" TODO AQUELE QUE LÊ E GUARDA AS PALAVRAS DESTE LIVRO É BEM AVENTURADO " Parte 7

20/09/2011 09:16


Comparando a Terceira Divisão do Livro de “Revelação” Com Outras Profecias Bíblicas

 

 Nós acabamos de apontar o relacionamento da condição da Igreja – como revelada nos primeiros três capítulos do livro de Apocalipse – com os outros ensinamentos da Igreja.

Nós agora devemos considerar a próxima divisão do livro. A terceira divisão do livro de Apocalipse começa no capítulo 4 e continua até o fim. Uma vez que começa depois do período da Igreja, é profética em natureza. Muitas passagens nessa divisão não podem ser explicadas por si mesmas. Como Pedro uma vez escreveu: “sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (II Pe. 1:20,21). Isso simplesmente quer dizer que nenhuma profecia pode ser interpretada pela própria passagem da Escritura. Qualquer tentativa de fazer isso está sujeita ao erro, pois nenhuma profecia é escrita de acordo com o desejo do homem. Se qualquer profecia tivesse sido escrita pela vontade do homem, essa poderia ter sido interpretada de acordo com a vontade do homem. Mas esse não é o caso quando se trata de profecias das Escrituras. As profecias são dadas quando homens são movidos pelo Espírito Santo. Embora os escritores sejam muitos, só uma coisa é dita, pois o Espírito Santo é o autor original de todas essas passagens na profecia. Portanto, todas as profecias são unidas em uma só. Assim, é essencial que alguém que deseje entender a profecia não a interprete pela sua própria passagem da Escritura, mas que a compare com outras passagens bíblicas.

O princípio da interpretação da Escritura com a Escritura é de grande importância. A falha de muitos comentadores no sentido de manejar acuradamente a palavra de Deus pode ser atribuída à violação deste importante princípio. “Sabendo isto primeiro,” observou Pedro. Qualquer brecha neste princípio inevitavelmente causará confusão. Quão fácil seria se pudéssemos interpretar particularmente. A dificuldade criada na interpretação da Escritura está no fato de que uma correta interpretação requer que uma passagem particular concorde com o testemunho de toda a Bíblia. Conseqüentemente, devemos estudar as passagens que estão diante de nós por meio da comparação delas com outras porções das Escrituras, para que aquilo que alcançarmos não sejam imaginações especulativas, mas interpretações acuradas e bem-fundamentadas.

 

A Imagem Humana em Daniel

Vamos primeiro ler Daniel capítulo 2. Aqui nós somos confrontados com uma visão ou sonho de uma imagem humana, que particularmente -na tipologia bíblica- representa os quatro reinos gentílicos. No sonho do rei, esta imagem era subsequentemente esmagada por uma pedra que se tornou em uma grande montanha que encheu toda a terra. Essa pedra é, obviamente, simbólica do Senhor Jesus e Seu reino que destruirá todos os reinos do mundo e os substituirá na terra. Os reinos da terra não estão gradualmente sendo fermentados pelo reino de Deus até que se tornem no Reino de Deus. Não mesmo. Esses reinos suceder-se-ão um depois do outro até o dia em que, repentinamente, serão destruídos pelo reino de Deus. O esmagamento pela rocha é, claramente, um evento que ocorrerá no futuro. Em breve, nós viremos a perceber seu relacionamento com o livro de Apocalipse.

 

As Imagens das Bestas de Daniel

E, Daniel, no capítulo 17, está registrado que o profeta viu outra visão, que também fala dos quatro reinos gentílicos. A diferença entre essa, e a visão que vimos no capítulo 2 é que estas são bestas, e aquela era um homem. O aparecimento do reino de Deus foi devido ao aparecimento do Filho do homem. Nos é exposto ainda mais claramente que o começo do reino de Deus se dá depois que os reinos da terra estejam totalmente destruídos. Virá um “pequeno chifre” que fala com palavras de blasfêmia contra Deus e persegue os eleitos de Deus. Mas o seu tempo será de apenas três anos e meio. Depois desse período, aquele representado pelo pequeno chifre será destruído e o Filho do Homem virá para estabelecer o seu reino. Os reinos dos homens não coexistem com o reino de Deus. Somente quando o primeiro for destruído, o segundo será estabelecido.

