aquários vem acontecendo de maneira suave e imperceptível. Na realidade não era o início de um novo milênio que haveria de estabelecer o início de uma nova era. Eras não terminam nem chegam abruptamente. Ao se fazer uma leitura dos tempos pode-se concluir que a partir de 1850 a nova era começou a lançar sua tênue sombra sobre a história, avançando e conquistando espaço, e o cristão só se dará conta quando a Era de Peixes ficar para trás dando espaço à Era de Aquários. Os cristãos neste período tiveram que aprender a defender sua fé do humanismo, do positivismo (um ateísmo comunista com um bonito nome) e entraram no século XX inundando as novas nações com o Evangelho de Cristo. Os adeptos da Nova Era indicam fevereiro de 1962 como a transição de uma era a outra. Mas, eles não tem autoridade para tal afirmativa.
Como perceber esta transição? Primeiramente com o surgimento das Nações Unidas no fim da Segunda Grande Guerra. Queiramos ou não admitir, as Nações Unidas impõe paulatinamente sua agenda sobre o comportamento das nações, exigindo, por exemplo, que os governos mudem seu posicionamento quanto a liberdade sexual entre pessoas do mesmo sexo, aborto, divórcio e a adoção de crianças por casais homossexuais. Sob a égide das Nações Unidas, Israel se estabeleceu como nação, mas outros povos nem tão minoritários como os curdos vem sendo exterminados sem poderem se organizar como nação. As regras de importação e exportação, educação e política saem da agenda e dos debates do grande prédio embandeirado de Nova Iorque.
Em segundo lugar percebe-se que a Nova Era chegou - agora com letra maiúscula -e as evidências estão dentro da igreja evangélica, especialmente a igreja pentecostal. Isto mesmo, os evangélicos e pentecostais, outrora guardiões da fé e da doutrina apostólica, são os maiores sinalizadores de que outra era chegou, porque cederam lentamente ao "espírito" que opera por trás desta Era que surgiu. "Espírito" sobre o qual João e Paulo se referiram no passado. A aceitação dos padrões de comportamento sociais tão duramente combatidos no passado é visível na igreja. Termos bíblicos como prostituição, lascívia, mentira, engodo, etc. desapareceram do glossário pentecostal.
Pastores, líderes, bispos e apóstolos passaram a ter "sonhos" políticos de governar a nação; a mensagem de renúncia aos prazeres do mundo deu lugar à mensagem de prosperidade. Os cristãos sonham em ficar ricos. Os pastores esbanjam riquezas e bens materiais. Alguns costumam ir para suas casas de descanso em helicópteros, carros blindados e assistem o mundo em sua grande tela plana, enquanto os milhares de membros nem televisão sequer são permitidos ter, ou são incentivados a não possuir riquezas, como é o caso dos membros de uma das grandes igrejas pentecostais, Igreja Deus é Amor.
Líderes pentecostais participam de encontros pela unidade, paz e compreensão mundial com políticos ateus, com positivistas, com líderes religiosos budistas, hinduístas, com os líderes da igreja do Rev. Moon, com líderes afros e firmam acordos de paz e compreensão, e, percebendo ou não, sutilmente abandonam a mensagem do Cristo crucificado e aceitam a mensagem do Jesus universal. Sim, porque o Jesus universal, aquele Jesus carinhoso, bom, que pregou a paz e viveu entre os homens pode ser aceito por todos os segmentos religiosos. Esquecem que a nova religião universal congrega em seu seio todas as religiões do mundo, e esses líderes pentecostais recebem o Papa da igreja de Roma, reverenciam-lhe, reúnem-se com o líder tibetano exilado, etc., negando o Cristo que esses líderes desprezam.
Mas não apenas isso, a mensagem pentecostal perdeu sua essência, sua agressividade evangelística, seu didaskalós (ou doutrina) e seus pastores acolhem em seu seio gente e políticos de todos os tipos e matizes para o diálogo; pessoas que participam de suas reuniões de ceia - antes uma reunião restrita aos membros da congregação - e comungam da mesma "fé". Os pastores televisivos precisam ser politicamente corretos se quiserem continuar a ter espaço na mídia, e as leis de todos os países tem como objetivo hoje suavizar as demandas do discipulado a Cristo.
