MOVIMENTOS ANTICRISTÃOS                                                                                                  

                           
Erros doutrinários da Congregação Cristã no Brasil

Pergunta-se: “ Por que crentes de várias denominações tradicionais, às vezes com dezenas de anos ligados às suas Igrejas, ao assistir apenas um culto na CCB, abandonam de vez sua denominação e se unem à CCB, aceitando o rebatismo nas águas, alegando ainda tais crentes “agora possuir toda a verdade”.

O que se deu de tão excepcional, que os levou a agir assim tão drasticamente, depois de vários anos em suas igrejas? Qual o segredo que existe na CCB que leva pessoas que pareciam tão firmes mudarem assim repentinamente de igreja? Qual a força de atração da CCB? Uma coisa é certa: não foi a descoberta de alguma doutrina genuinamente bíblica que os levou a agir assim. Isso afirmamos porque é notório que os anciãos da CCB não conhecem a Bíblia. Proíbem mesmo seu estudo, sob a evasiva de que “a letra mata” (2Co.3:6). Então o que houve?

 

O TIPO DE CULTO

Sim. O tipo de culto que se realiza nos templos da CCB é caracteristicamente diferente de todos os tipos de cultos realizados em outras denominações evangélicas.

O culto que lá se realiza desenvolve-se da seguinte maneira:

O ancião lê a história de uma das curas milagrosas relatadas na Bíblia e procura aplicá-la às necessidades da congregação: “Tem irmão aqui hoje que acha que não tem mais esperança, não tem mais jeito. Chegou aqui abatido e triste, ‘tem ânimo porque vou fazer uma obra na tua casa’. Os vizinhos podem achar isso impossível, os parentes podem estar rindo de você, o médico pode já ter desenganado, mas quando Deus promete, ele cumpre. Fique em comunhão que o irmão vai ver a poderosa mão de Deus”.

Outro exemplo: “Aqui tem uma irmã que discutiu com seu esposo por causa da arrumação da sua casa, preocupada com cortinas, vasos de flores da sua nova moradia. ‘O Senhor diz que não faça isso’. Não deve permitir que as coisas materiais venham perturbar a harmonia do lar”.

Outro exemplo: “Você irmão, que tem trabalhado nesse ramo de negócio e que não está indo bem, não se desespere. O Senhor vai dar um jeito. Vai arranjar outro tipo de negócio mais rendoso”.

E assim, sucessivamente, o membro da CCB sai do templo com a convicção que “O Senhor falou comigo esta noite”. De modo que, quando se dirige ao templo na CCB o crente não vai escutar uma pregação ou ensino baseado na Bíblia, porque a Bíblia é apenas usada como pretexto para uma série de adivinhações. O certo seria ir buscar orientação da Bíblia, conforme Jo.17:17, Sl.119:105 e 130.

E como se prepara o ambiente para essas “revelações”, como se fossem dadas pelo Espírito Santo? Ao entrarem no templo, os crentes comunicam seus pedidos de oração ao porteiro, que anota o número de pedidos de tipos diversos num cartão próprio, posteriormente entregue ao ancião que dirige o culto. Os pedidos são classificados em poucas categorias que correspondem a temas básicos da vida do crente e refletem os dilemas da classe pobre do brasileiro. As categorias são as seguintes: tribulações e suas causas, enfermidades, viagens e testemunhos. Ainda existe a categoria de acidentes. As viagens são de grande importância na CCB e são objeto de constante interesse por parte dos membros. Antes de empreender uma viagem, o membro pede direção divina de que determinada viagem deve ser feita, e pode ser realizada com segurança. Essa confirmação vem através de algum ponto da pregação “tem irmão aqui que pretende empreender uma viagem à sua família em outro Estado. O Senhor diz ao seu servo que não faça essa viagem já, espere mais um tempo”.

Depois de recebidos pelos porteiros, os pedidos de oração são entregues ao ancião, que apresenta as várias categorias dos pedidos à congregação a fim de serem lembrados na oração. No cartão que o porteiro entrega ao ancião consta o número de pedidos de cada tipo, mas este dado não é relatado à congregação.

Resultado: O fundamental para o sucesso da reunião é o papel do ancião que funciona como adivinho ou oráculo. E assim, o membro vai à casa de oração procurando iluminação sobre determinada decisão, e na hora da palavra o pregador, embora não conhecendo individualmente cada caso de dúvida do crente, dá uma palavra que ele julga ser a resposta à sua ansiedade e o crente retira-se com a convicção que expressa, ao demais, ‘o Senhor falou comigo nesta noite’.

Nada pode ser planejado. Tudo deve funcionar improvisadamente. A tal ponto que, os membros da CCB costumam se dirigir à crentes de outras igrejas, dizendo: “na CCB a nossa comida espiritual é quentinha. Sai na hora. Enquanto sua comida é amanhecida”.

Tal situação é decorrente da falsa interpretação de Mt.10:19-20: “não cuideis em como ou o que haveis de falar, porque naquela hora vos será concedido o que haveis de falar; visto que não sois vós os que falais, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós”. Como disse um pregador: “possuir o Espírito Santo e não ter conhecimento bíblico, conduz ao fanatismo”. E é isso que acontece na CCB. A falta de conhecimento bíblico leva os crentes a buscar outras fontes de inspiração, como a adivinhação, condenada pela própria Bíblia em Dt.18:9-12, Jr.14:14, Ez.13:1-10. O Espírito Santo que inspirou a Bíblia (2Pe.1:20-21) também nos faria lembrar das palavras de Jesus (Jo.14:26, 15:26 e 16:26). Não seria horoscopo evangélico? Da mesma forma que as pessoas buscam direção através de horóscopos, os crentes da CCB buscam direção em ‘mensagens proféticas’ espúrias, dadas por homens que de antemão tomam conhecimento da situação do auditório para ‘profetizar’. “Os profetas profetizam mentiras em meu nome, nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei. Visão falsa, adivinhação, vaidade e engano do seu íntimo é o que eles vos profetizam” (Jr.14:14). Tal convicção de que ‘o Senhor falou’ ou ‘o Senhor não falou’ é tão impressionante entre os crentes da CCB que obedecem com mais prontidão a palavra ‘profética’ do que a Bíblia (Jo.5:39-40; 2Tm.3:16-17).

 

DADOS HISTÓRICOS

Em março de 1910 vem ao Brasil Luiz Francescon, naascido em 20 de março de 1866 em Cavasso Nueno – Província de Udine – Itália, dando início ao trabalho na cidade de Santo Antonio de Platina, Estado do Paraná. Em fins de junho do mesmo ano vem a São Paulo e, poucos dias depois, batiza 20 pessoas provenientes de igrejas como Presbiteriana, Batista, Metodista e um católico apena. Com isso se vê a tendência proselitista da igreja recém formada. Uma das práticas mais comuns dos crentes da CCB é visitar os novos crentes de outras igrejas. Qual o assunto logo de início nessa visita? O combate à forma de contribuição, o sistema do dízimo, inoculando na mente do crente recém convertido que terá de desembolsar 10% de seus ganhos para a igreja da qual se tornará futuramente membro e que na CCB não há tal exigência. Afirma mais, que tal contribuição irá para os bolsos do pastor, que não trabalha e vive como um parasita às custas da igreja.

 

PECULIARIDADES PRÓPRIAS DA CCB

Não tem mecanismos formais para comunicação, exceto uma circular bimensal que anuncia as datas e locais dos próximos batismos, não distribuem folhetos, revistas, jornais.

Tem um único manual de procedimentos intitulado “Reuniões e Ensinamentos”, datado de 25, 26, 27 de março de 1948 e “Pontos de Doutrina e da Fé que uma Vez Foi Dada aos Santos” (VII edição).

Nega possuir hierarquia.

Não possui registros de membros.

Não faz coleta pública nas reuniões.

O membro da CCB vai ao templo em média três vezes por semana.

A Ceia do Senhor é celebrada anualmente com um só pão, partido com a mão, e também um só cálice.

Orações só de joelhos.

Proibição taxativa de assistir cultos de outras igrejas.

Batismo em nome de uma quaternidade e como sacramento.

Ósculo ‘santo’ só é dado na despedida do culto ou em caso de viagem, sempre entre imãos e imãs entre si.

Cerimônias de casamento não se realizam no templo. O crente da CCB deve também abster-se de participar de festas de casamentos de pessoas não pertencentes à CCB, sob a alegação de participar de coisas sacrificadas aos ídolos.

Cerimônias fúnebres são proibidas nos templos.

Proibidos os cultos de vigília de fim de ano.

Pedidos de oração por estranhos só são atendidos se o Espírito Santo determinar.

Uso imoderado de bebidas alcoolicas.

Negação do cargo de pastor e respectivo salário.

Negação do dízimo como contribuição cristã.

Proibidos trabalhos de evangelização nas ruas, praças etc.

Blasfêmia contra o Espírito Santo é a prática do adultério.

Proibição de os próprios crentes fotografarem durante os cultos. Só permitido por estranhos.

 

DÍZIMOS E OFERTAS

Segundo o ensino do “Manual de Procedimentos ou Pontos de Doutrina e da Fé…”, págs. 17 e 18, a lei dada por Deus a Moisés está dividida em três partes ou três leis: civil, moral e cerimonial. “A lei cerimonial com suas ordenanças foi cumprida…” como consequência o dízimo, como parte dessa lei cerimonial, foi abolido. Não mais pertence às exigências que devem ser atendidas pelos cristãos.

Refutação bíblica: Não há base bíblica para a divisão da lei em três partes. É apenas artificial tal divisão. A lei dada por Deus a Moisés é um todo, uma unidade (Gl.3:10-11). Essa lei findou na cruz (Cl.2:14-17). Entretanto, para as pessoas afeitas ao estudo da Bíblia, é fácil descobrir que o dízimo foi dado antes. O dízimo se prova dentro do Novo Testamento, ou melhor dizendo, dentro da nova aliança (Hb.8:6-13). Vejamos:

a) O dízimo de Abraão é relatado em Gn.14:18-20 e repetido em Hb.7:4-6. É a primeira vez que aparece a palavra dízimo na Bíblia. A lei só foi dada 430 anos depois de Abraão (Gl.3:6-9). Não havia mandamento para o dízimo. O dízimo nasceu da espontaneidade de Abraão. Se nasceu da voluntariedade de Abraão, 430 anos antes da lei, certamente que o dízimo não é criação da lei. Um paralelo entre Abraão e o cristão, e Melquisedeque e Jesus, nos ajudam a entender melhor a questão do dízimo.

Abraão é chamado o pai da fé (Rm.4:16, Gl.3:7-9) logo, os cristãos de todo o mundo são filhos de Abraão.

Melquisedeque, por sua vez, é um tipo de Jesus Cristo (Hb.7:1-3). O sacerdócio de Cristo tem a ver com o sacerdócio de Melquisedeque (Hb.7:17-21) e é um sacerdócio eterno.

Logo, Abraão reconhece a superioridade de Melquisedeque e dá-lhe o dízimo de tudo (Gn.14:20). Melquisedeque não recusa. Aceita e dá sua bênção. Assim, o crente (filho de Abraão) recebe a bênção de Cristo (Melquisedeque). A lei já passou (Rm. 6:14, 10:4 e Ef.2:11-14).

b) Uma segunda razão para o pagamento do dízimo está no parecer de Jesus em Mt.23:23. O Senhor Jesus ensina que o mais importante da lei – o juízo, a misericórdia e a fé – essas coisas devem ser praticadas, sem a omissão do dízimo da hortelã, endro e cominho. É certo que Jesus não era contra o dízimo, mas a favor dele. Alega-se que Jesus estava se dirigindo aos fariseus hipócritas e não aos discípulos. É verdade, mas perguntamos: qual o crente que pode dispensar a prática da justiça, da misericórdia e da fé? Pode existir cristão sem fé? (Hb.11:6, Rm.10:17, Ef.2:8-10).

Mas, se por um lado a CCB condena acremente o sistema de contribuição – o dízimo – e a coleta pública, estabelece vários tipos de contribuição que vão pesar mais do que o dízimo bíblico. Publicamente não se fazem coletas, de modo que a pessoa que lá adentra pela primeira vez tem a impresão de que na CCB não se fala em dinheiro. Funciona tudo como com as Testemunhas de Jeová, que fazem convites ao povo em geral e imprimem nos seus folhetos “não se faz coleta”. O certo é que já a fizeram de porta em porta, quando venderam suas revistas.

Assim, também na CCB há as seguintes ofertas:

OFERTA DA PIEDADE: é uma contribuição para os pobres da CCB.

OFERTA PARA COMPRA DE TERRENOS: aquisição de propriedades.

OFERTAS PARA FINS DE VIAGEM: destina-se ao custo das viagens dos anciãos.

OFERTA PARA CONSERVAÇÃO DE PRÉDIOS: trata-se de contribuição para reformas de prédios e afins.

OFERTA DE VOTOS: quando alguém testemunha o resultado de uma bênção recebida, dá a sua contribuição, como o católico quando faz promessa aos santos. Como se recolhem todas essas ofertas, se não são feitas publicamente? Tudo é colocado na mão do porteiro, logo na entrada da casa de oração, onde os envelopes indicam o destino que se deve dar ao dinheiro. É assim que, hipocritamente, fazem-se contribuições mais numerosas e mais pesadas do que o dízimo, mas de modo oculto para os de fora. O que é coleta? Coleta é o ato de coletar dízimos e ofertas (1Co.16:1-3). Deve ser feita de modo claro como se lê em Lc.21:1-3 e não às escondidas.

 

BATISMO COMO SACRAMENTO E EM NOME DE UMA QUATERNIDADE

O Manual de Procedimentos (ou Pontos de Doutrina e Fé), já mencionado, pág.7, estabelece “este sacramento se exerce por imersão… em nome de Jesus Cristo… e de acordo ao Santo Mandamento: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.

Refutação bíblica: Em primeiro lugar, analisemos a declaração de que o batismo é um sacramento. Pergunta-se, o que significa a palavra sacramento? Entende-se sacramento como um sinal exterior que concede a graça de Deus à alma. Atribui-se-lhe um valor “ex opere operato” ou por natureza, como atos de magia infalível. A palavra ‘sacramento’ não é bíblica.

A Bíblia só se refere a ordenanças de Jesus, aliás, duas, sendo uma delas o batismo e a segunda a Ceia do Senhor. São ordenanças simbólicas, sem qualquer poder sobrenatural de comunicar qualquer graça especial (At.2:41-42 e 8:37, Rm.6:3-4, 1Co.11:23-26. O batismo não muda a natureza do pecador. Quem regenera é o Espírito Santo, quando a pessoa se arrepende dos pecados e crê em Jesus (Tg.3:5-7, 1Pe.1:18-19). Ainda mais, o batismo não lava o pecado, mas sim o sangue de Cristo (1Jo.1:7), Ap.1:5 e 5:9-10). A salvação é pela fé (Mac. 16:15-16, Jo.3:16, At.16:30-31). Segundo lugar, a fórmula batismal “em nome de Jesus Cristo e de acordo com o santo mandamento, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”, traz em seu bojo duas fórmulas: uma, “em nome de Jesus Cristo” e outra “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”. A fórmula adotada pela CCB é uma fórmula quaternária, onde aparece “Jesus Cristo” e “o Filho”, que se trata da mesma pessoa, mas repetida duas vezes. Em At.2:38 não se está referindo à fórmula batismal, mas Pedro está citando que a ordem que ele dava para os novos crentes se batizarem tinha partido de Jesus, na hora da sua despedida em retorno ao Pai (At.1:7-9). Como podia Pedro, dez dias depois da ordem de Jesus em Mt.28:19, agir de modo tão diferente, alterando a fórmula batismal? Entende-se, pois, que a fórmula batismal é a de Mt.28:19, mas a autoridade para realizar-se o batismo, dentro dessa fórmula, partiu de Jesus (At.2:38).