 

Os Setenta Setes de Daniel

Agora, olhemos para o capítulo 9 de Daniel. Depois de ter Daniel confessado os pecados de seu povo, Deus enviou Gabriel para dizer a ele: “setenta semanas são decretadas sobre o teu povoe sobre a tua cidade santa, para fazer cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para fazer reconciliação da iniqüidade, e para trazer a justiça eterna, e para selar a visão e a profecia, e para ungir o santo dos santos” (v.24). uma vez que Daniel orou a Deus pelo Seu povo e Sua santa cidade, Deus em resposta também menciona “teu povo e tua santa cidade”. Entendamos que “teu povo” aponta para os filhos de Israel, e “tua santa cidade” refere-se a Jerusalém. O que Deus quis dizer foi: quando os setenta setes tiverem passado, a transgressão de Israel e da santa cidade terá terminado, seus pecados chegarão ao fim, suas iniqüidades receberão reconciliação, e a justiça eterna será trazida para eles. Tudo isso já foi cumprido? Não, os filhos de Israel continuma hoje a se “Lo-Ami... não meu povo” (Oséias 1:9). Assim, sua restauração ainda está no futuro. Essas coisas ainda permanecem não consumadas porque a profecia a respeito dos setenta setes não foi cumprida ainda. Mas, na segunda vinda do Senhor Jesus, todas as profecias serão cumpridas.

“Sabe e entende”, continua Gabriel, “desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações” (Dan 9:25,26). “Tempos angustiosos” também pode ser traduzido como “tempos breves”. Isso provavelmente aponta para os sete setes que, em termos de tempo, são muito mais curtos do que os sessenta e dois setes. A reconstrução de Jerusalém aconteceu durante os sete setes mencionados que ,segundo calculado por certos comentadores, duraram quarenta e nove anos. Embora no original, seja dito meramente “setes” –sem nenhuma designação de dias ou de anos- a maioria dos comentadores acredita que refere ao “ano”, e assim, quarenta e nove anos. Sessenta e dois setes depois da cidade ser reconstruída virá o Ungido.

Aqui nós não vamos investigar quando os setenta setes começaram. Um fato, porém, é suficiente para nós: nós abemos que o Ungido de fato veio depois dos sessenta e nove setes (sete setes + sessenta e dois setes). Dos tempos do decreto sobre a reconstrução de Jerusalém ao momento da vinda do Ungido, são quatrocentos e oitenta e três anos. Agora que os sessenta e nove setes já passaram e o Ungido (Cristo) já veio, só resta o último sete. Assim que o último sete é cumprido, os filhos de Israel receberão a plenitude da benção de Daniel 9:24. Porém, nos sete anos que se sucederam à morte de Cristo, houve algum dia que pudesse ser considerado como o tempo em que a transgressão é terminada para os filhos de Israel e sobre a cidade de Jerusalém? Não, nem mesmo um dia. E por acaso já não se passaram mais de novecentos anos desde o tempo de Cristo, sem que haja o fim da transgressão? Assim, é bem evidente que o septuagésimo sete não ocorreu imediatamente após os sessenta e nove setes.

Porque esse sete não foi ainda cumprido, e nem os filhos de Israel ainda não receberam a plenitude da benção? Porque “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará”. Cristo morreu, e conseqüentemente os filhos de Israel não receberam a benção. Isso aconteceu porque eles não O receberam com corações desejosos mas o crucificaram, e assim a punição veio sobre eles. “...e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário” (v.26). Quando os judeus insistiram em matar o Senhor Jesus, eles declararam abertamente: “Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos!” (Mt 27.25). naturalmente Deus está tratando eles de acordo com as suas próprias palavras, rejeitando-os temporariamente e mostrando graça aos gentios. Mas, depois que o número dos gentios for cumprido, Ele vai ser gracioso novamente aos filhos de Israel. E, nesse momento, o último sete será cumprido. Uma vez que o último sete estiver acabado, Deus irá libertar os filhos de Israel, de acordo com a promessa (Dn 9.24).