Quase ao fim da caminhada lembrei-me da posse do Barak Obama como presidente dos Estados Unidos. Enquanto escrevo este artigo ele ainda não tomou posse. Vi a agenda dos pregadores. Tempos atrás o maior pregador do século XX, Billy Graham pregava e orava na posse de presidentes, e era dele a frase, "a Bíblia diz" repetida por pregadores em todo mundo. Hoje, na posse de presidentes e governadores ninguém pode dizer, "a Bíblia diz" com a autoridade de Billy Graham, porque os pregadores mais lúcidos e famosos são os que trabalham pela paz e compreensão das raças e das religiões, e não os que declaram a supremacia da palavra de Deus, o Cristo de Deus e a Bíblia sobre as demais coisas.
Um nova era chegou para ficar e traz pintada de a Era de Aquários, em que a universalidade, direitos e a inclusão são os temas principais que devem ser pregados, ocupando o espaço que era dado ao Cristo, na Era do Cristo crucificado. Sim, porque a Era da cruz, da renúncia, do amor a Deus, da dedicação, da confrontação ao pecado, da vida santa vivida na contramão do sistema, lenta e sutilmente vem desaparecendo até que Aquário domine o cenário mundial. É uma era em que o mundo se reveste de fé, mas não a fé que Jesus espera encontrar em seu regresso.
"Inevitavelmente, virá uma transformação total em toda essa ordem de coisas. A Ciência, a Filosofia, a Arte e a Religião deverão unir-se totalmente à luz da Gnose", aborda um dos sites de Nova Era.
Esta é a era da inclusão religiosa. Inclusão de tudo. Rick Warren fará a oração de posse de Obama, porque ele não representa nem os radicais discípulos de Cristo nem os tantos liberais. Ele está inserido entre os "mornos", os que não tomam posição alguma perante a sociedade. Exatamente os que Jesus condenou na igreja de Laodicéia. A mornidão. Nem frio nem quente. O espírito da Era de Aquários é o de não-comprometimento com esta ou aquela doutrina; o espírito da paz universal; de se viver bem com todos. De não se fazer oposição. Obama escolheu a pastora liberal Sharon E. Watkins para pregar no Culto de Oração Nacional que ocorrerá na Catedral Nacional ao dia seguinte de sua posse à presidência. Junto a ela estará a figura de Ingrid Mattson, a primeira mulher a presidir a Sociedade Islâmica da América do Norte, que fará uma oração. Islamismo e protestantismo sem diferenças, abençoando o novo presidente. Alá e Jeová de mãos dadas. Ódio e Amor juntos pela paz mundial.
Billy Graham o homem que dizia "a Bíblia diz" foi substituído, não por outro de sua "espécie", mas por pregadores que não trazem problemas ao novo presidente. O bispo Gene Robinson, que assumiu publicamente sua relação homossexual com outro homem, e pivô da divisão da denominação anglicana, conselheiro de Obama fará a oração de invocação. O evento ocorre por esses dias antes da oração cerimonial de Warren.
A Bíblia sobre a qual Obama faz o juramento, a base de fé da antiga sociedade americana agora é vista apenas como uma tradição da história, e amuleto espiritual.
Citei apenas o que ocorrerá durante a posse de Obama como exemplo de como uma nova era entrou, deixando para trás lentamente a era de Cristo. Sim, porque o Jesus homem, o pregador da paz, o inspirador de livros de autoajuda, o Jesus que vende, o Jesus do Mercado é aceito por todas as religiões, enquanto o Jesus, chamado Cristo, o Salvador da humanidade está sendo deixado de lado, especialmente por grande ala da igreja pentecostal. É de lastimar que a igreja pentecostal esteja ornando a estrada por onde o futuro homem da iniqüidade caminhará e estabelecerá seu governo mundial. Os líderes pentecostais no mundo e no Brasil andam de mãos dadas com os líderes religiosos do mundo. É a paz, a inclusão a nova ordem mundial.
Ver pastores pentecostais sendo fotografados ao lado de pessoas que nada tem de cristãos é evidência de como as duas eras, a de Cristo, o Ungido e a de Aquários ou da Nova Era intrinsecamente se entrelaçam pavimentando a história.
Concluindo, posso afirmar que de maneira lenta e inexorável entramos numa era em que a doutrina apostólica, e a doutrina de Cristo foram maquiadas para poder se encaixar na nova ordem mundial. E os grandes maquiadores temos sido nós, os pentecostais.
 João A. de Souza Filho
 