Qual a razão por que a CCB não tem registro de membros?

Porque seria impossível tê-lo regularmente. Imagine-se uma pessoa convidada para participar de um culto de batismo, que entra pela primeira vez num templo da CCB, ignorando por completo o Evangelho, e ainda preso aos seus vícios e mazelas. Naquela noite, ‘se o Senhor mandar’, esta pessoa entra nas águas batismais, não sabendo o que está fazendo, e como não entendeu o passo que deu, nunca mais volta, como alguém que tivesse tomado um banho numa piscina.

E por que isso? Por causa da crença de que o batismo é um sacramento, o que significa que tem efeito salvífico, nos mesmos moldes da Igreja Católica, que afirma ‘o batismo faz o cristão’, levando crianças recém-nascidas à pia batismal, dado que se morrer sem o batismo irá para o limbo, morrendo como pagã. A CCB adota o mesmo ensino da Igreja Católica, de ser o batismo necessário para a salvação, interpretando Jo.3:3-5 “nascer da água” como sendo o batismo nas águas. A palavra ‘água’ de Jo.3:5 é simbolicamente comparada à Palavra de Deus (Ef. 5:26, Tg.1:18 1Pe.1:23). O ladrão da cruz salvou-se sem o batismo (Lc.23:43).

 

O CARGO DE PASTOR E O SEU SUSTENTO

Os membros da CCB costumam desafiar os crentes de outras igrejas evangélicas, afirmando com empáfia: “na minha igreja não há pastor, o nosso único pastor é Jesus Cristo. Os pastores são usurpadores”.

Refutação bíblica: O que tem a Bíblia a dizer a respeito do cargo de pastor? O que tem a dizer sobre o assunto pastoral? Em primeiro lugar, não podemos deixar de reconhecer o Senhor Jesus como o SUMO PASTOR (1Pe.5:4). Ora, se há o Sumo Pastor, há também os subpastores, ou apenas pastores. E estes foram indicados pelo próprio Jesus, ao dirigir-se a Pedro ordenando-lhe “apascenta os meus cordeiros” e “apascenta as minhas ovelhas”. Usou Jesus uma vez a primeira sentença e duas vezes a segunda (Jo.21:15-17). Quem apascenta, porventura, não é o pastor? Aliás, Paulo afirma que o próprio Jesus ordenou tal ministério em Ef.4:11-12.

Não deixamos de reconhecer que há duas classes de pastores. Os pastores honestos (Jr.3:15) e os pastores mercenários (Ez.34:4-6). Mas, porque existe o pastor mercenário, desprezar-se-á o bom pastor, o pastor correto? Certamente que não. É preciso saber distinguir entre um e outro. Hb.13:7-17 recomenda obediência aos pastores honestos, porque estes velam pelas almas daqueles a quem apascentam e hão de dar conta delas ao Sumo Pastor.

Por outro lado, a Bíblia ensina que o obreiro é digno do seu salário (1Tm.5:18, 1Co.9:4-14). Paulo ainda recomenda que o obreiro não se envolva com negócios estranhos ao seu ministério pastoral (2Tm.2:4). O mesmo decidiu a novel Igreja de Jerusalém (At.6:4). O mesmo pode ser dito do ministério público de Jesus (Mc.1:18, Jo.12:6 e 13:29). Paulo mesmo não recusou o seu sustento (2Co.11:8, Gl.6:6). Viver do Evangelho em 1Co.9:14 significa tirar o seu sustento do ministério que exerce como pastor.

 

ORAÇÃO SOMENTE DE JOELHOS

Como atender ao conselho de Paulo em 1Ts.5:17 “orai sem cessar”? Se a oração deve ser necessariamente de joelhos, ter-se-ia que passar o dia de joelhos! Dizem os membros da CCb que somos fariseus porque oramos de pé.

Refutação bíblica: É verdade que o texto de Lc.18:11 declara que o fariseu, estando em pé, orava e sua oração não foi ouvida. Mas o v.13 declara que o publicano achava-se em pé também, e sua oração foi ouvida, v.14. Logo, não foi a posição do corpo que influiu na resposta à oração, mas a situação do coração (Is.1:15-16, 59:1-2).

A Bíblia aponta várias posições para oração:

a) Oração com olhos abertos e em pé (Gn.18:22, Jo.11:41-42);

b) Oração estando sentados (At.2:1-4);

c) Oração de cócoras (1Rs.18:42);

d) Oração no ventre do peixe (Jn.2:1-3);

e) Oração deitado na cama (Is.38:2-3).

Assim, não há posição exata para a oração. Podemos orar sempre e em todo lugar (Ef.6:18, 1Ts.5:17, 1Tm.2:8).

 

O USO DO BEIJO COMO ÓSCULO SANTO

O Manual de Procedimentos (ou Pontos de Doutrina e Fé…) pág.7, estabelece “o ósculo santo deve ser dado de coração, na despedida do serviço ou em caso de viagem, todavia sempre entre irmãos ou entre irmãs de per si”.

Refutação Bíblica: Com tal saudação, pensam os membros da CCB possuir mais amor do que outras igrejas que se cumprimentam com uma saudação diferente, “a paz do Senhor”, “graça e paz”, ou simplesmente “boa noite” ou “bom dia” etc. Afirmam, porém, que o ósculo (o beijo) deve se dado entre imãos e irmãs de persi, o que significa que homem beija homem e mulher beija mulher. E, se perguntarmos, por que essa distinção? A resposta é óbvia, por causa da malícia. Logo, admitimos que ósculo ou beijo pode ser, mas não ósculo ou beijo santo. Se fosse realmente santo, não poderia haver distinção de sexo. Paulo declara em Gl.3:27-28 “porque todos quantos fostes batizados em Cristo, já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu, nem grego; não há servo, nem livre; não há macho nem fêmea…” Se somos um em Cristo e se não há diferença de sexo – “nem macho nem fêmea” – então o ósculo ou beijo para ser santo deveria ser liberado entre irmãos de ambos os sexos, indistintamente. Mas, o que ocorre? Os homens beijam os homens e as mulheres beijam as mulheres. Ademais, embora o beijo seja o símbolo do amor, pode servir para encobrir a maldade do coração. O exemplo temos em 2Sm.20:9-10 e Lc.22:47. Por isso, o escritor em Hb.13:1 admoesta: “permaneça o amor fraternal”. Pode existir o amor fraternal? A resposta sempre será sim. Entre possuir o ósculo sem o amor fraternal, e o amor fraternal sem o ósculo, é preferível ficar com o amor fraternal sem o ósculo. De modo que, na CCB, existe sim o ósculo, mas não o ósculo santo como lá se apregoa.

 

PREGAÇÃO DO EVANGELHO NAS RUAS

Os membros da CCB não admitem o método bíblico do evangelismo ao ar livre, isto é, em ruas e praças ou outros logradouros públicos. Frequentemente citam Mt.6:6, afirmando que vamos a tais locais a fim de sermos vistos pelos homens, agindo como fariseus para serem vistos pelos homens (Mt.6:5).

Refutação bíblica: Não vamos aos logradouros públicos para sermos vistos pelos homens, mas para pregar o evangelho de Jesus Cristo a toda criatura (Mc.16:15-16). O ensino de Jesus relativo à pregação é bem claro:

a) Mandou sair pelas ruas e vielas, a fim de buscar os sedentos e famintos (Lc.14:21-23), tendo o mesmo Jesus pregado o sermão de Mt.5 a 7, conhecido como O Sermão do Monte, em tal local;

b) Enfatizou Jesus o método de pregar pelas ruas (Mt.8:1, Mc. 1:15-20, Lc.13:26);

c) Paulo pregava nas praças e lugares públicos (At.16:13 e 17:17) ;

d) Várias pessoas se converteram por pregações fora dos templos (Mt.4:18-22 e 9:9, At.16:13-15 e 17:34).

e) Salomão recomendou gritar nas praças (Pv.1:20-21).

Agora, o que é condenável por parte dos membros da CCB, é que enquanto declaram não ser correto dar pérolas aos cães, assim considerados os descrentes, depois que os descrentes se convertem pela pregação ao ar livre, os membros da CCB correm para suas casas, quando os conhecem, no propósito de levá-los para a Congregação. É fácil pescar em ‘áquário alheio’. Jesus condenou tal proselitismo (Mt.23:15).

 

O USO DO VÉU PELAS MULHERES

Diz o Manual de Procedimentos (ou Pontos de Doutrina e Fé…) pág.16, “sempre que a mulher orar ou profetizar deve estar com a cabeça coberta”.

Refutação bíblica: Assim, as mulheres da CCB usam dois véus: o natural, que é o cabelo (1Co.11:15) e o véu artificial, um pedaço de pano posto na cabeça. O véu bíblico, porém, não cobria só a cabeça, mas quase todo o rosto feminino. Basta ler Gn.38:14-15. Quando Maria, irmã de Lázaro, ungiu a Jesus, isto é, seus pés e depois os enxugou, não o fez com o véu da cabeça, mas com seus cabelos (Jo.12:1-3). Pedro recomendou às irmãs que deviam cobrir, não a cabeça: “mas o homem encoberto no coração; no trajo incorruptível de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus” (1Pe.3:3-4). E Paulo declara: “…o véu está posto sobre o coração deles. Quando, porém, alguma delas se converte ao Senhor, o véu lhe é tirado” (2Co.3:15-16).

 

O USO IMODERADO DE BEBIDA ALCÓOLICA

O que não se lê no  Manual de Procedimentos (ou Pontos de Doutrina e Fé…) é algo sobre o uso imoderado da bebida alcoólica de todo o tipo: vinho, cerveja, chope ou caninha. E os membros da CCB são tão desregrados nesse particular, que já se tornaram conhecidos no Paraná como membros da ‘congregação cristã do barril’. Isto pelos descrentes, escandalizados com as atitudes incoerentes dessa igreja (Mt.18:8). Pode parecer cômico, mas é uma realidade. Enquanto falam dos demais crentes como ‘estarem à beira do caminho da salvação’, e eles estarem ‘no caminho da salvação'; enquanto nos chamam pejorativamente como ‘primos’ e não irmãos, por não sermos da sua grei – que é o único caminho – pouco se importam com o vexame dos seus escândalos frequentes, mormente nas festinhas de casamento ou em outras reuniões sociais. Não querem profanar a sua casa de oração, mas profanam o templo de Deus, que é o seu corpo (1Co.6:19-20). O uso da bebida alcóolica em demasia leva à embriaguez e a embriaguez ao vício, e os viciados estão excluídos do reino de Deus (1Co.6:9-11). Com isso o nome de Cristo é blasfemado (Pv.20:1, 23:20-21, 23:29-35 e 31:4-5,  Is.5:11 e 28:7, Mt.18:7, Gl.5:21 e Ef.5:18).

Como dar ouvidos a uma organização religiosa que baseia seus ensinos em doutrinas de homens (Mt.15:7-9), tirando e diminuindo da Bíblia (Ap.22:18-19) e se desvia das verdades puras do evangelho (Gl.1:8-9).

 

                        EUA institui leis que monitoram pregações cristãs

                                             

EUA institui leis que monitoram pregações cristãs

Quarta maior cidade dos EUA institui leis que monitoram pregações cristãs “homofóbicas”. Cristãos processam a prefeita lésbica para revogar as leis draconianas

Desde junho, Houston, a quarta maior cidade dos Estados Unidos, tem leis em vigor que exigem a monitoração das pregações de padres e pastores para averiguar se o conteúdo é “homofóbico.”

Pelas leis, eles são obrigados a apresentar ao governo suas pregações para serem examinadas.

Em maio, a prefeitura já havia instituído uma lei que facilita que homossexuais façam queixa criminal se sentirem-se discriminados de alguma maneira.

As leis foram aprovadas pela ativista lésbica Annise Parker, prefeita de Houston, que está enfrentando oposição de padres e pastores. Uma coalizão cristã chamada Alliance Defending Freedom (ADF) já entrou com uma ação contra a prefeitura.

A advogada Christina Holcomb, que representa os líderes cristãos ameaçados, chegou a tachar as novas leis municipais de “uma inquisição projetada para abafar qualquer crítica.”

A prefeita Annise Parker vive desde a década de 1990 com sua parceira, Kathy Hubbard. Conforme a lei americana, as duas adotaram duas crianças.

Houston fica no Texas, um dos estados mais conservadores dos EUA. Muitos cristãos se perguntam como um lugar tão conservador tenha chegado ao ponto de ter uma ativista lésbica como prefeita e que agora está “caçando” padres e pastores. O fato é que o que está acontecendo em Houston mostra que os EUA estão ficando cada vez mais com a cara de Sodoma.

Ao assumir o cargo de prefeita em 2009, Annise declarou:

— Esta eleição mudou o mundo para gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros.

Mudou mesmo. Desde o ativismo da prefeita lésbica, que faz questão de se beijar em público com sua parceira, até as consequências atuais para padres e pastores, que estão sendo silenciados a força para não pregarem sobre o pecado homossexual.

Com informações de O Globo e GospelPrime.

Fonte: www.juliosevero.com

 

                                Movimento Nova Era ( M.N.E)

                                      

Nova Era (MNE) - História

As raízes do Movimento Nova Era originam-se na fundação da Sociedade Teosófica em 1875, em Nova York, pela russa Helena Petrovna Blavatsky. Uma das doutrinas básicas da teosofia ensina que todas as religiões têm "verdades comuns", as quais transcendem todas as diferenças. Os adeptos da Sociedade Teosófica acreditavam na existência de "mestres", os quais seriam seres espirituais ou homens especialmente favorecidos pelo destino e que haviam "evoluído" mais do que grande massa, isto é, os que haviam se tornado especialmente "iluminados".

A terceira presidente, Alice Bailey (1880-1949), uma inglesa que emigrou para os EUA, estabeleceu o verdadeiro alicerce para o Movimento Nova Era e é reconhecida como sua suma sacerdotisa. Como médium espírita, recebia mensagens de um assim-chamado "mestre da sabedoria", o tibetano Djawal Khul. Estas mensagens, as quais este demônio lhe transmitia através de escrita automática, foram publicadas em numerosos livros, como doutrina secreta, e constituíam o "Plano", o qual até hoje, para o Movimento Nova Era, é determinante e obrigatório.

A Revelação ao público Conforme ordens secretas, o movimento deveria permanecer completamente clandestino até 1975. A partir daquele ano, a ordem era de se trazer à luz do público o "Plano" para a "Nova Ordem Mundial" e as suas características. Agora as doutrinas da "Nova Era" deveriam ser divulgadas mundialmente, juntamente com a anunciação de um "Cristo da Nova Era", usando-se todos os meios de comunicação disponíveis. E foi exatamente isto o que aconteceu.

Os programas dos grupos Nova Era, que à primeira vista têm assuntos sobre um estilo de vida saudável, foram aceitos na economia e em todas as camadas sociais, até mesmo em alguns círculos cristãos. Eles contêm, normalmente, os seguintes itens, os quais, no fundo, são diversas formas de técnicas orientais de ocultismo: meditação (ioga e terapias de relaxamento), hipnose, cura psíquica (visualização e "pensamento positivo"). Estas duas últimas partem da hipótese de que o homem converte em vida o que ele pensa, isto é, que o subconsciente transforma em realidade os nossos pensamentos e desejos. Especialmente o "pensamento positivo" é freqüentemente praticado e até mesmo baseado em versículos bíblicos e denominado como "fé", apesar de premissa anti-bíblica de que a força básica de qualquer homem seja boa.