““...e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário”. Todos os estudantes do livro de Apocalipse sabem que isso se refere aos Romanos. Depois da morte de Jesus Cristo, os judeus incorreram em um severo julgamento de Deus: os romanos vieram e destruíram Jerusalém e seu templo em 70 DC. Uma vez que o termo “o povo” se refere aos Romanos, muitos de acordo com isso pensam que o termo “o príncipe” obviamente aponta para o príncipe Romano Tito que liderou os Romanos. Mas há muitas razões para refutar essa conclusão. Porque as Escrituras aqui não dizem que o príncipe destruirá a cidade, mas sim o povo do príncipe? Embora o príncipe deva trabalhar através de seu povo, não é natural dizer “o povo” e não diretamente “o príncipe”. Uma vez que o Santo Espírito  menciona tanto o príncipe como o povo, embora dando uma ênfase primária no povo, não seria possível que Ele estivesse deixando implícito que esse povo representa o povo daquele príncipe que ainda está para vir? Se é assim, então o príncipe em questão não é Tito, e o povo que atacou Jerusalém no passado era espiritual e moralmente igual ao  povo do futuro príncipe. Esse príncipe sobre quem Daniel profetiza será, no futuro, uma figura reconhecida mundialmente, o qual é o Anticristo. “O príncipe que há de vir” é, portanto, o Anticristo.

“...e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.” (v. 26). “O fim” aqui não é o fim da cidade ou do santuário. De acordo com a correta construção gramatical, “o seu fim” deveria se conectar à frase “o príncipe que há de vir”. O cumprimento não veio no tempo de Tito, mas está para vir no futuro. O povo do príncipe que há de vir destruirá esta cidade e o santuário, mas “o fim dele” (ou seja, do príncipe) virá como um dilúvio. Nós sabemos que esse super-homem virá em breve, e que o mundo não terá paz. Mas graças a Deus, nós já teremos ido embora quando o Anticristo chegar.

“Ele confirmará um pacto com os muitos, por uma semana; e na metade da semana, fará cessar o sacrifício e as oblações” (v.27a). O verso anterior nos fala das atitudes destrutivas do Anticristo; esse próximo versículo continua a falar da sua ação. O último sete é dividido em duas metades. No começo do último sete, o Anticristo confirmará um pacto com muitos. Esse pacto não é a Velha Aliança que Deus singularmente fez com Seu povo, pois o suo do artigo indefinido “um” aqui prova isso. A frase “os muitos” com o uso do artigo definido “os” refere-se a um grupo especial de pessoas – os judeus. Sendo assim, esse pacto será um pacto político entre os judeus e o Anticristo. A duração desse pacto deve ser de sete anos, mas no meio termo desses anos, o Anticristo irá quebrá-lo. Isso é o significado das palavras, “ele cuidará em mudar os tempos e a lei”, encontrada no capítulo 7 e verso 25. aqui nós podemos ver a similaridade descoberta entre esse príncipe e o pequeno chifre mencionado no capítulo 7.

Na metade dos sete anos em questão, o Anticristo quebrará o pacto, e assim o resto do período do sete (ou seja, três anos e meio) estará em sua mão. Durante esses três anos e meio ele também vai magoar os santos (7.25). E durante estes mesmos três anos e meio, esse pequeno chifre intentará em mudar os tempos e as estações, e fazer cessar o sacrifício e as oblações. No presente momento, os judeus não têm nem sacrifício nem oblações; mas no futuro estas coisas serão restauradas. Nós agora temos visto o começo da volta dos judeus para a Palestina e também temos ouvido do seu desejo de restaurar estas coisas. O fim está verdadeiramente próximo.

Porque o Anticristo vai fazer cessar o sacrifício e a oblação? Porque naquele tempo ele vai falar blasfêmias contra Deus (ver cap. 7). Uma vez que os sacrifícios e as oblações são oferecidas a Deus, ele vai naturalmente proibi-los. “...e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação” (9:27). “A asa das abominações” fala de ídolos. No templo de Deus as asas do querubim cobriam a arca. Mas o Anticristo entrará no templo de Deus e proclamará a si mesmo Deus (2 Ts 2), sendo coberto pela asa das abominações. Devido a esta idolatria, Deus permitirá desolações por três anos e meio até o fim dos setenta setes. “Daniel 9:27

E ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.”E, como determinado, a ira será derramada sobre a desolada” (v.27c). a desolada é Jerusalém. Com a aproximação do fim dos setenta setes, as nações se reunirão para atacar Jerusalém. Então o Senhor lutará por ela (Zc 14.1-6). E assim a palavra de Daniel 9.24 se cumprirá.