 
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"O AMOR SE ESFRIANDO E O DIVÓRCIO AUMENTANDO"
2011-08-06 12:07
 Perspectiva Biblica do divórcio
Perspectiva Bíblica diante do aumento do divórcio entre os evangélicos
Julio Severo 
JesusSite
 
O número de divórcios está crescendo dramaticamente na sociedade, mostrando que hoje muitos casais o consideram uma opção importante quando um casamento não vai bem. No Brasil, um de cada quatro casamentos acaba em divórcio e nos Estados Unidos o problema atinge quase metade dos casamentos. Mas o que impressiona mais é que estudos mostram que os cristãos são tão vulneráveis ao divórcio quanto qualquer outra pessoa. 
 
Todos os anos, milhares de cristãos decidem, por diversos motivos, terminar seu casamento. Um estudo realizado pelo Barna Research Group revela que o índice de divórcio entre os cristãos americanos está realmente um pouco mais elevado do que entre os que não são cristãos. Entre os adultos que não são cristãos, 24 por cento estão atualmente ou já estiveram divorciados. Em comparação, 27 por cento dos crentes que acham que nasceram de novo estão nessa mesma situação. Essa tendência prejudica o testemunho dos cristãos na sociedade. Há a informação de que até os ateus estão, com alegria, utilizando o mesmo estudo para anunciar que quem não crê em Deus tem o índice mais baixo de divórcio. (fonte)
 
Embora pareça uma opção aceitável no caso de um casamento infeliz e tumultuado, o divórcio sempre marca uma família. Filhos de pais divorciados muitas vezes desenvolvem depressão e ansiedades profundamente enraizadas de si mesmos, suas família e seus relacionamentos com os pais e amigos. O divórcio torna as crianças novas quietas e deprimidas e os adolescentes, revoltados, agressivos e até mesmo vulneráveis à delinqüência e às drogas. Pesquisas também mostram que pessoas separadas e divorciadas sofrem mais sentimentos de infelicidade, solidão e doenças crônicas e agudas do que as pessoas casadas ou solteiras. (Informações extraídas do CD-Rom The Family in América, New Research (digital archive), março de 1987-julho de 1996.)
 
Não há dúvida de que o divórcio é uma tragédia que vem crescendo no meio das igrejas. Não há cristão que não conheça casal dentro da igreja se separando ou já separado. Os exemplos incluem até evangélicos em posição de liderança.
 
Não é fácil lidar com tudo o que está relacionado com o divórcio e o recasamento. Até mesmo estudiosos da Bíblia têm muita dificuldade para debater essas questões num nível teológico. Portanto, não é sem razão que há tantas opiniões e interpretações variadas. Tudo o que sabemos sobre os sentimentos de Deus é que ele declarou: "Odeio o divórcio". (Ml 2:16) Fica então uma pergunta intrigante: Por que está aumentando entre os evangélicos algo que Deus odeia? Parece haver uma necessidade de abordar o assunto da forma mais biblica possível, a fim de que mais casamentos possam ser preservados. Cabe, é claro, principalmente à liderança adquirir um conhecimento bíblico adequado e aplicá-lo para proteger seus rebanhos das tendências que estão destruindo os casamentos no mundo.
 
Então, o estudo presente foi preparado para enriquecer nosso conhecimento sobre o assunto com uma visão breve no Novo Testamento (NT). O objetivo não é tratar dos complexos problemas existentes depois que um casal evangélico já seguiu a tendência de divórcio ou recasamento. Tudo o que se pretende é chegar a uma perspectiva da Palavra de Deus que seja útil para os casais evangélicos, antes que eles pensem em seguir essa tendência. 
 