A penetração profunda da ideologia Nova Era no público deu-se, principalmente, devido à obra de Marilyn Ferguson ("A Conspiração Aquariana"), a qual pode ser considerada, atualmente, como o "livro de culto" do Movimento Nova Era. Neste livro, a "era prometida", como as alegrias dos "estados de consciência alterados", é apregoada com entusiasmo e o Plano Nova Era é propagado mundialmente. Até mesmo as crianças e os jovens são influenciados pelas idéias da Nova Era, entre outras coisas pela assim chamada "onda de fantasia", com seus filmes, vídeos, fitas cassetes, revistas cômicas, livros, jogos e brinquedos. Sete dos dez filmes mais bem sucedidos na história do cinema pertencem ao gênero "fantasia". Em primeiro lugar encontra-se o filme "E.T.", o qual deu início a todo um novo culto da juventude, e, em segundo lugar, o filme "Star Wars" ("Guerra nas Estrelas"). Setenta e cinco porcento dos sucessos de bilheteria têm temas de fantasia. Livros de fantasia são best-sellers e têm tiragens de milhões de exemplares. Do gênero "fantasia", já existem centenas de livros de títulos, em quase todos os livros é apresentada alguma forma de ocultismo, como: invocação aos mortos, esconjuração de espíritos, clarividência, levitação de objetos através do poder da mente, etc. Feiticeiros, bruxas e mágicos têm um papel importante. Cinturões mágicos, espadas mágicas e amuletos caracterizam o mundo da geração jovem. Sob a classificação geral de "esotéricos", oferecem-se, nas livrarias , livros de ocultismo com instruções claras sobre como se entrar em contato com forças sobrenaturais.

A Filosofia da Nova Era

O objetivo da filosofia Nova Era é reconciliar todos os opostos: a ciência e o ocultismo são colocados no mesmo nível, todos os valores éticos desmoronam-se, o bem e o mal já não mais existem. Tudo é uma coisa só. Deste ponto de vista, entende-se também a tendência à síntese das religiões.

Os objetivos e planos do Movimento Nova Era

O "Plano", o qual foi transmitido a Alice Bailey através de ditados mediúnicos, consiste no estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial, de um Novo Governo Mundial e de uma Nova Religião Mundial. O objetivo político principal do movimento é o domínio do mundo. "A dissolução ou destruição de nações individuais, no interesse da paz e da conservação da humanidade", é propagada abertamente.

No caminho para o domínio do mundo são fixados numerosos objetivos intermediários (políticos, sociais e econômicos), como por exemplo:

- um sistema universal de cartões de crédito - uma central mundial para distribuição de alimentos, a qual controlaria todo o abastecimento à humanidade. - um sistema de impostos mundialmente unificado. - Um serviço militar obrigatório em escala mundial (apesar das idéias pacifistas). Quando em 1975 o movimento se tornou público, destes objetivos desenvolveram-se programas detalhados para os grupos Nova Era, como: - criação de um sistema econômico mundial. - Entrega das propriedades privadas nos setores de crédito, transporte e de produção de gêneros de primeira necessidade a um diretório mundial. - Reconhecimento da necessidade de submissão a um controle mundial com relação a assuntos biológicos, como densidade populacional e os serviços de saúde. - Garantia mundial de um mínimo de liberdade e bem-estar. - Obrigação de se subordinar a vida pessoal aos objetivos de um diretório mundial.

As Eras

A razão por que tem-se ouvido tanto sobre uma nova era fundamenta-se na crença de que os ciclos divinos de evolução são desenvolvidos através de diferentes eras astrológicas, cada uma com sua características distinta. Acreditam que a humanidade evoluiu dentro das seguintes eras:

Era de Touro: de 4304 a 2154 a.C.

Era de Carneiro: de 2154 a 4 a.C.

Era de Peixes: de 4 a.C. a 2146 d.C.

Era de Aquário: 2146 a 4296 d.C.

A Era de Touro é atribuída à antiga cultura egípcia, que tinha a vaca como deusa da fertilidade e a pecuária como principal cultura. Os astrólogos dizem que essa foi a era em que a cultura egípcia se desenvolveu e foi o centro da civilização.

Com o final da Era de Touro, o domínio egípcio cessou e deu lugar a Carneiro, o signo que passou a dominar. Os astrólogos dizem que foi Israel que dominou essa era, devido ao sacrifício do cordeiro, o ritual mais marcante da religião de Israel, além da ovinocultura (criação de ovelhas), sua principal cultura. Dizem que a fase de transição entre as duas eras foi a saída de Israel do Egito, e que os hebreus ainda tentaram preservar o poder de Touro, quando fizeram o bezerro de ouro no deserto, mas Moisés (avatar da Era de Carneiro) os repreendeu e inaugurou a Era de Carneiro. Afirmam que Jesus foi chamado de "Cordeiro de Deus" (Jo 1.29) porque era filho do povo dominante da Era de Carneiro.

Jesus Cristo (avatar da Era de Peixes) teria, então, inaugurado essa era, dando evidência disso ao chamar os apóstolos para serem pescadores de homens, fazendo alusão à humanidade pisciana.

Por causa de Jesus Cristo, o povo dominante da Era de Peixes seriam os cristãos. Para provar que o cristianismo é o que domina Era de Peixes, apegam-se ao fato de que o mais antigo símbolo cristão é o peixe. Terminando a Era de Peixes surge a de Aquário. Aquário é um signo regido pelo planeta Urano, que foi descoberto em 1781, coincidindo com a Revolução Francesa.

Erros doutrinários da Nova Era Deus

A Nova Era ensina que tudo é Deus. Que Deus não é uma pessoa, mas uma força, uma energia, uma consciência universal. Os adeptos crêem que os homens, animais, vegetais e minerais fazem parte da divindade. Consideram a Terra como uma divindade, a quem chamam de Mãe-Terra. Refutação: (I Reis 19.11-1)

Este é um breve resumo do "Movimento Nova Era", que serve para o despertarmento do Povo de Deus.

 

Israel lamenta decisão do Brasil de convocar embaixador

    

Israel lamenta decisão do Brasil de convocar embaixador em Tel Aviv

Medida ‘não contribui para encorajar a calma e a estabilidade na região’. Governo brasileiro classificou de ‘inaceitável’ a violência na Faixa de Gaza.

Israel lamentou nesta quinta-feira (24) a decisão do Brasil de chamar para consultas seu embaixador em Tel Aviv, uma decisão que segundo o governo do país “não contribui para encorajar a calma e a estabilidade na região” e diminuiu a importância da diplomacia brasileira.

O porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Yigal Palmor, disse que a decisão brasileira “não reflete o nível de relação entre os países e ignora o direito de Israel defender-se”, segundo o jornal “Haaretz”. De acordo com a publicação “The Jerusalem Post”, Palmor complementou dizendo que o gesto “era uma demonstração lamentável de como o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático”.

“Estas medidas não contribuem para promover a calma e a estabilidade na região. Ao contrário, elas promovem o terrorismo e naturalmente afetam a capacidade do Brasil de exercer influência. Israel espera suporte de seus amigos em sua luta contra o Hamas, que é reconhecido como uma organização terrorista por diversos países ao redor do mundo”, complementou.

O governo brasileiro convocou nesta quarta-feira (23) para consultas o embaixador em Tel Aviv após considerar “inaceitável a escalada de violência” e condenar “energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza”.

A Confederação Israelita do Brasil também divulgou uma nota nesta quinta manifestando sua “indignação” com a posição brasileira. A confederação diz compartilhar da “preocupação do povo brasileiro e expressa profunda dor pelas mortes nos dois lados do conflito. Assim como o Itamaraty, esperamos um cessar-fogo imediato.”

Entretanto, o grupo critica o governo brasileiro por eximir “o grupo terrorista Hamas de responsabilidade no cenário atual. Não há uma palavra sequer sobre os milhares de foguetes lançados contra solo israelense ou as seguidas negativas do Hamas em aceitar um cessar-fogo. Ignorar a responsabilidade do Hamas pode ser entendido como um endosso à política de escudos humanos, claramente implementada pelo grupo terrorista e que constitui num flagrante crime de guerra, previsto em leis internacionais.”

 

Nota do CACP: O governo brasileiro é de cosmovisão esquerdista e anticristã ao extremo. Não seria diferente, o ódio e antissemitismo faz parte das ideologias esquerdistas e petistas.

 

Nota do  Só em Cristo Há Vida: Os verdadeiros cristãos devem estar atentos a todos os acontecimentos em Israel, e interceder em oração e de todas as maneiras pelas quais forem possível a cada um, pois tais acontecimentos estão inseridos nos propósitos de Deus para todos os seus filhos; Israel faz  e é uma parte fundamental do plano de Deus para a completa redençãos de seus filhos que peregrinam por esse mundo.

 

Extraído do G1 em 24/07/2014

 

     Por que evangélicos não devem participar do Carnaval?

                       carnaval-2011b

A origem do Carnaval ainda é desconhecida. As primeiras referências a ele estão relacionadas a festas agrárias. Alguns atribuem seu surgimento aos cultos de agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela colheita, realizados na Grécia durante o século 7 a.C. A festividade incluía orgias sexuais e bebidas, e os foliões usavam máscaras e disfarces simbolizando a inexistência de classes sociais.

As folias do Carnaval também estão ligadas às festas pagãs romanas, marcadas pela licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais (em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais (em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco) e saturnais (em homenagem ao deus Saturno, que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).

Com o advento do cristianismo, a Igreja Católica Apostólica Romana começou a tentar conter os excessos do povo nessas festas pagãs e a condenar a libertinagem. Porém, com a resistência popular, em 590 d.C. ela própria oficializou o Carnaval dando origem ao “carnaval cristão”, quando o Papa Gregório I marcou definitivamente a data do Carnaval no calendário eclesiástico.

Esse momento de grandes festejos populares antecedia a Quaresma, período determinado pela Igreja Católica para que todos os anos os fiéis se dedicassem, durante 40 dias, a assuntos espirituais, antes da Semana Santa. No período que ia da Quarta-feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum, para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.

Como o povo enfrentaria um longo período de privações e abstinência, alguns “carnais” permitiram que o povo cometesse então algumas extravagâncias antes. Às vésperas da Quaresma, os cristãos fartavam-se de assados e frituras entre o domingo e a “terça-feira gorda”. O que deveria ser apenas uma festa religiosa acabou assimilando os antigos costumes de libertinagem e bebedeiras.

Esses dias de “vale-tudo” que antecedem a Quaresma, em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de adeus à carne, que em italiano é carne vale, ou carnevale, resultando na palavra carnaval.

A Quarta-feira de Cinzas, primeiro dia da Quaresma, simbolizava o momento em que as pessoas se revestiam de cinzas, evocando que do pó vieram e para o pó retornariam, e ingressavam no período em que a Igreja celebra a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.

Visto que até hoje essa festa da carne traz consequências físicas, morais e espirituais degradantes, estampadas nos noticiários da Quarta-feira de Cinzas, aconselho aos que não participam do Carnaval que continuem de fora; e, aos que participam ou pretendem participar, meu conselho é 1 João 2.16: Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. Sendo assim, não convém ao cristão, mesmo a título de curiosidades, participar dessa festividade.

SUGESTÕES DE LEITURA:

Salmo 1.1; Tiago 1.2-4; Apocalipse 22.15

 

 

      Sou evangélico, qual o problema em pular carnaval?

Alguns crentes em Jesus não vêem nenhum problema no Carnaval. Para eles, se não tiver azaração, pegação, bebidas e drogas, não existe nenhum mal desfrutar da festa de Momo, mesmo porque o que importa é a diversão. Segundo estes, o desfile na televisão é tão bonito! E outra coisa: Que mal tem se alegrar ao som dos sambas enredos do Rio de Janeiro?

Pois é, o que talvez estes crentes IGNOREM é a história, o significado e a mensagem do carnaval.

Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se regalar com comidas e orgias antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma. Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito: “O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma.

Carnaval, provavelmente vem da palavra latina “carnelevarium” (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday).” (The Grolier Multimedia Encyclopedia).

“Provavelmente originário dos “Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã”, o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo. Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnalia.

A Enciclopédia Grolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega Dionísio era o deus do vinho e das orgias. Veja o que The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 diz a respeito da Bacchanalia, ou Bacanal, Baco e Dionísio e sobre o Festival Dionisiano:

“O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deusdo vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186dC.” (The Grolier Multimedia Encyclopedia)

Pois é, no Brasil o carnaval possui a conotação da transgressão. Disfarçado de alegria, a festa de Momo promove promiscuidade sexual, prostituição infantil, violência urbana, consumo de drogas, além de contribuir para a descontrução de valores primordiais ao bem estar da família.

Isto posto tenho plena convicção de que não vale a pena enredar-se as oferendas do Carnaval. Como crentes em Jesus, devemos nos afastar de toda aparência do mal. Participar da festa de Momo significa se deixar levar por valores anti-cristãos e imorais permitindo assim que o adversário de nossas almas semeie em nossos corações conceitos absolutamente antagônicos aos ensinos deixados por Jesus.

Para terminar essa reflexão, compartilho um poema de Jerônimo Gueiros (1880-1954) que foi um ministro presbiteriano nordestino muito conhecido por seu rico ministério, no Recife, e por suas qualificações como literato e apologista da fé cristã. De sua lavra surgiram artigos penetrantes, livros inspiradores e poesias tão belas quanto incisivas e pertinentes aos temas apresentados.

“Carnaval! Empolgante Carnaval!
Festa vibrante!Festa colossal!

Festa de todos: de plebeus e nobres,
Que iguala, nas paixões, ricos e pobres.
Festa de esquecimento do passado,
De térreo paraíso simulado…

Falsa resposta à voz do coração
De quem não frui de Deus comunhão,
Festa da carne em gozo desbragado,
Festa pagã de um povo batizado,

Festa provinda de nações latinas
Que se afastaram das lições divinas.
Ressurreição das velhas bacanais,
Das torpes lupercais, das saturnais

Reino de Momo, de comédias cheio,
De excessos em canções e revolteio,
De esgares, de licença e hilaridade,
De instintos animais em liberdade!

Festa que encerra o culto sedutor
De Vênus impúdica em seu fulgor.
Festa malsã, de Cristo a negação,
Do “Dia do Senhor” profanação.

Carnaval!Estonteante Carnaval!
Desenvoltura quase universal!

Loucura coletiva e transitória,
Deixa do prazer lembrança inglória,
Festa querida, do caminho largo,
De início doce, mas de fim amargo…

Festa de baile e vinho capitoso,
Que morde como ofídio venenoso,
Que tira do homem sério o nobre porte,
E gera o vício, o crime, a dor e a morte.

Carnaval!Vitando Carnaval!
Festa sem Deus!Repúdio da moral!
Festa de intemperança e gasto insano!
Trégua assombrosa do pudor humano,

Que solta a humana besta no seu pasto:
O sensualismo aberto mais nefasto!
Festas que volve às danças do selvagem
E do africano, em fúria, lembra a imagem,

Que confunde licença e liberdade
Nos aconchegos da promiscuidade
Sem lei, sem norma, sem qualquer medida,
Onde a incauta inocência é seduzida,

Onde a mulher, às vezes, perde o siso
E o cavalheiro austero o são juízo;
Onde formosas damas, pela ruas,
Exibem, saltitando, as formas suas,

E no passo convulso e bamboleante,
Em requebros de dança extravagante,
Ouvem, no “frevo” , as chufas e os ditados
Picantes, de homens quase alucinados,

De foliões audazes, perigosos,
Alguns embriagados, furiosos!
Muitos, tirando a máscara, em tais dias,
Revelam, nessas loucas alegrias,

A vida que levaram mascarados
Com a máscara dos homens recatados…
Carnaval!Perigoso Carnaval!
Que grande festa e que tremendo mal!

Brasil gigante, atenção! Atenção!
O Carnaval é festa de pagão!
Repele-o! Que te traz só dor e morte!
Repele-o! E inspira em Deus a tua sorte.”

Pense nisso!

                  Cuidado: "Lares" gays colocam crianças em risco.

