" EM QUE VOCÊ CRÊ? - Parte 2"

12/08/2011 08:32

 


CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO - DOIS PONTOS DE FÉ: UM EM DEUS E OUTRO NO ACASO – Parte 2


A criação é obra de Deus

Deus criou toda a realidade existente com um ato de sua vontade a partir do nada (criação ex nihilo). Em Romanos 4.17 está escrito que Deus “chama à existência as coisas que não existem”. Muitas outras afirmações semelhantes a esta são encontradas no Novo Testamento. No momento da criação não havia matéria preexistente, nada foi adaptado ou moldado, tudo foi original. Deus planejou e executou seu plano e a obra criada agradava a Deus, pois tudo foi declarado por Ele como sendo bom (Gn 1.1-31). O propósito das passagens bíblicas a respeito da criação não é dizer como Deus executou seu projeto, mas sim que foi Ele o seu autor e executor. Este ponto de fé a ciência não tem como substituí-lo.

Para um criacionista existem a fé, a Bíblia e a grandiosidade da realidade física criada por Deus. Não há como demonstrar satisfatoriamente um ponto de fé com provas físicas, mas muitas vezes a realidade ampara a fé e é isto que vemos no caso da criação. A grandeza e a complexidade da vida podem ser vistas em toda a terra. O corpo humano esbanja detalhes. Como explicar a obra do acaso analisando a sofisticação de órgãos como o cérebro, o olho e o ouvido? O cérebro humano é tão complexo que mesmo com toda a tecnologia moderna, somente uma pequena parte de seu funcionamento é compreendida. E o que dizer das diferentes formas de vida com tanta variedade de estrutura? Não há espaço para a ação do acaso na origem da vida, tudo foi planejado nos mínimos detalhes por Deus, o Criador. A primeira afirmação da Bíblia está em Gênesis 1.1 e nela está escrito: “No princípio criou Deus os céus e a terra”. No Salmo 148.5 a Bíblia ensina que Deus deve ser louvado como o Criador.

Para os cientistas evolucionistas esse tipo de argumentação não significa nada, entretanto, não usam, a rigor, o método científico ao tentar provar a evolução das espécies e a origem da vida. A ciência se apóia na realidade, nos fatos e nas provas físicas e, seguindo estes parâmetros, o bioquímico Behe e outros sérios cientistas já classificam a teoria da evolução como uma teoria ultrapassada. Os cientistas precisam provar o que pensam e ensinar como verdade somente o que provam, inclusive os evolucionistas. Se não há fatos físicos nem provas, tudo não passa de idéias, nós, portanto, seguimos o conselho do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse: “Guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror às oposições da falsamente chamada ciência, a qual, professando-a alguns, se desviaram da fé” (1Tm 6.20).

Treze perguntas para os evolucionistas responderem

Algumas pessoas sinceras, mas mal encaminhadas, pensam que a evolução é uma teoria razoável para explicar as questões do homem e do Universo. A evolução não é uma teoria, é um tipo de religião pagã disfarçada de ciência.

1. De onde veio o espaço para o Universo e a matéria?

2. De onde vieram as leis do Universo – lei da gravidade, inércia etc.?

3. Como pode a matéria estar tão perfeitamente organizada? De onde veio a energia para organizar tudo?

4. Quando, onde, por que e como a vida se originou de matéria morta?

5. Quando, onde, por que e como a vida aprendeu a reproduzir-se?

6. O que fez a primeira célula capaz de reprodução sexual reproduzir-se?

7. Como podem as mutações (recombinando o código genético) criar uma nova e melhorada variedade? (Recombinar letras inglesas nunca iria produzir um livro chinês).

8. Quando, onde, por que e como:

a. Anfíbios se transformaram em répteis?

b. Os répteis se transformaram em pássaros? (os pulmões, ossos, olhos, órgãos reprodutores, coração, método de locomoção e pele são todos diferentes!) Como viviam as formas intermediárias?

9. Quando, onde, por que e como:

a. Evoluíram as baleias, os cavalos-marinhos e os morcegos? 

b. Evoluíram os olhos e os ouvidos? 

c. Evoluíram os cabelos, pele, penas, escamas, unhas, garras etc?