O que a Bíblia diz?
 
O que o NT ensina sobre o divórcio? É comum hoje entender que em Mateus 19:9 Jesus permite o divórcio em situações de infidelidade conjugal. Mas por que ele também não incluiu os casos de violência doméstica e abandono?
 
Essa passagem na verdade trata de um problema relativamente comum entre os judeus daquela época: divórcio e recasamento. 
 
Geralmente, o judeu queria o divórcio a fim de poder se casar novamente. O Antigo Testamento (AT) permitia essa possibilidade por razões mais amplas do que a infidelidade conjugal. É por isso que os apóstolos pareceram decepcionados com a posição "restritiva" de Jesus.
 
Contudo, Jesus tinha um jeito especial de lidar com situações complicadas. Quando os líderes religiosos judeus trouxeram uma mulher apanhada no ato de adultério diante de Jesus, ele foi extremamente inteligente. Em vez de se mostrar contra ou a favor, ele lhes deu uma resposta que os conduziu a uma profunda reflexão do estado de vida de cada um deles: "Quem estiver sem pecado, jogue a primeira pedra". (Cf. Jo 8:2-11)
 
Na passagem sobre o divórcio, Jesus agiu da mesma forma, numa situação igualmente complicada. Ele respondeu aos líderes religiosos judeus de um modo que pudesse levá-los a refletir mais no que é o casamento diante de Deus. Ele disse: "Eu lhes digo que todo aquele que se divorciar de sua mulher, exceto por imoralidade sexual, e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério". (Mt 19:9 NVI)
 
Os outros Evangelhos também citam a mesma passagem, mas não fazem nenhuma referência ao trecho em que Jesus menciona exceto por imoralidade sexual:
 
Em Marcos, Jesus diz: "Todo aquele que se divorciar de sua mulher e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério contra ela". (Mc 10:11 NVI)
 
Em Lucas, Jesus diz: "Quem se divorciar de sua mulher e se casar com outra mulher estará cometendo adultério, e o homem que se casar com uma mulher divorciada estará cometendo adultério". (Lc 16:18 NVI)
 
Por que parece haver tal contradição nas declarações de Jesus nos Evangelhos? Por que Mateus resolveu tratar do assunto de modo diferente? Enquanto em Marcos e Lucas Jesus parece ser categoricamente contra o recasamento, em Mateus ele mostra que há uma situação especifica em que um homem ou mulher pode se divorciar e casar novamente. Em outras palavras, somente a imoralidade sexual permite essa possibilidade. Como explicar essa diferença de ensino?
 
Entendendo o objetivo de cada livro da Bíblia
 
Embora tenhamos a Bíblia como uma coleção completa de livros hoje, originalmente cada livro (no caso, cada Evangelho) foi escrito como uma carta dirigida a pessoas especificas. Os livros de Marcos, Lucas e João foram escritos de modo geral para cristãos que não eram judeus. No primeiro século da era cristã, nenhuma igreja possuía sozinha todos os livros do NT. Só séculos mais tarde é que as igrejas passaram a desfrutar das bênçãos de possuir a coleção completa das cartas reunidas dos apóstolos.
 
Assim, tratando-se dos Evangelhos na época em que foram escritos há dois mil anos, uma igreja em determinado lugar recebeu o Evangelho de João, outra recebeu o Evangelho de Marcos e um homem importante chamado Teófilo recebeu o Evangelho de Lucas. Essas cartas foram preparadas para cristãos sem muito conhecimento nos costumes judaicos. Mas para quem foi escrita e dirigida a carta de Mateus?
 
Um fato importante é que o NT foi escrito em grego, a língua mais usada pelo mundo na época dos apóstolos. No entanto, especialistas acreditam que o único livro do NT que originalmente não foi escrito em grego é Mateus, que se presume ter sido escrito primeiro em aramaico, a língua utilizada pelos judeus da época. Mais tarde, o Evangelho de Mateus foi traduzido para o grego.
 