Nós podemos aqui perceber como satanás usa o homem. O anticristo é apenas um homem; mas pela sua obediência a satanás, ele recebe poder diabólico para governar sobre todas as nações. Embora a sua vinda real está ainda no futuro, mesmo assim em 70 DC os Romanos se tornaram o povo do Anticristo! Pois eles tinham o seu espírito. Hoje nós vemos os muitos tumultos entre as nações. Satanás está, na verdade, manipulando nos bastidores. Ele dá poder a essa pessoa e para isso, usa muitos da arena política como seus fantoches para perturbar o mundo. A última pessoa que ele vai usar será o Anticristo. Nós podemos agora mesmo discernir que o espírito do Anticristo já está operando em todos os lugares. A característica mais reveladora do anticristo é a sua iniqüidade (2 Ts. 2). Se abrirmos os nossos olhos para os negócios desta era, nós saberemos o quão exuberante a iniqüidade tem se tornado. Em cada nível da sociedade há pessoas iníquas. Em cada profissão, a iniqüidade é a maioria. Parece, porém, que há uma tênue linha entre as pessoas e a erupção da iniqüidade. Uma vez que alguém faz concessão à iniqüidade, este é capturado para sempre.

Por esta razão, nós que cremos no Senhor e fomos comprados com Seu sangue, devemos nesta hora resistir, unidos em uma mente, a satanás e suas obras, tanto em nossos espíritos como em nossas mentes. Orem para que Deus habilite a Sua Igreja a conhecer a vitória da cruz para que os santos possam ter a experiência do arrebatamento. Os pecados do mundo precisam ser julgados. A Igreja de Cristo precisa ser amadurecida para o arrebatamento!

 

Os Mil Duzentos e Sessenta Dias

Examinemos a última profecia de Daniel como é registrada nos capítulos 10-12. examinando cuidadosamente estes capítulos, nós veremos como a sua última profecia se encaixa com as primeiras profecias. Eu não posso ficar para explicá-las em detalhe, então vamos meramente tocá-las brevemente.

“Dele sairão forças que profanarão o santuário, e a fortaleza, e tirarão a contínua oferta-queimada, estabelecendo a abominação desoladora.” (Dn 11.31). isso coincide com o capítulo 9. “Ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, quando levantou a mão direita e a esquerda ao céu e jurou, por aquele que vive eternamente, que isso seria depois de um tempo, dois tempos e metade de um tempo. E, quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão... Depois do tempo em que o sacrifício diário for tirado, e posta a abominação desoladora, haverá ainda mil duzentos e noventa dias. Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias. Tu, porém, segue o teu caminho até ao fim; pois descansarás e, ao fim dos dias, te levantarás para receber a tua herança.” (12.7,11-13). Aqui nós vemos novamente os três tempos e meio. Mil duzentos e noventa dias é trinta dias a mais que três anos e meio, e mil trezentos e trinta e cinco são quarenta e cinco dias a mais do que mil duzentos e noventa dias. Uma vez que os três anos e meio (1260 dias) acabarem, o Senhor Jesus aparecerá na terra. Os trinta dias a mais provavelmente serão usados para julgar as nações (ver Mt 25.31-46), ou para purificar o santuário. Mas depois de outros quarenta e cinco dias, os filhos de Israel receberão glória.

A partir da investigação acima, nós sabemos algumas coisas: (1) o tempo dos gentios – ou seja, o tempo em que os gentios reinam – virá a um repentino fim, pois Aquele que é como o Filho do Homem virá com as nuvens e estabelecerá o Seu reino; (2) o último dos poderes gentílicos será o império Romano, e o seu rei falará blasfêmias contra Deus e magoará os santos, mas ele será eventualmente julgado; (3) o Anticristo fará um pacto com os judeus, e na sua falta de fé, eles restaurarão o santuário e os seus sacrifícios; (40 mas depois de três anos e meio, o Anticristo quebrará o pacto, fará cessar a oferta de sacrifícios, e introduzirá idolatria; (5) por esta razão, a desolação irá continuar até o fim do período predeterminado de três anos e meio, e então Deus libertará o Seu povo santo; e finalmente (6) o tempo do reino dos gentios acabará com a repentina vinda do Senhor dos céus para estabelecer Seu próprio reino. Nós não temos nos esforçado em nenhum grau de pressão para explicar as Escrituras de acordo com nossas próprias teorias, mas tudo o que queremos é apontar Escritura por Escritura. Nós temos percebido agora como os três anos e meio do pequeno chifre (cap. 7) encaixam-se perfeitamente com a última metade do septuagésimo sete (cap. 9), e também com os três anos e meio no capítulo 12. e assim, as profecias das Escrituras proferidas em primeiro e em último lugar concordam completamente umas com as outras, exceto pelo fato de que a última profecia explica a primeira ou adiciona à primeira aquilo que esta não havia explicado.