10. O que evoluiu primeiro? Como e em quanto tempo funcionou sem os outros?

a. O impulso para reproduzir ou a habilidade para reprodução?

b. Os pulmões, a mucosidade que os protege, a garganta ou a perfeita mistura de gases respirada pelos pulmões?

c. As plantas ou os insetos que se mantiveram vivos e polinizaram as plantas?

d. Os ossos, ligaduras, tendões, circulação ou músculos para mover os ossos?

e. O sistema imunológico ou a necessidade dele?

11. Quando, onde, por que e como o homem desenvolveu sentimentos e pensamentos — amor, piedade, culpa etc? (estas capacidades jamais evoluiriam conforme a “teoria da evolução”).

12. Considerando que existem mais de uma dezena de correntes evolucionistas, a qual delas você pertence?

13. Você acredita honestamente que tudo veio do nada?

Após responder a estas treze perguntas, considere cuidadosamente as perguntas seguintes:

1. Você está seguro de que suas respostas são racionais, corretas e cientificamente comprováveis? Ou crê que simplesmente as coisas aconteceram como você acabou de responder? Estas respostas refletem sua religião ou a ciência?

2. Suas respostas dependem de uma fé semelhante à de uma pessoa que diz “Deus deve ter projetado isto”?

3. É possível que um Criador inadvertido desenhou este Universo? Se Deus é excluído do princípio da discussão por sua definição de ciência, como poderia ser mostrado que Ele criou o Universo considerando a suposta verdade cristã de que Ele realmente o criou?

4. É sábio e justo apresentar a evolução aos estudantes como fato?

5. As pessoas aceitam a evolução devido a quais destes fatores:

a. Foi o que elas aprenderam sem questionar durante toda a vida.

b. Elas gostam da liberdade de Deus, sem compromisso com qualquer espécie de moral absoluta.

c. Elas se unem para apoiar a teoria com medo de perder o seu trabalho ou status. 

d. Elas nutrem um orgulho intelectual que as impedem de admitir que estão equivocadas. 

6. Devemos continuar usando evidências antigas, desaprovadas, inconclusivas e incorretas para apoiar a teoria da evolução porque não temos um substituto convincente? (Homem de Piltdown, Homem de Java, Homem de Neanderthal etc).

7. Deve-se permitir aos pais exigir que a evolução não seja ensinada como fato no sistema escolar, a menos que se ensine ao lado de outras teorias de origens (como a criação divina)?

8. Você não se cansa de ter fé num sistema que não é verdadeiro? Não seria melhor conhecer a Deus que o fez e aceitar seu amor e perdão?

9. O que você está arriscando se você estiver errado? (um renomado opositor do criacionismo considerou: “Existe um Deus ou não? Ambas as possibilidades são assustadoras!”)

LAMARCK

As girafas ancestrais provavelmente tinham pescoços curtos. Para alcançar a folhagem das árvores, de que se alimentavam, tinham que esticar o pescoço.

Pelo fato de esticarem sempre o pescoço para atingir a folhagem das árvores, o pescoço alongou-se. Essa característica adquirida era transmitida aos seus descendentes.

Finalmente, o contínuo esticamento do pescoço deu origem às girafas atuais. Portanto, pelo uso ou desuso e pela transmissão das características adquiridas houve a evolução.

DARWIN

As girafas ancestrais provavelmente apresentavam pescoços de comprimentos variáveis. As variações eram hereditárias.

A competição e a seleção natural levaram à sobreviência dos descendentes de pescoços longos, uma vez que estes conseguiam alimentar-se melhor do que as girafas de pescoços curtos.

Finalmente, apenas as girafas de pescoços longos sobreviveram à competição. Portanto, pela seleção natural ocorreu a evolução.

Nove dicas para alunos cristãos em salas de aula

Por Paul S. Taylor, da Eden Communications
Tradução de Avelar Guedes Junior


1. Antes de fazer uma apresentação em sala de aula ou um relatório sobre a criação de Deus, informe-se ao máximo sobre o criacionismo e os problemas envolvidos com o evolucionismo.

2. Em muitas escolas públicas há um forte sentimento contra a expressão de crenças religiosas cristãs em sala de aula. Os alunos têm mais liberdade que os professores neste aspecto. Todavia, na sala de aula, os alunos são mais prudentes quando limitam os seus comentários a fatos científicos, ao invés de tratar de informações bíblicas ou de crenças religiosas. Mesmo porque a própria ciência não é capaz de amparar o evolucionismo.