Então, sabe-se que três Evangelhos foram escritos para quem não era judeu, e apenas um trata das necessidades especificas dos judeus.
 
Portanto, na passagem de Jesus sobre o divórcio, Marcos e Lucas não mencionaram o trecho exceto por imoralidade sexual por um nobre motivo: eles queriam poupar a mente dos cristãos não-judeus das questões particulares dos judeus. Da mesma forma, Paulo, que era judeu e tinha um ministério voltado para alcançar quem não era judeu, jamais tocou no assunto da exceção de Jesus, a fim de não confundir os não-judeus. Marcos, Lucas e Paulo sabiam o que Jesus havia dito, mas sabiam também que a declaração completa só era relevante para os judeus. Assim sendo, o que um judeu era levado a pensar quando ouvia: "Quem se divorciar de sua esposa e se casar com outra mulher comete adultério, a não ser no caso de adultério"?
 
Adultério como crime social
 
Os judeus viviam de acordo com as leis do AT. Para eles, só havia uma lei para o pecado do adultério. "Se um homem cometer adultério com a mulher de outro, ele e a mulher deverão ser mortos". (Lv 20:10 BLH) A pena de morte, aplicada no cônjuge culpado, liberaria o cônjuge inocente para se casar com outra pessoa. Há outras evidências bíblicas que mostram que só a morte de um cônjuge libera o outro, se assim ele o desejar, para um novo casamento. Em Romanos Paulo diz: "Por exemplo, pela lei a mulher casada está ligada a seu marido enquanto ele estiver vivo; mas, se o marido morrer, ela estará livre da lei do casamento. Por isso, se ela se casar com outro homem enquanto seu marido ainda estiver vivo, será considerada adúltera. Mas se o marido morrer, ela estará livre daquela lei, e mesmo que venha a se casar com outro homem, não será adúltera". (Rm 7:2-3 NVI, o destaque é meu.) Qualquer judeu, como o próprio Paulo, podia compreender que a única base para o recasamento é a morte do outro cônjuge.
 
No entanto, se alguém que não pertencia ao povo de Israel lesse Mateus 19:9, ele entenderia que só pode haver divórcio em caso de adultério. Ele entenderia dessa forma justamente porque sua mente não teria condições de ver o texto como um judeu, que conhecia o AT. Assim, ele não saberia que há uma penalidade máxima para o pecado do adultério.
 
Embora o AT desse liberdade para os judeus se divorciarem por vários motivos para poderem se casar novamente, Jesus limitou essa liberdade a um único motivo, mas com uma resposta que tinha como objetivo levar os judeus a refletir profundamente no significado e projeto de Deus para a união familiar. Além disso, ele mostrou que a lei de divórcio do AT foi estabelecida por causa da dureza de coração do próprio povo de Deus.
 
Como todo bom judeu, os discípulos de Jesus apreciavam a lei de divórcio do AT. É por isso que eles expressaram certo descontentamento e desapontamento com o posicionamento de Jesus permitindo divórcio e recasamento somente no caso de imoralidade sexual. Eles disseram: "Se o relacionamento de um homem com sua esposa é assim, não vale a pena casar!" (Mt 19:10 ISV)
 
O que os deixou assim desanimados, e o que também deixaria qualquer outro judeu no mesmo estado de insatisfação, é que ao aceitar o posicionamento de Jesus, o judeu que pretendia se divorciar e casar novamente teria de aceitar a lei divina que trata da pena para o pecado do adultério.
 
Espaço para a graça da restauração
 
Entretanto, onde fica o espaço para a graça de Deus em toda essa situação em que fica aberta a possibilidade de recasamento somente com a morte do cônjuge culpado? O judeu que lesse o Evangelho de Mateus teria, inevitavelmente, de ler a passagem logo antes da declaração de Jesus sobre o divórcio (Mt 18:23-35). Quando Mateus escreveu aos judeus, sua carta não tinha capítulos nem versículos. Assim, a passagem sobre o perdão (Mt 18:23-35) estava unida à passagem sobre o divórcio (Mt 19:1-12). Então, antes de pensar em divórcio o judeu já precisaria pensar em perdão. Com a direção do Espírito Santo, o judeu obediente a Jesus poderia liberar o perdão e deixar a graça de Deus vencer e prevalecer onde o pecado queria destruir.
 