                                   

                                 "Lares" gays colocam crianças em risco

Um estudo recente levado a cabo pelo professor-adjunto Mark Regnerus, da Universidade do Texas, revela o quão perigosa a vida duma criança criada por duplas homoeróticas pode ser:

- A pedofilia paternal está amplamente disseminada: 23% das crianças com uma mãe lésbica reportaram terem sido sexualmente tocados por um dos adultos da dupla homossexual, em comparação com 2% das crianças que foram criadas pelos pais biológicos.

- A violação existe em números galopantes: 31% das crianças criadas por uma mãe lésbica, e 25% das criadas por um homem homossexual reportaram terem sido forçados a levar a cabo atos sexuais contra a sua vontade, comparados com os 8% criadas pelas famílias intactas.

- As DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) são epidêmicas: 20% daqueles criados por duas mulheres e 25% daqueles criados por dois homens reportaram terem contraído uma DST, comparados com os 8% que foram criados pelas famílias naturais.

- As tendências suicidas são assustadoras: 24% das crianças criadas por homens homossexuais e 12% das crianças criadas por lésbicas admitiram terem contemplado o suicídio, comparadas com as 5% das que foram criadas pelo pai biológico e pela mãe biológica ou mesmo um pai solteiro ou mãe solteira.

Cientificamente falando, o estudo, publicado na revista Social Science Research e que inquiriu cerca de 3 mil jovens adultos, é provavelmente o mais digno de credibilidade já feito em torno deste tópico.

Regnerus recolheu estes dados de forma aleatória junto dos jovens adultos, enquanto que os outros estudos recolheram os seus dados de uma forma não-aleatória e não-representativa através de pequenas amostras recrutadas em eventos lésbicos, livrarias ou até jornais lésbicos. Para além disso, fez as suas pesquisas junto às crianças criadas por homossexuais, e não junto aos homossexuais em si.

Mat Staver, fundador e presidente da "Liberty Counsel", afirma:

O estudo prova o que sempre se soube - que as crianças desenvolvem-se de uma forma bem melhor quando são criadas pelos pais biológicos (...)

Deveríamos estar a aprovar leis que fortalecem a família, e não leis que a fragilizam.

As crianças educadas em lares onde o homossexualismo, ou outros comportamentos homossexuais estão presentes, enfrentam riscos acrescidos.

A política das uniões entre pessoas do mesmo sexo afirma que os pais e as mães são irrelevantes para o bem estar da criança. A experiência das uniões entre pessoas do mesmo sexo revelar-se-á desastrosa para as crianças.

Publicado na Charisma News - http://www.charismanews.com/

Tradução: blog O Homossexualismo

MSM - "Lares" gays colocam crianças em risco, por CHARISMA

Mais uma pesquisa nos mostra as verdadeiras intenções por trás dessa agenda gay. Como naquela postagem com a ativista lésbica revelando a verdade sobre o casamento. Cabe cada um aceitar a verdade, que é esta.

Por isso que eu digo cuidado para não ser cúmplice. Alegar que as coisas já estavam assim ou sempre foram assim não é justificativa...

É errado e sempre será, mais uma prova de que homossexualidade é peversão e de que pedófilo e homossexual é a mesma coisa. Se um homem de 30 anos transar com um menino de 12? Com a legalização do casamento qualquer união estável passa a ser legal. Não estaria ai uma das razões para a tal campanha de vacinação com meninas a partir dos 9 anos senão me engano. Pedófilo tem que ser tratado que nem porco que se caça no mato. Não precisa prender. Divide a orelha no meio e castra, de longe a gente consegue ver que é capão e sabe que foi pedofilo.

Muito obrigado dona Marta Suplicy e cia ltda, por propagar essa agenda no Brasil.

Nos últimos dias haverão homens fazendo-se passar por Jesus para nos enganar,“Se, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou Ei-lo aí"! Não acrediteis, porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas e farão grandes sinais e prodígios; de modo que se possível fora enganariam até os escolhidos.” Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do Homem

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Bispa da Igreja Batista assume que é lésbica

Bispa da Igreja Batista renuncia ao cargo após anunciar que se casou com outra mulher

Na última semana, uma importante líder da Igreja Batista em Detroit, nos Estados Unidos, renunciou ao ser cargo na igreja após a polêmica em torno de seu anúncio de que ela havia se casado com outra mulher. A bispa Allyson D. Nelson Abrams abriu mão de seu cargo na Igreja Batista Zion Progress, onde há cinco anos servia como a primeira mulher ordenada ao cargo pastoral.

A renúncia veio após seu anuncio, feito no início do mês, de que havia se casado com uma mulher, ter surpreendido os fiéis. Abrams, de 43 anos, era casada com um homem, mas anunciou aos membros de sua igreja que se apaixonou por Diana Williams, bispa de uma denominação dissidente da Igreja Católica. As duas se casaram em março, em Iowa, onde o casamento homossexual é legal.

De acordo com a publicação local Detroid Free Press, o anúncio do casamento causou um intenso debate entre os cristãos locais e a questão acabou por dividir as opiniões dos fiéis. Porém, a bispa informou que abriu mão de seu cargo na igreja, apesar de muitos fiéis apoiarem sua permanência, para não causar divisões na congregação.

Ela renunciou também ao cargo de secretária do Conselho de Pastores Batistas de Detroit e arredores, um grupo influente entre os cristãos afro-americanos na região, e como coeditora da revista da Convenção Batista Nacional Progressista.

Ao anunciar sua decisão, Abrams afirmou que diversas passagens bíblicas tratam a homossexualidade como algo permitido para o cristão, e afirma que “o amor é algo que deveria ser incondicional”.

A decisão de Abrams motivou um intenso debate sobre o tema entre importantes líderes cristãos, como o rev. Charles C. Adams, pastor presidente de uma das maiores igrejas de Detroit, a Igreja Batista Memorial Hartford. Apoiador do casamento gay, o pastor afirma que é preciso haver mais discussão sobre este assunto na comunidade cristã afro-americana. De acordo com o reverendo, ao negar o casamento gay “estamos negando às pessoas o direito a proteção igual sob a lei”.

Sobre o seu futuro como líder religiosa, Abrams revela que pretende juntar duas outras denominações, apesar de não revelar quais. Sobretudo, garante que irá continuar a pregar o evangelho.

REFUTAÇÃO BÍBLICA

Não se enganem, não herdarão o reino de Deus os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os avarentos, os bêbados, os difamadores, os marginais. Alguns de vocês eram assim. Mas foram lavados do pecado, separados para pertencerem a Deus e aceitos por ele por meio do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito do nosso Deus” (Apóstolo Paulo em 1 Co 6.9 a 11 – BLH)

Quem vê as recentes conquistas do movimento gay (palavra inglesa que significa alegre, como adjetivo, e homossexual, como substantivo) na mídia e na sociedade nem imagina que até a década de 1950 não havia nenhum movimento organizado por homossexuais em prol de seus “direitos”. Em apenas 50 anos, os homossexuais saíram do aparente anonimato para o status de defensores dos direitos humanos. O fenômeno, ao contrário de muitos outros movimentos sociais, não foi espontâneo. O plano foi cuidadosamente engendrado e paulatinamente executado, visando à homossexualização da sociedade, objetivo bem expresso na frase “o mundo é gay”, cunhada pelos próprios militantes. E para neutralizar a oposição da Igreja, intelectuais e teólogos envolvidos na militância lançaram as bases do que hoje se chama “Teologia Cristã Gay”. Preocupado com a influência dessa Teologia,

o ICP convidou o Movimento pela Sexualidade Sadia (MOSES) para refletir e produzir a

matéria que ora chega até você. Boa leitura!

CONTRADIÇÕES TEOLÓGICAS

Para validar seu comportamento, os militantes homossexuais recorrem a todo tipo de argumentação. À primeira vista, as pessoas menos informadas podem achar que as declarações dos ícones do movimento gay fazem sentido e se baseiam em fatos incontestáveis. Puro engano. Na verdade, esses argumentos não resistem a uma análise mais acurada e desprovida das motivações que estão por trás da maioria das afirmações dos mentores do movimento gay, incluindo sua teologia.Luiz Mott, doutor em Antropologia e presidente do “Grupo Gay da Bahia”, considerado o maior mentor intelectual do movimento gay no Brasil, utiliza argumentos teológica, histórica e cientificamente inconsistentes. Esses argumentos são, na verdade, importados dos Estados Unidos e da Europa, onde nasceu e se desenvolveu a chamada “Teologia Gay”. Portanto, vamos nos ater a seus argumentos, tendo em vista que, analisando a Teologia de Mott, estaremos focando os principais postulados da “Teologia Gay” mundial. Por exemplo, em artigo publicado na revista SuiGeneris (periódico gay), Mott lança o seguinte desafio: “Jesus era gay?” Absurda em si mesma, a pergunta norteia toda a tendenciosidade do artigo. E como todas as seitas costumam fazer, Mott ataca diretamente a pessoa, o caráter e a missão de Jesus, esvaziando os conteúdos da fé cristã para tentar demonstrar que Jesus era gay.Mott começa seu ataque levantando dúvidas quanto à existência histórica de Jesus de Nazaré. Causa estranheza que um doutor em Antropologia, supostamente familiarizado com a História, alegue a inexistência da maior personalidade de todos os tempos. Até mesmo os inimigos de Jesus deram testemunho dele. Isso para não falar que a própria História foi dividida entre antes e depois de Cristo. Se a existência de Jesus foi uma fraude, César, Nero, Napoleão e Hitler são meras projeções da mente humana, pois a mesma História registra a existência e os atos de cada um.Entre os testemunhos históricos extrabíblicos acerca de Jesus estão os de Flávio Josefo (historiador judeu 37-95 d.C.), do Talmude (coleção de doutrinas e comentários rabínicos acerca da Lei, elaborada a partir do primeiro século da Era Cristã), os Anais de Cornélio Tácito (historiador romano, morto em 120 d.C.), Caio Suetônio Tranqüilo (escritor e senador romano que viveu entre 69-141 d.C.), Plínio, o Moço (governador romano entre 62-113 d.C.), Adriano (imperador de Roma entre 117-138 d.C.), Luciano de Samosata (poeta grego do começo do segundo século), Júlio Africano (cronologista, comentando os escritos de um historiador samaritano chamado Talo, datados do ano 52 d.C.), Mar Bar-Serápio (prisioneiro sírio escrevendo uma carta a seu filho por volta do ano 73 d.C.). Corroborando os registros anteriores, Joseph Klausner, ex-professor de Literatura Judaica em Jerusalém, afirma em seu livro Jesus of Nazareth: “Se apenas possuíssemos estes testemunhos, saberíamos efetivamente que na Judéia viveu um judeu chamado Jesus, a quem chamaram o Messias, o qual fez milagres e ensinou o povo; que foi morto, por ordem de Pôncio Pilatos, por denúncia dos judeus…” Portanto, Luiz Mott precipita-se quando afirma que “a fé é sempre um passo no escuro”. Os cristãos, além do resplendor da infalível e inerrante Palavra de Deus, possuem as luzes da História. É como disse Jesus: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário terá a luz da vida” (João 8.12).Além das contradições no campo da História, Mott não perde a oportunidade de pecar contra a verdade bíblica no campo da Teologia. Em seu panfleto “O que todo cristão deve saber sobre homossexualidade”, o “Grupo Gay da Bahia”, instituição presidida por Luiz Mott, apresenta dez motivos por que a Bíblia supostamente não reprova o homossexualismo. Seu primeiro equívoco foi dizer que “a palavra homossexual só foi inventada em 1869… Portanto, como a Bíblia foi escrita entre dois e quatro mil anos atrás, não poderiam os escritores sagrados ter usado uma palavra inventada só no século passado”. Isso demonstra total falta de compreensão sobre o que significam terminologia e conceito. A palavra homossexual, ou homossexualismo, é termo recente, mas o conceito é antigo. É o próprio Mott quem diz que “a prática do amor entre pessoas do mesmo sexo, porém, é muito mais antiga que a própria Bíblia”. Portanto, a Bíblia fala sobre a prática homossexual mesmo sem utilizar a terminologia moderna, uma vez que o homossexualismo sempre foi contemporâneo dos escritores bíblicos.Mott vai além da guerra de palavras e ataca o Levítico afirmando que “do imenso número de leis do Pentateuco apenas duas vezes há referência ao homossexualismo (…) que inúmeras outras abominações do Levítico – como comer carne de porco ou o tabu em relação ao esperma ou ao sangue menstrual (…) foram completamente abandonadas”. O que o antropólogo ignora é que se há duas referências ao homossexualismo no Pentateuco (Lv 18.22; 20.13), e ambas são proibitivas e punitivas, já se vê que Deus reprova a prática do homossexualismo sem necessidade de qualquer outro argumento. Além deste erro grosseiro, confundir preceito moral com cerimonial – ou seja, rituais – é um equívoco imperdoável mesmo para um iniciante em hermenêutica. Cerimônias foram removidas mediante o sacrifício de Cristo na cruz (Col. 2:14-17) Moralidade, não.Copiando na íntegra o desgastado argumento da homossexualidade entre Davi e Jônatas, Mott pergunta retoricamente: “Se o homossexualismo fosse prática tão condenável, como justificar a indiscutível relação homossexual existente entre o rei Davi e Jônatas?” Indiscutível sobre que bases? Na verdade, quando Davi disse que o amor que sentia por Jônatas ultrapassava o de mulheres, ficou claro que este amor não tinha qualquer conotação erótica. Vale destacar o comentário exegético do rabino Henry I. Sobel à revista Ultimato, de setembro/outubro de 1998: “… a palavra hebraica ahavá não significa apenas amor no sentido conjugal/sexual, mas também no sentido paternal (‘Isaque gostava de Esaú’, Gn 25.28), no sentido de amizade (‘Saul afeiçoou-se a Davi’, em 1 Sm 16.21), no sentido de amor a Deus (‘Amarás o Senhor, teu Deus’, em Dt 6.5) e no sentido de amor ao próximo (‘Amarás o próximo como a ti mesmo’, Lv 19.18). Em todos estes exemplos, o verbo usado na Torá (a Bíblia hebraica) é ahavá. É por razão lingüística – e não por falso pudor – que a maioria das traduções bíblicas cita 1 Samuel 1.26 assim: ‘Tua amizade me era mais preciosa que o amor das mulheres’.”Amor das mulheres era algo que Davi conhecia muito bem. Sua poligamia com Mical, Abigail, Ainoã, Maaca, Agita, Abital, Eglá e seu adultério com Bate-Seba mostram que a maior dificuldade de Davi era a atração pelo sexo oposto (1 Sm 18.27; 25.42-43; 2 Sm 3.2-5; 11.1-27).Os “intelectuais” da militância gay teimam em ignorar os fatos. Além do problema com a História e a Teologia, revelam total desconhecimento da geografia da Terra Santa. Argumentando sobre o texto de Eclesiastes 4.11 (“Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará?”), tentam demonstrar que num clima quente como o da Judéia dormir juntos só pode ter conotação erótica. Ignoram, porém, que em Israel também neva. Exemplo disso é o rigoroso inverno que em janeiro deste ano atingiu a Terra Santa, espalhando neve por toda parte. Além de acusarem Davi de homossexualidade, os militantes sugerem que Salomão – mulherengo como era! – teria escrito a favor do homossexualismo, o que não encontra respaldo hermenêutico no contexto do versículo que, na verdade, fala de cooperação mútua.Falando sobre Sodoma e Gomorra, a militância gay afirma que quando os homens daquelas cidades pediram a Ló para conhecer os visitantes (os dois anjos com aparência humana) eles não pretendiam manter relações sexuais com eles: “…maliciosamente se interpretou o verbo ‘conhecer’ como sinônimo de ‘ato sexual’.” É verdade, porém, que o verbo que aparece neste contexto é o hebraico yada, que tem vários significados e, segundo, especialistas, aparece mais de 900 vezes no Antigo Testamento, por exemplo: Saber – Gn 15.8; dar-se conta – Gn 3.9; reconhecer – Gn 12.11; conhecer pessoas – Gn 29.5; ser esperto em algo – 1 Rs 9.27; ter relações sexuais – Gn 4.1; 19.5; 19.8; Jz 19.22. Na história de Sodoma e Gomorra, esse verbo tem conotação sexual (Gn 19.5 – a ameaça dos homens o demonstra claramente), pois a resposta de Ló oferecendo suas duas filhas virgens só tem conotação sexual.Mas eles não queriam as mulheres. Seu desejo era homossexual. Uma das melhores traduções da Bíblia foi feita pelo judeu André Chouraqui e chama-se A Bíblia – No Princípio. A tradução literal em sua Bíblia é: “Faze-os sair até nós, vamos penetrá-los” (Gn 19.5). E: “Tenho duas filhas que homem algum jamais penetrou “(Gn 19.8). Isso está em completa harmonia com o ensino do Novo Testamento em Judas 7, que confirma que a intenção dos homens de Sodoma era realmente de violação homossexual, assim como o demonstram 2 Pedro 2.7-10 e 1 Timóteo 1.8-10 que lista diversas violações da lei colocando os sodomitas lado a lado com os parricidas, matricidas e roubadores de homens.“Não há evidência histórica ou arqueológica confirmando a real existência de Sodoma e Gomorra”, dizem os militantes. Por que, então, eles perdem tanto tempo com toda a argumentação discutida até aqui? Entretanto, erram por não levar em consideração os últimos achados arqueológicos. Bryan Wood, diretor da Associates for Biblical Research (Associados para a Pesquisa Bíblica), afirma: “Quando empregamos as informações disponíveis das escavações e o emparelhamento geográfico destas cidades, podemos identificar Bab edh-Dhra como Sodoma, Numeria como Gomorra, es-Safi como Zoar, Feifa como Admá e Khanazir como Zeboim. Ele acredita que a evidência é imperiosa e por isso conclui: ‘Estas cidades da Era do Bronze Antigo, descobertas no país da Jordânia logo ao sudeste do Mar Morto, formam uma linha norte-sul ao longo da bacia sul do Mar Morto. Elas todas datam do tempo de Abraão e parece que são verdadeiramente as cinco cidades da planície mencionadas no Antigo Testamento’.” (Stones cry out, livro a ser lançado pela CPAD sob o título “As pedras clamam”).Tentando neutralizar os escritos paulinos contra o comportamento homossexual, os militantes argumentam que as palavras afeminados e sodomitas empregadas em 1 Coríntios 6.9-11 foram mal traduzidas. Entretanto, as palavras gregas malakoi e arsenokoitai têm significados específicos. Malakoi significa “macio ao tato”. Arsenokoitai é composta de duas outras palavras arsen (macho) e koitai (cama). Em outras palavras, esse termo se refere aos homens que vão para a cama com outros homens. Mas homossexualismo não é o único pecado sexual condenado na passagem em questão. Pornoi (fornicadores) e moichoi (adúlteros) mostram que não é só o homossexualismo que exclui pessoas do reino de Deus. Em contrapartida, o texto deixa claro que ninguém precisa permanecer excluído do reino, pois na igreja que estava em Corinto (cidade extremamente libertina onde o homossexualismo e a pedofilia eram considerados normais) havia alguns que deixaram o homossexualismo, bem como os outros pecados.“Jesus Cristo nunca falou nenhuma palavra contra os homossexuais!”, bradam os militantes. Mais uma tentativa frustrada para perverter a simplicidade do Evangelho. O fato de Jesus nunca ter mencionado especificamente o homossexualismo não significa sua aprovação. Ele também não se pronunciou claramente sobre muitos outros problemas sociais, tais como: seqüestros, abuso sexual, prostituição infantil, tráfico de drogas. Entretanto, a Palavra apresenta direta e indiretamente os princípios inegociáveis de Deus para a moralidade e dignidade humanas. Na verdade, ao se referir ao plano de Deus para a sexualidade, Jesus reafirmou o ensino vetero-testamentário sobre o casamento heterossexual e monogâmico (Mt 19.4-6). A única alternativa ao casamento nestes termos é o celibato voluntário, concessão que Ele abriu ao ensinar que é melhor ser eunuco pelo Reino de Deus do que se divorciar e casar-se de novo (Mt 19.9-12).Quanto à alegação de que Jesus era gay porque “conviveu predominantemente com os apóstolos (todos homens), que ele era muito sensível falando de lírios do campo, que era amigo de muitas mulheres, que tinha muita sensibilidade com as crianças ou, ainda, que nutria uma predileção por João”, só revela a falta de bom senso que patologiza as relações mais simples e puras entre um homem e seus semelhantes.Certamente, uma compreensão correta da natureza divino-humana de Jesus jamais permitiria sequer uma suposição destas. O Deus Eterno que se fez homem jamais nutriria por suas criaturas qualquer tipo de amor que não fosse puramente ágape (amor de Deus pelos homens). E foi exatamente isso que Jesus demonstrou por todos. Mas Luís Mott prefere extrair sua cristologia deturpada de conceitos mitológicos sobre deuses como Zeus e Oxalá, “andróginos e praticantes do homoerotismo” (atração física entre seres do mesmo sexo) como seus idealizadores. Por isso, ele não consegue perceber nos relacionamentos de Jesus nada maior do que a interação entre iguais. Ele perde a oportunidade de ver a beleza do relacionamento Criador-criatura, Salvador-pecador, Senhor-servo, Mestre-discípulo e, especialmente, Pai-filho.É intrigante o fato de que o “Grupo Gay da Bahia”, presidido por Luiz Mott, autor da maioria dos argumentos refutados acima, seja o idealizador da chamada “Ação Cristã Homossexual”. Esse grupo que passa horas de pesquisa para tentar provar que Jesus é um mito, e que se fosse um personagem histórico seria homossexual, e que questiona os relatos bíblicos rejeitando sua interpretação literal pretende convencer-nos de que é ação, instituição ou movimento cristão. Como é possível tal contradição? É óbvio que o objetivo não é o de aproximar os homossexuais do Evangelho do Reino de Deus. É, antes, uma estratégia para impedir que eles cheguem ao pleno conhecimento da verdade. São como os intérpretes da lei a quem Jesus denunciou, dizendo: “Ai de vós, intérpretes da lei! Porque tomastes a chave da ciência; contudo, vós mesmos não entrastes e impedistes os que estavam entrando” (Lc 11.52).

