" OBEDIÊNCIA COM DILIGÊNCIA AGRADA A DEUS"

31/08/2011 10:51

 Obediência aos Pastores 

“OBEDECEI A VOSSOS PASTORES e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos será útil” (Hb 13.17). 
“Rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós, e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz com todos” (1 Ts 5.11). 

A obediência e a fidelidade aos líderes cristãos, aos pastores e mestres, devem basear-se numa superior lealdade a Deus. A lealdade do crente, em escala descendente, é a seguinte:
(1) primeiramente, lealdade a Deus num relacionamento pessoal, inclusive fidelidade aos princípios da sua Palavra;
(2) lealdade à igreja visível, na medida em que ela permanece fiel a Deus e à sua Palavra escrita (Jo 15.12; Gl 6.10); e
(3) terceiro, lealdade aos dirigentes da igreja, enquanto permanecerem fiéis e leais a Deus, à sua Palavra e ao seu propósito para a igreja.

“Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, pri

ncipalmente os que trabalham na palavra e na doutrina. Não aceites acusação contra presbítero, senão com duas ou três testemunhas. Aos que pecarem, repreende-os na presença de todos, para que também os outros tenham temor” (1 Tm 5.17, 19, 20). 

Estes versículos dizem respeito à honra apropriada aos presbíteros (aqui significa pastores) que governam bem a igreja local e que vigiam cuidadosamente o rebanho. 
A palavra de Deus oferece princípios e diretrizes no tocante à disciplina dos presbíteros ou pastores (1 Tm 5.20-22). Uma coisa essencial à igreja é pastores de vida piedosa. Daí as seguintes providências devem ser postas em prática, quando um pastor ou obreiro da igreja pecar, e esse pecado for confirmado (v. 19).
(1) Os presbíteros não devem encobrir pecados doutros presbíteros, nem guardar silêncio a respeito dos seus pecados. O presbítero que pecou deve receber “repreensão” e ser disciplinado (v.20). Seu pecado deve ser declarado “diante de todos” (i.e., tornado público) a fim de que os demais presbíteros venham a ter “temor” de Deus, i.e., o medo santo de pecar (v.10).
(2) Paulo os adverte de que a disciplina supra dever ser exercida sem parcialidade, nem favoritismo, porque todos eles estarão um dia na presença de Deus, de Jesus Cristo e dos santos anjos (v. 21).

Comentários da Bíblia de Estudo Pentecostal