Portanto, é possível entender que a graça do perdão está disponível para curar e restaurar casamentos. A graça de Jesus veio para restaurar, não destruir.
 
Contudo, um cristão não-judeu interpretaria a passagem de Mateus como se o NT permitisse divórcio apenas no caso de adultério. Tal interpretação deixaria sem resposta algumas importantes questões: Como, por exemplo, ficaria a situação de esposas casadas com homens beberrões, violentos ou até criminosos?
 
Como Paulo tratou a questão
 
Paulo, que pregava a graça de Deus e era hostilizado pelos judeus legalistas, abordou o assunto da separação. Ele ensinou: "Aos casados dou este mandamento, não eu, mas o Senhor: Que a esposa não se separe do seu marido. Mas, se o fizer, que permaneça sem se casar ou, então, reconcilie-se com o seu marido. E o marido não se divorcie da sua mulher. Por causa dos problemas atuais, penso que é melhor o homem permanecer como está. Você está casado? Não procure separar-se". (1 Co 7:10-11, 26-27a NVI, o destaque é meu.) Em situações em que um cônjuge descrente resolve se separar, Paulo via na separação liberdade para o cônjuge crente: "Todavia, se o descrente separar-se, que se separe. Em tais casos, o irmão ou a irmã não fica debaixo de servidão; Deus nos chamou para vivermos em paz." (1 Co 7:15 NVI)
 
É claro que na opinião de Paulo o estado ideal para os solteiros era não se casarem, a fim de estarem livres para servir ao Senhor. Então, no caso de um cristão casado se separando, a idéia não é outra: sua liberdade é oportunidade de servir ao Senhor sem nenhum impedimento. Paulo via um homem ou mulher fora do casamento como um cristão inteiramente livre para trabalhar para Deus, sem as preocupações e ocupações que tomam o tempo quando alguém é casado e é obrigado a pensar em suprir as necessidades do cônjuge. Ele diz: "Por causa dos problemas atuais, penso que é melhor o homem permanecer como está. Você está. solteiro? Não procure esposa. Gostaria de vê-los livres de preocupações. O homem que não é casado preocupa-se com as coisas do Senhor, em como agradar ao Senhor. Mas o homem casado preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar sua mulher, e está dividido. Tanto a mulher não casada como a virgem preocupam-se com as coisas do Senhor, para serem santas no corpo e no espírito. Mas a casada preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar seu marido". (1 Co 7: 26-27b, 32-34 NVI)
 
Ainda que nunca tenha tratado diretamente do problema do divórcio, Paulo compreendia que a única razão para o recasamento é a morte de um dos cônjuges. Ele diz: "A mulher está ligada a seu marido enquanto ele viver. Mas, se o seu marido morrer, ela estará livre para se casar com quem quiser, contanto que ele pertença ao Senhor. Em meu parecer, ela será mais feliz se permanecer como está". (1 Co 7:39-40a NVI)
 
Os apóstolos vieram a compreender bem essa verdade, porém por um tempo acharam muito difícil aceitar a perspectiva de casamento que Jesus havia colocado diante deles. É por isso que eles disseram aborrecidos: "Se a situação de um homem com sua esposa é assim, não é vantajoso nem aconselhável casar". (Mt 19:10 AB) Isto é, se o único motivo para o recasamento é a morte de um cônjuge, eles achavam que o melhor era não casar! Afinal, qual o judeu que se divorciaria se soubesse que não poderia casar de novo? Para eles, era muito difícil aceitar o casamento como uma aliança para a vida inteira, "até que a morte os separe".
 