APELAÇÃO CIENTÍFICA

Todavia, a obstinação dos militantes não se confina apenas a deturpar a História e a lei de Deus, mas também a ciência – do ponto de vista experimental. É por isso que o Dr. Vern L. Bullough, defensor do movimento homossexual e da pedofilia, afirma: “A política e a ciência andam de mãos dadas. No final é o ativismo gay que determina o que os pesquisadores dizem sobre os gays.”1 Porém, ainda que conseguissem provar algum dia que o homossexualismo é causado por algum fator na natureza, isso não quer dizer que somos obrigados a aceitá-lo. Sinclair Rogers, que foi homossexual por muitos anos até entregar sua vida a Jesus Cristo, diz: “Certamente, as pessoas não escolhem desenvolver sentimentos homossexuais. Mas isso não significa que quando alguém nasce, já está pré-programado para ser homossexual para sempre. Não somos robôs biológicos. E não podemos ignorar as influências ambientais e nossa reação a essas influências (…) A natureza produz muitas condições por influência biológica, tais como depressão, desordens obsessivas, diabetes… Mas não consideramos esses problemas ‘normais’ só porque ocorrem ‘naturalmente’ (…) A Biologia pode influenciar, mas não justifica automaticamente a possível conseqüência de todo comportamento. E também não elimina nossa responsabilidade pessoal, vontade, consciência ou nossa capacidade de escolher controlarmos ou ser controlados por nossas fraquezas.”2Pesquisas tentando mostrar causas-efeitos biológicos ou genéticos para a homossexualidade existem há quase um século. Mas o fato é que, ao longo dos anos, nenhuma pesquisa jamais provou uma base orgânica para a homossexualidade. O ativista homossexual Dennis Altman faz uma observação acerca de um estudo do Instituto Kinsey: “Eles estão impressionados com os consideráveis esforços de biólogos, endocrinologistas, e fisiologistas em provar esse fundamento; estou mais impressionado com a incapacidade de tantos anos de pesquisa resultarem em nada além de meras ‘sugestões’.”3Os ativistas homossexuais declaram que a homossexualidade é natural. Os grupos gays e todas as pesquisas modernas que defendem a conduta homossexual se baseiam direta ou indiretamente no Relatório Kinsey de 1948, o qual afirma que 10% da população são exclusivamente homossexuais. No entanto, dois excelentes livros escritos pela Dra. Judith Reisman revelam não só a metodologia fraudulenta de Kinsey, mas também o envolvimento dele com estupradores de crianças.4 Wardell Pomeroy, co-autor do Relatório Kinsey, conta a reação de Kinsey à preocupação (que Kinsey chamava de histeria) da sociedade com o grave problema de adultos que têm relações sexuais com crianças da família: “Kinsey zombava da idéia… [Kinsey] afirmou, com relação ao abuso sexual de crianças, que a criança sofre mais danos com a histeria dos adultos [do que com o próprio estupro]“.5 Os grupos de ativistas homossexuais no mundo inteiro estão trabalhando para abaixar ou abolir as leis de idade de consentimento sexual a fim de “liberar” as crianças das restrições sociais. Isso, na verdade, passa a inocentar o criminoso. Infelizmente essa conspiração resultou, em 1992 na Holanda, na legalização do relacionamento hetero (entre sexos diferentes) e homossexual de adultos com crianças a partir dos 12 anos. Nos EUA, a maior responsável por esta luta é a Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA).6

HOMOSSEXUALISMO E CANDOMBLÉ

Apesar de nem todo homossexual ser endemoninhado como diriam ingenuamente alguns, é óbvio que Satanás está por trás deste comportamento, como de qualquer outro comportamento pecaminoso e autodestrutivo. Foi Jesus mesmo quem disse que o diabo veio para matar, roubar e destruir.Edison Carneiro (irmão do político Nelson Carneiro), afirma, no seu livro Candomblés da Bahia (p. 140) que o candomblé arrasta muitos homens ao homossexualismo, confirmando assim o que já havia sido observado por outro estudioso desse assunto, o sociólogo Roger Bastid. Segundo Edison Carneiro, é difícil esses efeminados não serem “cavalos de Yansã, orixá que geralmente se manifesta em mulheres inquietas, de grande vida sexual, que se entregam a todos os homens que encontram…”.7 Os casos de crianças desaparecidas que são estupradas e sacrificadas em rituais de pais-de-santo parecem ser um problema envolvendo os cultos afro-brasileiros.Assim, além de levarem os indivíduos ao homossexualismo, os demônios também os levam a abusar sexualmente das crianças e até a matá-las. Talvez o pior assassino em série do mundo seja o homossexual Gilles de Rais, que matou brutalmente 800 meninos. Cada garoto era atraído à sua casa, onde recebia banho e comida. Então, quando o pobre menino pensava que era seu dia de sorte, Gilles o estuprava e queimava, ou o cortava e comia.8 Em seu livro The Devil’s web (A teia do Diabo), Pat Pulling revela o envolvimento do satanismo com o estupro e o sacrifício ritual de crianças. Ele cita o caso de Gilles: “Gilles de Rais era um nobre europeu do século 15 que estava totalmente envolvido na alquimia e outras ciências ocultas. Ele era também um pervertido sexual e sadista que matava crianças antes de ser preso, julgado e condenado à morte. Outras evidências mostram que, no passado, os praticantes de adoração de demônios realmente sacrificavam criancinhas durante suas cerimônias rituais.”9

CAUSAS PSICOLÓGICAS DA HOMOSSEXUALIDADE

Uma vez que as causas não são genéticas, passam a figurar no campo da Psicologia. O Dr. Gerard van den Aardweg, psicólogo holandês, estabelece as seguintes causas do desejo homossexual nas pessoas: experiência homossexual na infância, anormalidade familiar, experiência sexual fora do normal incluindo sexo grupal ou com animais, e as influências culturais. Corroborando as afirmações do Dr. Gerard van den Aardweg que homossexualidade não é genética, a psicanalista e escritora Sheiva Sherman declarou, em 27 de março de 1998, no programa de TV Madalena Manchete Verdade que “uma coisa tem de ficar claro: homossexualismo não é genético. Está provado”. É bom frisar que as causas da homossexualidade não são genéticas, porque a maior vitória do movimento gay na década passada foi mudar a direção do debate. Em vez de se discutir sobre a conduta, fala-se sobre identidade. Qualquer um que se oponha ao homossexualismo passou a ser visto como agressor dos direitos civis dos cidadãos homossexuais. Isso é o que constatam o teólogo John Ankerberg e o sociólogo John Weldon, autores do livro Os fatos sobre a homossexualidade (Editora Chamada da Meia-Noite): “Nossa cultura está se tornando tão tolerante que muitos dão ouvidos a qualquer grupo de autodenominadas ‘vítimas’.”10

Denunciar a tolerância demasiadamente aética de nossa sociedade para com as minorias, não significa promover ou praticar a violência contra elas. É muito importante esclarecer que somos absolutamente avessos a toda demonstração de violência contra qualquer pessoa, inclusive os homossexuais. Deve provocar a indignação de qualquer cidadão o que aconteceu recentemente ao adestrador de cachorros Edson Neris da Silva, homossexual, de 35 anos, que foi cercado por um grupo de “Carecas” e assassinado a socos e pontapés na praça da República, na região ABC paulista. Essa é, sem dúvida, uma atitude doentia, homofóbica (aversão a homossexuais), sem qualquer justificativa. Precisamos ser equilibrados, repudiando o discurso e a prática gays, mas acolhendo e conduzindo os homossexuais a Cristo. Mesmo aqueles que são mais recalcitrantes devem ser objeto da compaixão e amor cristãos.Uma coisa que precisa ficar muito clara é que toda a argumentação aqui apresentada visa a combater os falsos ensinos que a militância gay vem divulgando. Todavia, a maioria dos homossexuais não faz a mínima idéia de grande parte dos argumentos dos grupos gays nem quer se envolver em sua luta; deseja apenas viver em paz. A maioria dos homossexuais, homens ou mulheres, deseja, na verdade, abandonar esse comportamento, mas não sabem como. Por isso, precisam ser acolhidos, respeitados como pessoas e conduzidos ao conhecimento de Cristo.