3. Não se surpreenda se não for bem tratado numa escola pública quando discutir sobre criacionismo. Fique preparado para lidar com tal tratamento com uma atitude cristã apropriada. É uma triste realidade que muitos professores e administradores são muito preconceituosos e ignorantes neste assunto — o que é compreensível — já que, na maior parte dos casos, toda a sua educação (do ensino fundamental até o superior) foi totalmente parcial nesta matéria.

4. Lembre-se de que os alunos se encontram sob a autoridade do professor, mesmo que estes sejam contrários ao cristianismo. Alunos cristãos têm a responsabilidade de respeitar a autoridade do seu professor e ser sempre corteses e respeitadores, mesmo se eles não concordarem sobre o assunto evolução.

5. Para uma melhor relação aluno-professor, mantenha o bom humor nesta situação e seja objetivo. Fique “grudado” aos fatos. Uma atitude cristã deve ser de amor e sensibilidade para com todos, inclusive aos professores. Não recorra a discussões acaloradas ou ofensas verbais. Não menospreze a crença do professor. Faça comentários e perguntas de um modo sensível que despersonalize o assunto. É muito improvável que envergonhar o professor diante da sala traga os resultados desejados! As informações devem ser apresentadas com uma atitude de boa vontade e de sincero respeito. É mais fácil aos professores responderem favoravelmente a um aluno bom e estudioso que está simplesmente buscando respostas francas que a um aluno que parece hostil, despreparado, ou com ar de “sabe-tudo”.

6. Empreste ao seu professor um bom livro sobre o assunto, especialmente um que mantenha a objetividade cientifica. Vários livros críticos do evolucionismo escritos por evolucionistas também são de interesse. O uso destes evita fazer o assunto parecer uma guerra santa.

7. Lembre-se de que os professores, situações e salas de aula não são os mesmos. O que pode funcionar com um professor ou escola pode não dar certo com outros.

8. Tenha em mente que o principal propósito de um aluno ir à escola é aprender, e não testemunhar. Mas os alunos devem permanecer abertos à liderança do Espírito Santo. Há muitas histórias emocionantes de como alunos fizeram questionamentos ou deram informações que, no final, produziram grandes mudanças na vida dos professores.

9. A oração é o ingrediente mais importante nos feitos humanos. Certifique-se de que os esforços em sala de aula estão alicerçados em tempo gasto em oração. PAIS: Aproveitem esta oportunidade para orar com o seu filho pela sua carreira cristã, atitudes e fidelidade.

Quem disse que todo cientista crê no evolucionismo?

Algumas invenções e descobertas notáveis 

desenvolvidas por cientistas criacionistas: 

§ Francis Bacon (1561—1626) - Método científico

§ Blaise Pascal (1623—662) - Barômetro

§ Isaac Newton (1642—1727) - Lei da gravidade

§ David Brewster (1781—1868) - Caleidoscópio

§ Michael Faraday (1791—1867) - Gerador elétrico

§ Samuel F. B. Morse (1791—1872) – Telégrafo

§ Charles Babbage (1792—1871) - Calculadora

§ Joseph Henry (1797—1878) - Motor elétrico

§ James Simpson (1811—1870) - Clorofórmio

§ Louis Pasteur (1822—1895) - Lei da biogênese, 

controle de fermentação, pasteurização etc. 

§ Lord Kelvin (1824—1907) - Balança de temperatura absoluta

§ William Ramsay (1852—1916) - Gases inertes

Obs: Nem todos os cientistas supracitados foram ortodoxos em relação às crenças cristãs, entretanto, todos eles foram criacionistas.

Referências bibliográficas:

Bíblia de estudo de Genebra. Editora Cultura Cristã.
Bíblia Apologética. ICP – Instituto Cristão de Pesquisas
Introdução à Teologia Sistemática. Millard J. Erickson. Sociedade Religiosa Edições Vida Nova
A origem da vida. George Wald. Artigos do Scientific American.
A Base molecular da vida: uma introdução à biologia molecular. Editora da Universidade de São Paulo
Físico-Química. P. W. Atkins. LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora
Biologia molecular básica. Arnaldo Zaha (Coordenador). Editora Mercado Aberto
The emerging conceptual framework of evolutionary developmental biology. Nature. Wallace Arthur
Secret life of genes. Günter TheiBen: Nature
Site de consulta: http://ssilva777.tripod.com.br

Notas:

1 A caixa-preta de Darwin: o desafio da bioquímica à teoria da evolução. Michael Behe. Ciência e Cultura, p.13.
2 Ibid. p. 235.
 
Por Cláudia Aparecida Alves