Então Jesus lhes respondeu: "Nem todos podem aceitar esta verdade sobre o casamento. Mas Deus capacitou alguns para aceitá-la. Há motivos diferentes por que alguns homens não podem se casar. Alguns homens nasceram sem a capacidade de se tornar pais. Outros foram incapacitados assim mais tarde na vida por outras pessoas. E outros homens renunciaram ao casamento por causa do reino do céu. Mas a pessoa que está em condições de se casar tem de aceitar esse ensino sobre o casamento". (Mt 19:11-12 NCV, o destaque é meu.) Nem todos, no meio do próprio povo de Deus, conseguem aceitar o projeto de casamento de Deus, mas somente os que foram capacitados. É óbvio que o ser humano tem a capacidade de desunir onde há corações endurecidos, porém Jesus declarou: "Portanto, não deixem ninguém separar o que Deus uniu". (Mt 19:6b GW) Não é que ele não estivesse consciente dos problemas que um casamento enfrenta. É que ele sabia que Deus tem o poder de capacitar para união, fortalecimento, perdão e restauração onde há corações abertos. Nenhum casal é perfeito, mas quando se abre espaço para Deus capacitar, as situações mais difíceis podem se tornar oportunidades para experimentar grandes vitórias (cf. Tg 1:2-4,12).
 
Modelos são indispensáveis
 
Examinamos um pouco o que a Palavra de Deus diz. Agora, o que se pode fazer para que menos casais evangélicos sigam a tendência de divórcios e recasamentos no mundo? A resposta são os líderes cristãos. Eles têm um chamado especial para "serem exemplos para o rebanho seguir". (1 Pe 5:3b GW) O que então qualifica um homem para liderar e servir de modelo? "É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, moderado, sensato, respeitável, hospitaleiro e apto para ensinar". (1 Tm 3:2 NVI, o destaque é meu.) É possível também traduzir essa passagem assim: "Portanto, é necessário que o pastor tenha um caráter que ninguém possa culpar de nada, tenha tido só uma esposa ou tenha se casado uma vez só." Outros líderes da igreja também devem ter a mesma qualificação (cf. vers. 11).
 
Por que Deus estabelece que a liderança deve ter um padrão de vida familiar? Vivemos num mundo cheio de influências erradas. Por isso, Deus quer que pelo menos na igreja as famílias tenham a oportunidade de ver exemplos diferentes dos que existem no mundo e se modelar através desses bons exemplos. A Bíblia mostra que pastores e outros líderes, casados só uma vez, são o exemplo e o modelo ideal para a congregação. Por que? Porque o ser humano tem uma fraqueza: imitar quem está em posição de autoridade ou destaque. Embora muitas pessoas não imitem aqueles que elas adoram, a realidade mostra que a vida errada de muitos artistas de TV agora é vivida por um grande número de seus admiradores.
 
Paulo colocou ordem na liderança porque certamente as congregações não-judias tinham vários casos de divórcio e recasamento. Assim, era preciso estabelecer bons modelos, para que os exemplos do mundo não fizessem parte da vida da igreja. O divórcio é um problema que afeta toda a sociedade, porém deve haver um padrão melhor na liderança para que o que é comum no mundo não seja normal na igreja. Deus odeia o divórcio, mas os cristãos de hoje estão sendo de tal forma afetados por imagens, exemplos e modelos de divórcios e recasamentos da sociedade que eles estão começando a agir como se Deus amasse esses problemas! O modo ideal de neutralizar a influência negativa do mundo nos casamentos da igreja é fazer o que Paulo orienta: colocar na liderança homens que tenham um exemplo excelente. Esses líderes serão uma influência positiva na vida das famílias da igreja. Quando virem seu pastor e outros líderes amando a esposa, sendo fiel a ela e preservando a união familiar, muitos vão seguir seu exemplo.
 
Abreviaturas de versões bíblicas:
 
AB: Amplified Bible (Bíblia Ampliada)
BLH: Bíblia na Linguagem de Hoje
GW: God's Word (A Palavra de Deus)
NCV: New Century Version (Versão do Novo Século)
NVI: Nova Versão Internacional
 
Copyright 2003 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. E-mail: juliosevero@hotmail.com