A IGREJA E OS HOMOSSEXUAIS 

Joe Dallas, em seu livro A operação do erro, publicado pela Editora Cultura Cristã, leva-nos a uma interessante reflexão sobre o papel da Igreja para com os que desejam deixar o homossexualismo: “Entretanto, quando eles são trazidos para fora da ilusão, quem está esperando por eles? A Igreja está sendo como o pai do filho pródigo, correndo para encontrá-lo no meio do caminho e celebrar o seu retorno? Ou será que o Corpo de Cristo está sendo melhor representado pelo irmão mais velho, justo em si mesmo, distante e frio, que não quer se envolver? Ao abordar o problema do homossexualismo, talvez essas sejam as perguntas mais importantes a serem feitas.” Infelizmente, porque uma grande parte da Igreja não está cumprindo seu papel neste sentido, precisamos ouvir coisas como as que Troy Perry, líder da maior igreja gay cristã do mundo, disse e que Joe Dallas registra: “Se a Igreja tivesse realmente feito seu trabalho missionário, não creio que a MCC (Metropolitan Community Church) jamais tivesse vindo a existir.”11

Graças a Deus, a Igreja começa a despertar! A Igreja Presbiteriana Independente de Londrina, por meio do Ministério Paz com Deus, começou a agir de maneira planejada para conscientizar pastores e membros da igreja, e ajudar os que se encontram em dificuldades com sentimentos ou práticas homossexuais. Ela promoveu o I Encontro Paz com Deus, realizado de 4 a 7 de março, em Londrina, Paraná. O evento contou com 130 pessoas (participantes e obreiros) e incluiu muitos pastores. Dentre as muitas bênçãos recebidas e testemunhadas pelos participantes, destacam-se as confissões que muitos pastores, outrora intolerantes no que diz respeito aos homossexuais, fizeram aos líderes de ministérios que atuam entre eles. Depois de uma das mensagens do preletor oficial Bob Reagan, ligado à Exodus e ao Regeneration Ministry, nos EUA, os pastores e líderes evangélicos foram convidados ao altar para uma oração de arrependimento e confissão de pecados como os de omissão ou rejeição de homossexuais durante seus ministérios. Quase todos foram à frente. Mas os pastores não foram os únicos a pedir perdão. Os participantes que haviam vivido o homossexualismo ou ainda estavam envolvidos neste comportamento também pediram perdão por terem guardado mágoas contra pastores ou igrejas. Muitas lágrimas foram derramadas por ambos. O pastor presbiteriano Saulo de Melo, 32 anos de ministério, atuando hoje em Maringá-PR,fez uma das confissões mais comoventes: “Estou perplexo com tudo o que estou aprendendo sobre homossexualidade neste congresso. Todos os meus valores foram remexidos. Quando eu descobria que alguém era homossexual, eu o mandava embora, excluía. Este congresso ajudou-me a olhar os homossexuais como nunca os havia olhado antes – com o olhar de Jesus.”

Algo semelhante aconteceu a Eleny Vassão de Paula Aitken, 45 anos, autora do livro O desafio continua: A Missão da Igreja frente à Aids. Ela é chefe da capelania evangélica do Hospital das Clínicas de São Paulo e do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Eleny revela que enfrentou relutância ao evangelizar um travesti pela primeira vez. Mas, o Espírito Santo mostrou-lhe que a única diferença entre ela e o travesti era Jesus. No outro dia, Eleny contou ao travesti a experiência por que passou. Não demorou muito, lágrimas encheram os seus olhos, e ele orou entregando sua vida a Jesus. Essa experiência mudou a vida de Eleny, que passou a amar e compreender os homossexuais sob uma nova perspectiva. Quem conversa com Eleny Vassão sempre ouve histórias comoventes de homossexuais que têm sido alcançados por Cristo. Por isso, ela pode falar com autoridade: “A Igreja deve ser o lugar de perdão e acolhida para seus soldados feridos, e não um tribunal para julgar os que caíram. Precisamos de mais misericórdia e graça para tratar as pessoas como o Senhor nos trata. Ele nos constrange pelo amor, mesmo sem perder de vista a sua justiça.”

*(Matéria de capa da revista Defesa da Fé de maio/2000. A revista Defesa da Fé é uma publicação mensal do Instituto Cristão de Pesquisas, ICP)

Autores:João Luiz Santolin (Membro da Igreja Presbiteriana da Barra, RJ e Coordenador do Moses. Formado em Teologia e Pós-Graduado em Terapia de Família pela UCAM, RJ)

Colaborou Júlio Severo (Autor do livro O Movimento Homossexual, Ed. Betânia)

Referencias Bibliográficas:

1. Dra. Judith Reisman, Kinsey, sex & fraud (Hungtington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990) p. 212.

2. Questions I´m asked most about homosexuality, An Interview with Sinclair Rogers (Choices: Singapura, 1993), p. 4.

3. John Ankerberg e John Weldon, Os fatos sobre a homossexualidade (Editora Chamada da Meia-Noite, 1997) pp. 22-23.

4. Dra. Judith Reisman, Kinsey, sex & fraud, (Hungtington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990) e Kinsey: crimes & consequences (The Institute for Media Education, Arlington-1998).

5. Dra. Judith Reisman, Kinsey: crimes & consequences (The Institute for Media Education, Arlington-1998) p. 234.

6. Julio Severo (O movimento homossexual, Editora Betânia, Venda Nova – MG, 1998) p. 20.

7. Jefferson Magno Costa, Porque Deus condena o espiritismo (CPAD, Rio de Janeiro, 1987), p. 81.

8. Dr. Paul Cameron, The gay 90s (Adroit Press: Franklin – EUA, 1993), p. 46.

9. Pat Pulling, The Devil’s web (Huntington House, Inc.: Lafayeitte – EUA, 1989), p. 148.

10. John Ankerberg e John Weldon, Os fatos sobre a homossexualidade (Editora Chamada da Meia-Noite, Porto Alegre, RS, 1997), p. 8.

11. Joe Dallas, A operação do erro (Editora Cultura Cristã, São Paulo, 1998) p. 237.

Movimento Anticristão

" É A PALAVRA DO SENHOR QUE SE CUMPRE A CADA DIA: - O AMOR ( A DEUS E AO PRÓXIMO ) SE ESFRIANDO E A INIQUIDADE AUMENTANDO EM TODOS OS SEGMENTOS DA SOCIEDADE "

16/08/2013 10:44
Igreja Batista realiza casamento lésbico nos EUA Igreja Batista realiza casamento lésbico e fiel decide processar denominação O Distrito de Colúmbia [onde fica a capital dos EUA] começou a disponibilizar licenças de casamento para duplas de mesmo sexo em março, juntando-se a cinco estados que...

" VIVAMOS E ANDEMOS CONFORME A VONTADE DE DEUS ANUNCIADDA A NÓS, POR MEIO DE SUA PALAVRA, REVELADA NA BÍBLIA SAGRADA "

12/07/2013 11:10
Qual é a posição da Bíblia sobre o casamento GAY? Na                 Bíblia, Paulo pregou aos romanos que o comportamento homossexual era pecaminoso. Deus no Velho Testamento incluiu em sua lei que o relacionamento homossexual era contra a lei...

" DEUS AMA A TODOS: QUERENDO SUAS SALVAÇÃO SEM ACEPÇÃO"

24/05/2013 08:57
    Como pregar o Evangelho para homossexuais Eu estava voando de Los Angeles a Miami quando me vi sentado perto de duas mulheres. Sarah estava sentada mais perto de mim. Tinha 29 anos, estava vestida inapropriadamente e usava uma argola no nariz, além de não ser a pessoa mais amigável...

“Ex-gays existem e precisam ser respeitados”

“Ex-gays existem e precisam ser respeitados”, defende psicóloga que motivou projeto que oferece opção para homens saírem da homossexualidade

Marisa Lobo está elaborando um relatório com cem casos de reversão da homossexualidade para apresentar na Organização das Nações Unidas

O projeto cura gay, proposto em 2011 pelo deputado federal tucano João Campos (PSDB-GO), teve como pivô a psicóloga paranaense Marisa Lobo. Há dois anos, ela responde processo ético frente ao Conselho Federal de Psicologia (CFP) por discordar publicamente da resolução que impede os profissionais da área de sugerir aos pacientes tratamentos que busquem a cura da homossexualidade.

Com o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, a bancada evangélica encontrou espaço para desengavetar o projeto, que tinha esbarrado na resistência da frente parlamentar LGBT.

Em entrevista, por telefone, à Zero Hora, Marisa fala sobre o projeto e o que pensa a respeito da reversão do homossexualismo. Confira os principais trechos:

ZH — Qual sua opinião sobre a resolução do Conselho Federal de Piscologia?

Marisa Lobo — Estou respondendo processo ético há quase dois anos, acusada de curar gays. Eles afirmam que eu digo nas redes sociais que gays têm cura. Na verdade, não é isso que eu falo. Eu sou contra a resolução porque ela cerceia mesmo a atuação dos psicólogos, porque é o meu paciente que manda na minha terapia. É isso que eu comecei a divulgar. Eu tive coragem de dizer, como psicóloga, que quem manda na terapia é o paciente e que deve estar em primeiro lugar o desejo dele. Se o desejo dele é de mudar sua condição, opção ou orientação, não sendo doença, o que eu sei que não é e não trato como tal, trato como uma condição humana, eu vou ajudá-lo a mudar. E está uma confusão tão grande que a própria resolução diz que tenho que atender o desejo do paciente, ainda que seja para mudar sua condição, orientação ou opção. Eles estão deixando claro que se o paciente quiser mudar sua opção, eu tenho que atendê-lo.

ZH — Você acha, então, que a resolução é contraditória?

Marisa — É totalmente contraditória, é uma usurpação de poder, cerceamento de direito, ela interfere no processo terapêutico. Ao mesmo tempo que ela diz que é para dar dignidade ao homossexual ela está tirando a dignidade do sujeito que não quer mais ser homossexual. O ser humano pode mudar sua condição, se for do desejo dele. A resolução nos impede de fazer isso. A resolução diz que não posso atender procedimentos não solicitados, então, se a pessoa solicitar, eu posso. Como que eu posso, se ela diz que é 100% certeza que a pessoa nasce gay? O que está acontecendo é que a psicologia é militante da LGBT, e ela não poderia. Quem fiscaliza o Conselho? Ninguém. Então, o Congresso vai fiscalizar.

ZH — O resgate desse projeto tem a ver com o fato de Marco Feliciano ter assumido a presidência do Conselho de Direitos Humanos?

Marisa — Quando a gente viu a possibilidade do Marco Feliciano assumir a presidência, todo mundo já esperava que fosse para votação. Acho até que nem era o momento do Marco Feliciano apresentar esse projeto, porque isso tudo vai virar motivo religioso, perseguição de gays. E não é perseguição, o projeto estava lá desde o ano passado, e esbarrou no preconceito, por causa da militância da LGBT, porque eles não admitem que existem ex-gays. Estou fazendo um relatório provando a existência de ex-gays, tudo registrado em cartório. Tenho quase cem casos, quando chegar em cem, eu vou levar para a ONU, que está me esperando. Vou exigir que essas pessoas sejam reconhecidas, porque assim como os gays têm seus direitos e devem ser respeitados, os ex-gays também existem, estamos cometendo uma injustiça. Se ele deixou de ser gay, é um direito humano dele.

Fonte: Zero Hora

Divulgação: www.juliosevero.com

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O abandono da autoridade das Escrituras

                      

Uma das maiores tragédias que pode acontecer a uma igreja é o abandono da autoridade das Escrituras. Quando isso acontece, alguns problemas aparecem a reboque, senão vejamos:

1- O surgimento do liberalismo teológico.  

Sem sobra de dúvidas o liberalismo teológico é um câncer que vagarosamente arrebenta a saúde da Igreja. Como bem afirmou Augustus Nicodemus os “Liberais são parasitas, e assim como um vírus  se instala num organismo debilitando o corpo do individuo, da mesma forma eles se instalam na igreja sugando-a até ficar só a carcaça, para depois buscar outro hospedeiro”. 

2- A relativização da Palavra de Deus.

Um claro exemplo de alguém que abandonou o suficiência das Escrituras é Rob Bell. O fundador da mega-igreja Mars Hill Bible Church, em Grandville, Michigan há pouco afirmou ser favorável ao casamento homossexual. “Sim, eu sou favor do casamento. Estou a favor da fidelidade. Sou a favor do amor, seja entre um homem e uma mulher, ou entre duas mulheres, ou de um homem com outro homem (…) este é o mundo que estamos vivendo e precisamos apoiar as pessoas sem importar o modo como estejam.”, disse o pastor. Noutra aoportunidade Bell já havia negado a literalidade dos milagres, o nascimento virginal de Cristo e a salvação por meio dele, isso sem falar no universalismo (crença de que todos serão salvos, mesmo sem nunca crer em Cristo).

3- O sincretismo religioso

Quando a Bíblia deixa de ser ouvida como única e exclusiva fonte de autoridade doutrinária, outras fontes encontram eco no coração dos homens. Nessa perspectiva abre-se espaço para o sincretismo religioso o qual por razões óbvias tem feito um enorme mal a Igreja brasileira.

4- O misticismo exacerbado.

Uma das principais marcas de uma igreja que abandonou as Escrituras é o misticismo. Para estas, o que vale são as experiências com o Eterno e nada mais. Para os adeptos deste tipo de comportamento a experiência é mais importante que a Palavra de Deus. Nessa perspectiva se alguém vivencia um evento místico que se contrapõe as doutrinas bíblicas este evento precisa ser valorizado em detrimento as Escrituras que deve ser rechassada ou no máximo colocada no mesmo pé de igualdade  da experiência vivenciada. 

5- O descompromisso com a sã doutrina

Uma igreja que abandonou as Escrituras não é uma igreja compromissada com a Palavra de Deus. Na verdade, uma igreja que não estuda e prega sistematicamente a Palavra de Deus deixou de experimentar em sua vida comunitária  ensinamentos indispensáveis a saúde cristã.

6-  O abandono da evangelização

Uma igreja que abandona as Escrituras não evangeliza mais. Uma igreja onde a Bíblia não é ensinada não existe paixão pelas almas e pelo seu destino eterno. Igrejas deste nipe, pregam sobre como ter uma vida vitoriosa, ou como ser próspero, ou até mesmo como possuir uma família perfeita, no entanto, não pregam mais o fato inexorável de que sem Cristo os homens irão para o inferno.

Caro leitor, como já afirmei inúmeras vezes nesse BLOG, o reformador João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia, e de que ela é o escudo que nos protege do erro. Portanto, em tempos difíceis como o nosso, precisamos regressar URGENTEMENTE à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento.

 

Gene gay? Com ciência não cabe malabarismo

Não existem fatos científicos que provem que a homossexualidade seja genética. Todos os estudos divulgados deixam claro que se trata de probabilidade apenas, e induzir ao erro é considerado um grave delito na comunidade científica.

Após entrevista polêmica do psicólogo e Pastor Silas Malafaia no programa de Frente Com Gabi do SBT, surgiram várias teorias tentando refutar as afirmações que Silas fez quanto ao nascimento do homossexual não ser genético e sim comportamental, apareceu até  um personagem tentando transformar a homossexualidade em genética, apesar da comunidade séria científica mundial, nunca ter afirmado esse fato como verdade científica. O que existem são estudos apenas com suposições e tentativas da vinculação. Mesmo assim, como estratégia, alguns tentam perverter a verdade por força de manipulação para enganar a sociedade implantando memória falsa, um tipo de alienação social favorecida pela mídia.

Estes personagens do “além” querem claramente  tentar descontruir  a verdade dos fatos, no caso, as falas do Psicólogo Silas Malafaia e de tantos outros  que se opõem não aos homossexuais, mas sim aos militantes chamados aqui no contexto de “gayzista”, que como defensores do “sexo anal” – que hoje rende muito diga-se de passagem -  tentam subjulgar a inteligência humana com uma estratégia barata e desesperada de induzir a sociedade ao erro e ao preconceito, impondo, distorcendo, manipulando e pervertendo a realidade em causa própria, agindo com total preconceito contra quem não comunga de suas opiniões.

“A ciência não é um fim em si mesmo, mas é antes um precioso e poderoso instrumento através do qual inegáveis progressos têm surgido visando o conforto e o bem estar dos seres humanos. Ciência autêntica implica, obrigatoriamente, em imparcialidade e em respeito ao conhecimento legítimo, não deturpado ou deformado por interesses escusos, sejam eles quais forem e procedam de onde quer que seja” (Dr. Adnet).

Na  tentativa de “pseudos” cientistas academicamente parciais, logo desonestos, em comprovar as suas suposições de que a origem da homossexualidade seja  genética, só conseguiram reafirmar o que já sabemos, o não nascimento do homossexual dada a ordem cromossômica X e Y. Todos os estudos e estudiosos até hoje só comprovam que a orientação sexual acorre após  o nascimento, sendo decorrente das primeiras relações afetivas/e ou  conflitivas e entendimento da criança na construção de seus primeiros afetos, ou seja, segundo a própria psicologia moderna a sexualidade é construída socialmente, culturalmente. Um bebê não nasce com comportamento sexual e sim vai aprendendo de acordo com sua cultura e as primeiras relações afetivas. O instinto  sexual existe, mas este instinto é condicionado pelo seu meio, elaborado de forma positiva e ou negativa.

“Não existe consenso entre os cientistas a respeito das razões exatas pelas quais um indivíduo desenvolva uma orientação heterossexual, bissexual, gay ou lésbica. Mesmo embora diversas pesquisas tenham examinado as possíveis influências genéticas, hormonais, de desenvolvimento, sociais e culturais sobre a orientação sexual, nenhum achado jamais emergiu a fim de permitir que cientistas concluam que a orientação sexual seja determinada por qualquer fator ou fatores”(American Psychological Association. Understanding Sexual Orientation and Gender Identity).

Uma questão me preocupa, até quando profissões sérias se deixarão manipular por pressões de militantes mal intencionadas, que usam de forma vil a bandeira de direitos  Humanos, que nem de  longe tem a intenção de esclarecer ou proteger e sim, de pegar carona para promover suas causas, desfocando e descontruindo aqueles que julgam contrários à suas opiniões, pois se sentem ameaçados.

Essa  argumentação pseudocientífica é a de que a homossexualidade seria genética. Jamais foi comprovado. O pesquisador Simon LeVay, que estudou as diferenças no hipotálamo em cérebros de homens homossexuais e heterossexuais atestou:

“É importante observar o que eu não encontrei. Eu não provei que a homossexualidade seja genética, nem tampouco encontrei uma causa genética para a homossexualidade. Eu não demonstrei que homens homossexuais nasçam assim, o erro mais comum que as pessoas cometem quando interpretam meus trabalhos. Nem tampouco localizei nenhum centro gay no cérebro”(Homosexual Urban Legends, The Series; Traditional Values Coalition)

“Não existe nenhuma pesquisa que possa identificar uma causa biológica ou genética para a homossexualidade. Fatores biológicos podem desempenhar um papel na predisposição para a homossexualidade. Todavia, isto também pode ocorrer em diversas outras condições psicológicas. As pesquisas sugerem que fatores psicológicos e sociais podem ser fortemente influentes para o surgimento da condição homossexual. Exemplos incluem problemas de relacionamentos familiares no início da vida do indivíduo, sedução sexual, e sentimentos de inadequação com pares do mesmo sexo, com resultante perturbação quanto à identidade de gênero. A sociedade também pode vir a influenciar um jovem com questionamentos sobre suas preferências sexuais quando o incentiva a se auto-intitular gay” (National Association for Research & Theraphy of Homosexuality; The Three Myths About Homosexuality).

Qualquer investigação honesta, desprovida de partidarismos, poderá verificar que a literatura científica atual não dispõe de nenhum material conclusivo a respeito da gênese (se não a considerarmos uma doença), ou da patogenia (se a considerarmos uma doença) da homossexualidade.

Se dizem  tão inteligentes e não sabem a diferença de estudos   e fato cientificamente aprovado e comprovado pela comunidade científica internacional, publicado e aceito como verdade  absoluta em periódicos oficiais. Isso é ciência.

Não houve mutação genética  e a evolução ainda não chegou lá. Apesar de milhões de anos de existência da humanidade os cromossomos não evoluíram e ou se adaptaram a homossexualidade, tudo ocorre a nível mental psicológico relacional. Sinto em dizer, sexualidade não é um órgão é uma condição, não é palpável, é sentida. Como mensurar o que se sente? Muitos estudos ainda aparecerão  e serão  fadados ao fracasso. Já se tentou de tudo e não encontraram nada que comprove esta afirmação desonesta. Apenas volto a afirmar, estudos que partem geralmente de tentativa de  se provar uma idéia, uma tese, uma suposição, um achismo. Mas a imparcialidade da comunidade científica não sede  a parcialidade em benefícios próprios, porque com a ciência não cabe malabarismo.

Estudo, qualquer um pode fazer,  é conclusão de curso. Somos obrigados a fazer mesmo que não se prove ou tenha sido conclusivo. Está virando quase que uma obsessão tentar se provar o improvável. É direito de qualquer estudante ou mestre tentar provar algo, porém estes “pseudo” geneticistas  deveriam inscrever suas pesquisas sobre homossexualidade ser genética, formalmente na comunidade  científica internacional e se, aceita,  garanto que ganhará prêmio Nobel por ter provado o que muitos tentaram e nunca conseguiram. Fico impressionada com a ingenuidade, a cegueira, o oportunismo e a falta de ética de usar seu título para afirmar suposições, pois se de fato são cientistas éticos, sabem que essa atitude é inaceitável para todo e qualquer cientista sério.

O que temos de concreto são tentativas de explicação das causas da  homossexualidade, nada além do que já sabemos, que a sexualidade humana é  muito singular . A propriedade mais importante do sistema nervoso central é sua plasticidade, por isso a complexidade. Em matéria de comportamento, há uma prevalência  da experiência pessoal sobre os eventos genéticos.

Vou me valer de parte de um texto de Drauzio Varela sobre homossexualidade para tentar explicar o óbvio:

1º Existem pessoas  que “acham” que os homossexuais já nascem assim e tentam manipular de todas as formas através de pseudos trabalhos científicos, que são  achismos já que não foram aceitos e tão pouco comprovados. São especulações, probabilidades,  tentativas frustradas, que  com a  ajuda da mídia  torna-se um grande instrumento de  polêmica e nessa luta por ibope vale tudo até induzir ao erro.

2º Outros, ao contrário, dizem que a conjunção do ambiente social com a figura dominadora do genitor do sexo oposto é que são decisivos na expressão da homossexualidade masculina ou feminina. Essa é uma teoria absoluta pois até aqui,  é o que a  própria comunidade  científica do comportamento humano tem como oficial, pois trabalha com  a verdade observável, não com conjecturas e prevalências, suposições.

4º Como separar o patrimônio genético herdado involuntariamente de nossos antepassados da influência do meio foi uma discussão que monopolizou o estudo do comportamento humano durante pelo menos dois terços do século XXEstamos até hoje nesta discussão, já achamos praticamente a cura do câncer, fizemos o mapeamento genético, descobriram a molécula de Deus, fomos a lua, fotografamos marte e ainda não descobrimos o cromossomo homossexual. Será que seria porque ele não existe? Pois se existisse, a ciência já teria encontrado.

5º Os defensores da origem genética da homossexualidade usam como argumento os trabalhos que encontraram concentração mais alta de homossexuais em determinadas famílias e os que mostraram maior prevalência de homossexualidade em irmãos gêmeos univitelinos criados por famílias diferentes sem nenhum contato pessoal. São argumentos, tentativas, especulações, probabilidades, mas nada, absolutamente nada conclusivo. Até os dias de hoje nada foi comprovado. Este sim é um fato inquestionável.

6º Com os avanços dos métodos de neuro-imagem, alguns autores procuraram diferenças na morfologia do cérebro que explicassem o comportamento homossexual. Mais uma tentativa de se provar que é físico, genético e nascido. Apenas a questão comportamental, elaboração negativa do complexo de édipo, tem sido  aceitável como entendimento. Muitos estudos parciais desonestos em se provar com falácias e argumentos manipuladores, tudo em causa própria.

7ª “Os que defendem a influência do meio têm ojeriza aos argumentos genéticos. “Para eles, o comportamento humano é de tal complexidade que fica ridículo limitá-lo à bioquímica da expressão de meia dúzia de genes. Como negar que a figura excessivamente protetora da mãe, aliada à do pai pusilânime, seja comum a muitos homens homossexuais? Ou que uma ligação forte com o pai tenha influência na definição da sexualidade da filha?” Diz Drauzio Varella.

8º Para  Cristãos, tudo está explicado,  Deus criou o homem e a mulhercom desejos que se encontram. A biologia prova essa máxima e isso é matemático, é genético, é observável, é explicado à luz da Bíblia. Entendo que tem pessoas que não acreditam nela, mas isso não dá o direito de ridicularizá-la e ofender cristãos e imputar ao cristão toda a violência que sofrem os homossexuais, pois é uma mentira e nunca será aceita em um país de gente boa, humilde e de maioria cristã.

Embora tente-se explicar  a origem da homossexualidade,  o que precisamos é entender a origem da nossa tolerância mutuamente. Homossexuais existem, Cristãos existem e independente de aceitarmos, querermos ou não, este comportamento (homo) e essa Fé (cristâ)  para nossas vidas, temos que amar e respeitar as pessoas como elas são. Respeitar a diversidade, significa que todos, maiorias e minorias, somos diferentes e devemos nos respeitar. Direitos e deveres são para todos que se dizem humanos, independente de crenças e ou orientação sexual.

A sociedade está acuada também e se esforça. Ela está  tentando conviver da melhor forma possível com os homossexuais sem ofender, magoar, mas infelizmente militantes desonestos não veem lucro nesta paz. Eles lucram em votos e financeiramente com essa guerra inventada por eles, transformar cristãos em homofóbicos e descontruir a família e o Deus que cremos é o objetivo. Já o objetivo da Fé Cristã é defender esses princípios..

Podemos não concordar com outras religiões além da nossa ou com comportamento homossexual, pois vivemos a heterossexualidade, no entanto, tenho o dever como cidadão de respeitar. Também temos como cidadãos temos o direito de lutar por nossas verdades, mas essa luta não pode ser mentirosa e vitimizadora, desonesta, ameaçadora, tentando induzir a população ao erro e digo isso para os dois lados.

Para convivermos, precisamos  entender e  aceitar que homossexuais são pessoas iguais, mas que tem desejo sexual diferente do nosso, e muitos não veem esse comportamento sexual (homo) como um erro, pecado ou com pesar, são felizes  e querem permanecer nessa condição e devem ser respeitados por isso.

Por outro lado de acordo com nossa Fé Deus Criou homem para sentir desejo pela mulher, formarem uma só carne e procriarem. Ou seja, a família biológica e tradicional (homem e mulher)  é o “normal”  (sem juízo moral). A verdade por sí só é esclarecedora, libertadora para quem crê e deseja essa verdade. Pelo ouvir, ouve-se e aceita-se ou não. Esse é o poder do livre arbítrio dado por Deus, é a Liberdade de expressão. Céu existe para quem acredita nele.

Os homossexuais devem entender e  respeitar que existem pessoas que não concordam com sua orientação sexual. Pessoas que  creem em Deus e acreditam que o desejo do homem seja direcionado somente para mulher e vice e versa. Essa é a verdade cristã que nunca será mudada, pois é espiritual, ninguém na terra tem poder de mudar essa máxima e, ser cristão é ser obediente aos princípios de fé criados por Deus. Mas entendo que podemos falar deles com amor incondicional. Essa é a missão de todo cristão e esse cristianismo está  tentando, se relacionar apesar das diferenças e opiniões. Mas nunca em tempo algum, cristãos adaptarão versículos bíblicos para satisfazerem seus desejos, pois sabem que seria impossível. Mas também conhecem a graça de Deus e como Deus sonda o coração.

Temos que entender que a  militância desleal induzindo pessoas ao erro deve ser enfrentada e combatida, pois a sociedade não tolera mais esse expediente. Se todos queremos respeito, lutamos por direitos, não nos esqueçamos que temos deveres, que se aplica a todos em igualdade.

Marisa Lobo

Fonte:

Estudos de Bell e Weinberg, com 505 revizados pelo médico Ethel Person e publicados no Jornal da Associação Psicanalítica Americana. (1983). Journal of the American Psychoanalytic Association, 31:306-315 ta.

Pesquisa :Centro gay no cérebro.” (Homosexual Urban Legends, The Series; Traditional Values Coalition)

National Association for Research & Theraphy of Homosexuality; The Three Myths About Homosexuality)

Dr Eduardo Adnet Médico Especialista em Psiquiatria Titulado pela Associação Brasileira de Psiquiatria e Associação Médica Brasileira

Ryan Sorba, Homosexual Activists Intimidate American Psychiatric Association into Removing Homosexuality from List of Disorders. 2007.

www.drauziovarella.com.br

Biblia Sagrada

Extraído do site Gospel+.com.br no dia 12/02/2013

 
 

Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

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Comentário Administração

 

A porta da salvação é estreita e o caminho também o é.
Estaremos nós ( IGREJA DE CRISTO ) preparados para segui-lo até o fim, mesmo que isto nos custe: os bens materiais, a liberdade e em última estância, se for o caso, a vida?
" A alegria do Senhor é a nossa força ", e só alegramos ao Senhor quando O amamos a ponto de aborrecer a todo o pecado assim como Ele o aborrece, e o combatemos para que através desta atitude, Ele possa se compadecer de alguns e os salvar da morte eterna, pois quando combatemos o pecado, estamos lutando e defendendo a vida daqueles que pecam por não saberem o que estão fazendo.
O deus deste século cegou o entendimento e cauterizou a mente destes que permanecem no pecado, julgando serem livres para viver e satisfazer os seus desejos carnais, por não conhecerem as escrituras e não terem, nem o conhecimento de Deus e Sua Maravilhosa Graça salvífica.
Oremos para que possamos suportar e continuar exercendo com ousadia e amor o nosso ministério ao qual fomos comissionados pelo eterno e soberano Deus!

 
Graça e paz de Cristo a todos!

ADM.

 

 

 

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Poderá o casamento igualitário resultar em perseguição?

No início deste mês, 1.067 padres, bispos e abades no Reino Unido criaram uma grande agitação ao assinarem o que está sendo chamado de uma das mais longas cartas abertas já escritas na história política da Inglaterra.

A carta foi publicada como um alerta contra a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Esse evento pode desencadear uma perseguição religiosa contra os católicos, que se opõem ao casamento homossexual baseado em dogmas de sua fé, segundo a multidão de sacerdotes.

A carta surge em resposta ao Primeiro-Ministro britânico David Cameron, que anunciou sua intenção de passar uma lei legalizando o casamento entre pessoas do mesmo sexo no Reino Unido até o fim do mês.

“A complementaridade natural entre um homem e uma mulher resulta no casamento, visto como uma sociedade para a vida toda”, declararam os sacerdotes no documento. “Essa união amorosa – devido à sua complementaridade física – está aberta a produzir e educar filhos. É disso que se trata o casamento. É por isso que o casamento só é possível entre um homem e uma mulher”.

“A legislação para o casamento entre pessoas do mesmo sexo, caso seja promulgada, terá muitas consequências legais, restringindo gravemente a capacidade dos católicos de ensinar a verdade sobre o casamento em suas escolas, instituições de caridade e locais de adoração”, acrescentaram. Os signatários da carta representam cerca de um quarto de todos os sacerdotes católicos na Grã-Bretanha.

Independente da nossa posição sobre a questão do casamento igualitário, é importante para nós apurar se essa declaração é ou não fundamentada nos fatos e na experiência coletiva dos estados e nações que já consagraram o casamento homossexual em lei. É claro, os direitos e liberdades religiosas dos defensores do casamento tradicional devem ser protegidos, mesmo com as uniões do mesmo sexo se tornando mais difundidas e aceitas.

Existe verdade nas palavras dos sacerdotes britânicos, e deve o povo cristão levar esse alerta em consideração? Será essa legalização do casamento igualitário a porta de entrada para uma era de benevolência e harmonia? Ou será meramente um sinal de uma nova forma de intolerância que se aproxima, um fanatismo de ódio e violência descarregado sobre a família tradicional e seus defensores?

A questão óbvia é, será que os opositores do casamento igualitário sofreram perseguição e perderam sua liberdade religiosa em outros países que adotaram essa redefinição radical do casamento? A resposta não é nada enganosa. Vejamos um pouco da história recente.

Tolerância no Brasil

Na semana passada, católicos membros do Instituto Plínio Correa de Oliveira se reuniram na cidade de Curitiba para protestar contra o aborto e a ideologia homossexual e defender a família tradicional. O homossexualismo é legal no Brasil desde 1830 e goza de ampla aceitação.

No entanto, os manifestantes católicos, que marchavam pacificamente e seguravam cartazes, não foram recebidos com tolerância e aceitação. Aliás, logo uma multidão irritada os cercou e começou a gritar ameaças e fazer gestos obscenos. Os católicos levaram cusparadas, e um deles teve um objeto arremessado na cabeça, causando um sangramento. Enquanto mostrava a mão ensanguentada diante da câmera, a multidão comemorava. Esses incidentes foram filmados pelo próprio instituto e por um espectador simpático à aglomeração rebelde.

Em 2007, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transsexuais (ABGLT) entrou com vários processos contra opositores do movimento homossexual no Brasil. Um desses processos visava websites que haviam acabado de expor o ativista Luiz Mott por sua promoção da pedofilia e da pederastia.

Outro processo foi movido contra a psicóloga e terapeuta Rozangela Alves Justino, que fornecia orientação psicológica e terapia para homossexuais que quisessem mudar sua orientação sexual. Como o Conselho Federal de Psicologia do Brasil proibia os psicólogos de realizar terapia reparativa para o homossexualismo, a ABGLT pediu que a licença de Rozangela fosse revogada.

Há muitos anos atrás, o escritor cristão pró-vida Julio Severo fugiu do Brasil depois de saber que teria sofrido uma ação por sua cobertura “homofóbica” da Parada Gay de 2006. Severo deixou abruptamente o Brasil com a esposa grávida e dois filhos pequenos. Na ocasião, não havia lei oficial no Brasil criminalizando o comportamento “homofóbico”.

Em fevereiro de 2009, o LifeSiteNews noticiou que “o governo brasileiro havia determinado que 99% de seus cidadãos eram ‘homofóbicos’, e que portanto deveriam ser reeducados”.  De acordo com o jornal O Globo, o governo federal pretendia utilizar os dados do estudo para “planejar novas políticas”. Essas novas políticas foram implementadas em maio de 2012, quando o senado brasileiro aprovou uma lei criminalizando a ‘homofobia’. (Nota de Julio Severo: Foi aprovada numa comissão, e ainda não virou lei.)

Em abril de 2012, Julio Severo entrevistou a psicóloga cristã Marisa Lobo, que relatou que o Conselho Federal de Psicologia pressionava e aterrorizava homossexuais que buscavam ajuda para superar sua atração indesejada por pessoas do mesmo sexo. Marisa também atacou o Conselho ao questionar o “kit gay” que o governo brasileiro tentou distribuir aos estudantes das escolas públicas com o propósito de combater a “homofobia”. Devido ao conteúdo explícito no kit e seu retrato favorável ao comportamento homossexual, ele foi mais tarde suspenso pela presidente Dilma Rousseff.

“Quando souberam que eu era cristã, começaram a me perseguir”, explica Marisa, “como uma psicóloga que se classifica como cristã, e mais tarde no processo como uma homofóbica, porque havia dito no Twitter que amava os gays, mas que preferia que meu filho fosse heterossexual. E ainda não entendo por que o fato de ter uma opinião desperta violência”.

Parece que a margem de atividade tolerada no Brasil e bastante estreita, apesar de décadas de campanhas dos defensores do casamento igualitário contra o “ódio”, o “bullying” e o “assédio”. E está cada vez mais evidente que as virtudes da família cristã não estão incluídas no grupo das ideias “toleráveis”.

“Diversidade” e “Liberdade de Expressão” no Cadadá

O Dia do Canadá em Ontario no ano passado foi marcado por um preocupante incidente quando o Rev. David Lynn e um pequeno grupo de amigos esteve presente à Parada Gay de Toronto.  Montando um pequeno stand em uma esquina com um microfone e uma câmera, Lynn pregou, conversou com transeuntes e distribuiu bíblias e panfletos, isto é, até que a polícia de Toronto, usando adesivos LGBT, o interromperam e forçaram a deixar a área. Ignorando a blasfêmia e o comportamento violento dos participantes irritados da parada, que insultaram o grupo e jogaram água em Lynn e em seu cinegrafista, a polícia disse a Lynn que ele estava “promovendo o ódio” e que deveria sair. Vídeos do incidente podem ser vistos aqui, aqui e aqui.

Parece que apenas algumas formas de liberdade de expressão são defendidas no Canadá hoje em dia. E críticas ao homossexualismo, mesmo pacíficas e motivadas por um cuidado amoroso, não são uma delas.

Quando o Conselho Escolar do Distrito de Toronto revelou seu novo “currículo anti-homofobia” em 2011 (Desafiando a Homofobia e o Heterosexismo: Da educação infantil ao ensino médio) muitas pessoas ficaram compreensivelmente preocupadas. Obviamente, as coisas só pioraram quando saiu a notícia de que os pais não teriam a opção de retirar seus filhos do programas, nem mesmo da educação infantil. Professores também não estavam autorizados a se recusar a ensinar o curso com base em convicções religiosas.

Parece que apenas alguns tipos de diversidade são estimulados no Canadá hoje em dia.  As virtudes da família cristã não estão entre eles.

O currículo ensina os estudantes que “você não pode escolher ser gay ou hétero, mas pode escolher sair do armário”. No 3º ano, é recomendado aos estudantes ler o livro Gloria Goes to Gay Pride (Glória Vai à Parada Gay). E os estudantes são incentivados a fazer sua própria “parada gay” na escola.

Infelizmente, a maioria das paradas gays é inadequada para crianças da educação básica.

A abordagem perturbadora e aparentemente totalitária adotada pelo distrito de Toronto é apenas uma amostra do que virá pela frente, segundo uma ministra da educação no Reino Unido. Elizabeth Truss, Subsecretária Parlamentar de Estado da Secretaria de Educação, alertou em novembro que os professores poderiam ser punidos se não ensinassem tópicos a favor do homossexualismo, caso o governo britânico seguisse em frente com seus planos de redefinir o casamento.

Mais Exemplos de Amor e Aceitação

A agência de adoção americana Catholic Charities vem sistematicamente fechando escritórios em vários estados americanos após uma série de ferozes disputas legais sobre o direito da agência de se recusar a alocar crianças com casais homossexuais. Leis similares também forçaram agências filiadas a igrejas na Inglaterra, como a Catholic Care, a se afastar das igrejas ou fechar as portas.

Em janeiro de 2012, um juiz de Nova Jersey emitiu decisão em desfavor de uma casa de retiro cristão que não permitiu uma cerimônia de união civil entre duas pessoas do mesmo sexo no local, argumentando que a Constituição permite “alguns tipos de intrusão na liberdade religiosa para equilibrar outros objetivos sociais importantes”. Em setembro passado, um casal gay entrou com uma ação contra duas instituições em Illinois que se recusaram a acomodar uma cerimônia de união homossexual. Pousadas cristãs, que costumam ser negócios familiares, têm sido um alvo especialmente visado por ativistas homossexuais para esse tipo de assédio.

No processo de Ladele e McFarlane contra o estado do Reino Unido, os requerentes Lillian Ladele e Gary McFarlane foram demitidos dos seus locais de trabalho por se recusarem a realizar trabalhos envolvendo orientações e uniões homossexuais. Ladele, funcionária de um cartório do Conselho de Islington, em Londres, “foi punida após pedir para não realizar registros de uniões homossexuais”. McFarlane é um psicólogo que foi demitido após ter “se recusado a se comprometer de modo inequívoco em realizar terapias psicossexuais com casais do mesmo sexo”. Eles apelaram ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, mas o tribunal se recusou a escutar o caso de ambos.

A Importância para o Futuro da Liberdade Religiosa

“Parece que uma barreira religiosa foi criada para o mercado de trabalho, com a qual um cristão que queira agir conforme suas crenças religiosas quanto ao casamento não será mais capaz de trabalhar em muitos ambientes”, comentou Andrea Williams, Diretora do Centro Judicial Cristão.

Isso certamente é uma declaração trágica, e que sinaliza uma resposta sombria à pergunta sobre se a legalização do casamento gay irá resultar na perda de liberdade religiosa. Obviamente é injusto que ativistas homossexuais esperem que pessoas de fé joguem fora suas crenças e seus ideais tão estimados. Mas esses ativistas realmente se fazem odiosos para as pessoas civilizadas ao tentarem forçar dissidentes a violar seus códigos morais e suas consciências e endossar ou promover um estilo de vida que eles consideram repulsivo.

Se o objetivo da legalização do casamento homossexual é, como escutamos tantas vezes, o de erradicar a intolerância e o radicalismo, seus ativistas deveriam se alarmar ao saber que seus esforços foram completamente malsucedidos. No entanto, por mais chocante que possa parecer, os defensores do casamento homossexual estão provando repetidas vezes que só defendem a tolerância de um único ponto de vista, e que só acreditam na proteção de único tipo de expressão: a própria.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Washington Times: “Will legal same-sex marriage result in religious persecution?”

Fonte: www.juliosevero.com

Luiz Mott e ativistas gays farão manifestação de nudismo


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Luiz Mott e outros ativistas gays estão descontentes com a decisão da Câmara Municipal de Vereadores de Salvador de dar ao Pr. Silas Malafaia o título de cidadão de Salvador.

Mott, que é o fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), questionou: “Se a Câmara Municipal de Salvador não suspender o absurdo título de Cidadão Soteropolitano a Silas Malafaia, o maior homofóbico do Brasil atual, que não fez nada para Salvador para merecer qualquer honraria, dezenas de gays, lésbicas, travestis e simpatizantes pretendem ficar nus na Câmara para impedir e chamar a atenção do mundo deste absurdo discriminatório”.

A manifestação de nudismo homossexual está prevista para o próximo dia 27 de setembro, quando será entregue ao pastor assembleiano, que deverá estar presente, o título de cidadão de Salvador.

Resta saber se Luiz Mott vai levar na manifestação sua estátua de bebê do sexo masculino, que apareceu pela primeira vez num vídeo onde Mott apresenta o Museu Erótico, que foi sua grande contribuição para a cidade de Salvador.

Em um vídeo, Mott aparece falando o tempo inteiro de sexo e alisando a estátua do menino. Anos atrás, declarações dele em apoio à pedofilia foram publicadas. É só conferir, por exemplo, o artigo “Luiz Mott: Pedofilia já!

link video - http://www.youtube.com/watch?v=ex2EQxaOsQs

Em contraste, Silas Malafaia nunca desonrou a cidade de Salvador inaugurando um infame museu erótico alisando a estátua de um menino. Ele também nunca fez declarações em apoio à pedofilia. Pelo contrário, ele tem defendido a vida e a família, o que é motivo de honra, não só em Salvador, mas em todas as cidades do Brasil.

Quando Mott aparecer com sua estátua de menino no festival de nudismo gay contra Malafaia, os honrados cidadãos de Salvador deveriam pedir que as autoridades apliquem a lei contra esse homem que tem desonrado sua cidade e as famílias do Brasil.

Com informações do site homossexual MixBrasil.

Fonte: www.juliosevero.com

 

MOVIMENTO ANTICRISTÃO

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HOMOSSEXUALISMO

 
 
“Kit gay” disfarçado entra nas escolas
 
 
Pedagogo denuncia distribuição de livros que estimulam o homossexualismo em instituições públicas e privadas. Frente Parlamentar Evangélica estuda ações e pedirá explicações a ministro
 
Uma espécie de “kit gay” é a mais nova ameaça à família brasileira. O pedagogo e diretor de escola em São Paulo (SP), Felipe Nery, denunciou nesta terça em Brasília, durante reunião da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional, a distribuição em escolas do país de livros didáticos e paradidáticos que defendem a homossexualidade, bissexualidade e transsexualidade. Os livros são recomendados pelo MEC e trazem figuras e imagens de homossexuais que confrontam o conceito tradicional e natural da família, da forma criada por Deus.
 
Essa exposição da homossexualidade como um comportamento positivo diante de crianças e adolescentes, que são uma audiência cativa e com mente em formação, pode alterar a mentalidade dos alunos pelo resto da vida, forçando neles a visão de ideólogos que ocupam posição de autoridade no governo e nos meios editoriais.
 
Para quem não lembra, “kit gay” foi o apelido que ganhou o material “didático” que seria distribuído pelo governo nas escolas com forte conteúdo homossexual em que crianças e adolescentes seriam mostrados “assumindo” sua homossexualidade perante colegas e professores. Após pressão da bancada evangélica e católica na época do lançamento, a presidente Dilma determinou a suspensão da distribuição do material.
 
Nery, que é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, mostrou três exemplos do novo “kit gay”. Os livros “Porta Aberta” da autora Mirna Lima editado pela FTD, voltado para alunos de seis anos; “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, das autoras Patricia Mata e Lydia R, editados pela Ciranda Cultural para alunos de 10 e 11 anos e o livro “Menino brinca de boneca?”, de Marcos Ribeiro e editado pela Moderna voltado para qualquer idade.
 
No primeiro livro, há um jogo da memória com figuras de casais homossexuais com “filhos”. No segundo, são expostas imagens de duplas homossexuais e são exibidas figuras que mostram como colocar um preservativo no pênis. Já o livro “Menino brinca de boneca?” tem o prefácio da senadora Marta Suplicy (PT-SP), militante da causa do aborto e do supremacismo gay.
 
“Nos livros podemos ver que são apresentadas figuras, dentre as quais há uma família dita normal mas onde também colocam dois homens e uma criança, duas mulheres e uma criança, criança sem o pai, os avós cuidando, filhos adotivos, etc. Isso não deveria nem constar nos livros para crianças de seis anos de idade que estão trabalhando a história desta forma. O “kit gay, de uma outra maneira, entrou nas escolas brasileiras”, alertou o pedagogo.
 
Para Felipe Nery, esses materiais estão em qualquer escola. “O problema é que nós, pais, muitas vezes não vemos isso aqui. O diretor de colégio não vê isso aqui, ele confia no professor. Para o diretor é muito difícil ver todos os livros porque são pilhas e pilhas no final do ano para analisar. O professor é que vai ver o material. Muitas vezes o colégio ganha os livros que vão para a biblioteca e quem vai ver será o aluno. São centenas de editoras que trazem o mesmo tipo de material que é a ideologia implementada pelos ativistas homossexuais”, disse.
 
Deputados da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) decidiram criar uma comissão para analisar o material apresentado pelo diretor e oferecer ações para removê-los das escolas e impedir a sua distribuição. Para o deputado Filipe Pereira (PSC/RJ), a FPE deve confrontar o ministro da Educação, Aloízio Mercadante, para que ele explique a distribuição desta material. “Como ação política, antes mesmo de qualquer outra de natureza jurídica, defendo ir ao ministro e cobrar dele as explicações devidas”, afirmou.
 
Os parlamentares também estudam entrar com uma representação contra o MEC e as editoras no Ministério Público Federal a fim de que o “kit gay” disfarçado seja retirado das escolas públicas e particulares.
 
No ano passado, a FPE adotou várias ações contra o kit gay. A população também reagiu. A pressão foi enorme.
 
Contudo, apesar dos recuos estratégicos, o governo está sempre avançando no kit gay, de uma forma ou de outra, abertamente ou não.
 
Usam, pelos impostos, nosso próprio dinheiro para poluir e emporcalhar a mente das crianças nas escolas.
 
Os ativistas socialistas que estão no governo, editoras e mídia estão determinados a enfiar goela abaixo das crianças sua doutrinação, sua lavagem cerebral, a favor do supremacismo gay, custe o que custar.
 
O custo, é claro, é os nossos filhos.
 
Adaptado do artigo “Kit gay disfarçado entra nas escolas com aval do governo”
 
Divulgação: www.juliosevero.com